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Newsletter N.º 251

O mercado, como se esperava, está a impor um conjunto significativo de alterações na realidade desportiva portuguesa. Estamos apenas no princípio mas a coisa promete até porque ninguém se quer atrasar.

A novela Maxi Pereira tem continuado e segundo se anuncia está prestes a ser decidida. Até porque o dia 30 não está longe...

No longo pecúlio de títulos benfiquistas, mais um a assinalar: A conquista da Taça de Portugal da equipa feminina do Polo Aquático. Muitos parabéns!

De parabéns está também (e mais uma vez) a nossa judoca Telma Monteiro que conquistou a Medalha de Ouro nos Europeus em Baku. Que colecção...


Dia 20

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «(...) 2. Esta semana fica marcada por um rude golpe na arbitragem e principalmente na credibilidade, que já era duvidosa, dos observadores dos árbitros. Marco Ferreira, um dos melhores do sector, a par de Jorge Sousa e Artur Soares Dias, foi despromovido, mercê das notas atribuídas ao longo da temporada por um grupo de cavalheiros aparentemente habilitado a fazê-lo. Quem olha para a classificação da época agora finda e verifica que, por exemplo, Olegário Benquerença ficou em 3.º lugar e Paulo Baptista em 12.°, não pode ficar indiferente. O caso é ainda mais grave, sabendo-se que o homem escolhido para dirigir a última final da Taça de Portugal tinha enveredado pelo profissionalismo e deverá agora ficar desempregado. Marco Ferreira foi tratado de forma injusta. Sem consideração, sem respeito e, acima de tudo, sem humanidade. »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «Se vier a confirmar-se a ida de Maxi Pereira para o Dragão e pelos valores que se vão conhecendo, o FC Porto declara, com essa aposta, que está disponível para correr os riscos que forem necessários para recuperar o domínio do futebol português. O que se anuncia é um contrato até 2019, com o uruguaio a receber 2 milhões de euros limpos por cada temporada. Ou seja, para o FC Porto o encargo será de aproximadamente 4 milhões/ano. Estamos a falar, portanto, de 16 milhões de euros para suportar o salário de um lateral entre os seus 31 e 35 anos. Será que vale mesmo a pena? (...) »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «Noto, não raras vezes, entre alguns dos nossos representantes políticos um pérfido sentimento de gozo com o facto da Grécia estar com um pé fora do Euro e da União Europeia. Há quem apenas consiga ver a questão grega com os olhos submissos do país humilde que soube comportar-se e comer, até ao fim, toda a sopinha da austeridade da troika. A ideia de um país capaz de duvidar, afrontar e confrontar seria insuportável num quadro de tolerância e benevolência. Até mesmo num quadro de humanidade. Só o castigo regenera. »

Dia 21

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «1. Ontem li, de um fôlego, um livro que aqui referenciei há algumas semanas e que foi publicado em 2006 e traduzido para português, e publicado no Brasil, no ano passado. Bem sei que só hoje teremos nos sub-21 o Portugal-Itália. Para eu rever, desculpem os outros extraordinários jogadores e também o competente e sagaz Rui Jorge, a magia singular do Bernardo Silva! Acredito que a vontade de terminar a leitura foi crescendo ao mesmo tempo que me recordava, sem qualquer associação direta, da contratação de Jorge Jesus pelo Sporting e do despedimento de Marco Silva. Ou da saída de Vítor Pereira para a Turquia e da chegada, anunciada, de Sá Pinto ao Belenenses. Ou a pequena deslocação de Paulo Fonseca de Paços de Ferreira para Braga e do duro despedimento de Sérgio Conceição do Sporting de Braga. Ou seja olhei para os primeiros classificados da última época desportiva e constatei que só o Futebol Clube do Porto mantém, com a firmeza da convicção, o seu treinador. Singularidades do nosso futebol! (...)»

Vanda Cipriano - Editora do Record; «Se chegar ao Benfica já era um desafio alto para Rui Vitória, chegar a um Benfica renovado aumenta, e muito, o trabalho do treinador. Perder jogadores influentes no último título, como Gaitán, Jonas e Lima, ou Maxi, que pode muito bem não aceitar renovar, é pegar numa equipa sem muitas das suas referências. Não significa que seja negativo, mas pode significar, sim, maior responsabilidade. Senão vejamos. Rui Vitória tem dado o aval às contratações feitas pela SAD, e está, naturalmente, a par dos negócios de venda. Perder Lima e Jonas de uma vez podia ser visto como uma catástrofe. A menos que os jogadores, sobretudo Jonas, não se encaixem num modelo de 4x3x3 do qual o técnico tem mostrado ser adepto. Nesta perspetiva, a venda de Jonas até passa a ser um bom negócio. Por outro lado, e mesmo tratando-se do goleador da equipa, seria difícil à SAD justificar que a contenção financeira, que tem servido de justificação para travar loucuras, seria compatível com a recusa de uma proposta milionária. Receber 10 milhões por um jogador que chegou a custo zero e desportivamente rendeu 100 é um negócio... da China. »

Vítor Baía - Ex-Jogador do FC Porto; «Quem acompanhou o Mundial de sub-20 e acompanha o Europeu de sub-21, entendeu de imediato o título da crónica. Tanta qualidade! Tanta classe! Tanto génio nos nossos garotos, que respiram futebol no seu estado mais puro e carregam um brilhantismo que se faz sentir da cabeça aos pés! Comecemos pelos sub-20: alguém duvida de que fomos muito superiores ao Brasil nos "quartos"? Esse mesmo Brasil que, na final perante a Sérvia, só caiu no prolongamento? Pois eu acredito que, com um pouco de sorte (a bola de Rony ao poste, a do Gelson a rasar o ferro e tantos outros lances), esses seriam hoje campeões do Mundo, tal como a famosa Geração de Ouro na passagem dos anos 80 para os 90. Perderam? Sim! Mas isso retira-lhes valor? Nem pensar! (...)»

Dia 22

António Magalhães - Director do Record; «(...) Independentemente dos valores em causa (naturalmente, se o Monaco batesse as cláusulas de rescisão nem havia mais conversa), esta dupla proposta francesa é um grande teste à capacidade de resiliência de Bruno de Carvalho e do projeto Jesus. O presidente do Sporting tem sido irredutível perante "ameaças" feitas às pérolas de Alvalade: só saem pela cláusula. Por outro lado, a contratação de Jesus implica um esforço financeiro não apenas por causa dele mas também pela ambição que o novo ciclo encerra. Por aquilo que se tem lido, também os jogadores estão entusiasmados. Vejamos é como reagem perante propostas concretas. »

Hermínio Loureiro - VP da FPF em A Bola; «Baku ficará na história do desporto em Portugal. Os primeiros jogos europeus estão a correr bem e os nossos atletas ganham confiança e ambição para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Sei que o ambiente é muito bom entre atletas, técnicos e dirigentes. Muitas vezes estas realizações ficam marcadas por pormenores pequenos, mas em Baku José Garcia mostrou que é a pessoa certa para chefiar a missão, procurando sempre solução para que nada falte ou falhe.
A presença de Rosa Mota é muito mais que simbólica pois a nossa campeã é uma mulher experiente e sente-se como peixe na água aconselhando os mais jovens e quem precise. (...)
»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) Quanto ao futuro de Maxi Pereira, que tanta tinta tem feito correr, deve dizer-se que o Benfica, pela proposta que fez (altíssima!) e pela insistência com que tem abordado essa questão, já mostrou respeitar um jogador que tão bem o tem servido. Ou seja, os encarnados atingiram o limite e não devem perder o sono se Maxi quiser rumar a outras paragens. No caso do lateral uruguaio, como ainda com Jonas e Lima, dois veteranos que podem render bom dinheiro e estão à beira de assinar contratos de pôr os olhos em bico, o mais importante para o Benfica será encontrar substitutos (jovens) à altura. »

Dia 23

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) A arbitragem sempre lidou mal com a clareza, de aí que, por coincidência ou não, foi a partir do momento em que se injetou rigor na complexa ordenação classificativa dos árbitros desde 2012/2013, que o Benfica conseguiu traduzir em mais Campeonatos Nacionais conquistados a qualidade da sua organização. De aí o cerco que pretendem fazer-lhe os seus principais adversários. Primeiro foi Bruno de Carvalho, através das chamadas redes sociais, a falar de uma «herança das últimas épocas de gestão» e a sublinhar que, além do «desrespeito ser total» pelo clube a que preside, quando os árbitros erram «é sempre o mesmo que sofre»... Depois, Pinto da Costa, de viva voz e em estilo mais eloquente, igualmente a privilegiar a arbitragem como tema do defeso, o que logo foi encarado como triunfal reentrada em cena, aparentemente suficiente para garantir um FC Porto mais pujante na época que se avizinha...
Os dois presidentes não se falam, mas sabem que existe um adversário comum que os tem superado e que precisam de eliminar: Benfica. Não são aliados de verdade, mas dá-lhes jeito investirem na mesma ladainha, porque a diplomacia tem uma linguagem própria, como ouvi um dia destes a quem se considera mestre no assunto...
»

Nuno Santos - Jornalista no Record; «(...) No caso dos pontas-de-lança, o Benfica procura um negócio. Financeiramente consegue um bom encaixe, mas debilita muito o ataque porque, por mais talentoso que seja Mitrovic, por alguma experiência que já tenha numa liga mediana como a belga, é um jovem e o que não falta são jovens sérvios que têm tanto de talentosos como de problemáticos. Todos reconhecemos a Rui Vitória capacidade na construção de equipas. De certa forma, moldar o futebol do Benfica ao seu estilo pode ter vantagens futuras, mas também um risco imediato. O que vale ao Benfica é que este ano a pressão está bem repartida, porque em Alvalade e no Dragão a fasquia está igualmente elevada. (...)»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Pouco importa: se deixarmos que se transforme num território onde a irracionalidade e as paixões absolutas perdem todo o espaço para a gestão rigorosa e a sustentabilidade financeira, para que é que servirá exatamente o futebol? Que fazer, então? Encontrar um equilíbrio entre racionalidade e paixão na forma como se gere um clube, até porque no Benfica os principais dividendos a distribuir são as vitórias. Basta ver o futebol poético do Bernardo no Europeu sub-21 para se ter a certeza que nenhuma análise custo-benefício é capaz de calcular o valor patrimonial da paixão benfiquista daquele miúdo. Nunca, em circunstância alguma, podia ter sido vendido.
Já Maxi, depois de todas as exigências e das ameaças de sair para um rival, delapidou o capital que tinha e perdeu a mística de outros tempos. Faço minhas as palavras do grande Toni: "Por mim, já tinha marchado."
»

Dia 24

André Pipa - Jornalista, em A Bola; «O noticiário relativo ao Benfica diz-nos que a sangria do verão passado foi só a primeira parte do programa de ajustamento que o clube voluntariamente se impôs ao fim de uns anos a viver acima das posses. Nada de surpreendente. Bastava ter seguido com atenção o discurso de Luís Filipe Vieira a seguir à derrocada do BES para perceber a gravidade da situação emergente. Os sinais eram claros. O Benfica percebeu que tinha de arrepiar caminho. Mesmo assim, há um ano ainda gastou uma fortuna (quase 15 milhões) em dois médios sem cartel (Samaris e Cristante), mais 4 milhões num jovem internacional brasileiro que o Chelsea também seguia: Talisca. Neste defeso, até ver, os sinais não são encorajadores para o novo treinador, Rui Vitória. (...)»

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «(...) 4. Não há outra forma de traduzir as sensações que gera: quando pega na bola, vai direto aos adversários e elimina-os com um estalar de dedos, revela traços de uma estética associada a Leonel Messi - baixote, canhoto, imprevisível, frenético, deslumbrante... Começam por ser, apenas, semelhanças de estilo mas o número crescente de obras-primas desvenda pontos de contacto mais profundos: Apesar da perfeição com que alimenta as associações curtas de progressão participada, são as épicas aventuras individuais que elevam o jogo à condição de espetáculo e o tornam elemento de primeira necessidade para a indústria em que o futebol se transformou. Em breve os 15 milhões pagos pelo Monaco serão uma gota de água no oceano do seu valor de mercado. O tempo corre a favor da sua juventude e da sua genialidade. Se chegar onde o talento lhe permite será a pedra no sapato da passagem de Jorge Jesus pelo Benfica. »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Outro adeus praticamente garantido: o do brasileiro Danilo, pilar do SC Braga e, quanto a mim, o melhor n.º 6 na última Liga. Idem quanto ao lusitano Marco Matias, ponta-esquerdo do Nacional sobre o qual houve escasso foco mas conseguiu ser o 4.º goleador do campeonato.
Vamos ver o que acontecerá com Jonas e Lima, crucial dupla de pontas de lança no Benfica campeão. E com William Carvalho e Adrien, traves mestras do meio-campo sportinguista. Tal como em relação a Slimani, o ponta de lança de cujas ausências o Sporting muitíssimo se ressentiu (enorme dor de cabeça para Bruno de Carvalho resistir à necessidade de mais-valias financeiras exatamente com os jogadores dos quais Jorge Jesus não admite abdicar). E o FC Porto ainda conseguirá manter o talento extra de Óliver? Ano após ano, o nível de desequilibradores vai baixando. Desgraçadamente, em Portugal, não só no futebol.
»

Dia 25

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado, no Record; «Quando alguém, daqui por uns anos, fizer uma auditoria ao mandato da atual gerência do Sporting, se o for fazer da forma adotada para a atual auditoria de gestão, ou seja só olhar para os papéis, ir-se-á debater com interrogações óbvias. Com efeito, mal perceberá que se tenha contratado um treinador por quatro anos e ele tenha sido despedido passado um ano, com eventual pagamento de indemnização.
De igual modo, não fará grande sentido fazer um acordo com a Doyen relativo ao passe de Marcos Rojo e não partilhar as mais-valias da venda do mesmo. Ou até questionar a rescisão do contrato de empreitada do novo pavilhão com a Somague. Como é óbvio, Bruno de Carvalho terá em relação a estas situações - e outras eventualmente - explicações satisfatórias, que justificarão, de um ponto de vista de gestão, as decisões que tomou. Há, por vezes, uma grande distância entre aquilo que os papéis dizem e a realidade dos factos e das opções que um gestor, como tal, tem de fazer. O que parece complexo, impercetível ou até suspeito, muitas vezes se explica e se compreende em função da defesa dos interesses do clube. (...)
»

Leonor Pinhão - Jornalista, em A Bola; «Se, porventura, Maximiliano Pereira continuar no Benfica vão ser poucos os adeptos benfiquistas dispostos a perdoar-lhe amorosamente, como sempre fizeram, a mais pequena falha em campo, coisa que raramente acontecia. -Devias ter ido para o Porto! - é o grito que surgirá das bancadas sempre que o uruguaio desacertar. É no que dão estes romances insuportavelmente esticados para lá do tempo razoável da intriga. Enjoam. Não tendo havido consenso entre as partes para a renovação do contrato antes do fim de 2014, era certinho que a discussão do futuro do jogador iria ser um dos pratos fortes do defeso de 2015, até à exaustão.
Maxi Pereira está há oito anos na Luz e, devagarinho, foi-se afirmando como um esteio da equipa, como uma referência de empenho e de dedicação que conquistou o coração dos adeptos convencidos de que tudo aquilo que o viam fazer em campo era obra de um insuspeito benfiquismo intercontinental que lhe corria nas veias desde a hora em que nasceu, lá longe no Uruguai. (...)
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «A uma semana do arranque da pré-temporada, o Benfica tem oito reforços. Uns já oficiais, outros por oficializar: Ederson, Diego Lopes e Hassan (ex-Rio Ave), Pelé (ex-Belenenses), Marçal (ex-Nacional) e ainda mais três que chegam do exterior - Carcela (ex-St. Liége), Taarabt (ex-QPR) e Bilal Ould-Chikh (ex-Twente), um miúdo de 17 anos que é anunciado como o "novo" Robben.
Parecendo que está quase tudo feito, a realidade é que está quase tudo por fazer. Continua a não haver solução, por exemplo, para o imbróglio Maxi Pereira. Não é garantido que Eliseu venha a ser o dono do lado esquerdo da defesa (nem Marçal...). E falta saber, obviamente, se Lima e Jonas vão continuar na Luz. Se um deles sair, ou mesmo os dois, alguma coisa terá de acontecer. A entrada de Mitrovic é uma forte hipótese, mas nunca pelos 15 milhões que o Anderlecht está a pedir. Ou seja, há fortes indícios de que alguns dossiês irão arrastar-se até ao final de agosto. Nada de novo: há um ano foi a mesma coisa. (...)
»

Dia 26

André Ventura - Colunista de 'O Benfica'; «O mercado está aberto e a imprensa bombardeia, todos os dias, os adeptos com notícias de primeira ou última hora relativamente a novas saídas, contratações ou rescisões. Jogadores em Paris, Estados Unidos ou até - imagine-se - na China! Valores de prémios, nomes de adjuntos e até novos patrocinadores: tudo num rol quase inimaginável de factos e artefactos para premiar os leitores e os telespectadores com novelas intermináveis. Mantenhamo-nos tranquilos! Luís Filipe Vieira já deu provas consolidadas de que sabe lidar com o mercado e com a turbulência das notícias. De que sabe estar muito acima de atitudes vingativas ou retaliatórias que predominam noutros clubes - veja-se a atitude da contratação de Rui Vitória face à pressão para a contratação de Marco Silva! De que mesmo quando os números obrigam a contenção, sabe apostar estrategicamente nas áreas e nas pessoas certas, que muitos títulos têm entregue ao Sport Lisboa e Benfica. (...)»

José Ribeiro - Editor-Chefe do Record; «(...) O presidente leonino utilizou o facto de a FIFA ter proibido, desde maio, a copropriedade de direitos económicos sobre jogadores como se de uma vitória pessoal e estratégica se tratasse. Demorou menos de um mês a perceber como há muitas formas de tornear a questão. Por exemplo, o contrato que o Marítimo tinha (tem) com o agente de Danilo em ponto algum estabelece a copropriedade de direitos económicos do jogador. Simplesmente confere a essa empresa a possibilidade de ganhar 30 por cento numa eventual transferência. Mas esse é, se quiserem, um "prémio" que o Marítimo aceita oferecer por nada ter pago pela obtenção dos direitos desportivos do atleta. Acreditando que Danilo acabará por assinar com o FC Porto, uma vez mais nenhuma lei proibe os portistas de também eles prometerem ao empresário do jogador determinada verba ou percentagem como prémio numa futura transferência. (...) »

Sílvio Cervan - V.P. do SLB em A Bola; «Rui Vitória terá como tarefa primeira e decisiva fixar o plantel com que poderá contar durante a temporada. Todos os dias há supostas entradas e saídas que são anunciadas nos media. Não se poderá dizer como noutros tempos que «é só fumaça» mas seguramente «há mais fumo do que fogo». Confiemos na SAD e no treinador para definirem o grupo que atacará os títulos. O presidente Luís Filipe Vieira prometeu na apresentação do treinador que este iria contar com um grupo capaz de vencer, e isso basta-me. Na última época já o mês de Agosto ia a meio, e de Jonas, Samaris e Júlio César não se falava. Depois vieram os jogadores e os títulos. (...)»

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