Não consegue ver correctamente? Abra no Browser.

Newsletter N.º 220

Difícil mas justa a vitória da Selecção Nacional ante a Arménia. Com este triunfo Portugal ficou muito bem encaminhado para o apuramento para o Europeu de 2016.

Fim de semana positivo para as modalidades encarnadas. Desta vez até o Andebol nos deu a alegria de vencer um adversário difícil em casa deste.

Em contrapartida vimos partir mais um do nosso convívio - o nosso roupeiro Zé Luís que durante 50 anos serviu a causa encarnada. É obra! Paz à sua alma. Para ser ainda mais amargo também o nosso antigo enfermeiro-massagista Asterónimo Araújo nos deixou. Que também descanse em paz.

Entretanto, no particular com a Argentina, Portugal venceu no último minuto. No entanto, apesar da categoria do adversário, o a exibição foi pobre esperando-se que melhore.

Nova eliminatória da Taça de Portugal. Benfica recebe o Moreirense e naturalmente espera-se o apuramento benfiquista.


Dia 15

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) A exibição que Portugal produziu no Algarve frente à Arménia esteve na linha daquilo que, nos últimos tempos, se vem fazendo frente a adversários de fraco nível. É quase impossível ultrapassar seleções que, como disse Cristiano Ronaldo, colocam "dois autocarros" à frente da baliza. E mais difícil se vai tornando a tarefa com a figura do 10 clássico em vias de extinção. Rui Costa e Deco foram os últimos "pensadores artísticos" da Seleção Nacional. Médios-interiores "oitos" e médios-defensivos temos com fartura. O grande desafio é mesmo descobrir onde pode estar o próximo 10 e esperar que Fernando Santos aprecie a ideia de um jogo mais sedutor. O caminho é por aí.»

Octávio Ribeiro - Director do 'CM' no Record; «Esta Seleção de Femando Santos parece um exercício de pacificação intergeracional. Aos sobreviventes da era Paulo Bento juntam-se cada vez mais veteranos, com a média de idades a ser puxada para baixo por um jovem estreante no lado esquerdo da defesa. Raphael Guerreiro mostrou muita qualidade, com o único senão na sua reduzida altura, que lhe pode comprometer eficácia nos lances por alto na defesa do segundo poste.
Esta Seleção mostra mais alegria e melhores movimentos do que a equipa que Paulo Bento invariavelmente escalava no seu último ano em funções. Mas os males estruturais continuam ali. Só Ronaldo disfarça a incapacidade de finalização. (...)
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Contraste: face à epidemia de lesões nos três defesas-esquerdos que vinham sendo convocados, opção por estreia do menino Raphael Guerreiro, recente internacional sub-21 descoberto num pequeno clube de França... E que confirmação da qualidade, incluindo fortíssima personalidade, que já exibira na Seleção liderada por Rui Jorge! Repetindo o que escrevi há semanas: assim quase do nada nasce defesa-esquerdo que nenhum dos nossos clubes detetara (ou por ele se interessara)!
Triunfo da Dinamarca na Sérvia impediu Portugal de pular para o 1.° lugar no grupo. Mas, tendo menos um jogo que os dinamarqueses, para ultrapassá-los basta vencer o próximo confronto: em nossa casa, perante a Sérvia (só no final de Março...). E a derrota dos sérvios, ontem, tem um lado muito positivo: ficaram fora da corrida aos 2 lugares de automático apuramento...
»

Dia 16

Carlos Vara - Jornalista de A Bola; «Parece ter chegado ao fim o tempo em que as fases de qualificação se destinavam a cumprir calendário e o interesse estava focado nos jogos grandes. Chegados a esta altura da época, eram os melhores que estavam em lugares cimeiros e os apuramentos para um Campeonato do Mundo ou um Europeu - como é agora o caso - não tinham grande essência. Portugal caiu muitas vezes nessa atrapalhação, mas ultimamente recuperou a estima e tem estado em todas as fases decisivas. A derrota com a Albânia, no entanto, alertou-nos para algo de novo e chamou a atenção para a disposição que os pequenos europeus começam a assumir.
A última grande referência da luta de classes chama-se San Marino, a sacar empate histórico frente à Estónia. Nos anteriores 61 jogos de apuramento para o Euro, San Marino tinha perdido todos e nesta fase de qualificação também anda por baixo - onze golos sofridos, nem um marcado -, mas ter somado um pontinho já lhe valeu toda a consideração dos pares. (...)
»

Vítor Baía - Antigo Internacional português; «(...) Destaques e notas finais do último jogo: o regressado Bosingwa continua a ser, aos 32 anos, o melhor defesa-direito português; o estreante Raphael Guerreiro ameaça ser, aos 20 anos, o defesa-esquerdo do futuro da nossa Seleção; para Cristiano Ronaldo, aos 29 anos, não há recordes inatingíveis; Ricardo Quaresma, aos 31 anos, parece renascer uma vez mais e tudo faz para merecer e retribuir o carinho que os adeptos demonstram por si sempre que sobe aos relvados. Com estes e todos os outros, estamos no bom caminho! »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) A Seleção viveu longamente numa agonia de ausência de espaço para fazer respirar o seu futebol ofensivo. Foi, duro e talvez viesse mesmo a ser inglório se Fernando Santos não tivesse percebido a necessidade de fazer entrar Quaresma e de passar um jogador mais criativo (Nani) para uma zona de criação pelo meio. Esteve aí a chave da vitória portuguesa. Aí e na ausência de preconceito que Fernando Santos tem manifestado, felizmente, sem qualquer hesitação. Que me interessa que a Seleção tivesse uma média de idades perto dos trinta anos se, de facto, o treinador escolheu os melhores e já explicou vezes sem conta que é essa a sua filosofia de selecionador: simplesmente escolher os melhores e não os mais velhos ou os mais novos.
Então e a renovação? Não há nada pior do que queimar uma suposta renovação construindo uma equipa de miúdos de barba rala. A renovação deve obedecer a uma ação dinâmica e racional e não a uma obrigação ou a um estado de alma. Renovar é ter a coragem de chamar Raphael Guerreiro e não insistir em jovens sem futuro.
»

Dia 17

Alexandre Pais - Jornalista, no Record; «(...) O resultado desse "meia-bola e força" é conhecido, dois golos marcados em 270 minutos, com dois dos três desafios a serem disputados em casa, perante potentados do futebol como são Albânia e Arménia, embora essa coisa dos jogos fáceis pertença ao passado. Note-se como também a França, no particular com a Albânia, não foi além de um empate, mesmo atuando no seu terreno. Mas a falta de "fio de jogo" da Seleção não responsabiliza Fernando Santos, que não treina os jogadores, nem lhes paga o salário, limitando-se a escolhê-los, a recuperá-los fisicamente e a incentivá-los para renderem, no fundo, o que eles quiserem. Depois, é esperar que resulte, são esses os tempos. Aliás, atente-se no que tem sido a seleção grega pós-Santos e veja-se o que ele sabe disto... »

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «(...) Temos equipa. Um grupo bem alegre, motivado, empenhado e superiormente comandado dentro do campo por um Cristiano Ronaldo que teima em bater recordes. Fora do campo a experiência de Fernando Santos leva a contabilidade oficial a dizer: 2 jogos, 2 golos, 6 pontos que até podem ser 9.
Uma vitória suada, mas justa, onde Quaresma funcionou como arma secreta e Ronaldo marcou o 23.º golo, fazendo dele o melhor goleador dos Europeus entre qualificações e fases finais.
Gostei de ver a casa cheia e não gostei de ver a UEFA impedir a utilização das bancadas dos topos, retirando assim a possibilidade de mais espectadores assistirem ao vivo.
»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Morreu na última sexta-feira José Luís Vaz, de 74 anos, roupeiro (hoje diz-se, pomposamente, técnico de equipamentos... ), durante meio século, do Benfica. O funeral foi ontem e quando, ao fim da manhã, cheguei à igreja de Rio de Mouro tive a grata surpresa de constatar que lhe tinha sido reservado um último adeus digno do que ele tinha sido para quem o conheceu: Um senhor. Se aquilo que fomos na vida se vê, com verdade, no dia da despedida final, então o José Luís, embora ocupasse aquele que para muitos (erradamente...) é um dos últimos lugares na hierarquia de uma equipa de futebol, foi um príncipe. Em Rio de Mouro juntaram-se várias gerações de jogadores que fizeram a história do Benfica nos últimos 50 anos e o atual plantel, apesar de estar de folga, fez questão de marcar presença na igreja. (...)»

Dia 18

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «Mais uma promessa cumprida. A FPF liderada por Fernando Gomes tinha assumido o compromisso de realizar um Fórum onde o desenvolvimento do futebol era o foco principal. Prometeu e cumpriu. No Algarve, mais concretamente em Olhão, o mundo do futebol debateu exaustivamente os problemas do futebol perspetivando o futuro. Marcaram presença as associações distritais, jogadores, treinadores, árbitros, médicos, enfermeiros, clubes, delegados e membros das comissões permanentes. É importante discutir, refletir e procurar soluções para os problemas que afetam o crescimento e desenvolvimento do futebol. Sendo a modalidade mais praticada em Portugal tem naturalmente outras e mais responsabilidades. (...)»

Manuel Martins de Sá - Jornalista de A Bola; «1. É espantoso que um génio de classe pura como Yacine Brahimi, depois de uma época inteira a jogar no Granada, não tenha despertado a atenção e a cobiça de nenhum clube de maior nomeada como Real Madrid, Barcelona, Valência e até Sevilha, que fica ali a dois passos. Quer dizer que os respectivos talent scout andaram sempre muito distraídos, fazendo jus ao aforismo: casa de ferreiro, espeto de pau. Quem ganhou com tanta distracção foi o FC Porto que tem agora nas mãos uma pérola de várias dezenas de milhões de euros. Porém, nem tudo são rosas porque, em contrapartida, também enfiou o maior barrete do ano ao adquirir por 11 milhões 60 por cento do passe de Adrián López. Se foi Lopetegui que avalizou o atacante (?) por esse valor (18,3 milhões!) é porque anda a dormir... Muito melhor faria Tozé - que foi dado como contrapeso ao Estoril para reduzir o custo do desaparecido Evandro - como serviu no confronto directo de domingo, dia 9. Estes clamorosos flop em Itália têm um nome (bidone) e são objecto de uma votação pública, a cujo vencedor é atribuído um galardão. Em Portugal, Adrián seria um sério candidato. (...)»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «São penosas estas semanas em que o futebol fica suspenso. Passam os dias, chega-se ao fim de semana e somos recebidos pelo vazio. Há, é verdade, umas seleções contra outras e até jogos de exibição, organizados para entreter. Futebol que nos comova, nada. E escrevo nada porque futebol é uma modalidade praticada entre clubes.
Não tomem esta opinião como a visão de um doente, contaminado pelo vírus da clubite aguda. Diria que estamos perante uma pandemia. Pese embora não conheça nenhum estudo epidemiológico, arrisco-me a afirmar - baseado numa sondagem com uma amostra representativa, composta pelos meus amigos - que quanto maior é a paixão pelo futebol, menor é o interesse pelas seleções. (...)
»

Dia 19

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «No espaço de 20 anos, o Europeu passou de 8 para 24 selecções. Entre 1996 e 2012, teve 16 equipas. O número de países também aumentou pela implosão da URSS (são agora mais 10 países, além da Rússia: Ucrânia, Bielorrússia, Lituânia, Letónia, Estónia, Arménia, Azerbaijão, Moldávia, Geórgia e Cazaquistão), da divisão da Jugoslávia em 6 países (Eslovénia, Croácia, Sérvia, Bósnia-Herzegovina, Montenegro e Macedónia) e da Checoslováquia em 2 (R. Checa e Eslováquia). Sob a jurisdição da UEFA há 6 países que só parcialmente (ou muito parcialmente) estão na Europa (Federação Russa, Turquia, Arménia, Geórgia, Azerbaijão e Cazaquistão) e um até está noutro continente (Israel). E, no Europeu, jogam selecções de territórios politicamente não independentes, para além das já antigas federações da Escócia, Gales e Irlanda do Norte. Refiro-me às ilhas Feroé (dinamarquesas) e à estreante Gibraltar. (...)»

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) A grande surpresa acabou por ser Raphael Guerreiro, um jogador que saiu do nada. Nunca tinha ouvido este nome. Tomara o Benfica tê-lo como defesa-esquerdo. Ontem até marcou o único golo do jogo. O outro trunfo foi Ouaresma. Que é mais perigoso como suplente do que como titular. Porquê? Quando é titular desgasta-se - e vai desaparecendo durante o jogo. Entrando na última meia hora, quando os adversários já estão desgastados, pode aparecer de rompante, surpreender e ser decisivo. Entretanto, o facto de tudo ter mudado e o nível exibicional se ter mantido, mostra que Portugal não tem matéria-prima para formar uma grande equipa. Diz-se que tem "o melhor jogador do Mundo", mas isso não chega. Primeiro, porque um jogador não faz uma equipa; segundo, porque raramente Ronaldo é na Seleção um jogador genial. »

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «1. Em janeiro de 1998, o Inter Milão contratou Paulo Sousa ao Borussia Dortmund e o português não demorou a entender o papel que o treinador Gigi Simoni tinha para ele. Depois de roubar a bola, o míster só permitia duas saídas: passe imediato para Ronaldo "Fenómeno" ou longa correria de uma área à outra. A potência italiana enganara-se: levou um geómetra mas queria um empregado de limpeza; enamorou-se pelo jogador do futuro mas a ideia era praticar um futebol das cavernas. Se, por absurdo, André Gomes fosse confrontado com decisão tão desfasada das suas principais qualidades, o choque seria menor: pertence à estirpe dos jogadores que cumprem os requisitos de todos os estilos e funcionalidades. (...)»

Dia 20

António Aguilar - Jornalista de A Bola; «(...) 'Ano zero' ainda sem relvado Já instalada a formação e captação em Lisboa, modalidade quer futuro sustentado «Quando entrei para a secção», recorda José Mendes da Silva, a minha condição foi regressarmos a Lisboa, o que está assegurado. Falta-nos um relvado para os nossos jogos, porque equipas em todos os escalões já temos. A captação de jovens está em marcha, vamos às escolas, temos ações sobre râguebi para jovens na fun-zone, em dias de jogos no estádio da Luz, e sendo a imagem e o nome do clube fortes, há que trabalhar, pois ninguém vem ter connosco. Tenho uma excelente e dedicada equipa de treinadores que coordeno e acredito que os jovens vão aderir. E também espero que as novas fábricas do Colégio Militar e dos Pupilos do Exército nos tragam, em poucos anos, as bases para um futuro sustentado do râguebi do Benfica», confia o diretor técnico do râguebi encarnado.»

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Mas quando se fala de mercado há também as entradas. E são elas que mais mexem com os adeptos, sempre de boa-fé, esperançosos em que o próximo craque seja aquele que vai devolver o clube as grandes vitórias. Aqui os tempos mudaram um pouco. O BES já era, a PT também e as finanças não vão nada bem. É preciso escolher com cautela e sem investimentos loucos. Domingos Soares de Oliveira e Vieira têm esse fator bem presente. Não é por isso crível que o Benfica faça loucuras. Porque não pode fazê-las e porque quem o lidera pretende, e bem, outro caminho para o clube. »

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) Santos arriscou o "losango" por não ter um ponta-de-lança credível e, também, por achar que assim poderia acomodar melhor Ronaldo. Mas, se analisarmos com atenção o que se passou frente à Dinamarca, França, Arménia e Argentina, verificamos que Portugal pareceu sempre um pouco mais confortável quando arriscou o 4x3x3 ou o 4x2x3x1. E legítimo que Santos não se queira debater com as insuficiências inerentes ao plano A que foi perdendo crédito na parte final da gestão de Bento. Mas, em alternativa, pode sempre recuperar o 4x4x2 clássico que começou por experimentar frente à Arménia. Quanto ao "losango", apetece citar José Régio: "Não sei por onde vou - sei que não vou por aí"...»

Dia 21

André Ventura - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Desde um Nani extremamente confuso - que assim continua desde que chegou ao Sporting - a um Moutinho e um Bosingwa que parecem permanentemente cansados e esquecidos das suas múltiplas posições no terreno de jogo, a Selecção Nacional apresenta-se pouco ofensiva, com pouca garra e muito pouca confiança. Sobretudo a confiança necessária para enfrentar as melhores selecções da Europa no torneio de 2016 que se avizinha.
É certo que Fernando Santos acaba de chegar. É certo que a "recuperação" de alguns jogadores castigados por Paulo Bento é necessariamente lenta e progressiva. Mas a questão continua a ser de outra dimensão e de um outro universo: falta voltar a acreditar que temos potencial. Falta motivação por Portugal. Falta Jorge Jesus a esta equipa nacional.
»

António Oliveira - Ex-Seleccionador Nacional, no Record; «(...) A começar pelo nome designado para encabeçar o projeto da Liga. A escolha de Luís Duque, que me merece a maior estima pessoal e profissional, mas que se encontra atualmente num diferendo jurídico com o Sporting, acaba por ferir a meta de unir todos os clubes em prol de um objetivo comum. Por outro lado, há sinais preocupantes de que esta Liga não será governada pelos clubes, mas sim pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
Esta influência é visível desde o primeiro dia. Para se ter uma ideia, após a tomada de posse, Luís Duque foi apresentado aos funcionários da Liga pelo diretor-geral da FPF, Tiago Craveiro, e terá como assessores elementos que colaboraram com este último durante a sua passagem como secretário-geral da Liga de Clubes entre 2006 e 2012.
Por incrível que pareça, foi um elemento da FPF que informou a nova estrutura da Liga sobre quem passaria a ser o novo supervisor dos delegados dos jogos. E o próprio presidente da FPF tem passado pela Liga para marcar presença em algumas reuniões. Tudo isto leva a concluir que, neste momento, quem manda na Liga é a FPF e não os clubes. (...)
»

João Bonzinho - Jornalista de A Bola; «(...) A coisa não é muito difícil de recordar: o Sporting perdeu e jogou mal em Guimarães, o presidente tornou público que os jogadores não tinham sido «dignos» naquela noite e Nani, por exemplo, desabafou.
E o que Nani disse foi: «Quem não sabe perder também não sabe ganhar» . Não foi: «Quando não sabemos perder também não sabemos ganhar». O que é diferente. E não é nada fácil admitir que o desabafo de Nani não era uma reação ao que escreveu o presidente. Claro que era.
O presidente do Sporting também confundiu o que eu próprio aqui escrevi sobre a relação do clube com o novo presidente da Liga. Nunca disse que Duque não tem (ou não teve) problemas com a Justiça; o que disse (e escrevi) é que Duque, de momento, não tem, no que diz respeito à sua mais recente passagem pelo Sporting, qualquer conflito com a Justiça. O Sporting queixou-se, sim, mas a Justiça ainda não se pronunciou. O que é bem diferente!
»

SIGA-NOS NO TWITTER AMIGO ON FACEBOOK REENCAMINHE PARA UM AMIGO
Copyright © *|CURRENT_YEAR|* *|LIST:COMPANY|*, All rights reserved.
*|IFNOT:ARCHIVE_PAGE|* *|LIST:DESCRIPTION|*
Remover | Preferências 
*|IF:REWARDS|* *|HTML:REWARDS|* *|END:IF|*