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Newsletter N.º 254

Rui Vitória enquanto treinador do Benfica, deu a sua primeira grande entrevista. Falando sobre todos os temas que lhe foram colocados, Vitória transmitiu a imagem de ser um treinador sagaz e competente. Sem esquecer a parte calma e serena que contrasta com a do anterior treinador. Feitios e estados de alma que serão aferidos a partir do momento em que comece a pressão dos resultados. De qualquer modo o momento é de confiança e esperança no futuro.

Mais um título no Hóquei em Patins desta vez no escalão Sub-20. Parabéns aos novos campeões.

Mas o "circo mediático" tem-se feito com a contratação de Iker Casillas pelo FC Porto. Tal como em Espanha o marketing é um instrumento poderoso...

Alvalade abriu nova frente de combate desta vez contra a Federação por causa da lesão de William Carvalho. Um duro revés para os cofres leoninos...

O Benfica partiu para o continente americano onde já na madrugada de Domingo terá o seu primeiro teste de pré-temporada contra o poderoso PSG. Aguarda-se com curiosidade o primeiro desempenho encarnado!


Dia 11

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Com a PT fora de cena e o BES fragmentado é preciso procurar outros parceiros que não só queiram associar-se ao futebol como apresentem a necessária envergadura financeira para colarem o nome a um emblema que vai passear o seu prestígio na Liga dos Campeões.
Idêntico embaraço se depara ao Sporting, neste caso com a agravante de não ter garantida a presença na Champions, o que, como se compreende, dificulta as negociações com eventuais interessados.
O Benfica, pelo contrário, em tempo oportuno resolveu a sua situação através do acordo com a Fly Emirates, igualmente associada a Real Madrid e Arsenal. Reflexo evidente da diferença em relação aos dois principais concorrentes, os quais colocam o acento tónico em extravagantes soluções externas para os seus males espantarem, enquanto o Benfica elege a discrição para potenciar a solidez da sua organização, atrair fortes investidores internacionais e enfrentar o futuro com a serenidade de quem, por força da credibilidade recuperada, se sente preparado para regressar à navegação em alto mar...
»

José Manuel Constantino - Presidente do COP em A Bola; «O ambiente de crise e a acentuada instabilidade dos tempos que vivemos, as tensões e impasses da nossa sociedade, valorizam imenso o imediatismo dos resultados e precipitam análises dos acontecimentos que, muitas vezes, ultrapassam a precariedade e a superficialidade das apreciações.
Sendo os resultados contingentes e, por vezes, inconstantes, os estados de alma oscilam entre a euforia e a desilusão. E com eles o elogio, se as coisas correm bem ou a crítica impiedosa se ficam aquém do esperado.
Mas no desporto como na vida nem as vitórias, nem as derrotas são definitivas. O que nos dá alento e esperança quando não conseguimos atingir os objetivos. Mas que nos aconselha a ser sempre humildes, particularmente quando vencemos, pois nem tudo está errado quando se falha ou perfeito quando se vence. Os resultados desportivos alcançados pela missão portuguesa nos Jogos Europeus a Baku e as análises que dele se fizeram são disso exemplo impressivo. Sem deixarem de expressar a capacidade competitiva do desporto nacional, eles não são, no entanto, exportáveis para outros contextos competitivos, designadamente os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, pela singularidade da competição ocorrida, o contexto de uns Jogos Olímpicos e um conjunto de outras dimensões de análise relevantes. (...)
»

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «O Sporting foi olhado com uma certa indulgência na última década. Apesar do peso histórico e social do clube, tanto a crítica como os próprios adeptos colocaram a fasquia demasiado baixa na hora de definir objetivos. A crise financeira que assolou o emblema de Alvalade - e ainda assola certamente - impediu-o de fazer investimentos relevantes em comparacão com FC Porto e Benfica. Contrariamente aos rivais, a quem ano após ano se exigiu o título, o Sporting viveu menos pressionado, daí que, por exemplo, Leonardo Jardim tenha saído sob generalizados elogios, tão-somente pela luta movida aos encarnados até quase ao final da Liga 2013/14, e que Marco Silva tenha granjeado admiradores pela Taça de Portugal conquistada em maio último, algo pouco significativo tendo em conta o rico palmarés do leão. (...) »

Dia 12

Carlos Vara - Jornalista de A Bola; «Muitos anos depois, vão fazendo mais sentido as palavras de Lazlo Boloni acerca de Rui Jorge. «Foi o jogador mais inteligente que conheci», disse o romeno, gabando o então lateral esquerdo do Sporting. Boloni falava em meados do século e alguns anos mais tarde Rui Jorge é selecionador de sub-21 e continua a ter os seus méritos. Perdeu a final para a Suécia, certo, mas há ali uma estrelinha que o acompanha. Nota-se bem que existe ali uma diferença em relação a muitos outros... Rui Jorge, como bem há de reconhecer, não foi um jogador genial. Mas não é preciso ser genial para ser inteligente e uma coisa nem leva necessariamente à outra. Ser inteligente, no mundo do futebol, é uma das qualidades mais fantásticas que um jogador pode ter. Ronaldo é genial e inteligente, Messi não se sabe muito bem que tipo de méritos tem dentro do seu mundo mágico, e de certeza absoluta que Iniesta também é inteligentíssimo. A capacidade mental, portanto, não é um dom de todos, embora ser perspicaz seja uma imposição do futebol atual: quem não pensar depressa, pelo menos em campo, arrisca-se também a ser vulgar no dia a dia. (...) »

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «(...) JL pode ficar mais descansado, mas alguém tem de dizer-lhe que enfraqueceu a equipa, ao resolver à bruta, com a conivência de cúpula do clube, um problema. para o qual não está preparado. Como selecionador convocava quem queria, pelo que nunca foi surpreendido com jogadores de temperamento difícil - e no FC Porto, como nenhum outro em décadas, tem peso esmagador na construção do plantel. A birra de afastar RQ7 é de uma falta de grandeza tremenda e deixa o clube em posição delicada. Esperemos que um dia destes não se lembre de transferir o Estádio do Dragão para Vigo, decretar as tapas como comida oficial do clube ou mudar o hino para o "Y Viva España." »

Vanda Cipriano - Editora do Record; «(...) A mais de um mês e meio do fecho do mercado de transferências na Europa, Rui Vitória é obrigado a esperar. Tem sido prática recorrente nos últimos anos. E tal como Domingos Soares Oliveira afirmou sexta-feira na CMVM, as saídas do Benfica no final da cada temporada fazem parte normal da atividade. A realidade do futebol português explica esse facto, ao qual a grande maioria dos adeptos já se habituou. Discordo, porém, quando o responsável dá a imagem de o grupo não precisar de reforços. Certa a ideia de não cobiçar o que está a ser feito na casa dos rivais, mas, nessa observação interna, os responsáveis do Benfica têm identificadas as lacunas. E faltam soluções de primeiro plano para as alas, sobretudo se Gaitán sair, e um substituto para Maxi Pereira (tarefa difícil). O trabalho que tem vindo a ser feito na formação e equipa B são mais-valias a que Rui Vitória pode recorrer mais vezes do que vinha sendo habitual. Apenas. Trabalhar jovens requer tempo e paciência; já é positivo para o clube ter quem queira fazê-lo. »

Dia 13

Alexandre Pais - Ex-Director do Record; «(...) 2. Apreciei também a trasladação dos restos mortais de Eusébio para o Panteão, perante o silêncio de boa parte, a parte estúpida, da "intelligentsia" portuguesa, não tanto pelo evento mas pelo que ficou para trás. Sim, recordo o estatuto de pobreza atribuído ao "King" por anteriores dirigentes, que confirmava a forma miserável como findara a sua carreira futebolística com a águia ao peito. Não fosse a visão e o sentido de justiça de Luís Filipe Vieira e Eusébio não teria acabado como a figura nacional que indiscutivelmente foi. (...) »

Hermínio Loureiro - VP da FPF em A Bola; «Espinho é a capital mundial do Futebol de praia. A praia da Baía concentra as atenções da competição mais importante desta variante do futebol. Dezasseis equipas que lutam por um lugar ao sol. Esta competição FIFA marca o regresso de Portugal aos grandes eventos onde a FPF se tem destacado. A CCDR Norte e a Câmara de Espinho são parceiros do evento que conta com a excelente máquina organizativa da FPF que tem a ambição de organizar o melhor Mundial de Futebol de praia. Nas areias de Espinho o público tem respondido de forma positiva lotando as bancadas do estádio, surpreendendo Juan Cusco que é o homem forte do futebol de praia no mundo.>br> Desportivamente a nossa seleção tem que ganhar hoje frente a uma Argentina competitiva. Depois da medalha nos Jogos Europeus de Baku temos mais responsabilidades, estando certo que Madjer e companhia não nos vão desiludir. (,,,)»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Iker Casillas de seguida a Júlio César. Na modesta Liga lusitana, dois guarda-redes de alto relevo mundial. O internacional espanhol, colecionador de títulos europeus e mundiais pelo Real Madrid e por Espanha, com cota de prestígio ainda acima do internacional brasileiro campeão europeu no Inter de José Mourinho e premiado pela UEFA como o melhor guarda-redes na Europa.
Júlio César foi importantíssimo no Benfica campeão da época passada. Iker Casillas muito importante poderá ser no FC Porto em tudo por tudo por regresso aos êxitos. Mas há uma diferença: para Júlio César, foi fácil impor-se (até no balneário), face a Artur em claro descrédito; Casillas, entrando no Dragão por ter sido o compatriota Lopetegui quem o convenceu, conjugará esse pormaior com outra realidade: terá de ultrapassar Helton, há vários anos capitão da equipa e líder do balneário. (...)
»

Dia 14

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Parece haver milhões a mais no futebol. É estranho que o desemprego tenha levado milhares de portugueses a fugir do país, que estejamos todos a pagar a taxa social única para endireitar as contas e os clubes vivam uma realidade paralela.
Há clubes a quem só o fair play financeiro impede de gastar ainda mais. E mesmo esse já é fintado com truques de magia. É curioso que o dinheiro que não existe para as reformas, a saúde ou a justiça seja usado em salários e contratações obscenas. É dinheiro russo, chinês, petrodólares ou da Guiné Equatorial. De onde vem não interessa. Como é gerado ainda menos. Desde que investido no nosso clube está tudo bem. Um pouco como quando a miséria só bate à porta dos outros.
»

Luís Avelãs - Jornalista do Record; «Nunca fui um particular adepto das qualidades futebolísticas de Casillas. Confesso até que, em determinadas situações, dei comigo a tentar perceber tanta idolatria em torno de um guarda-redes de qualidade - indiscutivelmente - mas que não me parecia ser o "melhor dos melhores", algo que em Espanha, aquando da sucessão de títulos da respetiva seleção, era das poucas coisas que parecia juntar toda a nação, independentemente de ouvirmos galegos, andaluzes, bascos, catalães ou madrilenos. Aceito, inclusive, que o guardião foi peça determinante nesses feitos nacionais, da mesma forma também deu uma "boa ajuda" em muito do que o Real arrebatou últimos tempos. Ainda assim, fiel ao que comecei por dizer neste texto, se me dessem todo o dinheiro do Mundo para poder construir uma equipa de futebol, em período algum elegeria Casillas como títular da minha constelação. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Toda a Espanha olha, atualmente, com subido respeito para o FC Porto. Até agora era aquele clube português que tinha ganho duas Champions no tempo em que não era condição essencial ser-se um gigante do futebol mundial, mas, a partir de agora, além de ser o clube que gerou e criou alguns dos melhores avançados do mundo é também o clube que contratou Casillas ao Real Madrid e, ainda mais, contratou o que Casillas representa no Real Madrid, na seleção nacional de Espanha e em todo o futebol espanhol. É aí, nessa soma enorme, que está a importância fundamental e fundamentada da contratação de Casillas. Importante e interessante que o FC Porto tenha percebido tudo isso num ato inteligente de gestão. Só lhe resta esperar que Lopetegui saiba gerir com sensibilidade e bom senso o óbvio melindre de Helton.»

Dia 15

António Varela - Jornalista do Record; «(...) Antes mesmo de o Sporting se debater com este problema já o seu vizinho da Segunda Circular, o Benfica, tinha vivido uma crise parecida, embora aqui estivesse apenas presente o problema económico. O argentino Salvio, aparentemente, já tinha clube estrangeiro para o contratar, mas uma lesão na parte final da Liga impediu a transferência. O Benfica não contaria - como de resto não vai contar (pelo menos para já) - com a sua contribuição desportiva, mas teria previsões para aplicar os milhões que iria encaixar. Assim, nem dinheiro, nem golos. E o vencimento tem de continuar a ser pago, embora neste caso não possa haver queixa em relação a terceiros. »

Nélson Feiteirona - Jornalista de A Bola; «Foi sem dúvida um dos argumentos mais importantes do Benfica campeão da época passada e, esta temporada, existe um esforço claro dos três grandes portugueses para conseguirem contratar jogadores que permitam não só formar uma equipa de qualidade mas também, e se calhar sobretudo, forte do ponto de vista emocional. Neste domínio, o Benfica leva um soco forte com a iminente troca de Maxi Pereira da Luz pelo Dragão, mas é preciso não esquecer que por lá ficam Luisão, Lima, Gaitán, Salvio, ou mesmo Júlio César e Jonas, todos importantes para ajudar a casar as ideias que existiam com outras novas que terá Rui Vitória. E é preciso não perder de vista que a janela de mercado fecha apenas no final de agosto e não é difícil adivinhar que muita coisa vai ainda mudar no reino da águia... (...)»

Octávio Ribeiro - Director do 'C.M.' no Record; «A chegada de Casillas ao futebol português é uma excelente notícia para o nosso campeonato. O mais carismático guarda-redes da história do futebol espanhol vai enriquecer o espetáculo, elevar a emoção, levar mais gente aos estádios por onde passe o FC Porto e projetar o interesse internacional na Liga portuguesa, graças à sua enorme projeção global.
A contratação do Casillas é uma jogada de alto risco por parte de Pinto da Costa. O sinal dado parece algo estranho e quase irracional: o FC Porto perde um extraordinário ponta-de-lança e reinveste parte significativa da verba gerada por esta venda no salário milionário de um guarda-redes veterano. Isto quando no balneário do dragão está esse ainda excelente Helton; e não se vislumbra nenhum grande marcador de golos. (...)
»

Dia 16

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Cabe agora a Rui Vitória provar ter mão para um clube grande. E a Vieira poupar, sim, mas sem comprometer os desafios desportivos do Benfica. Até agora apenas 8 milhões foram investidos. Mais do que o Sporting, mas pouco para quem gastava mais de 40 milhões por temporada. Encontrar o equilíbrio entre a poupança e a competitividade é o mais difícil ao bicampeão. Chegar ao 35.º título só será possível batendo um FC Porto fortíssimo e um novo leão. Mas não é impossível.»

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado, no Record; «(...) "No pasa nada"? O vice-presidente do Porto e da sua SAD foi constituído arguido por sobre ele pesarem suspeitas de ilícitos cometidos no quadro da atividade de uma sociedade com a qual o clube manteve intensa relação contratual, a ponto de a sua sede ter sido objeto de um mandado de busca. Fora um discreto comunicado "chapa cinco" do Porto, protestando colaborar com as autoridades, tudo se mantém como dantes, ou seja, com o vice-presidente em questão no exercício das suas funções. Não sei o que mais me surpreende: se o arguido em questão se deixar ficar, se ninguém do Porto aparecer a levantar a questão. Que diabo, está em causa uma instituição de utilidade pública. O Paulo Pereira Cristóvão, quando constituído arguido, teve a decência de se demitir; será que no Porto está toda a gente entorpecida, a ponto de não sentir o bafo quente do calor da noite? (...)»

Leonor Pinhão - Jornalista, em A Bola; «(...) Na semana passada, o jovem uruguaio Jonathan Rodriguez - que tão bem jogou na equipa B do Benfica por toda a segunda volta da última Liga de Honra - era dado como dispensável, trocável ou emprestável.
Esta semana as notícias são diferentes. Jonathan Rodriguez vai ficar no Benfica.
Ainda bem. Trata-se de um jogador mais do que promissor e seria lamentável que o facto de ser compatriota do nosso ex-sub-capitão motivasse qualquer tipo de preconceito ou mesmo a exclusão.
Veremos como corre a próxima temporada a Jonathan Rodriguez e ao Benfica. E se o Benfica for campeão - oxalá! - já temos mais um uruguaio para, no próximo defeso, ir depositar uma camisola aos pés do nosso querido Santo Cono.
»

Dia 17

André Ventura - Colunista de 'O Benfica'; «(...) O que verdadeiramente intriga é o surgimento de verbas que não parecem ter qualquer cabimento no quadro orçamental dos clubes e nas contas que os próprios submetem, periodicamente, à CMVM. Portanto, haverá que concluir por uma de duas vias: ou os clubes estão sob aquisição, e o capital disponível se deve à entrada de investidores que, cedo ou tarde, serão os donos e os senhores dos clubes, como aconteceu no Chelsea ou no Valência; ou, em rigor, estamos a cruzar perigosas linhas vermelhas que, sem o devido retorno, se tornarão numa crise endémica das finanças desportivas em Portugal. O Benfica de Luís Filipe Vieira tem ficado, e bem, à margem desta loucura de mediatização que, de repente, tomou conta dos responsáveis do Futebol. Não me admira que no final do próximo ano, sejam os clubes - e já não o país - sob resgate financeiro da UEFA ou da FIFA. Acreditem: não há minas de ouro gratuitas!»

Daniel Oliveira - Analista Político no Record; «(...) É difícil acreditar na boa-fé da FPF. Perante a deteção da lesão, todo o comportamento da Federação foi o de tentar desresponsabilizar-se, através de um infantil jogo de palavras. William nunca teria apresentado "queixas incapacitantes" e o diretor da Seleção nunca soubera de nada. Assim, ficavam de fora as queixas que William terá mesmo transmitido ao pessoal médico. Sim, elas não eram incapacitantes. Tanto que jogou, e bem, até ao fim da competição. A incapacidade, essa, sobrou para os outros. O Sporting não terá um dos seus principais jogadores na Supertaça, no playoff de acesso aos grupos da Liga dos Campeões, na primeira (e talvez segunda) jornada daquela competição e provavelmente nas oito primeiras jornadas do campeonato nacional. Num futebol que move milhões mas onde as coisas se continuam a fazer como se fosse tudo a brincar, não se podem comprar todas as guerras ao mesmo tempo. Resta por isso lamentar que, no momento de cada um assumir as suas responsabilidades, faltem, como dizia a outra, adultos na sala.»

João Pimpim - Jornalista de A Bola; «(...) As águias, em mudança de paradigma, acreditam que dando um passo atrás poderão dar dois em frente. Enquanto não surgem grandes nomes, o plantel vai-se mantendo. Mas, talvez mais importante, o muito referido «manto sagrado» voltou anteontem a vestir o rei campeão (para muitos nu após saída de Jesus), com emocionante enchente no primeiro treino aberto da era Rui Vitória.
Falta, agora, que a bola role a sério já a 9 de agosto, há Benfica-Sporting na Supertaça - para se perceber quem tem mais razão nesta história: se quem vê os reis nus, se quem os vê vestidos.
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