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Newsletter N.º 229

Mais um fim de semana muito positivo para as modalidades onde apenas o Hóquei em Patins (masculino) soçobrou perante o poderoso Barcelona.

Na 17.ª jornada os 3 grandes voltaram a vencer, sendo de destacar o triunfo do Benfica no Caldeirão dos Barreiros por margem que não deixa a mínima dúvida.

No voleibol, depois do emocionante jogo no Pavilhão da Luz para a Eurochallenge Cup com o Fonte Bastardo, era com grande expectativa que se aguardava o jogo da 2.ª mão na Praia da Vitória. Afinal acabou por não haver suspense pois o Benfica concretizou a passagem aos quartos-de-final com uns concludentes 3-0. Parabéns à equipa.

Na Taça da Liga tudo dentro da normalidade. O Benfica com uma exibição personalizada venceu em Moreira de Cónegos e carimbou a sua passagem às meias-finais, aguardando agora pelo adversário que lhe caberá defrontar.

Mas isso já aconteceu! Segunda-Feira nova etapa com o Paços de Ferreira para o campeonato que confiamos seja ultrapassada.


Dia 17

Paulo Teixeira Pinto - Adepto portista em A Bola; «O que queremos dizer quando dizemos gralha? Bem, depende do contexto. Porque podem ser coisas muito, mas mesmo muito, diferentes. Basta ouvirmos certas personagens, peritas em falar de mais e dizer de menos, para sabermos que não passam de gralhas. Outras vezes dizemos que gralhas são uns pássaros da forma dos corvos. Mas também chamamos gralhas a erros tipográficos. Que podem fazer ainda mais ruído do que os pássaros ou os tagarelas. Por exemplo, li uma vez esta versão do poema 'Mar Português', da Mensagem de Fernando Pessoa:
'Valeu a pena' 'Tudo vale a pena'
'Se a alma não é pequena'.

É a lama que não pode ser pequena? A gralha lá saberá. Mas o certo é que o Poeta falava da alma, não da lama. É o que dá a inversão da ordem de apenas duas letras.
Ontem li de um par de ofício nestas páginas (Pedro Marques Lopes) e ouvi do treinador do meu clube (Julen Lopetegui) lamentos a propósito do esquecimento do líder portista por parte da FPF. Nada tenho a acrescentar, excepto lembrar a sentença de Viterbo: «um esquecimento muito bem lembrado.» (...) »

Rui Santos - Jornalista no Record; «(...) O comunicado publlcado ontem no sítio do FC Porto é o fim da "hibernação"? É, pelo menos, um registo a não deixar dúvidas de que as relações entre o FC Porto e a FPF, que não andam bem mas aparentemente em lume brando, atingiram o ponto de ruptura. Quando se diz que é preciso um varredor para varrer a porcaria existente na FPF, não há outra interpretação: esta direcção e este presidente da FPF, segundo o FCP, estão a mais no futebol português.
Isto significa que, depois de ter dado algum benefício da dúvida, Pinto da Costa compreendeu não adquirir nenhuma vantagem pelo facto de a FPF ter o presidente que tem: um "ex-dissidente" do FC Porto. Acabaram-se as tréguas. Este "esquecimento de gala" da FPF em relação a Pedroto e Pinto da Costa corresponde não apenas à gota de água que faz transbordar o copo mas também ao gatilho necessário para tentar camuflar e justificar os 6 pontos. de atraso para o Benfica. Nem Quinas de Diamante, nem Quinas de Ouro, nem Quinas de Lata. São Quinas de (puro) Veneno.
»

Sérgio Krithinas - Jornalista do Record; «(...) O grande problema é que, em Portugal, deste desequilíbrio disvirtua toda a competição. Os grandes sugam todos os talentos desde tenra idade e têm capacidade financeira para contratarem quem quiserem a outros clubes, levando os mais pequenos a aceitar as condições e as sobras que lhe impõem. E, com isso, acontecem casos como os de Miguel Rosa e Deyverson. (...) »

Dia 18

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «(...) 3. Termina, hoje, a primeira volta do campeonato. Em rigor da nossa principal Liga. Com o Benfica na liderança e com vontade de continuar, ao fim da tarde no Funchal, com uma importante diferença pontual em relação ao FC Porto. O Vitória de Guimarães é a grande surpresa da primeira volta. E, porventura, sofrerá significativos ataques - a jogadores! - nesta segunda quinzena de janeiro. Onde a Taça da Liga vai saber quem são os semifinalistas de uma competição que esteve, seriamente, em risco e que é, com importantes números no que concerne a audiências, a única competição que tem jogos em sinal aberto.
Mas já percebemos que teremos uma segunda volta renhida. Com disputa nos relvados e muita fora deles. O ambiente, mesmo com este frio e esta neve, está a aquecer. Da arbitragem à disciplina. Mas, aqui, regressemos aos gregos. Eles ensinam-nos sempre muito. E ensinam-nos algo bem importante para treinadores, jogadores, dirigentes e adeptos. Chama-se estoicismo. A essência para a conquista do bi-campeonato por parte do Benfica!
»

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo, em A Bola; «(...) 3. Como sociedade desportiva assente num clube fundador - o Beira-Mar agora insolvente -, a situação é complexa e poderão estar em causa as condições para participação nas competições profissionais dado o aparente carácter essencial da presença de um clube fundador.
4. Ou seja, se o clube fundador 'morre' como fica a sua sociedade anónima desportiva? Por outro lado, as acções da Beira-Mar, Futebol SAD, detidas pelo clube não são susceptíveis de apreensão judicial ou oneração a não ser a favor de pessoas colectivas de direito público. No caso, sempre como hipótese, o Município de Aveiro e o Estado. Quem ficará detentor dessas - parece que poucas, mas necessariamente representativas de pelo menos 10% do capital social - acções? (...)
»

Vítor Baía - Ex-Internacional, no Record; «É impossível o Mundo não ter ficado encantado com a Gala do Centenário da FPF. Pelo glamour, pela qualidade extraordinária da - e na - organização, pela dimensão do evento (a Gala teve todos os luxos, ao nível do que de melhor se faz lá fora), pelos nomes recordados, pelos jogadores que escreveram as mais belas páginas de sempre do futebol português, pela quantidade e qualidade de homens que elevaram bem alto o nome do nosso país no Mundo. (...)»

Dia 19

Alexandre Pais - Ex-Director do Record; «Na jornada em que, com exibições consistentes, o FC Porto continuou a ultrapassar problemas recentes e o Benfica mostrou já ter esquecido Enzo Pérez, o Sporting respondeu com o seu melhor desempenho dos últimos tempos, uma segunda parte de luxo contra o Rio Ave. E só uma superequipa leonina poderia ontem ter vencido os vila-condenses, um conjunto estruturado, sólido, bem dirigido e com um punhado de executantes que prometem largos voos.
A lição a tirar da atitude dos leões - feita de talento e velocidade, alegria e determinação - é a de, que há tempestades que alcançam o que a bonança não permite. (...)
»

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «É muito difícl fazer reformas em Portugal. Existem na nossa sociedade bloqueios mais ou menos visíveis que as procuram impedir.
A FPF tem mostrado um ímpeto reformista onde procura permanentemente valorizar a modalidade mais praticada em Portugal.
Tudo sobre o futebol é discutível e será certamente o assunto com maior número de especialistas. Importa referir que felizmente existem espaços onde é possível discutir futebol sem complexos e sem qualquer constrangimento. Foi em Olhão com o movimento associativo e agora no Estoril através do 'Football Talks'. O presente e o futuro foram discutidos de forma bem viva durante três dias, assinalando o centenário da instituição presidida por Fernando Gomes. (...)
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Na jornada com mais golos até ao momento (33, com a fantástica média de 3,6 por desafio), Sporting e Rio Ave disputaram um dos melhores jogos deste campeonato, ou mesmo o melhor. Riqueza tática, intensidade, emoção e bons golos. No final, apesar de tudo, um vencedor justo. O leão prolonga o bom momento que atravessa (já são 8 vitórias consecutivas), confirma a chegada de novas soluções (Tobias, Gauld e Tanaka) e mantém a distância de 4 pontos para o 2.° lugar. Correndo ainda na Liga Europa, na Taça de Portugal e na Taça da Liga, a época está claramente em terreno positivo.»

Dia 20

Miguel Sousa Tavares - Adepto portista em A Bola; «(...) 4. Apesar das seis vitórias consecutivas após o desastre do Dragão, o FC Porto não conseguiu recuperar um único ponto ao Benfica. E, pelo que se tem visto, duvido muito que consiga recuperar os seis pontos até final. Eu sei que ainda falta muito campeonato, mas levo em conta vários factores. Em primeiro lugar, o facto de o Benfica apenas ter de se preocupar com o campeonato, dispensado que está do resto; em segundo lugar, reconheça-se, a capacidade da equipa de ser tremendamente eficaz a defender e a concretizar; em terceiro lugar, as ajudas externas preciosas a que já se viu que pode recorrer num aperto; e, finalmente, a facilidade com que tantas equipas se põem a jeito para perder com o 'Glorioso', como se tais derrotas fossem sempre inevitáveis e desprovidas de responsabilidades. A última em data dessas equipas foi o Marítimo: foi chocante a falta de atitude competitiva com que o Marítimo entrou em campo, parecendo querer despachar rapidamente o assunto - o que conseguiu logo aos 18 minutos, quando o Benfica, até aí apenas preocupado em adaptar-se ao terreno lavrado, criou a primeira possibilidade de golo e o pequenino Salvio, sem apoio algum, fez o que quis da jogada, com o calmeirão do central do Marítimo a assistir e aplaudir. E assim foi daí em diante, uma defesa de matraquilhos, estática e alheia, e um ataque reduzido a um único avançado, aliás bom, mas que passou o jogo a fugir diligentemente da bola. Um passeio, de passadeira vermelha estendida. Veremos para a semana se é assim que o Marítimo irá também receber o FC Porto.»

Norberto Santos - Redator Principal do Record; «(...) Hoje alguma coisa mudou e há algo que poderá alterar a face do Sporting: o futuro pavilhão que terá o nome de João Rocha. Com a sua agenda própria, Bruno de Carvalho meteu mãos à obra para o complexo ficar concluído em 2016, um ano antes de ir a eleições. É uma alma nova que nasce em Alvalade que deve fazer corar de vergonha quem pensou que as modalidades iriam perder a sua identificação com o clube. Benfica e FC Porto têm os seus pavilhões apetrechados para as competições internacionais e os sócios continuam a fazer a sua romaria ao fim de semana para ver outros desportos para além do futebol. Finalmente, o significado da emblemática Porta 10-A vai renascer em Alvalade.»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, em A Bola; «(...) Os números são de outro tempo: 11 temporadas de águia ao peito, 440 jogos, que fazem dele o 9.° jogador que mais jogou pelo Benfica, igualando Eusébio. São poucos os que, no futebol de hoje, jogam tanto tempo pelo mesmo clube. Mas é mais do que isso que está em causa.
Ao longo de 11 anos, Luisão viveu o suficiente no Benfica para poder liderar. Perdeu, venceu, mudou de treinador. Acumulou experiência. O que lhe dá uma voz de comando única. Mas nada disto seria possível sem a inteligência prática que resumiu bem, numa já longínqua entrevista ao "Expresso", definindo o que compete a um central: "Não está ali para fazer salada, mas sim arroz com feijão' Jogar simples é uma forma de inteligência prática. Luisão lidera pela experiência e pela sabedoria que coloca em campo.
»

Dia 21

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «O futebol português passava bem sem nova polémica? Passava, mas já dizia o anúncio, não seria a mesma coisa. O que leva Jesus a lançar uma farpa tão direta para Alvalade quando faltam apenas duas semanas para o dérbi é algo difícil de entender e a que só ele poderá responder. Parece até que o recado lhe foi segredado. São públicas e notórias as más relações entre águias e leões mas nem isso explica a "boca". E é difícil acreditar que o técnico não passa de caixa de ressonância.
No Twitter os leões brincaram com a situação. Entende-se a piada, mas é daquelas em que ninguém sai a ganhar. No futebol os clubes são importantes, mas vitais mesmo são os bons profissionais. Jesus é um deles. É leão? Mas a quem tem rendido títulos? Pois, é isso.
O Benfica tem hoje um jogo decisivo. Curiosamente, apesar do discurso, Jesus até poupa alguns craques. Mas vamos esquecer a polémica estéril. A verdade é que a Taça da Liga é importante para o clube da Luz. Afinal, para além da Liga já não há mais nada a ganhar. Os encarnados estão a fazer um campeonato impressionante, sim, mas também à custa do afastamento das outras frentes. A revalidação do título tudo perdoará. Uma eventual queda e rolarão cabeças. Normal, diga-se. (...)
»

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Quanto aos penáltis, a avaliação ainda é mais complexa. Grande parte das dúvidas são de natureza subjetiva: foi bola na mão ou mão na bola? O empurrão teve intensidade ou não para provocar a queda? As imagens não esclarecem isto cabalmente. Depende de quem observa. Por isso, há discussões intermináveis sobre muitos lances sem se chegar a nenhuma conclusão... Ora, repito, os penáltis e os foras-de-jogo significam perto de 90% dos lances duvidosos - e aqueles que têm mais influência nos resultados. Em face do que fica escrito, fará algum sentido obrigar os clubes a gigantescos investimentos em novas tecnologias?»

Nuno Perestrelo - Jornalista de A Bola; «(...) Bem sei que o Mundo é global e segue em marcha imparável, mas já se percebeu que os países (e clubes) mais ricos vão continuar a sugar o talento e a secar o futebol nos países (e clubes) mais pobres. É altura de a FIFA mudar as regras e acabar com o liberalismo radical. Se aumentar o número mínimo de jogadores formados localmente a incluir nos plantéis estará a promover a identificação dos adeptos com as equipas e a convidá-los a voltar a encher as bancadas agora vazias. Ou então fica tudo na mesma e qualquer dia só há as ligas espanhola e inglesa.»

Dia 22

António Magalhães - Director do Record; «(...) Nem de propósito, o melhor árbitro português do século anuncia hoje a sua retirada, Pedro Proença antecipa a reforma e deixa um vazio no terreno de jogo. É pena, mas resta agradecer-lhe ter elevado bem alto o nome de Portugal.»

Jornal A Bola - ; «Vendido ao Mónaco, esta terça-feira por € 15,75 milhões de euros, Bernardo Silva despediu-se, ontem, formalmente dos benfiquistas, através de mensagem escrita na rede social Instagram. Diz que espera voltar... um dia, e que está a torcer pelo bicampeonato. «12 anos no Benfica e sinceramente espero um dia voltar para fazer muitos mais. Quero agradecer a todas as pessoas que fui encontrando ao longo dos anos no clube e que fizeram de mim melhor jogador e pessoa. Por último um agradecimento especial a todos os benfiquistas que sempre demonstraram um apoio e carinho incrível por mim. Resta-me agora ser apenas mais um a torcer pelo nosso desejado 34.º», escreveu o jogador, de 20 anos, que assinou pelo Mónaco até junho de 2019 e recebeu elogios do vice-presidente Vadim Vasilyev: «Ele já mostrou o seu potencial a todos os nossos adeptos esta temporada e era importante que ficássemos com ele.»
Leonardo Jardim, treinador português do Mónaco, também já comentou a permanência do ex-benfiquista a título definitivo no clube que orienta. «O Bernardo vai continuar a evoluir connosco. Acreditamos nele.»
»

Leonor Pinhão - Jornalista, em A Bola; «(...) A menos que aconteça qualquer coisa de absolutamente extraordinário Pedro Proença anunciará hoje o fim da sua carreira como árbitro de futebol. A notícia deixa consternada a UEFA e também a FIFA.
De acordo com a edição de anteontem de A BOLA o próprio Pierluigi Collina, a sumidade das sumidades da arte de apitar, deslocou-se propositadamente a Lisboa para tentar convencer Pedro Proença, em italiano, a protelar por mais um ano a sua despedida dos relvados.
Gostos não se discutem. Conspirações, muito menos. (...)
Ao longo da última década em que descortinou penalties e validou golos irregulares que, inadvertidamente, desviaram títulos do Benfica havia nas bancadas da Luz quem, de boa-fé, confiasse que a redenção de Proença surgiria na sua temporada de despedida em que por ser isso mesmo, de despedida, lhe permitiria assumir o seu benfiquismo doentio ressarcindo-se e ressarcindo-nos dos dolos tão espetacularmente infligidos à mercê de uma catrefada de 'penalties' cientificamente distribuídos sem vergonha nenhuma.
Tirem dai o sentido. Pois não vai acontecer. Proença recusa-se a entrar em campo naquela que seria a sua última época, aquela derradeira época em que muitos milhares de malucos o esperavam ver atuar na qualidade de anjo vingador de si próprio.
Ora, francamente, prefiro assim.
A verdade acima de tudo. (...)
»

Dia 23

Luís Fialho - Colunista de 'O Benfica'; «Estávamos em Agosto, às portas das competições oficiais, e o Benfica levava seis derrotas em oito jogos de pré-temporada - a última das quais por 5-1 diante do Arsenal. Apenas Sion e Estoril haviam sido ultrapassados por uma equipa "encarnada" que se dizia estar em decomposição. Oblak, Garay, Siqueira, André Gomes, Markovic, Rodrigo e Cardozo, peças importantes no "Triplete", haviam partido. Antes já partira Matic. Mais tarde partiria também Enzo Perez. Até jovens promessas como Cancelo, Bernardo Silva ou Cavaleiro nos deixavam. Fejsa, Amorim, Sílvio e Sulejmani apresentavam lesões graves e demoradas. Do "melhor plantel dos últimos trinta anos" pouco mais restava do que cinzas.
Confesso que fui dos muitos a desconfiar das potencialidades de um conjunto do qual os presumíveis titulares eram outrora suplentes, no qual o banco estava agora ocupado por ex-renegados, e para o qual as novas contratações estavam longe de entusiasmar. Até porque nos quadros do principal adversário entravam "estrelas" em catadupa. Muita gente terá então suposto que o novo campeão estava encontrado, restando-nos lutar pelo segundo lugar. (...)
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Fez poucos jogos nos últimos dois anos (na Rússia), foi pontualmente adaptado a defesa-esquerdo e sofreu uma lesão grave. Diz quem sabe que é agora um jogador muito diferente do central agressivo e rápido que se impôs no Sp. Braga de Leonardo Jardim. Nestas condições será pouco provável que Ewerton entre no onze já nas próximas semanas. Num empréstimo de curta duração (6 meses), o ideal é que qualquer jogador comece de imediato a competir. E, já agora, a acrescentar valor. Só o tempo irá dizer se o Sporting ganhou alguma coisa com este refresh, mas fica a ideia, para já, de que era preciso uma truta de outra dimensão.»

Paulo Teixeira Pinto - Adepto portista em A Bola; «(...) 2. Cerca de dezasseis séculos depois, isto é, mais exactamente, em 1904, alguém baptizado com os nomes de ambos os gémeos resgatou também para si uma pequena linha da história. Falamos, claro, do principal dos vinte e quatro fundadores do Sport Lisboa e Benfica, de sua graça Cosme Damião, Júlio Cosme Damião para dizer tudo. Do bom do nosso Júlio sabe-se que não foi santo - pelo menos nunca chegou a ser canonizado. Também não foi mártir. E apesar de não ter sido médico foi numa farmácia, sim, numa farmácia, mais propriamente na Farmácia Franco, que fundou o Glorioso. Pelo seu clube fez tudo e de tudo. Desde futebolista, como médio, e treinador, durante dezoito épocas consecutivas, até principal promotor do novo Estádio das Amoreiras, solenemente inaugurado em 1925. Mas o cume do seu ecletismo talvez seja o de responsável pela fixação das regras do hóquei em patins. E já que assim foi, pensou ele, porque não ser também árbitro? Se bem o pensou melhor o fez: a história regista-o como o juiz do primeiro desafio da modalidade. (Continua)»

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