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Newsletter N.º 221

Na 4.ª eliminatória da Taça de Portugal o Benfica, ao contrário do que aconteceu no jogo para o campeonato, ultrapassou com relativa facilidade o osso que representava o Moreirense.

Nas modalidades o fim de semana foi bastante positivo para todas as equipas. Realce para o Andebol que tem estado irregular mas que conseguiu ultrapassar o obstáculo norueguês classificando-se para a eliminatória seguinte.

Na Liga dos Campeões vitórias normais de FC Porto e Sporting perante opositores claramente mais fracos. No tudo por tudo, o Benfica foi derrotado em São Petersburgo e ficou de fora da Champions. E da Europa. Para meditar!

Mas a exigência não pára. Domingo, em Coimbra espera-se uma resposta condizente a desmentir a noite menos feliz de S. Petersburgo. Para variar, não deve ser fácil.


Dia 22

Octávio Ribeiro - Director do 'C.M.' no Record; «Vão surgindo alguns bons sinais de um novo olhar sobre o futebol português, vindo principalmente dos seus dois mais poderosos clubes. Nesta fase, que pode ser histórica - se os clubes portugueses não encontrarem receitas comuns, credibilização do espetáculo, com oferta de festa em vez de violência sempre latente, o futebol vai definhar em Portugal -, é de lamentar o afastamento do Sporting dos centros de decisão.
A liderança de Bruno de Carvalho nada terá a ganhar com esta atitude de autoexclusão do movimento em que o mero instinto de sobrevivência dos clubes e dos seus presidentes poderá gerar ótimos frutos para o futuro. Bruno de Carvalho deveria recuar neste seu orgulhosamente só. O jovem presidente, em favor dos superiores interesses do clube que dirige, deveria afastar a soberba e nomear emissários que possam levar o Sporting ao lugar central que lhe cabe na definição das linhas que poderão salvar os quadros competitivos profissionais. (...)
»

Rui Santos - Jornalista no Record; «(...) Estamos no tempo das cambalhotas. Interessantes cambalhotas. O "furacão" que varreu Portugal e atingiu, drasticamente, o edifício-sede das personalidades e instituições que comandavam o país faz agora sentir os seus efeitos no futebol. Se, nesta fase, Benfica e FC Porto decidem juntar-se (unidos pelo futuro?!) é porque a noção da profundidade do buraco não permite mais jogos de faz-de-conta. Porque nestas alegadas "revoluções", em que os propagandistas do regime não têm vergonha em proclamar, em nome da "revolução", a alegada salvação do futebol português e da sua "credibilidade", escondendo o essencial, talvez seja importante recordar que, entre outros factos e fenómenos, foi a estúpida guerra Norte-Sul, o discurso belicista de alas radicais dos respectivos exércitos, a gestão megalómana de heróis do nosso dirigismo, a colocar o futebol nacional neste estado de indigência. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Pode Bruno de Carvalho achar que deve liderar sozinho o combate por uma nova ordem do futebol internacional, mas não terá condições para o fazer. O futebol internacional, mesmo a nível das suas principais instituições, é muito mais complexo e é, sobretudo, muito movediço, principalmente para quem não o conhece suficientemente por dentro.
A solução para o Sporting passa, incontornavelmente, pelo regresso à Liga e à luta pelo direito de estar no centro de decisão dos poderes do futebol. A questão é, pois, política e não tem a ver com mais ou menos coragem. Se Bruno de Carvalho se deixar isolar, o Sporting poderá sofrer consequências devastadoras e será o próprio consulado leonino que deixará de ter condições de sobrevivência.
»

Dia 23

Jornal A Bola - ; «O Diretor-geral da Liga Alemã de Futebol defendeu ontem um boicote organizado pelas ligas europeias à realização dos Campeonatos do Mundo de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar, devido às suspeitas de corrupção de atribuição das competições, segundo notícia divulgada pela agência Lusa. «Setenta e cinco por cento dos jogadores de um Mundial têm contrato na Europa e, se a Europa disser 'nós não participamos', isso mudaria tudo», disse Christian Seifert, numa entrevista ao jornal alemão Suddeutsche Zeitung, ontem publicada.
Para o dirigente, se tal acontecer, a FIFA, por retaliação, até «pode suspender a Alemanha, a Inglaterra, a Itália e a Espanha para os três próximos Mundiais», contudo Seifert não vê que isso pudesse tornar-se especialmente problemático «Deixaria de haver Mundiais...», acredita. Contudo, Seifert não acredita que a Europa consiga falar a uma só voz, o que seria necessário para que esta iniciativa fosse levada a avante.
Recorde-se que no passado dia 15, também o presidente da liga alemã, Reinhard Rauball, disse à Kicker que a UEFA «deve considerar seriamente» abandonar a FIFA se não for revelado na íntegra o chamado Relatório Garcia. (...)
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «A rápida afirmação de Jonas no Benfica é uma ótima dor de cabeça para Jorge Jesus. A jogar a este nível, o brasileiro que chegou à Luz há dois meses é peça intocável, porque não se pode deixar no banco um fabricante de "momentos gourmet". Ontem apareceram mais dois. O primeiro golo foi um passe para a baliza, numa zona onde um jogador "normal" dispara com violência. O 2-0 foi um daqueles lances que merecem ir para uma galeria de arte. A forma como preparou o remate, com uma genialidade orientada, foi a última "delicatessen" de um reportório inesgotável. De ver e chorar por mais.
Este Jonas é superior a Lima. Muito superior a Derley. E até mais influente do que Talisca, sendo que neste caso se trata de jogadores com funções muito diferentes. É aqui. que passa a estar o "problema" de Jesus na hora de preparar o plano ofensivo: dos quatro, podem jogar três em simultâneo. E muitas vezes só vão poder estar dois. Um bom teste, pois, à capacidade de gestão de Jesus. Para conferir nas próximas semanas. (...)
»

Vítor Baía - Ex-Internacional, no Record; «(...) Neste fim de semana de Taça de Portugal, quero saudar todas as coletividades desportivas e as pessoas anónimas que dedicam grande parte da sua vida ao desporto juvenil. Vivemos uma época difícil, onde carecem os apoios financeiros e as verbas disponíveis são escassas.
Infelizmente, a grande parte dos clubes, hoje em dia, luta pela sua sobrevivência, vivendo numa incerteza permanente. São estes anónimos a verdadeira essência deste desporto, aqueles que continuam, perante a adversidade, a educar e incentivar os jovens e a oferecerem-lhes as condições necessárias para jogarem e se divertirem. E de louvar a sua paixão e o seu compromisso. Um bem-haja a todos.
»

Dia 24

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) O Benfica acordou tarde para esta realidade e perdeu muito tempo. Alcochete era o oásis quando se falava de formação. Hoje não é bem assim. Enquanto o Sporting se debate com problemas relacionados com os cortes financeiros e mudanças de metodologia, Vieira aposta no melhoramento das infraestruturas em equipamentos revolucionários e num scouting e acompanhamento de jogadores difícil de igualar. Os negócios Bernardo Silva, João Cancelo ou André Gomes foram a primeira ponta de um icebergue que o Benfica irá derreter até não poder mais Daí virão excelentes proveitos financeiros. Os desportivos dependerão da política desportiva profissional. Até agora as ideias do técnico têm sido mais fortes. Não serão por muito mais tempo. Sob pena de se perder demasiado tempo e talento. »

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) Se a política de municiamento das equipas principais tiver a formação por base; se o dinheiro dos direitos televisivos conhecer um aumento através da centralização; se a saída BES/PT do futebol for resolvida com novos patrocínios (estão, um dia destes, de volta as apostas desportivas...); então fica a faltar, sobretudo, a reformulação dos quadros competitivos para que estejam criadas condições para uma era diferente, mais estável. Depois da febre do alargamento (à boleia da reintegração do Boavista), os clubes devem descer à terra e assumir que Portugal não pode ter 18 equipas profissionais na I Liga e 24 na II Liga. Um formato que inclua menos equipas (12, de preferência, com play-off, num total de 32 jornadas por época), terá o condão de melhorar a qualidade da competição e, por inerência, levar mais gente aos estádios. O caminho é por aí...»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Poderia lá ser, eliminatória da Taça de Portugal sem tomba-gigante (mesmo que gigantezinho)?! Eis que o Oriental, 20.º na II Liga (onde, em 15 jogos, só 3 ganhara), se meteu em brios e assumiu ser ele a cumprir praxe desta tão carismática competição: V. Setúbal borda fora! Regresso a protagonismo num grande palco do clube da lisboeta Marvila que há perto de meio século andou na I Divisão a terçar armas com os maiores do nosso futebol. E o nosso futebol também disto precisa: regressos a súbitos grandes êxitos, ainda que episódicos, de clubes pioneiros da sua história repleta de bonitas tradições. Que festança no popular bairro de Marvila!
Nesta eliminatória, um confronto antecipadamente efervescente: derby do Minho. Foi intenso, correspondeu à expectativa, acrescida por o V. Guimarães ser espetacular 2.º classificado na Liga e o SC Braga (5.º) dar sinais de escalar rendimento para o nível do muito bom plantel que possui. Venceu quem, na Liga, ainda não venceu em terreno alheio, mas na magia da Taça encontrou impulso para se impor em casa de quem ali estava imbatível e até pregara 3-0 ao Sporting.
Sortilégio da Taça é isto, o que sempre foi e o que mais aí virá...
»

Dia 25

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «As últimas notícias não ajudam a puxar o país para cima. Não podemos deixar que a desilusão tome conta dos portugueses. É verdade que o desporto tem feito um trabalho absolutamente extraordinário na promoção da marca Portugal. Estranhamente, ou não, o Turismo de Portugal deixou abruptamente de apoiar a realização de grandes eventos desportivos em Portugal. Agora são as comissões de coordenação regionais em articulação com os municípios e fundos comunitários que se substituem ao Turismo. O nosso país vai perdendo a organização de eventos nas mais diferentes modalidades. (...)»

Miguel Sousa Tavares - Adepto portista em A Bola; «(...) Ao contrário do que as assustadas almas sportinguistas pensam, não vejo no horizonte, imediato ou próximo, nenhuma aliança «contra-natura» entre FC Porto e Benfica. Não discortino, no nevoeiro sebastiânico em que navega o presidente sportinguista, sombra das conspirações que já atribuem à dupla Benfica-Porto - tal como o mau estar, previsível e evidente, existente entre o balneário e o presidente sportinguista, depois de este ter tido a luminosa ideia de classificar os seus jogadores como «indignos da camisola». Vejo, sim, uma convergência de esforços entre todos os clubes profissionais que já perceberam que os tempos não são de verborreia oca, mas de acção imediata, e que, naturalmente, precisam dos maiores de entre eles a liderar o processo. E, quem está, está; quem não está, que estivesse. É líder quem lidera nos momentos de crise, não quem fica à espera de ser seguido. »

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Não está em causa o seu talento, mas o modo como o seu jogo desequilibra a equipa. Não é preciso ter muito conhecimento sobre o que é futebol para se perceber que Salvio abusa das jogadas individuais, que fá-lo muitas das vezes sem critério, buscando situações de 1x2, quando não de 1x3 ou até 1x4, o que leva a que tenha uma taxa de insucesso muito alta. No fundo, Salvio seria um jogador pouco eficiente - isto é, com uma fraca relação entre os recursos empregues e os resultados obtidos. Mais, a ineficiência de Salvio coloca a equipa em apuros, pois as suas perdas de bola obrigam os colegas a um esforço acrescido para o compensar. É tudo verdade. No entanto, Salvio oferece coisas únicas ao jogo: é um jogador capaz de romper com a gramática rígida e previsível que por vezes existe em excesso no futebol. Precisamos de jogadores criteriosos, capazes de introduzir racionalidade no jogo. Mas o que seria o futebol sem o atrevimento serpenteante de jogadores como Salvio?»

Dia 26

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) Tudo dependendo dos caprichos dos sorteios, Benfica, Sporting e Braga assumem-se agora como os menos surpreendentes finalistas. Ou talvez não porque um sensacional Belenenses, os sempre duros de roer (sobretudo em casa) Paços de Ferreira, Nacional, Marítimo e Rio Ave têm uma palavra a dizer. Uma palavra especial para um dos clubes pelo qual tenho uma grande ternura e me reconduz sempre às minhas memórias da juventude: o COL, Clube Oriental de Lisboa que eliminou o Vitória de Setúbal em jogo bem renhido. E também para o 'derby' minhoto, o mais iconográfico a seguir ao SLB-SCP. Viva, pois, a Taça! »

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Cabe portanto à equipa profissional do Benfica demonstrar hoje a sua qualidade e a sua força, a sua competência e habilidade para derrubar obstáculos difíceis, como é o desta noite, sabendo cada um dos seus jogadores que o sucesso só poderá ser selado se houver confiança e segurança, se todos se sacrificarem pelo bem comum, se o Benfica for, afinal, uma equipa solidária e comprometida com as suas responsabilidades. Os últimos indicadores apontam nesse sentido, é verdade, pelo menos nas provas nacionais onde o nível de exigência é menor, restando saber por agora se essa sua boa capacidade tem continuidade na Liga dos Campeões. A competição onde Jorge Jesus ainda se mantém no mesmo nível, nível baixo, desde a época 2011/12, o que não se coaduna com quem tem uma história tão preenchida. »

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «(...) 4. Raphael harmoniza o turbo nas pernas com requisitos futebolísticos imprescindíveis para cumprir a missão de defesa e alimentar as alucinantes viagens de ida e volta pelo flanco. A expressão de inocência esconde um jogador da cabeça aos pés, que assume riscos e nunca se limita; um miúdo com máscara de cidadão comum que atrás cumpre com discrição e na frente surge como desequilibrador; um ator secundário que parte incógnito, chega com nome próprio e não raras vezes acaba como protagonista. Conquista nacional, que os franceses já lamentam nos mais variados quadrantes, expressa qualidade preciosa em jovens com futuro por definir: está sempre disponível para aprender e não tem medo de ser feliz. Fábio Coentrão tem, por fim, um concorrente à altura. O futebol português ganhou um grande jogador. »

Dia 27

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado no Record; «(...) Criticar não é chique ou vulgar, é um direito que assiste a qualquer sócio do clube; não tem a ver com nível cultural, condição social, notoriedade, moda ou tendência é apenas a condição de ser sportinguista, e essa ninguém a pode retirar.
Se há alguém que questione a política de contratações deste ano do futebpl profissional, há que ouvir o que é dito, com a humildade dos justos e, se for o caso, extrair as necessárias conclusões.
O presidente em funções já fez saber que pretende manter-se no lugar, e é um direito que lhe assiste legitimamente, desde que os sócios o escolham; se é assim estes são caminhos que não deve trilhar...
»

Hugo Vasconcelos - Jornalista de A Bola; «(...) O Mónaco é a equipa mais fraca do atual grupo, mas se empatar em casa a zero com o Zenit chega aos oitavos com dois golos marcados em duas vitórias contra a melhor equipa, o Leverkusen, em dois jogos que deveria ter perdido. Jesus tem razão quando diz que qualquer equipa se poderia ter apurado neste grupo, o que é muito diferente de ver o último lugar confirmado a uma jornada do fim. Sim, o Mónaco não é o BATE ou o Maribor, mas o BATE ou o Maribor podem já estar fora da Champions mas ainda podem chegar à Liga Europa. E só dependem deles próprios...»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Verdade que, comparativamente com FC Porto e Sporting, foi infeliz no sorteio: grupo muito mais difícil. Não tanto, porém, como me pareceu inicialmente (pouco menos que inultrapassável por equipa que acabara de perder meia dúzia de titulares na sua estupenda época anterior). Veio a verificar-se forte quebra no Mónaco (teve de deixar sair Falcao e James Rodriguez, decerto traindo expectativas do recém-chegado Leonardo Jardim) e também o Zenit de André Villas Boas entrou em ziguezagues de rendimento, mau grado o luxo de contar com Garay, Javi García, Witsel, três ex-pilares na Luz, e o tão temível rasga defesas denominado Hulk que o FC Porto teve artes de descobrir algures no Japão... Assim, de repente, este grupo, no qual depressa se destacaram os alemães de Leverkusen, ficou menos impossível para um Benfica em reconstrução. E é sobre isso que os seus altos comandos devem meditar após mais um prematuro adeus ao prestígio e aos milhões de euros da Champions. Primeira reflexão: está certa, ou está errada (ainda que tão-só por exagero), a quase total prioridade à Liga nacional sempre assumida por Jorge Jesus? Já agora, pertinente dúvida: o silêncio de Luís Filipe Vieira nesta matéria significa concordância? (...)»

Dia 28

António Oliveira - Ex-Seleccionador Nacional no Record; «(...) É natural que Bruno de Carvalho mantenha a sua cruzada contra os fundos, um caminho que o Sporting acabou por assumir ao rasgar o contrato com a Doyen Sports no momento da transferência de Marcos Rojo para o Manchester United. E que repercussões saíram, para já, desta decisão? O simples facto de mais nenhum fundo estar interessado em negociar com os leões.
E sendo os fundos parceiros estratégicos de FC Porto e Benfica, o que constitui uma vantagem competitiva na captação de melhores jogadores, o Sporting vê na extinção dos fundos de investimento uma forma de enfraquecer os rivais e voltar a equilibrar a balança a seu favor. Mas dificilmente os fundos vão acabar. São uma forma de financiamento que pode assumir várias modalidades de negócio e, tal como muitos multimilionários compram clubes, também algumas entidades vão continuar a aplicar os seus investimentos no futebol. (...)
»

João Bonzinho - Jornalista de A Bola; «(...) Resta a partir de agora ao Benfica concentrar energias nas competições nacionais, em particular na Liga portuguesa que tanto quer Jesus - e os adeptos, naturalmente - voltar a conquistar.
Mas resta, também, saber como vai Jorge Jesus conseguir que o enfraquecimento espiritual da equipa pela ausência da Europa e o empobrecimento mais que certo dos recursos no plantel não marquem irreversivelmente o caminho encarnado. Está fora de questão que Jorge Jesus é um grande treinador de futebol, capaz na última época de gerir quase sempre bem um cenário que também chegou a ser muito acidentado e não o impediu de ganhar entre portas tudo o que tinha para ganhar. Mas isso já lá vai; a frustração é agora outra. E inevitável!
»

Luís Fialho - Colunista de 'O Benfica'; «Já o fim-de-semana anterior havia sido gordo: mesmo sem futebol, as várias modalidades, de pavilhão e não só, nos sectores masculino e feminino, haviam contado por vitórias os jogos disputados. Depois, a meio da semana, o basquetebol deu-nos mais uma alegria, ao vencer brilhantemente na Finlândia, fazendo renascer a esperança de apuramento na EuroChallenge. A série de vitórias continuou imparável no sábado e no domingo.
Triunfos no futebol, no futebol de formação (Juniores, Juvenis e Iniciados), no hóquei em patins masculino (em França) e feminino, no basquetebol masculino e feminino, no futsal masculino e feminino, no andebol (dupla jornada europeia, com apuramento para a fase seguinte da Challenge Cup), e no voleibol (dupla jornada nacional, com vitórias amplas). Se considerarmos todos estes registos, o balanço daqueles nove dias poderá traduzir-se em algo como 24 jogos e 24 vitórias. Ou seja, uma semana em cheio. Uma semana à Benfica! (...)
»

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