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Newsletter N.º 211

Na abertura da 4.ª jornada, o Benfica deslocou-se a Setúbal para disputar uma partida que costuma ser tradicionalmente difícil. Desta vez, contudo, não foi, pois um grande golo de Salvio ainda no madrugar da partida lançou os encarnados para uma exibição tranquila que acabou por dar em goleada.

No lote dos candidatos ao título seguiu-se o Sporting que voltou a manter a bitola ao empatar em casa com o Belenenses. Afinal os leões, apesar de já terem registado 3 empates em 4 jornadas ainda não perderam, com a particularidade de terem conseguido empatar em casa do Benfica.

O último a entrar em cena foi o FC Porto. Deslocação difícil a Guimarães que acabou na perda dos 2 primeiros pontos pelos portistas. A arbitragem esteve na berlinda.

Começaram os campeonatos das várias modalidades com esperanças renovadas; No Futsal conseguimos ultrapassar o difícil obstáculo do Fundão que tinha sido a nossa besta negra na temporada passada, e a equipa feminina continua a marcar pontos. Por sua vez o Andebol, na 2.ª jornada, baqueou de forma concludente perante o Sporting. Está complicado acertar o passo nesta modalidade...

Competições europeias: Expectativa na Luz que acabou por durar escassos 20 minutos. Péssima entrada no jogo do Benfica, erros em catadupa, expulsão do guarda-redes e depois longos 75 minutos a jogar com 10. Mesmo assim foi consolador ver o esforço desses 10 que devia e merecia ter sido recompensado. Palmas também para os adeptos que souberam reconhecer o constante remar contra a maré com forças desiguais.

Por sua vez as outras duas equipas portuguesas nos jogos que fizeram contra as piores equipas dos respectivos grupos, obtiveram resultados diferentes; o FC Porto goleou e o Sporting não foi além de um empate.

Na Liga Europa dois jogos duas derrotas, o que tudo somado faz-nos lembrar a edição do ano passado. Esperemos que a 2.ª jornada seja melhor para as equipas portuguesas.


Dia 13

Octávio Ribeiro - Director do 'CM' no Record; «(...) Quando a equipa atacava, Talisca ficava a par do trinco, descaído para um dos flancos. Na conquista da bola, Talisca não mostrava ponta de agressividade, e ainda não tem a necessária para que o Benfica, com ele em jogo, possa aspirar a fases de pressão alta como exigem os mais duros embates internacionais, ou mesmo nacionais.
Mas Talisca tem muito talento. Tornar este virtuoso canhoto num jogador capaz de brilhar na Europa é um desafio extraordinário para Jorge Jesus.
E não são três golos a este fraquíssimo Vitória de Setúbal que fazem a primavera. Agora que está para chegar o inverno.
»

Rui Santos - Jornalista no Record; «A incompetência revelada no Mundial já fez três baixas: dois médicos e o seleccionador. A verdade, porém, é que a incompetência é, também, manifestamente directiva - e, desse ponto de vista, ainda não houve consequências. Ambas as partes não quiseram revelar quem despediu quem. Percebe-se. Ninguém quer ficar demasiado comprometido e, já agora, talvez fosse importante a uma organização como a FPF, que gere e utiliza dinheiros públicos, ter mais cuidado com os contratos. Esta estória das indemnizações, no futebol, começa a ter contornos de imoralidade. (...) »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Benfica reorganiza a sua primeira equipa de futebol. Passo a passo, vai fazendo esquecer a desastrada pré-época que pôs em pânico os benfiquistas. Ter decidido manter Enzo Pérez, Gaitán e Salvio, o trio de pilares em talento extra que restava depois da grande enxurrada de despedidas, foi crucial em impor certa pausa na firme ideia de estar lançadíssimo para catástrofe. E quando, à última hora, contratou o grego Samaris e o italiano Cristante, preenchendo enorme vazio no quadro de médios, percebeu-se que, afinal, o campeão não desistira de a sério defender o seu título. Confirmação feita anteontem, já em tempo de prolongamento, ao reforçar, com o brasileiro Jonas e como Jorge Jesus naturalmente suplicava, a zona central do ataque, tão debilitada pela perda de Rodrigo e Cardozo. (...)»

Dia 14

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo em A Bola; «(...) 3. A concretizar-se esta intenção, na AG da SAD (do Sporting), em termos jurídicos jogar-se-á, nos tribunais, num recinto próprio: o da responsabilidade de membros da administração para com a sociedade. Tem até nome inglês: 'business judgment rule'. Eis, em breve, a sua expressão no Código das Sociedades Comerciais: os gerentes ou administradores respondem para com a sociedade pelos danos a esta causados por actos ou omissões praticados com preterição dos deveres legais ou contratuais, salvo se provarem que procederam sem culpa. Mas: a responsabilidade é excluída se alguma das pessoas referidas provar que actuou em termos informados, livre de qualquer interesse pessoal e segundo critérios de racionalidade empresarial. (...) »

Paulo Montes - Jornalista de A Bola; «(...) É claro que há pressões, conversas de orelha e outros argumentos que talvez influenciem a eleição. O que temo é que, no final, quando for anunciado o substituto de Paulo Bento, voltem a debate o real poder de Jorge Mendes e a real importância da opinião de Cristiano Ronaldo. Porque, neste meio pequeno e cada vez mais global, o próximo selecionador, nacional ou estrangeiro, será sempre alguém do conhecimento, da amizade e, quem sabe, até, do escritório da Gestifute. E, aí, pela certa, da derrota nascerá outra vez a polémica. Que mania!»

Ricardo Costa - Professor de Direito da Universidade de Coimbra; «(...) A actual administração da Sporting SAD anunciou a proposta de accionar civilmente os anteriores administradores Godinho Lopes, Luís Duque e Nobre Guedes, assim como Carlos Freitas (pelo exercício análogo de funções de administração), levando essa proposta à assembleia dos accionistas da SAD. Em cima da mesa, na óptica da actual administração, estão a violação do cuidado exigível aos administradores e a falta de "racionalidade empresarial" na renovação contratual de Izmailov e na aquisição de Jeffren e Rodríguez, assentes, em globo, (i) no custo dessas operações em face da débil situação financeira da SAD, (ii) na duração dos contratos, (iii) no histórico disciplinar, (iv) na recorrência de problemas físicos e na propensão dos atletas para lesões e até (v) na sua escassa utilização desportiva. Pelo meio, uma alegada desconsideração pelos pareceres dos médicos, os montantes avultados das comissões de intermediação e a exploração dos "direitos de imagem". Nestes termos, um processo que poderá ditar regras para as actuações futuras das "sociedades desportivas" (...)»

Dia 15

Alexandre Pais - Jornalista, no Record; «(...) Afastado finalmente o último mártir, estamos em plena época de caça ao nome do selecionador que se segue, o tal a quem caberá a magna tarefa da renovação da equipa nacional, ainda que ninguém tenha a coragem de indicar o sentido dessa renovação e com que jogadores a faremos, sem ser deixar Antunes em Málaga e chamar Eliseu, tirar João Pereira e recuperar o enorme lateral em que se transformou Bosingwa, manter Éder em Braga e convocar Edinho, ou recorrer a veteranos seguros como Tiago ou Ricardo Carvalho - mas então tratar-se-á de tudo menos de renovação. Se fosse eu a escolher, apostaria na sabedoria de Jesualdo Ferreira ou optaria pela inteligência de um Rui Costa ou de um Vítor Baía. Mas como até já se fala de Mancini, a hora é de tremer e de rezar.»

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «(...) Muito se tem falado e escrito sobre o futuro das seleções e sobre o trabalho que é feito, ou não. Os resultados falam por si no que diz respeito aos sub-17, 20 e 21, Estes jovens precisam e merecem oportunidades pois já mostraram qualidade e vontade de vencer. Infelizmente poucos acreditam no potencial destes jovens e alguns nunca chegam a ter oportunidade de mostrar o seu real valor, sendo trocados por jogadores de outros países sem a qualidade desejada. As oportunidades são fundamentais, mas para isso é preciso alterar mentalidades... Eu acredito... »

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) E agora, quem deve ser o senhor que se segue? Ser selecionador de Portugal não é tão sedutor como já foi. Digo mais: é preciso recuar à campanha de qualificação para o Mundial de 1994 para encontrar uma situação qualitativa semelhante, com a agravante de há 20 anos haver uma excitante geração mundialista pronta a entrar em cena, enquanto que agora os bons valores jovens não têm a mesma possibilidade de progressão nos seus clubes. O nome de Fernando Santos surgiu de forma natural, mal se soube que Paulo Bento tinha saído. Mas está castigado pela FIFA (oito jogos que é possível que venham a ser reduzidos) e isso é um entrave. Até que ponto deve ser essa circunstância impeditiva? Creio que, mesmo com um adjunto no banco, estamos perante uma boa solução. A missão é difícil, há muito que fazer e Fernando Santos tem as qualidades necessárias. »

Dia 16

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Não é nada fácil a tarefa do Benfica na Champions, aliás, como a de Sporting e FC Porto. Ainda assim, o grupo do campeão, pode dizer-se, é o mais equilibrado. Sem nenhum papão galático, mas também sem uma formação claramente acessível. Para uma equipa em reconstrução, como é a liderada por Jorge Jesus, a estreia com o Zenit ganha assim uma importância acrescida. Bater os russos em casa é importantíssimo para sonhar com o apuramento. Só que este grupo construído por AVB tem muita classe e talento à disposição. Talvez por questões culturais, nem sempre consegue materializar essas características em vitórias e bom futebol. Mas trata-se sempre de um adversário complicadíssimo. Aos homens da Luz pede-se paciência e inteligência num jogo em que tudo é possível. (...) »

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário no Record; «Depois da avalanche de saídas e de incertezas que marcou o defeso, o Benfica podia ter optado por uma resolução dos seus problemas assente na mudança de ciclo. Não o fez e escolheu a solução conservadora. Manteve os princípios de jogo e procurou encontrar para cada posição jogadores que fossem clones dos que deixaram o clube. A opção está a resultar. Claro é que até ao fecho do mercado houve vários espectros a pairar: as saídas de jogadores-chave e as entradas demasiado tardias de alternativas competentes, para não falar de uma mão-cheia de contratações inexplicáveis. O atraso no planeamento teve, aliás, consequências: esbanjámos dois pontos contra o Sporting, em importante medida porque os reforços não vieram a tempo. (...)»

Sidónio Serpa - Professor Universitário, em A Bola; «(...) Os treinadores encontram-se entre os especialistas cuja escolha deve ser bem assente em critérios racionais, centrados na competência, experiência relativa ao nível onde trabalhará e características pessoais, levando em conta as tarefas a desempenhar e o contexto onde actuam. A experiência do treinador não pode estar em nível inferior ao dos discípulos que, viajando e trabalhando em centros de topo, são conhecedores das tecnologias e metodologias mais evoluídas. O orçamento previsto para salários deve considerar os dos atletas, muitas vezes elevadíssimo, bem como os dos diversos especialistas. Entre estes, o treinador, que é o líder, não pode ter constrangimentos quantitativos superiores aos dos atletas. É que dele dependerá a capacidade de optimizar os recursos pessoais e colectivos ao dispôr. Só um treinador de topo pode treinar atletas de topo. Apenas gestores amadores escolheriam técnicos de sub-elite para treinar a elite.»

Dia 17

Eduardo Barroso - Adepto leonino em A Bola; «(...) Mas estou sempre a aprender. Nunca mais me ouvirão falar em erros dos árbitros, roubos de igreja, ou subconscientes impreparados. Longe de mim dividir ou classificar os erros em legítimos ou grosseiros, ou falar de campos inclinados. A partir de agora, e porque o meu amigo Miguel me ensinou, e ele sabe de imensas coisas, acabaram-se os erros, vai haver apenas EQUÍVOCOS. Equívocos que têm perseguido o meu Sporting nos últimos anos e que ainda no ano passado nos puseram fora da Taça de Portugal e nos tiraram da luta pelo título mais cedo. Chamei-lhes erros grosseiros e chamaram-me Calimero e queixinhas. Agora passarei a chamar-lhes EQUÍVOCOS, e serei considerado um intelectual bem formado. Sem rancores. »

Jorge Barbosa - Editor-Chefe; «Rotule ou não Pinto da Costa a questão de estúpida, é evidente que há um "caso Quaresma", que se tornou público no preciso momento em que Lopetegui decidiu tirar-lhe a braçadeira de capitão. A julgar pelo que se sabe, que não é muito, a atitude do jogador, em Lille, foi reprovável ao não se ter solidarizado de corpo inteiro com a equipa, num momento em que a primeira grande vitória da época estava praticamente garantida. Lopetegui agiu em conformidade fazendo o que achou melhor, e optou por entregar - e muito bem - tão alta responsabilidade ao grande profissional que é Jackson Martinez. Talvez Lopetegui tivesse estado mal, antes, quando viu em Quaresma características para tal distinção. Não tem essas, parece óbvio que as não tem, mas possui outras, que, pelos vistos, ainda não foram descobertas pelo treinador do FC Porto. (...)»

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) O Benfica prometia ser o grande flop do campeonato. Afinal, está melhor do que na última época. E o intrigante é que, tendo perdido metade da equipa titular (Oblak, Garay, Siqueira, Rodrigo e Markovic) e não contando com Fejsa e Amorim por lesão, parece jogar com os mesmos do ano passado... É um milagre de Jesus da multiplicação dos jogadores! Lá fora, o Real Madrid prometia ser imbatível. Fez contrataçães milionárias, parecendo querer secar tudo à sua volta. Também aqui chamei a atenção para as fragilidades deste comportamento de novo-rico. Tem duas derrotas em três jogos e já há notícia de mal-estar entre Ronaldo e James! Curiosamente, a Champions contrariou por completo estas primeiras impressões das ligas nacionais. O Real Madrid tirou a barriga de misérias; e Villas-Boas, de parceria com Hulk, esfacelou mais uma vez Jorge Jesus e o Benfica no Estádio da Luz. Adiante-se que, na Liga dos Campeões, penso que o Benfica está a lutar apenas por fugir ao último lugar e qualificar-se para a Liga Europa. Mais será quase impossível.»

Dia 18

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) Aliás, nesse sentido, já se tinha percebido nos jogos anteriores que as trocas posicionais entre Talisca e Gaitán acabam por ser uma forma de Jesus, mesmo sem o admitir, ir um pouco ao encontro daqueles que, como nós, defendem que o Benfica ganharia estabilidade com a utilização do argentino em terrenos mais centrais, subtileza que tem a vantagem de disfarçar a inferioridade numérica com que, por vezes, se debate no miolo. Nesta zona, Samaris impõe a qualidade do seu futebol, mas nota-se a falta de dentes de serra. E essa falta de agressividade terá ajudado a que o Zenit tenha sido a equipa com mais posse de bola (54%) e percentagem de êxito nos passes (91 %) entre todos os jogos da Champions realizados anteontem. Ao invés, entre os 14 clubes em questão, o Benfica foi o que logrou menor número de interceções (apenas sete), o que denota uma flagrante incapacidade para antecipar as ações. Jorge Jesus volta a ter muita e boa matéria-prima. Mas tem muito trabalho pela frente. »

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado, no Record; «Ezequiel Garay tem lugar em qualquer das melhores equipas da Europa. Por que carga de água foi então jogar para a Rússia? A resposta é simples. Porque paga muito menos impostos. Com o dinheiro da Gazprom e um ambiente fiscal muito favorável a estrangeiros residentes, o Zenit conseguiu vir roubar os melhores jogadores às equipas portuguesas e explanar a sua classe, como aconteceu no Estádio da Luz. Assistimos, pois, a este paradoxo, que é o de o Benfica vender os seus melhores jogadores ao Zenit e não obstante querer ganhar-lhe, mas, como vimos, sobre o paradoxo prevaleceu a lógica. E até me custa falar do Danny, mais um péssimo negócio que o Sporting fez, ao vendê-lo, em 2005, por 2 milhões de euros ao Dínamo Moscovo, que pouco tempo depois o vendeu por trinta (!) ao Zenit. E ainda teve de repartir com o Marítimo... (...)»

Hugo Vasconcelos - Jornalista de A Bola; «(...) Um dia depois, olho para Montero a entrar em campo nos descontos, para o lugar de Slimani, na Eslovénia, e percebo que o colombiano preferia não ter entrado. Foi pouco tempo? Foi. Mas foi o suficiente para Zahovic, que não entrara tanto tempo antes, fazer o empate. Montero, vê-se até na forma como corre, não acredita que esteja a fazer alguma coisa dentro de campo.
Um pouco antes, vejo Aboubakar a entrar em campo contra o BATE. Menos de meia hora que chegou para se estrear a marcar - Lima e Montero, por exemplo, já levam 549 e 191 minutos oficiais em branco esta época. As circunstâncias ajudaram. Mas no domingo anterior, em Guimarães, também entrando em cima do final, chegou a assustar. Vejo a garra com que entra em campo e tenho a certeza: o golo não há de tardar.
Marco Silva está preocupado com os erros defensivos. É bom que se preocupe, mas não tanto como com as falhas na finalização. A uma média de um golo por jogo, por muito que melhore a defesa, vão ser mais os empates do que as vitórias.
»

Dia 19

António Oliveira - Ex-Seleccionador Nacional no Record; «(...) O sucesso do Benfica no ano passado não está alheio a esta questão. Jogadores como Salvio, Gaitán, Markovic e Rodrigo, em determinados momentos, foram a linha-mestra das vitórias encarnadas, ao transformar momentos de inspiração individual em jogadas de golo, que valeram pontos e funcionaram igualmente como um tónico anímico que embalou a equipa para uma maior confiança e qualidade de jogo.
Neste defeso, o Benfica viu partir alguns dos seus elementos mais talentosos, mas ficaram Gaitán e Salvio, que, com Enzo Pérez, formam uma espinha dorsal de um meio-campo ofensivo capaz de causar estragos e muitas dores de cabeça aos adversários. E a eles junta-se também Anderson Talisca um médio que Jorge Jesus está a moldar e que promete vir a ser uma peça importante nas águias, dado o seu faro de golo e inteligência no envolvimento no jogo ofensivo. (...)
»

Luis Fialho - Colunista de 'O Benfica'; «(...) 2. O desporto feminino está em alta no nosso Clube. Com vários troféus conquistados no Hóquei em Patins, no Futsal, no Râguebi, e também no Basquetebol, as nossas meninas têm interpretado bem a mística benfiquista, mostrando ao país que a grandeza do Benfica não escolhe sexos. Trata-se de uma aposta certeira da Direcção encarnada, que vai de encontro à enorme margem de crescimento que o desporto feminino ainda possui. Não me admiraria que, dentro de alguns anos, a popularidade destas competições rivalizasse com as suas correspondentes do sector masculino, trazendo novos adeptos, e adeptas, aos pavilhões, enchendo-os de beleza e fervor clubista. O Futebol, com a sua especificidade, terá de esperar. Mas o Voleibol e o Andebol podem, e devem, ser apostas para breve. (...)»

Sílvio Cervan - V.P. do SLB em A Bola; «(...) Quem gosta de futebol não esquece. Fez muito bem o Benfica em não falar de arbitragem nesse jogo, o Zenit foi melhor e mereceu ganhar. Agora há que ganhar o jogo mais importante da semana, contra o Moreirense no domingo. Fazer uma boa prova europeia pode ser a cereja no topo do bolo, mas o bolo é ser campeão e de nada serve a cereja sem o bolo. O campeonato terá uma luta intensa e acesa até ao fim. O FC Porto, como sempre disse, será muito forte, e em Guimarães viveu-se uma excepção da equipa azul e branca. Mesmo com 18 clubes, quem quiser ser campeão este ano, não poderá perder muitos pontos e, por isso, contra o Moreirense os três pontos serão decisivos. O Moreirense é uma das boas surpresas deste campeonato e só um Benfica de topo evitará surpresas. As notícias dão Júlio César na baliza do Benfica no domingo, numa semana em que Roberto (Olympiakos) foi melhor que Oblak (Atlético Madrid) e, por isso, o futebol é um desporto único. »

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