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Newsletter N.º 250

A Selecção Nacional venceu a Arménia tangencialmente fruto dos 3 golos de Ronaldo e de dois golos arménios dos quais Rui Patrício não está isento de culpas. O importante no entanto era vencer pelo que o objectivo foi conseguido.

Por sua vez, na Nova Zelândia, os Sub-20 ficaram pelo caminho devido à tremenda falta de eficácia frente ao Brasil.

Nas modalidades, mais novidades e títulos: Atletismo, Futsal e Hóquei em Patins feminino, voltaram a conquistar títulos com a particularidade de nalguns casos configurarem 'dobradinhas' e até 'plenos'. Estão todos de parabéns.
Finalmente, para descanso de alguns, Rui Vitória foi apresentado. Mãos à obra para que os êxitos possam surgir!


Dia 13

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Vendo bem as coisas nem é pedir muito, apesar das nuvens que as estatísticas transportam. É verdade que nunca tivemos sucesso na Arménia, mas também nunca lá perdemos: dois empates, um no tempo de Artur Jorge, outro no de Scolari. À terceira é de vez: ganhar! Fernando Santos anda em 'maré alta'. Continua a não estar autorizado a ficar no banco de suplentes, mas os jogadores sentem-se motivados pela força de acreditar que lhes comunica. Apesar de ter de seguir o jogo à distância... »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Ninguém pode dizer que o novo treinador dos leões não é um homem corajoso. Demonstrou-o em muitas ocasiões nos últimos anos e fê-lo agora, de novo, com a mudança para o rival e com tudo o que isso implica. Por várias razões - e elas são realmente diversas - Jesus chega a esta fase da carreira com uma lista apreciável de inimigos. Três deles são muito recentes: Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica; Jorge Mendes, o superagente; e José Mourinho, o melhor treinador do Mundo. Provavelmente, e com a devida licença de Pinto da Costa, estão aqui as três figuras mais poderosas do futebol português. JJ vai precisar de ter sorte. »

Rui Santos - Jornalista, no Record; «(...) Este desafio é, também, um teste à natureza da liderança de Vieira. Em diversos momentos, esteve escondido. Atrás de José Veiga e Rui Costa, primeiro e, agora, de Jorge Jesus. Este parece ter sido o momento escolhido - a um ano de eleições, sensivelmente - para Vieira redefinir o regime. Rui Vitória foi o escolhido para dar corpo a um regime presidencialista. O presidente primeiro; a estrutura a seguir; o treinador em terceiro lugar.
O risco é grande? É! Pode ser um fracasso? Sem dúvida. Mas é também, contabilizando os riscos, um grande desafio. Para a "estrutura" e para Rui Vitória, mas principalmente para Vieira que um dia quererá deixar o Benfica, com contas equilibradas, com todas as promessas cumpridas e, também, com a imagem de líder perfeitamente reconhecida.
»

Dia 14

António Magalhães - Director do Record; «(...) Benfica e Sporting estão a discutir o título de futsal que hoje pode conhecer a decisão final. Já se disputaram três jogos em pavilhões onde a adrenalina cresce com a temperatura das emoções. Não se registou um único incidente, isto apesar dos clubes estarem de relações cortadas e a transferência de Jesus poder ser fator de potencial conflito. Através dos meios oficiais, os clubes tiveram comportamento edificante e de grande desportivismo, enquanto os adeptos apoiaram as suas equipas. Esperemos que o dia de hoje (e eventualmente mais um) confirme tudo aquilo que aqui ficou escrito.»

Fernando Seara - Adepto benfiquista em A Bola; «(...) 3. O Benfica apresentará, amanhã, Rui Vitória como seu novo treinador. Assente que está a poeira - bem relevante - suscitada pela contratação de Jorge Jesus pelo Sporting é chegado o momento de apresentar o projeto estratégico do Benfica para os próximos anos. E o projeto implica uma estrutura técnica envolvida com as novas urgências do Benfica. E uma delas é a redução do seu orçamento global com a sua equipa principal de futebol. Sem esquecer, em paralelo, a necessidade de, em cada época, potenciar a realização de importantes receitas extraordinárias com a alienação de jogadores para diferentes mercados, e, principalmente, para os relevantes mercados europeus ou para os emergentes mercados, como o americano ou o chinês. (...)»

Ricardo Costa - Professor de Direito da Universidade de Coimbra; «(...) O defeso que se vive agora e o período por excelência para aferir do acerto dos juízos e das escolhas (mesmo que por omissão) dos gestores dos clubes-sociedades. As intenções, as oportunidades, as negociações e as suas "novelas" alimentam a imprensa os comentários e a paixão clubística. Seja como for, exige-se informação cuidada e detalhada, disponibilidade, competência técnica, conhecimento da atividade e razoabilidade. Ou, pelo menos, "racionalidade empresarial". Aquilo que, aliás, a Sporting SAD alega não ter havido na contratação de alguns jogadores na contratação de Godinho Lopes e que os tribunais »

Dia 15

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «A barafunda que se instalou em Lisboa com a guerra Benfica-Sporting - originada pela contratação de Jorge Jesus e exponenciada com a implosão leonina a propósito do despedimento de Marco Silva - é seguida com agrado no Dragão. À espera de muita turbulência após uma época em que Lopetegui não conseguiu conquistar um único título, facto pouco habitual por aquelas bandas, a Pinto da Costa tem sabido que nem ginjas a ausência de questões ao rumo desportivo do clube.
O presidente do FC Porto navega esta temporada nas águas que mais gosta. Tem os rivais de costas voltadas entretidos com as batalhas da 2.ª circular. Foram muitos os anos em que foi feliz perante esta realidade. Resta saber se há margem para voltar a investir. E se bem. (...)
»

Hermínio Loureiro - VP da FPF em A Bola; «(...) Em Erevan fez-se história, pois foi a primeira vitória de Portugal na Arménia. Agora segue-se a Itália num particular onde os nossos emigrantes vão ter mais uma oportunidade de ver por perto os seus jogadores preferidos ouvindo e cantando o hino de Portugal e vestir a camisola das quinas. Infelizmente os sub-20 na Nova Zelândia não passaram frente a um Brasil cheio de sorte. Portugal não foi feliz na finalização, mas foi claramente superior ao Brasil, só que na altura das grandes penalidades os brasileiros foram mais frios e certeiros. A nossa Seleção mostrou muita qualidade. O futuro está assegurado e responde também aos críticos inconsequentes que estão sempre a falar de formação sem conhecerem o extraordinário trabalho que é desenvolvido por clubes, associações e FPF.
A equipa de Hélio Sousa merecia mais e espero que a sorte não falte aos sub-21 que já estão na Rep. Checa e terão a sua estreia frente a Inglaterra. Ambição é o que não falta!
»

José Manuel Delgado - Sib-Director de A Bola; «(...) Outra coisa, porém, é a existência de matéria do foro criminal, que ressalte desta auditoria. Se tal vier a verificar-se, haverá órgãos próprios que tomem os casos em mãos e os levem à Justiça. Assim, porque ninguém é dono da verdade, parecerá sempre caça às bruxas, se vierem a lume acusações pela persecução de determinadas políticas, mesmo que estas não tenham sido coroadas de sucesso. Mas se houver provas de ilegalidades (e aqui se abre um parentesis para perguntar se é legítimo repescar matérias que tenham eventualmente prescrito aos olhos da lei...) ninguém estranhará que daí decorram consequências...
Como é fácil perceber, pelo melindre da ordem de trabalhos, o Sporting está a um pequeno passo de mudar, do ponto de vista da coesão social.
Bruno de Carvalho é o motor dessa mudança que a história se encarregará de julgar.
»

Dia 16

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Se Vieira tivesse optado pela não prorrogação contratual, como se esperava, muito provavelmente Jesus não passaria de um ator vulgar, daqueles que não conseguem agarrar as oportunidades, pois, à data, no quarto ano de contrato, só apresentava um Campeonato no currículo, precisamente na época de estreia, com uma equipazinha que tinha Aimar, Saviola, Di María, Ramires, David Luiz, Javi García e por aí fora. Na seguinte, ficou a 21 pontos do FC Porto, que festejou na Luz o título, e em 2012 e 2013 quem se divertiu foi Vítor Pereira, o adjunto de Villas Boas, que em dois anos foi por duas vezes campeão nacional: eficácia total.
Prudência, portanto, na avaliação de méritos porque o futebol é assim, imprevisível e... traiçoeiro. O Jesus atual pode valer o peso em ouro e terá sido por isso que Bruno de Carvalho apostou nele, mas há dois anos a sua cotação andava pelas ruas da amargura, motivo por que alguma comparação que se pretenda estabelecer, por uma questão de coerência, deva cingir-se ao ponto de partida e não propor medições de conveniência, em que se extrai de um dos lados o que dá jeito para embaciar a imagem do outro que, como se percebe, nada tem para contrapor...
»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário no Record; «(...) Para bom entendedor, estas palavras bastam. Jorge Jesus tem muitas qualidades como treinador, mas o Benfica dos últimos anos tinha também uma debilidade, arriscaria dizer, estrutural. Era uma equipa com um sistema de jogo quase único, com pouca versatilidade tática: ou apresentava um carrossel atacante estonteante ou sofria a bom sofrer para controlar as partidas. Não por acaso que, contra equipas do seu nível, o Benfica ficou aquém das suas possibilidades (na Champions, mas, também, nos jogos com os principais rivais).
Se Vitória conseguir manter-se fiel a um modelo de jogo de clube grande, atacante e de posse, mas for capaz de acrescentar uma versatilidade tática que Jesus, de facto, nunca imprimiu, concretizará o que prometeu. Continuará o trabalho feito até aqui, mas juntará uma dimensão que faltou nos últimos anos. Versatilidade é a palavra-chave para continuar o percurso ganhador já iniciado.
»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Pode pois dizer-se que a apresentação de Rui Vitória foi injustificadamente tardia, mas teve a compensação de declarações inteligentes e bem ponderadas dos principais protagonistas. A partir de agora, Rui Vitória entrará numa nova e especial fase da sua prometedora carreira. Na geração dos jovens treinadores portugueses, Vitória será um dos que têm tido resultados de sucesso mais consistente, sem nunca ter mostrado qualquer ambição mediática. O Vitória de Guimarães, onde fez, de facto, um trabalho notável, trouxe-lhe um patamar de clube médio, mas exigente. Surge, agora, o Benfica e Rui Vitória sabe que isso significa que a fasquia sobe muito, sobretudo ao nível da pressão do dia a dia. É a fronteira que todos os grandes treinadores têm de saber passar. »

Dia 17

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «Não se discute no TAS a transparência dos fundos mas sim o direito de o Sporting vender Marcos Rojo sem pagar o que a Doyen entende lhe é devido. São coisas diferentes e muitas vezes confundidas pelos adeptos. Se a tomada de posição defendida pela direção leonina teve, ou não, razão de ser, é algo que as instâncias jurídicas decidirão. O que se mantém é a luta contra os fundos, bem vistos e utilizados por clubes como o Benfica e o FC Porto e contestados pelos leões. (...)»

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «(...) 4. RV vai ter de adaptar inteligência e talento à construção de um exército que respeite o passado da grande potência; que gere felicidade entre o seu povo, enobreça o jogo, estimule o espetáculo, valorize os soldados e promova o negócio. Nem todos os generais triunfam debaixo de tanta pressão, marcada pelo escrutínio impiedoso dos adeptos e pela cobrança instantânea do circo imenso que gira à volta. Homem firme de perfil discreto, RV tem pela frente um mundo novo por descobrir; uma dimensão superior para testar a bagagem de saber que o trouxe ao topo sem saborear o inêxito. Só perante desafios tão transcendentes o ser humano testa a solidez do conhecimento que possui, os fundamentos da proposta que apresenta, a força das ideias que defende e a espessura da personalidade que o suporta. A tarefa é difícil mas não impossível; cumpre o sonho de uma vida mas não danifica a ambição; alimenta dúvidas mas não mata a esperança. »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Enfim, ganhámos à Itália. Num jogo particular, rampa de lançamento para novidades nas duas equipas, a nossa muito bem organizada e tendo os jogadores assumido não se tratar de frete em fecho de temporada na ânsia de férias. Também enfim, o ponta de lança Éder marcou um golo pela Seleção. E foi evidente como se galvanizou. Muito precisava. José Fonte, aos 30 anos, com grande experiência inglesa, lança forte aviso a Pepe, Ricardo Carvalho, Bruno Alves. Máxima novidade, merecidíssima: médio defensivo Danilo, agora (só agora!) descoberto por FC Porto e Sporting... »

Dia 18

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) Rui Vitória e Jorge Jesus treinam de forma diferente, logo jogam de forma diferente. Ninguém duvida que o ex-técnico do Guimarães é um excelente conhecedor da mecânica do jogo. Que nem precisa de recorrer aos excessos de Jesus para afirmar a sua liderança. Provou ambas as coisas em todos os clubes que treinou. Vai estrear-se na alta-roda, o que torna naturais as desconfianças. Mas, tal como na troca de Marco Silva por Jesus no Sporting, os adeptos têm de ser justos e razoáveis nas comparações. Que serão difíceis e eventualmente injustas se a Jesus for dado o que não foi oferecido a Marco ou se o novo treinador do Benfica tiver de se contentar com o farelo da farinha de primeira qualidade moída pelo seu antecessor. Jesus teve à sua disposição um arsenal inesgotável de talento. E se treinou Di Maria, Ramires, Aimar, Witsel, Matic, Enzo, Markovic e Rodrigo, a Rui Vitória não se lhe pode pedir que abdique de Gaitán e corra o risco de não ter ninguém capaz de mudar o ritmo e criar suspense.»

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «Na semana passada, na revista "Visão", Pedro Norton revelou que dera licença aos seus filhos para uma semana de palavrões livres em casa. Por causa da saída de Jorge Jesus para o Sporting, os miúdos puderam dizer tudo, mesmo tudo, aquecendo as orelhas do treinador dissidente. Obviamente, trata-se de família de benfiquistas (benfiquistas da categoria extrema, a dos malucos pelo Benfica) e o texto, que é divertidamente delirante, agradece também a Jesus tudo o que fez no Benfica, jurando a maior antipatia possível no futuro. Cada benfiquista resolve a sua raiva da forma como pode, mas suponho que a maioria deles (ou, sendo completo, a maioria de nós) a transforma em desejo de vingança. Não no sentido de fazer mal a Jesus nem sequer ao Sporting, mas vingar o orgulho benfiquista, que foi brutalmente ferido com esta saída do treinador de um lado para o outro da Segunda Circular, em Lisboa. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Com o tempo, a história se encarregará de dizer que o presidente do Benfica acabou por fazer o que, de facto, queria fazer. Deixar sair Jorge Jesus que não conseguia influenciar para ter uma nova visão do futuro do futebol do clube e fazer entrar Rui Vitória em quem acredita ser perfeitamente capaz de corporizar essa renovação necessária por razões de equilíbrio financeiro, mas também por razões do finito horizonte profissional de muitos dos jogadores da equipa principal.
O Benfica entra, assim, num novo ciclo. Alguns dirão que isso é perigoso. O que tem tanto de verdade como de inevitável. A questão está apenas em saber-se se o Benfica já está preparado para mudar e continuar a ganhar.
»

Dia 19

Daniel Oliveira - Analista Político no Record; «(...) Devo dizer que o meu interesse nesta auditoria ultrapassa em muito o meu sportinguismo. Ultrapassa até o meu interesse pelo fenómeno desportivo. Ele é cívico. Porque sei, sabemos todos, como se cruzam no futebol os interesses da banca, do imobiliário e da política. E como esses interesses trabalham na sombra, muitas vezes à margem da lei. A auditoria pode vir a ser, espero que seja, um abanão. Não apenas no Sporting. Mas também no futebol e, já agora, no país. É-me por isso impossível olhar para o cerco que foi feito a Bruno de Carvalho, por causa do caso Marco Silva, sem me recordar que o relógio está em contagem decrescente para dia 28. E por isso, apesar de todos os erros, não me engano quando distingo quem erra e quem, pelo contrário, foi sabendo acertar no que lhe convinha. »

João Bonzinho - Jornalista de A Bola; «(...) Volto à apresentação de Rui Vitória e, no caso, aos discursos feitos no magnífico Museu Cosme Damião. Muito bem o presidente encarnado, apostando num clima intimista e num espírito ambicioso e vencedor, já Rui Vitória muito morno, pouco entusiasmante e com pouca chama, muito igual ao Rui Vitória que conhecemos, é verdade - o que lhe fica bem pela coerência e autenticidade - mas talvez sem a noção da necessidade de causar um pouco mais de impacto na auto estima dos benfiquistas, sobretudo depois de tantos dias a ouvir falar-se do seu nome como o certo sucessor de Jesus e, portanto, com tempo para preparar três ou quatro mensagens a traduzir outra fé no risco e outra confiança no sucesso.
Esperarão muitos benfiquistas que Rui Vitória venha a ser mais feliz no campo do que no discurso. Para ganhar tem mesmo de ser! (...)
»

Luís Fialho - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Enquanto outros afirmam, sem se rir, ser a maior potência desportiva do País, nós conquistamos os campeonatos, os Bicampeonatos, os Tricampeonatos, os Tetracampeonatos, os Pentacampeonatos, as dobradinhas e os tripletes, nos relvados, nos pavilhões ou nas pistas, numa sequência impressionante, e a uma cadência que quase nos baralha. E, entre jogadores, técnicos e dirigentes, ninguém dá sinais de querer abrandar o ritmo. Para aqueles que temem que o nosso Clube esteja dependente deste ou daquele treinador, deste ou daquele jogador, este conjunto de triunfos é também uma resposta, pois demonstra que a competência, a qualidade, o talento, o trabalho e a vontade de ganhar são, hoje, uma marca bem vincada em todo o universo Benfiquista.
Benfica voltou a ser sinónimo de títulos. O escudo voltou a ser peça comum nas nossas camisolas. Hoje, não ganhar é excepção.
Que grande Benfica nós temos!
»

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