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Newsletter N.º 216

Taça de Portugal: Embora não fosse de excluir o êxito do Sporting no Dragão, a realidade era de que o favorito era o FC Porto. No entanto, através de uma exibição personalizada, a sorte indispensável, e uma actuação pouco condizente dos portistas, os leões lograram os seus objectivos e acabaram por ganhar de forma indiscutível, eliminando assim o FC Porto.

Na Covilhã, com Jorge Jesus a operar uma autêntica revolução na equipa, a equipa encarnada manifestou naturalmente falta de entrosamento e de rotinas e teve algumas dificuldades para acabar o desafio na posição de equipa apurada. Destaque óbvio para Jonas pelo seu 'hat-trick'.

Na Liga dos Campeões sortes diferentes: Benfica na linha do costume viu-se e desejou-se para empatar com o Mónaco; o FC Porto venceu um Atlético de Bilbao em má fase de forma tangencial; o Sporting perdeu com o Schalke 04 mas foi espoliado pela equipa de arbitragem. Na Liga Europa mais do mesmo: 2 jogos duas derrotas...

No fim de semana jogo difícil na 'Pedreira'. Espera-se uma vitória para mantermos a distância pontual.


Dia 18

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «(...) 2. Na recente entrevista que Jorge Jesus concedeu a Record, o treinador benfiquista, sempre no seu jeito genuíno, desassombrado e, por vezes, politicamente incorreto, colocou o dedo na ferida quando o tema em análise foi a formação e, mais especificamente, o aproveitamento do potencial dos jovens portugueses. O técnico dos encarnados apontou uma evidência que muitos teimam em aceitar. No dia em que o futebol português contemplar quotas para jogadores estrangeiros, não só perderá competitividade em termos europeus - o atual 5.º lugar no ranking da UEFA passará a ser uma miragem -, como pouco beneficiará o crescimento dos valores emergentes. Aqueles que são realmente talentosos já mostraram que dispensam tal protecionismo, nem que para singrar na carreira precisem de escolher outras paragens. (...) »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Já no caso do Sporting - que até está em pior posição no campeonato e na Liga dos Campeões - as consequências de uma eventual eliminação são bastante menos problemáticas, porque se trata de uma realidade muito distinta. O plantel será sempre entendido como o resultado de acentuadas limitações financeiras, e por isso não é razoável exigir a este Sporting que vá ao Dragão eliminar um adversário claramente mais poderoso. Acontece que, apesar da diferença de argumentos, a equipa de Marco Silva tem condições para surpreender. E pode fazê-lo porque beneficia de um clima de confiança mais favorável. Antes da paragem, a equipa apresentava sinais de crescimento e todos os indicadores iam no sentido de uma melhoria dos processos de jogo. A goleada em Penafiel foi a confirmação do salto de qualidade que já se tinha visto frente ao Chelsea e a este mesmo FC Porto. Aliás, foi diante do adversário de hoje que o Sporting fez os melhores 45 minutos da época. Pode querer dizer alguma coisa.»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Responsabilidade de ser favorito incide no FC Porto. Desde logo por estar em casa. Daí que o peso de eventual eliminação seja muito maior sobre a equipa liderada por Lopetegui.
Este confronto, ainda mais renhido porque... decisivo, a ambos calha mal no tempo. Muitos jogadores 'entalados' entre recuperação à pressa do desgaste em jogos das suas seleçães nacionais e... empolgamento da Champions só mais 3 dias decorridos. Champions vai pesar mais que esta Taça? Nem pensar, digo eu. Face ao risco de desaire hoje ter sequelas anímicas no curto e médio prazos. Também aí, perigo-mor para o FC Porto.
»

Dia 19

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «(...) 6. Uma palavra muito especial para Rui Jorge, o homem do leme da nossa seleção de sub 21. Com um percurso imaculado e totalmente vitorioso, Rui Jorge mostrou as capacidades humanas que alguns, há muitos anos, lhe reconheciam. Um deles foi, digo-o, Laszlo Boloni. Por conhecimento pessoal. Mas no seu bloco de notas que o Luís Miguel Pereira publicou em 2002 escreve que «é um jogador muito atento às críticas». E estou convicto de que, pelo seu profissionalismo e pela sua dedicação, tem um imenso futuro pela frente!
Importa recordar Gandhi quando proclamou que «o futuro dependerá daquilo que fazemos no presente»! É o que Rui Jorge está e seguramente continuará a fazer!
»

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo, em A Bola; «(...) 3. Esta nova Liga, em duas de mãos, retoma, afinal, intenções de reforma normativa interna. Esse não é um discurso novo, pois tem acompanhado várias sociedades desportivas, pelo menos ao longo do último ano. Ora, nesse domínio, é bom que se tenha presente, à partida do processo, que há normas legais imperativas que não podem ser, mais uma vez, colocadas em crise. Com efeito, a vontade que se quer transpor para a realidade da LPFP, na sua orgânica, estrutura e funcionamento internos, não pode ser apenas uma vontade cega, eivada de pragmatismos e de ilegalidades.
4. Se o percurso não for rodeado de sérias cautelas o risco é enorme, como já se viu pelo acto eleitoral e, como bem se diz, a emenda pode ser bem pior que o soneto.
»

Sofia Coelho - Jornalista de A Bola; «Bruno Pais sagrou-se vice-campeão europeu de 'half-ironman', prova com 1.9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 de corrida, realizada em Praguera, na ilha espanhola de Maiorca. Satisfeito com o resultado, o triatleta sublinhou, contudo, estar «sentido» com a falta de apoio da Federação de Triatlo de Portugal (FTP) para esta participação e ameaçou não voltar a competir pela Seleção. «Não sei se vou ter um pedido de desculpas. Espero que seja a federação a contactar-me... Se não o fizerem, não volto a competir pela Seleção Nacional», disse o triatleta olímpico, que viajou a expensas próprias, mas competiu com o equipamento de Portugal.(...) »

Dia 20

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «Faz hoje a manchete do Record, e é fácil perceber por quê. Marco Silva é um dos homens do momento no Sporting de Bruno de Carvalho. Foi uma semana em grande para os leões e o banho que o jovem técnico português deu ao rival espanhol foi apenas uma das muitas vertentes do triunfo que anima Alvalade. Desde José Mourinho, o mais mediático e genial treinador português produzido neste cantinho à beira-mar plantado, que andamos à procura da "next big thing". Marco não encaixa bem nesse perfil, de quem prefere homens de feitio excessivo, como são o hoje líder do Chelsea ou mesmo Jorge Jesus, provavelmente aquele que recolhe mais preferências após o homem que devolveu a glória europeia ao FC Porto e depois emigrou para não mais voltar. (...)»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «O Sporting foi ganhar, de forma clara - limpinho, limpinho - ao Dragão, aprofundando as dúvidas sobre a forma como está a ser gerido o riquíssimo plantel que Pinto da Costa colocou nas mãos de Julen Lopetegui. Deixando de lado a circunstância de o FC Porto não ter apresentado portugueses no onze inicial (o Sporting tinha sete, Patrício, Cédric, Paulo Oliveira, William Carvalho, Adrian Silva, João Mário e Nani) - trata-se de uma opção comum a muitos dos principais clubes europeus, Benfica incluido - ficou à vista de todos a falência da aplicação fundamentalista da teoria da rotatividade, antes ainda de ter sido sedimentado um processo de estabilização da equipa. Sem rotinas, sem um fio condutor, sem ideia de liderança, o FC Porto acabou por ser sempre inferior a um Sporting que custa menos cinco vezes menos em todos os aspetos do jogo. (...)»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Taça como manda a tradição. Logo à 1.ª eliminatória com equipas da I Liga, 3 delas incapazes de resistir a adversários que se situam em escalões secundários. Varzim e Santa Maria (ambos do Nacional de Seniores, vulgo III Divisão) e Aves, da II Liga, numa pressa despacharam Estoril, Académica e Boavista. Estes pouparam vários dos seus melhores jogadores? Arriscaram, tramaram-se.
Como esteve à vista acontecer ao Benfica na Covilhã... Jorge Jesus, decidindo-se por onze com só um habitual titular (Artur) e dois principais candidatos a sê-lo (dupla Derley-Jonas ameaça Lima-Talisca), apanhou valente susto. Sobretudo porque exagerou num banco de suplentes que apenas miúdos tinha...
Gritante: mau grado o trio de tomba pequenos gigantes, a enorme sensação chama-se Sporting. Vencer, por 3-1, no Dragão, é obra! Ainda mais dimensionada pela desfaçatez de ter dado banho de futebol na maior parte do tempo. Sporting convincente, porque convicto. FC Porto acabrunhado, porque aos papéis no onze e no modelo de jogo. Ah!, o jovem Marco Silva soma consecutivos êxitos no palco portista: já na época passada ali vencera, à frente do seu belo Estoril. Difícil ser por acaso...
»

Dia 21

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Eis que entra em cena Julen Lopetegui, o salvador, o pai espiritual da revolução, o símbolo da rutura, como li e ouvi, sem se darem conta, os promotores de tal ideia, que não há esponja capaz de apagar as memórias más do passado e deixar só as boas, nem no dragão, nem em outro qualquer emblema. Confesso que Lopetegui me agradou pela oratória desempoeirada, aparentemente esclarecida e ousada, nada comum na maioria dos treinadores portugueses, tão repetitivos e banais no uso da palavra, mas o empate em Guimarães foi o primeiro sinal do 'mau perder' do espanhol... apesar de ter empatado. Agarra-se aos erros dos árbitros, justifica as sucessivas alterações na equipa porque sim e por renegar a existência de uma espinha dorsal. Embirra com Ricardo Quaresma e, pior de tudo, nos dois jogos com o Sporting, baralhou-se e confundiu os próprios jogadores. Foi-se a Taça... No seu currículo estão registados feitos significativos em áreas de formação, mas quanto a equipas de homens nada se lhe descortina de recomendável. Depois do fracasso de Paulo Fonseca, se Lopetegui não entrar nos eixos, outro se pressente... »

Norberto Santos - Redator Principal do Record; «(...) Se tudo correr de feição para o Benfica nos dois jogos com o Monaco fica adiada a questão se os encarnados vão à Champions ou à Liga Europa. Uma conversa que terá lugar mais tarde, mas uma derrota significa muitas dores de cabeça e uma interferência direta na gestão e moralização da equipa para o campeonato, o primeiro objetivo. E atenção: sem Champions ou Liga Europa como irá ficar exposto o plantel ao mercado de janeiro? Uma coisa é certa: não passa pela cabeça de Jorge Jesus, no seu último ano de contrato, ficar de fora da Europa. »

Nuno Santos - Jornalista no Record; «(...) 2. Jorge Jesus, sempre ele, mata ou morre nesta jornada da Champions. O treinador sabe e Luís Filipe Vieira, que sempre foi bom a fazer contas, também. O melhor Benfica, e o melhor Benfica não jogou intencionalmente na Covilhã, chega para este Monaco, se bem que o apagão da Alemanha por um lado, e a arte de fazer bem mesmo com pouco de Leonardo Jardim, sejam problemas a ter em conta. Esperemos a esta altura que alguém já tenha explicado a Jesus que a Champions "enche praças" e, mais do que isso, enche cofres e que ele e o seu discurso são os responsáveis pelo Benfica menor que temos tido na Liga Milionária. Tal como devem ser atribuídos ao treinador todos os méritos pelos feitos conseguidos, incluindo a produção de "Manéis", também é preciso cobrar-lhe quando falha. »

Dia 22

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) Concordo com J. Jesus quando disse que «jogadores têm de se mostrar nos jogos, nas oportunidades que lhes dou». Mas nem tanto ao mar nem tanto à terra. As equipas da Liga 2, regra geral, estão ao nível de algumas da 1.ª Liga. O que mais me impressionou foi não haver no banco um Luisão,um Sálvio ou um Talisca, a quem recorrer em último recurso. Acabou por correr bem, graças a um excelente avançado que o Valência de Espírito Santo entendeu dispensar (obrigado, mister!). E deu para ver que o jovem de 17 anos Gonçalo Guedes vai ser um craque. Espero que para jogar no Benfica... »

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Torna-se, portanto, indispensável que o balneário ouça uma voz forte, e só pode ser a de Jorge Jesus, sob pena de o Benfica comprometer as suas ambições numa prova que dá sobretudo dinheiro, mas também prestígio ao clube e valorização aos jogadores. Entre os quais um jovem promissor chamado Gonçalo Guedes, já no radar de Jesus e a respirar o ambiente de Champions, comprovando que o treinador, tal como salientou na entrevista a Record, nunca perde de vista a formação. É, pois, fundamental uma mensagem clara e dirigida ao balneário, em bom ou em mau português, para que de uma vez por todas o plantel desperte para a realidade europeia, a começar já hoje contra o Monaco. »

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Entretanto, os adeptos do Porto insurgiram-se contra declarações de Jorge Jesus em que este subestimou a Champions, dizendo que "a prioridade é o campeonato". Compreendo Jesus: o Benfica nunca ganhará a Champions e a vitória neste campeonato é mais importante do que nunca. Porquê? Porque Pinto da Costa está de saída, e a derrota na Liga portuguesa pela segunda vez seguida pode significar o fim de um ciclo vitorioso de 30 anos. Inversamente, a vitória do Benfica pode representar a reconquista da hegemonia no futebol português. Por isso, os portistas estão tão irritados com Jesus. Eles preferiam que não privilegiasse o campeonato - e desse uma oportunidade ao Porto...
No desespero de querer sair pela porta grande, Pinto da Costa deu carta-branca a Lopetegui para uma revolução de mentalidades e para constituir um plantel caríssimo. Mas o treinador pode estar a ser vítima dessa ambição. Tendo tantos e tão bons jogadores, Lopetegui foge a definir uma equipa-base, até para não ter estrelas a protestar por não serem titulares. E é isso mesmo que provoca a balbúrdia! O momento decisivo está à porta. Para a sucessão de Pinto da Costa ser feita convenientemente, a equipa tinha de estar na mó de cima.
Ora, estando na mó de baixo, o dragão pode ficar ferido de morte.
»

Dia 23

Bagão Félix - Adepto benfiquista em A Bola; «Tive um pesadelo. Com tanto futebol por aí, fui sonhar com o mundo que o compõe e rodeia. Mas não havia humanos. Só pássaros. Que esvoaçavam em movimentos sinuosos: tordos, andorinhas, pardais, milhafres, abutres, corvos, cagarras, pelicanos, garças, gaviões, falcões, patos-marrecos, corujas, tentilhões, gralhas. Em bandos discutiam as suas ligas, apitos, disciplina, direitos de imagem em alta definição, fundos e fundas. Ora zangados, ora amuados, ora em estranhos conúbios. Mas preocupados com a quebra de alimento com fibras (ópticas) e grãos de espírito (santo). Tudo em alvoroço, num ambiente de fim de festa terrificamente esplendoroso.
Ao fundo, ouviam-se os chilreares, ora em catadupa descontrolada, ora entrecortados por silêncios estranhamente comprometedores. Os voos eram altos ou rasantes, em função da transacção de poisos, melhores lugares nos ninhos, raminhos de cooperação, penas e penugens suspensas e vendettas mesquinhas. (...)
»

Eduardo Barroso - Ex-Presidente da MAG do Sporting, em A Bola; «É evidente que houve dinheiro, que houve condicionamentos dos árbitros. Um árbitro russo a apitar um jogo em que uma das equipas é patrocinada por uma das companhias com mais dinheiro do seu país não pode ser. É uma pouca vergonha. Foi a máfia russa no seu melhor. Não é possível os árbitros cometerem um erro daqueles sem ser deliberadamente.»

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «Os resultados apresentados pela SAD do Porto esta semana não desiludem porque não havia ilusões: o modelo de sucesso de anos mais remotos, de uma equipa que comprava talentos que valorizava ganhando taças para depois vender mais caro, não funciona da mesma maneira. Assim, as contas desequilibraram-se.
O Porto perdeu receitas no ano passado, quer na atividade operacional quer nas vendas de jogadores. A crise económica afastou pessoas das bancadas e dinheiro dos patrocinadores, mas sobretudo a falta de resultados desportivos teve consequências inevitáveis. Daí que o Porto tenha vindo a reduzir custos, construindo uma equipa com menor orçamento. Dessa forma, os ativos desvalorizaram-se. Mas os passivos cresceram. E, portanto, a situação quer em resultados quer de património da SAD do Porto piorou francamente. (...)
»

Dia 24

António Magalhães - Director do Record; «(...) Luís Duque tem conhecimento e experiência do meio e, para já, enfrenta três desafios. Primeiro: pacificar as relações entre direção e clubes e restantes parceiros, nomeadamente os árbitros. Segundo: fazer a revisão estatutária de acordo com o· novo enquadramento da Liga. Terceiro: restabelecer relações comerciais que permitam fluxos financeiros que sustentem a organização das provas.
Mesmo que a sua escolha seja interpretada como uma afronta à direção do Sporting, a missão de Duque não pode ser contra ninguém e, no atual estado em que a Liga se encontra, manda o bom senso que haja um compromisso absoluto que possa devolver-lhe a credibilidade que em tempos teve.
»

Pedro Ferreira - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Que os dirigentes do Benfica e do FCP e de todos os outros clubes queiram um consenso generalizado para que todos participem na edificação do Futebol português é legítimo e saudável. Que a vontade de um consenso implique uma aliança ou o que quer que seja de promiscuidade com dirigentes ligados aos casos de corrupção identificados nos processos 'Apito Dourado' e 'Apito Final' é algo que entra no campo do absurdo. Diz-nos a literatura que o esquecimento do passado é um dos absurdos que leva à repetição da tragédia. Nas próximas eleições da Liga joga-se a questão dos direitos televisivos, joga-se o futuro do Futebol português com ou sem aqueles que o conspurcaram durante três décadas. Num passado bem recente, os dirigentes do Benfica construíram o seu caminho, dando uma enorme machadada nesse poder podre e bafiento. Esse momento de quebra do monopólio dos direitos de transmissão televisiva encheu-nos de orgulho. Foi um daqueles momentos da caminhada em que sentimos que faz sentido continuar nesta luta e, como tal, não pode (e acredito que não ficará) ficar perdido nem esquecido no caminho construído.»

Sílvio Cervan - V.P. Suplente do SLB em A Bola; «Não vale a pena iniciar uma caça às bruxas, mas é um facto que desde que o Benfica reclamou na UEFA de uma decisão antes do Juventus-Benfica da última época nunca mais houve uma arbitragem inteiramente isenta em jogos do Benfica. Foi assim na última época no jogo de Turim contra a Juventus onde acabámos com nove, foi escandaloso na final contra o Sevilha onde aquela encomenda alemã jamais será esquecida. E já esta época iniciámos contra o Zenit com uma expulsão, prosseguimos na Alemanha onde houve uma aparição de um penalty caído do céu e da imaginação arbitral, e nesta quarta-feira degustámos uma arbitragem caseirinha. Embora tenha sido uma exibição polaca, para agradar ao príncipe, não foi pelo árbitro que não se ganhou ao Mónaco. Foi um jogo equilibrado onde o Mónaco em sua casa não foi superior ao Benfica. (...)»

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