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Newsletter N.º 224

Prosseguiu o campeonato e logo com um escaldante FC Porto-Benfica. A maioria dos vaticínios apontava para a mudança de líder indicando uma vitória dos portistas como o desfecho mais provável. Tal não aconteceu, pois o Benfica com uma exibição consistente conseguiu levar de vencida o FC Porto e aumentando assim a vantagem para os seus perseguidores, tendo em conta que o Sporting e o V. Guimarães não foram além de empates caseiros.

Nas modalidades voltou a haver um fim de semana positivo o que é sempre de realçar. Já a meio da semana, o Voleibol repetiu o êxito europeu obtido e o Hóquei em Patins derrotou o FC Porto do no seu Pavilhão por uns concludentes 7-3.

Na 5.ª feira houve Taça de Portugal com o Benfica-SC Braga. Contrariamente ao que se esperava o Benfica foi derrotado pelo que acabou por sacrificar mais uma prova.


Dia 13

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Trunfos de Lopetegui? Jackson, Brahimi e Herrera. O que marca, o que desequilibra e o que equilibra. Trunfos de Jesus? Enzo, Salvio e Gaitán. Ora, assim de repente, o FC Porto tem tudo o que precisa para ser feliz, enquanto ao Benfica falta um matador a sério - aquilo que Talisca tem sido, mas que, obviamente, um dia deixará de ser. Quer isto dizer que a capacidade concretizadora de Jackson Martínez pode fazer a diferença? Em teoria, sim. Só que a teoria, num clássico como este, vale o quê? Pouco. Quantas vezes um anunciado "grande jogo" acaba pcr descambar num daqueles puzzles de 5 mil peças, que ficam sempre por acabar?
O FC Porto tem sido melhor do ponto de vista estético, mas o campeão nacional - mesmo aos soluços - é líder. O jogo de amanhã não coloca apenas essa liderança em discussão. É também um teste muito sério à dimensão dos projetos de Lopetegui e Jesus. Porque o FC Porto já falhou frente ao Sporting (campeonato e Taça) e porque o Benfica também se deu mal quando a exigência subiu: empate na Luz com o Sporting e derrota em Braga. Chegou a hora de ser forte... com os fortes.
»

Octávio Ribeiro - Director do 'CM' no Record; «Poucas vezes o clima em torno de um grande jogo esteve tão civilizado como este que antecede o FC Porto-Benfica de amanhã. E ninguém pense que cada lance vai ser menos rasgado por cada um dos intervenientes - durante os 90 minutos, sobre a relva, assistiremos a um dos mais apaixonantes embates do futebol europeu. Os confrontos entre os nossos grandes têm nível técnico e intensidade para ombrear com quaisquer clássicos do futebol mundial. Claro que a míngua financeira traz um menor investimento no centro das defesas ou no número de atacantes de top, mas é essa dificuldade em aceder às receitas necessárias para manter a competitividade a nível intemacional que leva a este saudável clima de segurança. Se a sensação de segurança e festa em torno de um dos mais belos espetáculos do Mundo puder prolongar-se ao longo de épocas, o negócio-futebol poderá florescer e atrair famílias inteiras para partilhar o deleite de puxar pelo seu clube nas bancadas. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) O ponto atual leva-nos a algumas conclusões definitivas. Serão sete mandamentos para mudar e modernizar o futebol profissional em Portugal:
1 - Os clubes portugueses de futebol profissional precisam de financiamento privado;
2 - Os clubes portugueses de futebol profissional precisam de saber rentabilizar esse investimento por forma a serem placas giratórias de jogadores de nível internacional e que poderão garantir alto nível competitivo e a conquista de mais valias financeiras para o clube e para os investidores;
3 - Os clubes portugueses de futebol profissional terão de saber ter uma estratégia adequada a essa realidade e de saberem mudar o paradigma do negócio, admitindo os novos investidores como parceiros do seu crescimento;
4 - Os investidores devem ser devidamente auditados e escrutinados e devem reger-se sob regras específicas criadas pelo estado de direito;
5 - Os clubes portugueses de futebol profissional devem criar as melhores condições para terem uma formação de excelência que permita, da parte dos investidores, confiança e altas expectativas quanto aos resultados;
6 - Os clubes portugueses de futebol profissional devem perceber que se torna essencial manter, apesar das significativas mudanças, uma personalidade coletiva que permita que os adeptos se revejam cultural e historicamente no seu clube;
7 - Os clubes portugueses de futebol profissional devem alterar urgentemente o modelo competitivo, tornando profissionais as provas que ainda têm características do mais injustificado amadorismo.
»

Dia 14

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «(...) 3. Mas, hoje, num Dragão esgotado, e com a devida paixão imanente e permanente, teremos mais um clássico do futebol português. Não sei quem estará mais pressionado. Sei que será o clássico com mais brasileiros nos onzes titulares de ambas as equipas. E com a língua castelhana, igualmente, a estar bem representada. E com raros portugueses a pisarem o relvado. Porventura, tão só, André Almeida nos vinte e dois iniciais. Sei que o Benfica tem de ter cuidado e respeito. E ser relativamente ousado. O Porto não é imbatível. O Benfica tem jogadores e tem equipa para mostrar, no Dragão, que é uma forte equipa na Europa do futebol. Recorro ao treinador holandês Leo Beenhakker: «Em futebol qualquer um pode ganhar - futebol não é matemática». Graças a Deus não é matemática!»

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo, em A Bola; «(...) 4. Não se revela suficiente, por exemplo, a norma do seu regulamento de competições que afirma que nas situações de cedência de utilização temporária de um jogador, por parte do clube a que se mostre contratualmente vinculado a um outro clube, são nulas e de nenhum efeito quaisquer cláusulas, ainda que estabelecidas ou acordadas entre as partes intervenientes, e nomeadamente entre clube cedente e clube cessionário, que, por qualquer forma, visem limitar, condicionar ou onerar a livre utilização do jogador em causa por parte de clube cessionário na vigência do período de cedência temporária. (...)»

Vítor Baía - Ex-Internacional, no Record; «(...) E se pensarmos no que carateriza o FC Porto nas últimas três décadas, podemos cair na tentação de apontar um favorito: quando depende de si para virar classificações, o clube costuma ser afirmativo. Especialmente jogando perante os seus adeptos. Dizer quem vai ganhar é, como referi, especulativo. Seguro é que o FC Porto tem um histórico que permite potenciar as conclusões que aqui citei. E tem qualidade para o conseguir.»

Dia 15

Alexandre Pais - Ex-Director do Record; «(...) Tendo sido muito por Lima que o Benfica ganhou a partida, não foi por Marcano que o FC Porto a perdeu. Independentemente do mérito dos encarnados, as responsabilidades pela derrota bem podem os azuis e brancos atribuí-las não só ao azar de Jackson - com dois remates de cabeça à barra em quatro minutos! - mas também às limitações de Fabiano, que sendo um bom guarda-redes não é um grande guarda-redes. Se num golo ficou especado na sua área de ação, no outro largou a bola e permitiu a recarga de Lima, sempre ácido, sempre a 100 à hora, sempre em jogo. Não sei se Helton já desistiu ou se voltará a ser Helton, o que sei é que Júlio César fez do Benfica um Benfica muito melhor. Como ontem se viu. »

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «Quando voltarem os jogos das competições europeias o futebol português só vai ter o Sporting na Liga Europa e o Porto na Champions. É pouco e vai ter outras consequências no ranking da UEFA.
Teremos muitos jogadores e treinadores portugueses em ação. A nossa escola de treinadores é conhecida e reconhecida internacionalmente, bem como a qualidade dos nossos jogadores. Uma palavra para os resultados positivos de Estoril e Rio Ave na Liga Europa. Frente ao Panathinaikos o Estoril conseguiu um empate e o Rio Ave venceu com autoridade o Aalborg. José Couceiro e Pedro Martins terminaram com brilho esta aventura europeia, aumentando a experiência internacional destes emblemas geridos com rigor nos últimos anos. (...)
»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Kuca, profissional de futebol cabo-verdiano que representa o Estoril-Praia, sentiu necessidade de mostrar o seu apoio aos compatriotas da Ilha do Fogo, que sofrem com o vulcão que entrou em erupção e está a provocar uma destruição sem precedentes.
Fê-lo mostrando uma camisola onde tinha inscrita uma mensagem simples, «Ajudem a Ilha do Fogo», que deveria ter-lhe valido um louvor da Liga e da FPF. Porque o futebol deve ser solidário e inclusivo e as boas causas nunca podem ficar fora das quatro linhas. Porém, o que aconteceu foi que, deitando mão de regulamentos retrógrados, a disciplina do futebol foi lesta a castigá-lo com uma multa de 3.800 euros. Desatenta e relapsa noutras circunstâncias, aqui foi zelosa e diligente, privilegiando a letra da lei e esquecendo os princípios fundadores do futebol. O que só lhe fica mal, aliás... (...)
»

Dia 16

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Luís Filipe Vieira soube resistir à venda de Enzo este verão. Foi apenas uma das muitas decisões vitais para o sucesso que os encarnados estão a conseguir na Liga. Da mesma forma que vendeu Rodrigo e André Gomes por 45 milhões ou Markovic por 25, negócios demasiado bons para serem verdade nos tempos que correm. A isto juntou novos investimentos. Muito criticados por alguma opinião próxima do treinador, alguns desses pernetas mostraram no adeus à Champions que afinal poderão não ser assim tão maus. Mas não é só aqui que Vieira merece destaque. A intervenção que teve no balneário após a derrota na Rússia foi de classe. Transformou um mau momento numa espécie de catarse que o plantel soube absorver. Em vez de arrasar o grupo que sabia ter falhado, o presidente deu a mão, apoiou e manifestou confiança nas futuras batalhas. Pode até ser coincidência, mas a verdade é que, desde então, o Benfica não voltou a sofrer golos e só empatou com o Bayer. Luís Filipe Vieira demorou, sim, mas hoje lidera uma estrutura oleada. Escolheu gente competente. Domingos Soares de Oliveira nas finanças, Rui Costa no futebol e João Gabriel na comunicação e estratégia. Não reconhecer que na Luz mora um clube forte e diferente com este presidente já não é só cegueira, é estupidez.»

Nuno Santos - Jornalista no Record; «(...) Lembrei-me de Pedroto quando, no domingo, vi Oliveira, com o desassombro de quem sempre diz o que pensa, explicar que "com Jesus a treinar esta equipa o Porto já tinha 10 ou 12 pontos de avanço". António Oliveira disse em voz alta o que muitos portistas dizem à boca pequena, somando, a este argumento principal, uma chuva de críticas a Lopetegui, acusado de, além da incapacidade técnica para gerir um plantel de grande qualidade, ter um discurso irrealista. António Oliveira é um homem demasiado inteligente e nunca dá ponto sem nó. Já na época passada - e o plantel era diferente, para pior - tinha sido muito crítico de Paulo Fonseca, criando a imagem do piloto que não estava preparado para conduzir um Ferrari. Ao colocar-se como uma consciência crítica, sem nunca afrontar diretamente o presidente e muito menos o seu legado, posiciona-se para o futuro. Ele dirá que não, e nós cá estaremos quando chegar o momento. (...)»

Sidónio Serpa - Professor Universitário, em A Bola; «Os holofotes internacionais sobre utilizadores de doping circulam. No tempo da Guerra Fria o Leste europeu recebeu luzes especiais. Após a queda do muro, a China emergente no desporto e economia mundial ficou em destaque, juntando-se, convenientemente, o facto de aí actuarem treinadores provenientes do bloco comunista. É agora a vez da Rússia quando o Ocidente aperta o cerco, no que parece ser a segunda edição da Guerra Fria, aproximando-se das fronteiras que durante décadas têm demarcado zonas de influência político-militar ocidentais e russas. A imprensa vai dando conta de alegados sistemas de utilização sistemática de substâncias dopantes por atletas russos, visando os pódios das grandes competições. (...)»

Dia 17

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) Com pouco mais de um terço do campeonato, ainda há muito a percorrer. Todavia, o Sporting está já fora da corrida e restam os dois do costume. O Moreirense não teve procuração do SLB para responder ao vídeo da saudade dos 7-1 de há 28 anos, mas contribuiu para aquela festiva celebração da efeméride.
Dos 3 grandes, o Benfica venceu 85% (11 em 13) dos jogos. O Porto não ganhou 39% (5 em 13). E o Sporting, 54% (7 em 13).
»

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Com mais ou menos sorte, com mais ou menos bolas no poste ou lá o que quiserem, melhor ou pior jogado, o clássico do Dragão resume-se a esta principal ideia: tratou-se de uma grande vitória de Jorge Jesus ou, se acharem melhor, de uma grande derrota de Julen Lopetegui. Jorge Jesus age e reage; Julen Lopetegui não; o primeiro inova e surpreende; o segundo não; e, assim sendo, os números na classificação não enganam: o Benfica tem mais seis pontos, o que é muito, e a tendência é para que esse fosso se agrave; e todos percebemos porquê... A não ser que o mercado de janeiro pregue uma valente rasteira a Jorge Jesus. Já Julen Lopetegui vai ter de recuperar psicologicamente a sua equipa e reconquistar a confiança dos adeptos, que foi abalada com severidade pelas derrotas na sua própria casa contra os dois grandes rivais de Lisboa. Uma missão que se apresenta bem difícil.»

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Excetuando o início do jogo e os minutos finais, a equipa do Porto viu-se enredada numa teia de que raramente conseguiu libertar-se. Esta vitória é psicologicamente importantíssima, porque o Benfica vai começar 2015 como líder. Caso o Porto ganhasse, saltaria para a frente - e, como muitos esperavam, depois de se ver em 1.° embalaria para o título.
Mas a procissão ainda vai no adro. Lopetegui tem alguma razão ao afirmar que, depois desta derrota, ainda está mais convencido de que será campeão. Porque o Porto mostrou ser mais forte. Mas não fica bem a Lopetegui dizê-lo... E há que lembrar duas coisas. Primeira: foi a vitória sobre o Porto na Luz por 2-0, há um ano, que lançou o Benfica para a vitória no campeonato. Segunda: por esta altura, Paulo Fonseca dizia: "O que posso prometer é que em maio estaremos à frente". Ora, nem o Porto estava à frente nem ele estava no Porto.
»

Dia 18

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «A linguagem futeboleira é muitas vezes hiperbólica e adulatória, o que não é um problema em si mesmo e até pode ajudar a colorir e retratar uma atividade que se pretende lúdica e prazenteira. O problema é quando, à conta disso, se força em demasia a situação e se acaba por cair no agigantamento dos méritos ou na overdose da censura. O último FC Porto-Benfica provocou um misto das duas situações. Jorge Jesus foi elevado à oitava maravilha do futebol moderno e Julen Lopetegui reduzido a uma cavalgadura tática. Tudo isto num jogo em que os treinadores das duas melhores equipas portugueses tiveram, é certo, os seus méritos e as suas heresias, mas em que nenhum deles acabou por ser verdadeiramente o fator diferenciador do desfecho do duelo. A palavra não existe no dicionário, mas em Espanha chamam "resultadismo" a um panorama em que os confetes e as ferroadas são distribuídos de forma linear e apenas em função do que regista o marcador do estádio. (...)»

Leonor Pinhão - Jornalista em A Bola; «(...) Pinto da Costa foi visitar à prisão o ex-primeiro ministro detido. Que bom. É que, muito simplesmente por não gostar de ver o envolvimento de símbolos do meu clube com a política e com a justiça, fiquei um bocadinho incomodada com a visita dos populares adeptos benfiquistas, 'Barbas' e Jorge Máximo, ao ex-primeiro ministro detido. Respeitando, como é óbvio, todas as vontades e sem fazer juízos morais. Agora com a visita de Pinto da Costa pelo menos neste capítulo já estamos empatados.
Que alívio.
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Picante Benfica-SC Braga, hoje, em bota fora da Taça de Portugal. Picante por a única derrota do Benfica no campeonato ter sido em Braga. E pela evidência de a equipa de Sérgio Conceição ter deixado para trás medíocre início de temporada, nas últimas semanas mostrando crescendo de capacidade competitiva claramente ao assalto do 3.º lugar da Liga ainda ocupado pelo tão surpreendente V. Guimarães onde Rui Vitória continua a fazer milagres com plantel cuja quantidade de qualidade é bem inferior à do eterno rival minhoto. (...) »

Dia 19

António Magalhães - Director do Record; «Quando o Benfica empatou na Luz com o Bayer Leverkusen, utilizando um onze formado quase em exclusivo por jogadores da segunda linha, li e ouvi vários comentários que enalteciam a valia desses mesmos futebolistas, com alguns deles a serem colocados na posição de destratados pelo treinador. Quem "leu" dessa forma o desempenho do Benfica na despedida da Liga dos Campeões 2014/15 não percebeu bem o que se passou no relvado. Ou não quis perceber. Os alemães foram macios. Deixaram que as segundas linhas encarnadas se entusiasmassem ao ponto de conseguir, por largos períodos, ligar boas ações ofensivas. Não pressionaram. Não asfixiaram como em Leverkusen. Com espaço e tempo, um jogador mediano eleva a qualidade da prestação. Mas as fragilidades estavam ali expressas... para quem as quis ver. (...) »

João Bonzinho - Jornalista de A Bola; «(...) Apesar dessa vitamina trazida do Dragão, o Benfica acaba de perder a possibilidade de defender o título na Taça de Portugal. Perdeu para um Braga muito competitivo - que derrotou os encarnados pela 2.ª vez esta época -, perdeu para um adversário que cresce cada vez mais à imagem da fibra, coragem e determinação de um treinador que sempre teve isso como jogador, perdeu porque esteve mais frágil defensivamente - sem Luisão, sem Samaris, depois sem Enzo, com pouquíssimo tempo de Talisca e até sem o lutador incansável que é Salvio - mas perdeu, sobretudo, porque não foi capaz de ter cabeça mais tempo do que teve coração e perdeu, deus do céu, porque falhou muito golo!, e porque Jonas falhou muito golo!, e porque o guarda-redes do Braga evitou muito golo! (...)»

Luís Fialho - Colunista de 'O Benfica'; «Puxemos o filme atrás, até à pré-época, até às 6 derrotas nos 7 jogos de preparação que antecederam a Supertaça, e ao cepticismo com que muitos olhavam para a debandada de jogadores como Oblak, Garay, Siqueira, Markovic, André Gomes, Rodrigo ou Cardozo. Recordemos o que então se disse. Depois de anos sucessivos em que um forte investimento na equipa escancarava as portas à esperança, o último Verão parecia deixar-nos uma amarga sensação de fim de festa: por motivos vários, o Benfica deixaria inevitavelmente a dianteira do panorama futebolístico nacional, devolvendo-a ao todo poderoso, e reinventado, FC Porto. Confrontemos com a realidade actual. 11 vitórias em 13 jogos do Campeonato, 6 pontos de vantagem para o 2.° classificado, e vitória categórica no reduto do principal adversário. Nem os mais optimistas julgariam possível tão eloquente desempenho. Mas ele aí está, e tem um nome: Jorge Jesus. (...)»

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