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Newsletter N.º 264

No 1.º clássico à 5ª jornada, o Benfica "manteve uma certa tradição" de se ver derrotado nos últimos minutos da partida. No entanto, é justíssimo destacar o excelente jogo benfiquista que teve postura e comportamento exibicional distinto do das épocas anteriores. Por sua vez o Sporting viu-se e desejou-se para vencer o Nacional, pelo que com a vitória nos últimos minutos igualou os portistas no topo e estão agora com 4 pontos de avanço sobre o Benfica.

Vem aí, entretanto a 6.ª jornada já este fim de semana; o Benfica recebe o Paços de Ferreira que já empatou em Alvalade na firme convicção da vitória, até porque perder mais pontos nesta altura seria muito complicado.
Vamos então ver como irá ser a reacção que esperamos positiva até porque, para além do mais, já se perfila no horizonte a 2.ª jornada da Champions.


Dia 19

Leonor Pinhão - Jornalista, no Record; «(...) No Dragão chora-se a arbitragem do senhor Brych, o alemão que a UEFA mandou de apito ao peito até Kiev. Na sua "newsletter" oficial, considerando que "os árbitros estão a usar critérios que penalizam o Porto", ficou registado o sentido protesto perante o golo (limpo) com que o Dínamo selou o resultado do jogo. Este árbitro alemão é o mesmo que dirigiu a final da Liga Europa entre o Benfica e o Sevilha e de tal maneira a dirigiu que até a imprensa espanhola o considerou "o homem do jogo". Nem há termo de comparação entre os danos causados à pátria pelo mesmo árbitro em Turim há mais de um ano e em Kiev, na última quarta-feira. No entanto, são bem maiores os protestos formais do Porto pelo seu empate pouco comprometedor na Ucrânia do que foram os do Benfica pela atuação do senhor Brych na tal final europeia perdida. São estilos.»

Rui Santos - Jornalista, no Record; «(...) Parece evidente que a decisão de Jorge Jesus em deixar Carrillo de fora, no meio (ou no fim?!) de uma negociação difícil com o seu representante, entronca na desvalorização assumida deste jogo com o Lokomotiv. Se na quinta-feira o calendário indicasse, por absurdo um Sporting-Benfica ou um Sporting-FC Porto para o campeonato a decisão seria a mesma?... As declarações de Jorge Jesus, no final do jogo, sobre a exclusão do peruano causaram alguma polémica, mas ao dizer que se tratou de uma decisão exclusivamente desportiva não estaria ele a querer dizer que a decisão foi dele e só dele, independentemente daquilo que for o sentimento e o desfecho ditado pela Administração?... »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Ora, nada é mais importante para o futuro de Portugal do que a escola e a formação dos jovens portugueses. Porque é aí que tudo verdadeiramente se joga no novo tempo. Portugal não tem de ser irremediavelmente pobre por ser pequeno e não ter o que, antes, se considerava serem recursos essenciais. Há muitos exemplos de grande sucesso de países mais pequenos do que Portugal e, quanto a recursos, nenhum é maior do que o conhecimento e a capacidade de o exportar e o tornar rentável.
A escola, ao contrário do que muitos ainda pensam, não é apenas um lugar onde uns ensinam e outros aprendem. Muito menos uma ilha na cidade ou no bairro. A escola tem de passar a ser uma comunidade do conhecimento partilhado, criado numa perspetiva transformadora e nada estática.
É nesta perspetiva integrada que a nova escola faz sentido. Uma perspetiva integrada do desenvolvimento e do crescimento dos jovens, onde o desporto, a música, as artes, são tão essenciais quanto a matemática, a física, o português, a filosofia, a História.
Quanto custa esta nova escola? - perguntarão, inquietos, os economistas formados na velha escola. Em função do resultado previsível, muito, mas mesmo muito menos do que custa a atual escola, que valoriza quem repete o que o mundo já sabe e conhece.
»

Dia 20

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «1. O Estádio do Dragão recebe, ao final da tarde deste domingo, mais um Futebol Clube do Porto-Benfica. Estádio cheio, repleto de amantes do futebol. Tal como ontem, na mesma cidade do Porto, e no seu lindo Parque da Cidade milhares escutaram, com a emoção habitual, Tony Carreira. Já vibrei, assumo-o, em alguns espetáculos deste extraordinário homem da música portuguesa. Que juntam muitas e muitos. Mas também já vibrei algumas vezes, e ao vivo, nas Antas. Seja no velho Estádio seja neste novo Estádio batizado como o do Dragão. Já fui provocado e já fui ignorado. Senti, no terreno, a força da rivalidade e, poucas vezes, pressenti a tentação do fanatismo. (...)»

Rogério Azevedo - Jornalista de A Bola; «(...) Dificilmente o Sporting não arranja lenha para se queimar. Nos últimos dez anos, então, tem sido como dar um pontapé numa pedra e sair de lá um problema: Izmailov, Yannick, Bojinov, Luis Aguiar, Bruma, Labyad, Rojo, Shikabala e, agora, Carrillo. O problema do peruano é diferente, porque não é desportivo, nem disciplinar. Começou por ser financeiro, mas o Sporting abriu os cordões à bolsa até onde podia. Agora não é desportivo, nem disciplinar, nem financeiro. É apenas e só temporal: faltam três meses e uns pozinhos para o momento em que Carrillo poderá assinar por quem lhe apetecer. E agora, meu Deus? Agora? Toma lá Gelson Martins. Para já, porém, Bruno de Carvalho que se cuide. (...)»

Vítor Baía - Ex-Jogador do FC Porto no Record; «(...) Este ano, ditou o calendário, que o primeiro clássico seja no Dragão logo à 5.ª jornada. Um duelo entre equipas em fase de reconstrução, onde as principais referências azuis e brancas são estrangeiros com pouco tempo de dragão ao peito, como Casillas, Maxi Pereira, Corona, Brahimi e Aboubakar, mas onde começam a surgir jovens portugueses que têm tudo para ser as referências do futuro, como Danilo, Rúben Neves ou André André. No lado oposto, a experiência de Júlio César, Luisão, Gaitán e Jonas é agora "salpicada" com a irreverência de jovens como Nélson Semedo ou Gonçalo Guedes, numa clara inversão da tendência imposta pelo técnico anterior. Independentemente de tudo, a minha opinião é igual à de sempre: o FC Porto, seja onde for e contra com quem for, é sempre, mas sempre favorito. E este jogo não é exceção. O favoritismo está lá, como sempre, resta apenas materializá-lo sob a forma de golos e nos consequentes três pontos. »

Dia 21

António Magalhães - Director do Record; «O FC Porto saiu vencedor de um clássico que viveu momentos de... Maxi tensão. Os dragões ganharam por aquilo que fizeram na 2.ª parte. Na l.ª, foi o Benfica que mandou no jogo. O bicampeão poderia ter chegado ao golo não fossem duas intervenções decisivas de Casillas. O FC Porto subiu de rendimento "puxado" por um André André de altíssima voltagem e o golo surgiu numa fase em que há muito se percebia que o Benfica estava em declínio e o FC Porto mais ameaçador. Um ressalto favorável, um toque de magia de Varela e o homem do jogo a marcar. (...)»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Os clubes dividem-se na forma como lidam com os jogadores em fim de contrato. Há os que optam pela linha dura e prescindem dos futebolistas logo que percebem que estes não querem renovar (foi o que aconteceu com Sulejmani, no Ajax, antes de se mudar para a Luz); outros preferem aproveitar os préstimos dos jogadores até ao fim do vínculo contratual (como sucedeu com o Benfica e Maxi Pereira); e há ainda aqueles que são pacientes e, sem partir a corda, conseguem um acordo com os futebolistas, não ficando de mãos a abanar quando estes saem para outras paragens (o caso do FC Porto e de Fernando é exemplar).
Francamente, creio que a pior solução é aquela em que todos perdem, ou seja, o clube nem recebe uma compensação nem aproveita os préstimos desportivos do jogador e este tem de suportar uma travessia de deserto até que possa ir trabalhar para outro emblema. (...)
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «Nenhuma análise a um jogo de futebol deveria começar pelo árbitro, mas quando as decisões têm tanto impacto no desenrolar dos acontecimentos talvez isso se possa justificar. Parece, claramente, ter sido o caso deste clássico. Primeira questão: há erros e erros. Há a dúvida razoável o engano que se aceita, a má decisão que pode ser facilmente entendida. Neste FC Porto-Benfica, porém, Artur Soares Dias teve uma atuação incompreensível a vários níveis, mas em especial na ação disciplinar - onde acumulou uma série de erros. Há um lance, no entanto, que se destaca de todos os outros por ser demasiado flagrante: aquele em que Maxi Pereira, já com cartão amarelo, comete jogo perigoso numa disputa de bola com Jonas. Seria novo amarelo e o consequente vermelho. Pareceu demasiado óbvio ao primeiro olhar pela televisão. Na repetição, então, a certeza ficou consolidada. Soares Dias, em cima do lance, não precisava da TV para mostrar o cartão. Ficará sempre por saber o que teria sido este clássico - excelente clássico! - se o FC Porto tivesse jogado com menos um elemento a partir do minuto 52. Podia ter sido... tudo. Houve outros erros de Soares Dias? Sim, claro. Luisão, por exemplo, tocou em Aboubakar quando o camaronês se preparava para rodar e rematar à baliza. E também André Almeida e Maicon foram poupados a outros amarelos. Ou seja, um festival de grossas asneiras, mas a forte sensação de que houve, sobretudo, muita falta de coragem para fazer o que tinha de ser feito. Uma pena. (...)»

Dia 22

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Apresentar-se no Dragão com uma asa direita preenchida por dois miúdos, um fantástico, o outro assim-assim, um Mitroglou que já conseguiu fazer esquecer Lima, um eixo central remendado e sem solução à vista, além de criar as primeiras oportunidades de golo, de tomar conta do jogo na primeira parte, de secar as iniciativas ofensivas portistas e adensar as angústias de Lopetegui até ao minuto 86, tudo isto é inequívoca demonstração de poder de um candidato debilitado, sim, embora presente na luta, e obrigado a resistir até janeiro na esperança de melhores ventos soprarem e com eles chegarem mais reforços a sério, porque quanto aos dois marroquirlos que andam por aí é preciso ver primeiro para acreditar... »

Manuel Martins de Sá - Jornalista de A Bola; «(...) 2. De igual modo, também o Sporting faz o mesmo com Carrillo. Pretende que o peruano prolongue o seu vínculo e, para isso, promete-lhe aumento salarial. O jogador, porém, que tem outras e melhores propostas, recusa. E o que faz Bruno de Carvalho? Em desespero de má causa, castiga-o, afastando-o da equipa. É isto justo e legal? Não. O jogador está a cumprir exemplar e escrupulosamente o seu compromisso, que termina em Junho próximo. E até lá quer manter a mesma atitude. Só que não o deixam e marginalizam-no. O que têm a dizer a isto os senhores juízes da Comissão de disciplina e do Conselho de Justiça? Nada, como sempre.»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Infelizmente houve outra face. A da equipa que perdeu os três jogos oficiais disputados fora da Luz (com Sporting, Arouca e Porto). Como a próxima deslocação é a Madrid, para defrontar o Atlético, o Benfica arrisca-se a fazer quatro jogos fora e a acumular quatro derrotas. Esta é a face mais negativa. Que fazer agora? Consolidar uma ideia de jogo distinta da do passado (da qual se têm visto sinais nas últimas partidas), estabilizar o onze titular e não escorregar de novo. O Benfica pode mudar de política, apostando em jovens vindos da formação, mas tem de combinar essa aposta com a capacidade ganhadora do passado recente. Caso contrário, não há estratégia de aposta na formação que resista. »

Dia 23

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) Maxi Pereira voltou a jogar mais um clássico. Desta vez, do lado oposto. Como sempre jogou com alma, intensidade e ganas que, ao longo dos anos, têm disfarçado e compensado as suas relativas insuficiências. No jogo, foi-lhe poupada uma expulsão logo no início da segunda parte, que o árbitro não teve coragem de punir naquele ambiente.
No entanto, não é tanto disso que quero aqui escrever. Tem mais a ver com o que, já há tempos, referi: a ingratidão. Maxi Pereira, como excelente profissional, fez o seu jogo. Escusava era de, no final, ter exultado, de uma maneira tão expressiva, com a vitória do seu novo clube e a derrota do seu antigo clube. Afinal sempre foram 8 anos no Benfica. Não sei mesmo se, sem esses 8 anos, o uruguaio teria tido agora a oportunidade de melhorar substancialmente a sua retribuição num novo clube ou se estaria esquecido numa qualquer equipa secundária. Por isso, não questionando o direito-dever de dar o máximo pela nova equipa e de ficar satisfeito com a vitória, não lhe ficaria mal um certo período de nojo na transição. Período que outros jogadores respeitam com galhardia, gratidão e moderação. E até com o silêncio que ele não foi capaz de assegurar.
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Seis vitórias, um empate e duas derrotas até agora. Não é mau, mas há alguns sinais que ainda geram desconfiança. A equipa sofreu em demasia em três das quatro vitórias no campeonato (Tondela, Rio Ave e Nacional) e o único triunfo sem qualquer sobressalto foi frente à Académica, que segue em último lugar, apenas com derrotas. Nos testes mais exigentes, que foram três, o saldo já não é tão bom: vitória frente ao Benfica, derrotas com CSKA e Lokomotiv. É neste quadro ainda por consolidar que os regressos de William Carvalho e Ewerton devem ser vistos como boas notícias, que se juntam a esse fulgurante Gelson. Pela negativa, a incerteza no caso Carrillo e o facto de nenhum reforço se estar a conseguir impor de forma clara.»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Após tão-só 5 jornadas, os 3 gigantes já ocupam o pódio da Liga, verificando-se desequilíbrio de o Benfica, com SC Braga e Estoril ao seu lado, ter atraso de 4 pontos. Portanto, à parte engasgadelas do bicampeão, monótona normalidade, filha de crescente amplitude do fosso em orçamentos para os nunca candidatos ao título (na época anterior, o SC Braga, 4.°, ficou a 27 pontos do campeão e a 18 do 3.º!; e o Belenenses, 6.°, distou 10 pontos dos bracarenses...). OK, pressente-se novidade: Sporting mais capaz de, enfim, correr pelo título de que acumulou saudades nas últimas 13 épocas. E escusado seria frisar como é aliciante a perspetiva de cerrada luta a 3, da qual, por afundanços ora do Benfica, ora do Sporting - ou do FC Porto, mas como pontual fuga à regra -, quase não há memória. (...) »

Dia 24

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «(...) Olhando para os orçamentos, o Porto tem obrigação de ser campeão este ano. Não se sabe ainda hoje de onde vem tanto dinheiro nestes tempos de escassez, mas o Porto conseguiu um conjunto de jogadores que, com Lopetegui (ou, como muitos dizem apesar de Lopetegui...), podem constituir uma equipa que na Champions consiga ganhar jogos logo ganhar dinheiro. Muito mais difícil é a vida de Rui Vitória. Grelhá-lo depois de jogos como este é mais do que precoce - é injusto. O Benfica pode este ano passar as passas do Algarve, de Lisboa - e, como se viu, também do Porto. »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Que ganha o Sporting no atual braço de ferro com Carrillo? Para não perder em toda a linha, só uma solução: convencê-lo a novo contrato, sob firme garantia de sair no final da época, ou mesmo já em janeiro. Porém, velho ditado: "não é com vinagre que se apanham moscas". Retirar Carrilho das convocatórias, mesmo tendo o cuidado de mantê-lo nos treinos da equipa principal e não atirá-lo para a B - cuidado também jurídico, face a eventual contra-ataque com rescisão invocando justa causa... -, é atitude que, além do mais, implica alto risco. Sporting paga ordenado, evidentemente, e afasta da equipa um dos seus melhores trunfos! E se quiser recuperá-lo, poderá encontrá-lo indisposto, irritado. Parece suicídio... (...)»

Vanda Cipriano - Editora do Record; «Uma saída de Gaitán será, certamente, das decisões mais difíceis de tomar por Luís Filipe Vieira. A racionalidade que deve ter um gestor pede que venda se aparecerem os 35 milhões de euros, mas esse fator poderá chocar de frente com os interesses da equipa. Vender Gaitán é deixar a asa esquerda da equipa ferida, talvez sem cura até final da temporada. Sem Salvio, e com a juventude de Guedes no lado contrário, um negócio destes aconselhará sempre prudência. O génio de Gaitán tem dado pontos à equipa, na finalização, assistências ou, simplesmente, pelo que faz jogar. A menos que em janeiro a época das águias esteja comprometida na Europa e internamente será difícil justificar a saída do camisola 10, peça fundamental numa equipa já pressionada por reforços que tardam em impor-se. De pouco servirá a aposta na formação se desportivamente a temporada for desastrosa. A menos que a SAD assuma que o ano é de uma aposta total na mudança de paradigma. E ainda não aconteceu.»

Dia 25

José Ribeiro - Editor-Chefe do Record; «(...) Cada um dos candidatos tem jogadores de alta qualidade, todos são capazes de apresentar um onze muito bom. Mas enquanto Lopetegui possui soluções de peso para compensar cansaço, castigos e lesões, Rui Vitória e Jorge Jesus sabem que vários jogadores do grupo servem para pouco mais que fazer número e que quanto menos forem utilizados, mais ficam as equipas a ganhar. No início não, mas na segunda metade da temporada esta realidade fará muita diferença. »

Ricardo Santos - Cronista de 'O Benfica'; «(...) Querem mais detalhes? Vamos a outro. O menos digno dos elementos do grande povo uruguaio poderia também ter visto o cartão vermelho e terminado o jogo mais cedo no balneário. Não aconteceu graças à intervenção de Nico Gaitán - um grande detalhe de fair play ao alcance de poucos no mundo do futebol e de praticamente nenhum dos elementos do plantel que ficou em segundo lugar na época passada.
Só mais um detalhe: três bolas de golo defendidas por um guarda-redes espanhol na primeira parte.
Foi um SL Benfica Bicampeão que jogou no domingo à noite. Sem medo, com dois avançados, uma equipa de vencedores com um treinador com "eles" no sítio. Não fomos minimamente beliscados. Vamos ser Tricampeões.
»

Sílvio Cervan - V.P. do SLB em A Bola; «(...) O futuro é amanhã contra o P. Ferreira, e só ganhar é começar a fazer o futuro que se deseja. Vai ser um Campeonato disputado e não podemos conceder mais vantagem aos dois adversários (embora me pareça que, infelizmente, apenas o FC Porto conta verdadeiramente). O Sporting quando não tem problemas, inventa-os. Quando não se movem processos a comentadores, atacam-se ex-dirigentes, quando não há ex-dirigentes disponíveis, podem ser quezílias com os melhores atletas. Não pode é faltar burburinho para os lados de Alvalade, é um lugar onde não cabe a monotonia da tranquilidade, tudo em nome do dinamismo.»

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