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Newsletter N.º 269

De novo o fim de semana foi profíquo nas modalidades o que, felizmente, já não se estranha.

Mas, o grande acontecimento do fim de semana era o confronto Benfica-Sporting no futebol profissional que prometia um sem número de emoções ímpares. Falso rebate, porquanto os encarnados não saíram dos tacos de partida e o Sporting acabou por controlar o jogo (e o marcador) a seu bel-prazer. Por sua vez o FC Porto que defrontava o Braga em casa, tinha uma oportunidade que poderia ser de ouro (em caso de empate na Luz) de se distanciar dos dois competidores. Não só não aconteceu, como através do empate concedido acabou por perder pontos para o Sporting que acabou por ser o grande vencedor do fim de semana.

Passou, entretanto, a semana. Já na 6.ª Feira teremos o Tondela pela frente onde é preciso vencer. Tal como o Galatasaray na 3.ª Feira. Não duvidamos que assim seja.


Dia 24

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «O país futebolístico já não consegue esconder a ansiedade pelo "derby" de amanhã, na Luz, da oitava jornada da Liga, e eis que outro lhe é anunciado, agora integrado na quarta eliminatória da Taça de Portugal e com data marcada para 22 do próximo mês, em Alvalade. "Derbies" de mais? Errado, «é disto que o meu povo gosta» como dizia o radialista Jorge Perestrelo no seu estilo muito pessoal de nos retratar os jogos. Na verdade, cada "derby" tem de ser visto como rememorável momento de festa, e apenas nesse sentido, sabendo todos, porém, que a estupidez humana é capaz do inimaginável por causa de nada, sobretudo se camuflada no meio de turbas desordenadas a que, eufemisticamente, se resolveu chamar "grupos organizados". (...)»

Leonor Pinhão - Jornalista, no Record; «(...) Pinto da Costa, eleito pelo YouTube como o protagonista maior do Apito Dourado, plausivelmente o "engenheiro-chefe" ou o "Chefe da caixa", como vos der mais jeito, pronunciou-se sobre o "kit" Eusébio dizendo: "Se o FC Porto fizesse ofertas a árbitros já estaria morto." Banco de Portugal, atenção, é de milagres destes que a nossa economia precisa para voltar a ser o que nunca foi.
Quanto a Bruno de Carvalho, não menos otimista do que o seu vivíssimo congénere rival, informou este Portugal dos aflitos de que afinal não há crise. E até "podemos estar a viver uma caixa dourada". Não especificou, no entanto, se julga que estamos a viver "dentro" de uma caixa dourada, o que acabaria por ser monótono, ou se antes entende que vivemos numa época nimbada a ouro pela excelência dos seus melhores artistas, entre os quais se inclui, um pouco à semelhança do que o "Siglo de Oro" significou em artistas para o século XVI na vizinha Espanha. (...)
»

Rui Santos - Jornalista, no Record; «(...) É nesta base que se projecta o regresso de Jorge Jesus à Luz. Luís Filipe Vieira não deveria ter estado escondido atrás da sovietizada máquina de propaganda encarnada, a menos que Vieira "seja", não apenas a extensão dessa máquina de propaganda, mas a própria máquina de propaganda. Tinha um plano. Tinha de assumi-lo. O plano era entrar num ciclo sem Jesus. Normal. Legítimo. A falta de diálogo antes da ruptura - com responsabilidades de parte a parte - já se manifestava; era evidente. Aquilo que o Benfica deu a Jesus e o que Jesus deu ao Benfica corresponderam a uma partilha demasiado significativa para um desfecho desta natureza, a culminar com uma acção judicial em que se tenta "amortizar" o investimento feito no treinador em 14 milhões de euros. (...)»

Dia 25

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «(...) 3. Na quarta feira assisti, em Istambul, a um jogo extraordinário da equipa jovem do Benfica. Mais do que a goleada alcançada - onze a um! - ficou o espírito coletivo, o sentimento de partilha, a vontade de vencer, a consciência da conquista. O Professor João Tralhão, na sua humildade, enalteceu a Academia do Seixal, o sentido estratégico do Presidente do Benfica, a relação estreita entre os sub 16, sub 17, sub 18 e sub 19. E todos eles estavam no onze ganhador de Istambul. Por mim fica a alegria de ter assistido, ao vivo, a este jogo que fica na história desta Liga UEFA jovem. E, depois, fica a singularidade de perceber que a rivalidade em Istambul é tão intensa que no bairro de Besiktas uma famosa cadeira internacional de "fast food" renuncia às suas habituais cores - que se confundem com as do Galatasary - e aposta no preto e branco para as paredes daquele seu estabelecimento. Singular ousadia e especial necessidade! Também destas estórias se fazem os "derbies". De ontem e de hoje. E, logo, os de amanhã. De forma a que os netos se recordem dos Avós. E das suas histórias. Como nós dos afetos dos nossos queridos e saudosos Pais! Com a consciência, hoje e aqui, que cada "derby" é sempre para vencer! »

Ricardo Costa - Professor de Direito da Universidade de Coimbra, no Record; «(...) Em primeiro lugar, para além da aplicação e da superação da disciplina da personificação e registo dos "grupos organizados de adeptos", falta um verdadeiro plano de fiscalização dos "condenados" que são proibidos de entrar nos estádios e mais severidade na reincidência. Em segundo lugar, urge redefinir o regime de entradas nos estádios para os membros filiados nas claques, assente acima de tudo no controlo antecipado e rigoroso dos objetos transportados para o jogo. Em terceiro lugar, é urgente mudar os ilícitos desportivos atinentes à violência, de modo a que os prevaricadores percebam que as suas condutas afetam com gravidade as aspirações dos seus idolatrados clubes. É aqui que mais dói e é aqui que muito se joga, por muito que custe aos clubes. Se os delinquentes perceberem que há campos interditos e jogos à porta fechada, mesmo quando ninguém correu perigo de vida por terem atirado uma ou mais tochas para o terreno de jogo, é de presumir que os comportamentos se alterem. Até lá, logo ao fim da tarde como mais tarde, resta-nos esperar que tudo corra pelo melhor. »

Vítor Baía - Ex-Internacional português, no Record; «A Liga NOS regressou após uma pausa que teve como ponto alto a qualificação da Seleção para o Europeu. O dia de hoje traz-nos dois dos jogos mais emocionantes do nosso campeonato: o Benfica-Sporting e o FC Porto-Sp. Braga.
O dérbi lisboeta promete ser um dos jogos mais escaldantes. Temos um Sporting revigorado, apostado em dar continuidade aos últimos resultados e em manter-se no topo da classificação. Do outro, um Benfica que pretende vingar-se do desaire na Supertaça e continuar a somar pontos com vista ao tricampeonato. Apesar das inúmeras polémicas, alimentadas, especialmente, por um conjunto de comentadores e dirigentes, espero que o jogo decorra sem incidentes. (...)
»

Dia 26

António Magalhães - Director do Record; «É verdade, Jesus não era nascido quando o Sporting venceu pela última vez pela diferença de três golos o dérbi na condição de visitante. O bebé Jorge nasceu seis anos depois. E desde então, houve 62 dérbis para o campeonato, sendo que o Sporting apenas conquistou sete vitórias. Já a contar com a de ontem... Estes números tão eloquentes e expressivos atestam a relevância do triunfo leonino na Luz. Indiscutivelmente, memorável.
Sejamos politicamente corretos: o primeiro vencedor do dérbi é a equipa e os seus adeptos. E são-no, de facto, pelo momento histórico que esta vitória representa para eles, constituindo um raro privilégio para quem nela participou e pôde testemunhá-la. (...)
»

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «Está na rua o Campeonato de Portugal PRIO. Sempre que existem alterações aos quadros competitivos aparecem resistências. A fusão da III divisão com a II foi uma medida extraordinariamente interessante, procurando diminuir as despesas de deslocação e aumentar as receitas de bilheteira. A proximidade e a rivalidade positiva devem merecer o apoio dos dirigentes e adeptos, pois a competitividade aumenta naturalmente. Esta competição vai arrancar em força com um novo patrocinador e um parceiro de média que garante transmissões televisivas. (...)»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «...) Quanto ao "derby" (e aquilo que penso do jogo está na página 5 desta edição...) "falado", nova vitória de Jesus. Rui Vitória, um técnico de valor inquestionável, ainda não conseguiu vestir a pele de treinador do Benfica em pleno e continua a apresentar um discurso pouco condizente com as necessidades dos encarnados. Trata-se de uma dificuldade que Rui Vitória deverá ultrapassar, sob pena de repetir o ato falhado que foi a tese de que o Sporting não passava de um grupo de onze jogadores. Não só não fez mossa em Jesus como ainda fez com que o treinador leonino dispusesse, depois do "derby", da derradeira palavra que usou para apoucochinhar Rui Vitória. Havendo coisas mais importantes a tratar (como afinar o meio-campo do Benfica), esta matéria não pode ser chutada para canto. »

Dia 27

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) Rui Vitória saiu fragilizado do combate, mas isso tanto poderá inibi-lo como finalmente libertá-lo das amarras que o têm impedido de ensaiar um desenho tático mais próximo das suas convicções. A chegada de Cervi em janeiro poderá finalmente fazê-lo tentar o 4X2X3X1, em que Gaitán se estabeleça em terrenos mais interiores. Mas aí poderá ser já demasiado tarde, até porque o Benfica continuará a precisar de um lateral-esquerdo de qualidade, de um médio que faça esquecer Enzo Pérez e de um central que ajude a disfarçar as costuras do tempo cada vez mais evidentes em Luisão. E sê-lo-á definitivamente tarde se Luís Filipe Vieira não assumir, entretanto, que foi ele que quis que o Benfica mudasse de vida e abdicasse de Jesus. Em vez de andar numa guerra surda que mete pelo meio ações estrambólicas e milionárias nos tribunais, a admissão dessa vontade deixaria o líder benfiquista menos exposto à guerrilha aberta vinda de Alvalade. E acabaria por ter um efeito libertador e emancipador na Luz, principalmente para um Rui Vitória que precisa é de ajuda na forma de passar uma mensagem mais afirmativa e sedutora.»

Manuel Martins de Sá - Jornalista de A Bola; «(...) 2. Apesar de viver com apertos de tesouraria, o FC Porto vive à grande. Orçamentos de clube rico, salários milionários a jogadores, remunerações a dirigentes várias vezes superiores às do Presidente da República! Mudou de paradigma: dantes gastava menos e conquistava títulos; agora gasta demais e nada ganha. Passou a ser um entreposto de futebolistas em trânsito. O Sporting é um sério candidato ao título e despende um terço.»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Os desequilíbrios do plantel são, contudo, reforçados por uma persistente falta de identidade da equipa, quer a defender quer a atacar. Novamente, o problema não começou neste jogo. Anulados Gaitán e Jonas, o Benfica arrasta-se em campo, perdido de ideias, e depende da capacidade de os seus melhores dois jogadores esticarem o jogo, isolados. Com um plantel desequilibrado e uma equipa pouco personalizada, torna-se mais fácil ter azar e perder jogos. É que, ao contrário do que é repetido, o futebol não se decide nos pequenos pormenores, muitos deles fortuitos.»

Dia 28

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Tirem-se os dois jogos com o Benfica desta época do Sporting e os resultados não são deslumbrantes. No campeonato, quatro pontos mal perdidos, em casa com o Paços de Ferreira e fora, no Bessa e vitórias quase obrigatórias nos outros jogos (positivo o resultado de Vila do Conde, mas FC Porto e SC Braga ainda não foram obstáculo). Na Liga dos Campeões uma desilusão, contabilizada em 17 milhões de euros por Bruno de Carvalho, e na Liga Europa um comportamento abaixo do esperado: derrota caseira com o Lokomotiv, empate em Istambul e vitória perante uns albaneses muito fracos.
Mas se for introduzido nesta equação o fator psicológico das duas vitórias sobre o Benfica - a primeira numa final e a segunda por números históricos - o quadro muda de figura e ficam explicados não só o estado de euforia da nação leonina, como também os sinais exteriores, públicos e notórios, de crescimento da equipa do Sporting. (...)
»

Nélson Feiteirona - Jornalista de A Bola; «(...) Esperava ver o treinador do Benfica revoltado, a espumar da boca, a assumir culpas ou a delegar culpas pela pesada e dolorosa derrota frente ao eterno rival. Mas não. Vitória falou pela centésima vez de um «caminho de campeões» que a equipa tem de percorrer. Percebo que Rui Vitória não possa fugir ao que é (e admiro) enquanto homem, mas enquanto treinador do Benfica... há momentos para tudo e ele terá de os perceber.
E há também limites. Depois de um - derby - perdido pelo Benfica, e da forma como o perdeu, vir a BTV perguntar ao treinador da águia pelos aplausos dos adeptos ao minuto 70 (pareceu-me que a intenção foi mais calar os do Sporting do que apoiar a equipa) e pelo sinal que a convocatória do jovem Renato Sanches (que ficou na bancada) pode significar... foi tiro de pólvora seca.
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Poucas horas depois do dérbi o vice-presidente do Benfica quis voltar a marcar território insurgindo-se contra o que diz ser o estilo - anticonflitual - da estrutura das águias, deixando uma única pessoa a salvo das críticas: Luís Filipe Vieira. Ou seja, Gomes da Silva elogiou apenas o homem que escolhe e dirige a estrutura.
O pensamento do dirigente não podia ser mais complexo e incongruente. No início desta temporada a estrutura era a cura para todos os males, muito mais importante do que qualquer treinador. Três meses depois, na ressaca de uma derrota dolorosa, a primeira coisa que lhe ocorreu fazer foi disparar para dentro de casa. Com amigos destes...
»

Dia 29

Nuno Santos - Jornalista, no Record; «(...) Nas questões de natureza tática, Jorge Jesus meteu-o no bolso no jogo de domingo, mas é justo lembrar que, apesar da irregularidade, o Benfica de Vitória tem méritos, criou soluções onde havia problemas e já fez exibições de grande qualidade. Tem caminho para fazer. Por tudo isso toda a serenidade é nesta fase, boa conselheira.
Por maioria de razão, compreendo bem o tempo do jornalismo e da opinião, ao qual se somou a democracia instantânea das redes sociais, mas quem gere uma grande empresa ou instituição, não podendo, nem devendo, ignorar os sinais da rua e os sinais dos media, não pode agir em função deles. Tem é de agir com responsabilidade. É o que se pede neste caso ao líder do futebol do Benfica.
»

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «(...) É duvidoso que a estrutura do Benfica se tenha aburguesado, como diz Gomes da Silva. O que falta são os jogadores que teve. Basta olhar para o banco. E o responsável talvez seja o banco, mas outro, o que financiou o Benfica e agora quer o dinheiro de volta, por já não haver tanto milho para pardais. Condenado a vender jogadores para reduzir a dívida o Benfica desfalcou-se.
No futebol são os resultados desportivos que embalam os líderes. Mas a pressão financeira que vai permanecer e os resultados na Liga que tardam em aparecer vão tocar quem até aqui era intocável, Luís Filipe Vieira. Os desabafos de Gomes da Silva podem ter sido só o início.
»

Rui Gomes da Silva - V.P. do Benfica em A Bola; «(...) Respeitarei quem não concorda comigo, mas os outros terão que respeitar, também, o que defendo. Não me peçam para fugir de um conflito se os interesses do Benfica assim o exigirem.
Não me peçam para fazer de conta que não sinto os ataques de que somos alvo, como escusam de me pedir que não responda àqueles que ultrapassam todos os limites.
E não me peçam, também, para concordar publicamente com a atuação de - alguns dos meus -, quando discordo das suas omissões.
Faço-o com convicção, na defesa intransigente dos interesses do Benfica, até porque ainda temos tempo de ganhar tudo este ano.
Bem sei que tem existido - como diria o poeta - «Erros Meus, Má Fortuna...».
Admito, até, que tenha existido algo mais mas um discurso motivador ( Amor Ardente...) é o primeiro passo de uma caminhada até ao 35.º título de Campeão Nacional, em 2016.
Temos de combater os que nos tentam derrubar, emocionalmente, recorrendo à mentira e à provocação.
Contra tudo e contra todos, a nossa obrigação é termos toda a disponibilidade para essas batalhas!
Que iremos ganhar!
Pelo Benfica!
»

Dia 30

António Magalhães - Director do Record; «É grande a tentação de reagirmos sem medir as consequências quando estamos perante situações de tensão ou quando nos sentimos agredidos. Para quem ocupa lugares de liderança, essa pressão é tanto maior quanto a vontade de responder aos ataques que se sofrem. Há momentos em que se impõe uma reação proporcional, outros há em que o bom senso e a estratégia aconselham postura diferente. Os grandes líderes sabem discernir esses "timings".
Desde que ficou na mira de Bruno de Carvalho que Vieira certamente se sentiu tentado a contra-atacar. Ontem, fê-lo, mas ainda assim num registo de quem sabe quanto custou recuperar a credibilidade do Benfica e com a consciência de que ao nome do clube estão associadas marcas que também devem ser respeitadas. (...)
»

João Tomaz - Cronista de 'O Benfica'; «Importa, no entanto, relegar para segundo plano os aspectos emocionais associados à rivalidade e tentar perceber o que terá corrido mal: Se foi, de facto, um infortúnio em que o azar se juntou ao desacerto colectivo e à desinspiração individual da maior parte dos nossos jogadores, ou se o problema será mais profundo, revelando carências qualitativas do nosso plantel. A resposta a esta questão terá que começar por ser dada pela nossa equipa já nas próximas jornadas frente ao Tondela e Boavista (estamos a cinco pontos da liderança se batermos o União, nada está perdido), sem entretanto tentarmos vencer o Galatasaray, praticamente garantindo o acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, tão importante desportiva como financeiramente.»

Mário Santos - Ex-Presidente da F.P. Canoagem, em A Bola; «(...) Em política de visão curta, não é reconhecido ao desporto um papel estratégico que justifique um Instituto quanto mais um ministro. Quando temos ministro para a Modernização Administrativa não seria desajustado ter um do Desporto. Quanto mais não fosse para ter a capacidade política de reforçar o IPDJ com meios e estratégia para, em articulação com as organizações desportivas nacionais, as Autarquias, escolas e organizações privadas, garantir uma gestão racional das redes de equipamentos desportivos, a prática desportiva acessível a todos, perspetivar tendências, criar interesses, agir localmente para que todos possam participar e usufruir dos seus benefícios. Em suma, apoiar a prática desportiva de base até ao alto rendimento. A saúde, a economia, a igualdade, a cidadania, a cultura do país certamente também agradeceriam.»

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