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Newsletter N.º 258

No primeiro jogo oficial da época ainda que relativo à temporada anterior, o Benfica não teve arte nem engenho para ultrapassar um Sporting noutro patamar competitivo, com um exibição muito abaixo daquilo que lhe é exigido. Vem aí o campeonato e esperamos todos ver no Domingo contra o Estoril uma outra postura e uma outra atitude.
É evidente que atravessando o Benfica uma fase menos boa, as críticas sobem de tom. As legítimas e as oportunistas da parte de quem só sabe, apenas e só, dizer mal. Daí que seja importante vencer (e convencer) no jogo com os «canarinhos», agora que a chegada de novos elementos faz entusiasmar os benfiquistas.


Dia 8

Miguel Cardoso Pereira - Jornalista de A Bola; «Em maio de 1907, o Sporting ofereceu banhos quentes e camisolas novas ao intervalo a 8 jogadores que jogavam no Benfica e estavam fartos de fazer as segundas partes com equipamentos enlameados e pesados. Assim o dizem livros sobre a história dos clubes. E foram-se para o então recentemente criado emblema de verde e branco o guarda-redes Emílio de Carvalho, o defesa Queirós dos Santos, os médios Albano dos Santos, António Couto e Henrique Costa e os avançados Cruz Viegali, António Rosa Rodrigues e Cândido Rosa Rodrigues. A causa primordial da rivalidade: banho ao intervalo.
Dizer que o Benfica-Sporting de amanhã é pouco importante é perceber talvez, bastante de futebol, sim, porque há provas mais importantes pela frente, contudo pouco de outras coisas como as rivalidades e seus significados. Este é, no meu entender, o Benfica-Sporting mais emocionante desde o de 1994, em Alvalade, com os ex-benfiquistas Paulo Sousa e Pacheco de leão ao peito numa luta tremenda pelo título. (...)
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «O investimento que o Benfica está prestes a fazer em Raúl Jiménez deixa claro que Luís Filipe Vieira não esqueceu - nem podia esquecer - a promessa feita a Rui Vitória. Jesus beneficiou durante anos de plantéis de sonho, formados por jogadores do pelotão de elite do futebol mundial. Como Di Maria, Ramires David Luiz, Javi García, Witsel, Enzo Pérez, Garay ou Matic. Bons de mais.
O novo treinador ainda encontrou qualidade, mas... não tanta. Mitroglou (27 anos) e Jiménez (24) vêm, por isso, devolver o poder de fogo que se perdeu com a saída de Lima. Luís Filipe Vieira tem, no entanto, bastante mais com que se preocupar, nomeadamente com um lateral que continua a faltar, com um extremo à altura de Salvio (que só voltará em 2016) e com uma solução para a muito provável saída de Gaitán. Ou seja, há trabalhos que provavelmente vão durar até ao final de agosto. A boa notícia, para os adeptos do Benfica, é que o aparecimento em cena de Mitroglou e de Jiménez é um sinal de que o presidente das águias está de regresso aos primeiros mercados. (...)
»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) É desses que falo e que condeno, em oposição a dois exemplos que são nacionais e são bons. É estúpida a ideia de que só nos devem interessar aqueles que dizem e fazem como nós. Se assim fosse sempre, o mundo estaria na pré-história e o futebol talvez já tivesse chegado ao WM. É com o discurso inventivo, com a generosidade própria dos independentes, com o louvável risco do novo, com a coragem do imprevisível que se evolui, que se desenvolve, que se realiza o futuro.
Dizem-me que o discurso de Jorge Jesus, ou o de José Mourinho, apenas revela um enorme, um infinito ego. Não, necessariamente. Às vezes, sim. Outras vezes é apenas a natureza humana no seu melhor, quando se deslumbra, se anima, se empolga com o saber, com a forma ativa e saudável de encarar a vida. Permitam-me, pois, que festeje, aqui, o discurso discordante e inesperado de Jorge Jesus sobre a final da Supertaça. Abençoado seja o seu discurso subversivo.
»

Dia 9

António Bernardino - Editor do Record; «A expressão que surge no título deste texto é uma espécie de ditado popular que se usa com alguma regularidade em certas zonas da ilha Terceira, nos Açores, e que serve para ilustrar a desmistificação em torno do Benfica-Sporting de hoje.
É um facto que não se disputa uma Supertaça entre águias e leões há 27 anos (podem colocar as culpas no FC Porto, que no Dragão vão aceitá-las com agrado). mas acima de tudo, provavelmente, nunca se jogou uma final entre os dois rivais lisboetas com o mediatismo daquela que hoje se realiza no Algarve. E esse mediatismo tem um foco: Jorge Jesus.
Podemos ser politicamente corretos e dizer que nenhum técnico se sobrepõe aos clubes, nem às competições, mas num país cansado de discursos políticos estávamos aqui a perder tempo e nem sequer é disso que se trata. Aquilo que está em causa é que, mediaticamente, o desfecho desta Supertaça será sempre associado ao efeito JJ: se o Sporting vencer, o técnico levou a magia que usou na Luz para Alvalade; se o Benfica ganhar, JJ será apontado como o grande derrotado da noite. (...)
»

Fernando Seara - Adepto benfiquista em A Bola; «(...) O que interessa, de verdade, é este jogo da Supertaça. Bem promovido - uma vez mais - pela Federação Portuguesa de Futebol. O que não pode deixar de merecer, antes do jogo, um merecido aplauso e um justo reconhecimento. Mas esta Supertaça leva-nos, na realidade, à teoria dos dois eus. O eu da experiência e o eu da memória. E recordei estes dois eus a partir da conferência de imprensa de antevisão a este jogo dada pelo agora treinador do Sporting Jorge Jesus à RTP. E não corrigida na conferência de imprensa de ontem já em pleno Estádio do Algarve. O que se pressente em Jorge Jesus é uma certa ansiedade. Que o leva a momentos de obstinação e de alguma deselegância face ao Benfica e ao seu treinador. E, logo, e por conexão, aos muitos milhares de adeptos do Benfica. E recordei ainda mais as diferenças entre Rui Vitória e Jorge Jesus ao olhar para um dos livros escolhidos para ler nestas férias estivais: Pensar, depressa e devagar, de Daniel Kahneman, que recebeu o Prémio Nobel da Economia em 2002 pela sua obra, em parceria, sobre os processos de tomada de decisões. Tal como Copérnico removeu a Terra do centro do universo... (...)»

Vítor Baía - Ex-Jogador do FC Porto; «(...) Para já, podemos encarar tudo isto como uma fiel metáfora do que será, talvez, a temporada inteira. Jesus a atacar de forma desenfreada, Rui Vitória a responder com critério e cautela, e Lopetegui atento ao que se passa nos rivais, à espera do momento certo para mostrar que a soma das estrelas do seu FC Porto compõe, hoje, a força maior do futebol nacional. Três estratégias legítimas que, porém, só têm um senão: no final só um poderá ganhar e os outros dois ficarão a carpir mágoas sobre o falhanço dos seus projetos desportivos. Seja como for, agora é a doer!»

Dia 10

Hermínio Loureiro - V.P. da F.P.F. em A Bola; «Portugal tem baixa cultura desportiva. Precisamos de um esforço conjunto entre Estado, autarquias, movimento associativo e organizações desportivas. Importa não esquecer a escola que, infelizmente, nem sempre trata o desporto com a dignidade que ele merece e temos de assimilar definitivamente que o desporto é o instrumento mais barato de saúde pública. O futebol tem ao longo dos anos trabalhado muito para inverter esta tendência, pois sendo a modalidade mais praticada em Portugal, contribui determinantemente para o aumento da prática desportiva formal e informal. Na época 2014/2015 estavam inscritos 162.705 jogadores, um crescimento de 5% relativamente a 2010/11, quando havia 155.303 futebolistas federados. (...)»

José Ribeiro - Editor-Chefe do Record; «(...) Jesus teve sempre ideias grandes. Era assim no Sp. Braga, mesmo que com resultados medíocres. Foi essa coragem de enfrentar qualquer "grande" como um igual que o levou à Luz. Domingos Paciência teve melhores resultados em Braga. E depois? O futebol medroso que mostrou levou-o onde? E a que resultados no Sporting? Esta questão é igualmente válida para Rui Vitória. Onde pensa que pode chegar a encolher a equipa? Pedir-lhe que jogue com dois avançados talvez seja de mais. Afinal, é bem provável que poucas vezes tenha operacionalizado treinos em 4X4X2. E ninguém pode jogar o que não treina. »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) O saldo da pré-temporada foi bem marcante na disputa do primeiro oficial troféu. Pois, a lógica...: desníveis de confiança. Sporting entusiasmado, crente nas boas razões para assim se sentir, decidido a ter e mostrar ambição. Benfica temeroso, camuflando mal o receio de não estar em condições de responder à letra ao ritmo do adversário. Daí a diferença de atitude, na maior parte do tempo: bem mais ofensivo o Sporting e quase sempre chegando primeiro à bola, ganhando quase todos os choques e ressaltos. Determinação com base na confiança de ter ambição. O Benfica só após o golo quis puxar pelos seus galões. Demorou tanto a substituir a nulidade que ontem Talisca foi... E muito demorou a recuar Jonas para a posição onde muito mais rende (já fatigado quando isso aconteceu), colocando outro avançado na grande área (talvez difícil opção entre Jonathan, ou estreia de Mitroglou, contratado só 3 dias antes). Aí está o Sporting ainda mais galvanizado com o seu notório acréscimo de qualidade e ímpeto competitivo.
Benfica em SOS por rápido acerto de agulhas. Técnico-táticas e... anímicas.
»

Dia 11

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «Jorge Jesus precisava deste troféu, por ser mais um título que lhe engorda o currículo e por ter percebido que era muito importante que os jogadores leoninos o erguessem, como ergueram, no sentido de alimentar o seu infinito ego através de uma teia bem urdida e que, em síntese, sabendo que os ventos sopravam de feição, o elevou a uma categoria profissional jamais reclamada, espécie de treinador possuidor de estranhos e fantásticos poderes que lhe permitem, em simultâneo, treinar o atual clube (Sporting) e controlar o anterior (Benfica)... à distância. Parece uma caricatura, mas não é. Se há casos em que o saber, a rotina e a experiência de um treinador influenciam o enredo e o resultado de um jogo, este foi um deles. Jesus sabia que a conjuntura lhe era favorável e esgrimiu-a com mestria, como fez no passado, umas vezes bem, outras mal. Pode não apreciar-se o estilo, mas desta vez não só funcionou em pleno como provocou um efeito devastador no vizinho da Segunda Circular. É um estilo que incomoda os adversários (lembram-se daquele gesto dirigido a Manuel Machado?), que não é ingénuo, nem sequer bem intencionado, mas que também não é injurioso, nem belisca a honorabilidade de quem quer que seja. É assim, sempre foi assim e só me espanta a aparente surpresa com que do outro lado se (não) reagiu ao folclore que animou o pré-jogo, com Jesus a deitar os foguetes, a recolher as canas e a proporcionar à família leonina uma festa como há muito não saboreava. (...) »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Joaquim Gomes diz que os jornais desportivos passaram os 10 dias da Volta a Portugal a dedicar primeiras páginas a "broncos e azeiteiros", aludindo às "polémicas diárias de Jorge Jesus". O diretor da prova tem o direito à indignação, mas não tem o direito de insultar. Record dedicou diariamente duas páginas à Volta, para além das quatro de apresentação. O ataque é despropositado. A TV, que transmitiu todas as etapas, possui instrumentos precisos de medição: 528 mil telespectadores para a última etapa da Volta; 2,4 milhões para a Supertaça dos "broncos". Atacar os protagonistas do futebol é também atacar quem não passa sem eles. E é muita gente. »

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Há contudo, uma frase a ecoar por cima de tudo isto. Na apresentação do novo treinador. Luís Filipe Vieira garantiu: "Rui Vitória vai ter as mesmas condições que outros tiveram". Ora isto implica ter jogadores de qualidade e jogadores que façam sentido para o novo sistema de jogo. Até ver, ainda não é claro qual é o sistema, mas continuam a faltar, pelo menos, dois jogadores para entrar no onze titular (um ala e um lateral-esquerdo). Mas, como espero ver no domingo, bastará acrescentar a dinâmica e a intensidade que estiveram ausentes no Algarve para tudo começar a mudar.»

Dia 12

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) 8. Jesus já era um vencedor administrativamente antecipado, tendo em conta as suas próprias afirmações. Depois de mim, o dilúvio. Antes de mim, o caos; 9. O considerado melhor árbitro com dois erros de monta e com a contumaz habilidade de compensar um erro (no golo leonino por culpa do assistente) com um seu exclusivo juízo de todo incompreensível (no não assinalado penalty sobre Gaitán); 10. Nos media, os já habituais excesso e euforia sobre o virtuosismo leonino e a hiperbolização dos defeitos dos bicampeões nacionais; 11. Um Benfica tardio na definição do plantel e nas contratações cirúrgicas e um Sporting com trabalho feito; 12. Um Benfica à procura de um sistema e um Sporting com um sistema à Jesus; 13. Um Benfica de inoportuno experimentalismo e um Sporting de aparente estruturalismo; 14. Um Benfica preocupante e um Sporting para preocupar.»

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «O Sporting conquistou a Supertaça com indiscutível mérito. Mas a vitória sobre o Benfica não foi construída horas antes do jogo, fruto das palavras provocatórias de Jorge Jesus, mas sim nos primeiros dias de julho, quando a equipa regressou de férias. Os leões ergueram o troféu não pela bazófia do seu treinador, mas pelo trabalho que ele desenvolveu na nova casa, apesar de quase todos nós termos sido levados a pensar o contrário. (...)»

Vítor Pinto - Editor do Record; «(...) No seu livro "A arte da guerra para treinadores", Rui Vitória revelou que quando a sua equipa "se prepara para jogar contra um adversário teoricamente mais fraco" o seu discurso visa "aumentar a pressão". Porém, quando o rival é "teoricamente mais forte", tenta "aliviar a pressão, transmitindo ao mesmo tempo muita confiança". Na conferência de imprensa de antevisão à Supertaça o técnico denunciou-se ao fugir ao confronto: "Quero deixar claro que esta minha confiança é algo que tenho de realçar. Confiança na qualidade destes jogadores e no que têm demonstrado, e confiança muito grande em toda a família benfiquista que vai apoiar-nos." Por medo do Sporting ou das debilidades encarnadas, deixou-se encurralar e isso teve reflexos no comportamento timorato da equipa. Começou assim a derrota de Vitória. »

Dia 13

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «O Sporting mereceu ganhar tanto quanto o Benfica mereceu perder - confere. O homem do jogo foi Jorge Jesus - confere. O grande perdedor não foi Rui Vitória foi Luis Filipe Vieira - confere?
A Supertaça não foi apenas um jogo de futebol e nem sequer apenas um jogo de orgulho em que os benfiquistas perderam a possibilidade de resgate imediato. Foi o início de uma época que começa de uma forma completamente diversa das anteriores. Do lado do Sporting, é mesmo impressionante como em tão pouco tempo a equipa começou a jogar à Jesus - desinibida, confiante, a atacar, a querer ganhar. Não é um seguro para o resto da temporada mas é um arranque galvanizado. Do lado do Benfica, os adeptos já não estavam habituados a isto. A verem a equipa desorganizada, a jogar a medo, com velhos craques que têm a cabeça na porta da saída e novos craques que ainda nem passaram da porta da entrada. Um desatino. (...)
»

Rui Gomes da Silva - V.P. do Benfica em A Bola; «... Jogador do Benfica
Depois de saber o que é ser do Benfica e de sentir a Mística, percebia que é mais que um clube de futebol, que existe o Benfica e contra o Benfica e que este é um ano, mais um ano, em que ninguém pode falhar. Sentiria o peso do Manto Sagrado a cada entrada em campo, pelo que tudo faria para honrar o passado de 111 anos de Glória e para que o futuro fosse de Vitória. Os 111 anos de História que me acompanhariam, no número romano (CXI) que está gravado na gola de cada uma das camisolas que, com um orgulho imenso, mas com uma responsabilidade infinita, teria a honra de envergar. Sabendo das dificuldades que cada um dos adeptos fez para me apoiar, porque, se para mim, poderia ser apenas um jogo, para eles é uma questão de felicidade,... de vida! E se houvesse algum dos novos jogadores que não percebesse o que isso poderia significar, então perceberia que não mereceriam ser... jogadores do Benfica! Mas todos - no balneário - percebem isso e vão fazer por o merecer, cada vez mais! A Benfica!!!
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Quando o Benfica, tão inesperadamente, largou mão de Jorge Jesus, atirando-o para os braços do Sporting, o FC Porto sorriu... Provavelmente, até gargalhou.
Evidente: perder Jorge Jesus deu sinais de potencial enfraquecimento do único verdadeiro rival do FC Porto desde há largos anos. Um rival em muito forte crescimento competitivo, ao ponto de ter quebrado três décadas de enorme hegemonia portista. Exatamente na era Jorge Jesus na Luz: 6 anos, 3 títulos nacionais, 7 outros troféus (o FC Porto desprezou a Taça da Liga a partir do 3-0 que o Benfica lhe aplicou numa final; não terá sido coincidência...) e, bem mais grave para o orgulho portista, os dois últimos campeonatos deram Benfica bicampeão...
»

Dia 14

João Bonzinho - Jornalista de A Bola; «(...) Pois bastou perceber o que sucedeu no Algarve - numa Supertaça tão claramente ganha pelo Sporting como claro foi aquele penalty sobre o Gaitán que Jorge Sousa terá sido dos poucos a não ver... - que o Benfica logo meteu travões a fundo para mudar de direção e de projeto. Qual formação, qual carapuça!...
Venha de lá o Mitroglou, mais a qualidade de um internacional como Jiménez, e de preferência a experiência de um Fábio Coentrão (que apesar do desejo muito dificilmente regressará à Luz) ou demais algum valor esquecido que por aí ande no mercado até 31 de agosto, como bem deixou entender Rui Costa logo após o insucesso algarvio.
Quem quer ganhar desinveste como? (...)
»

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «(...) O Sporting tem o melhor e o mais experiente treinador mas também uma equipa com um modelo e um filosofia de jogo desenhadas em tempo recorde. Existe, por outro lado, uma mescla entre jogadores experientes recém-chegados e jovens de grande qualidade, com mais um ano de maturação, e que muito prometem, como são, por exemplo, os casos de Paulo Oliveira e João Mário. O plantel é tão rico que, quando William regressar, Adrien e Aquilani arriscam-se a ser suplentes, tal como Carlos Mané e Montero, tapados por Carrillo, Bryan Ruiz, Teo Gutiérrez e Slimani. »

Ricardo Santos - Colunista de 'O Benfica'; «Domingo à noite, apito final, Supertaça decidida e começa o chorrilho de asneiras. Na entrevista em pleno relvado, o treinador da equipa que ganhou o jogo dedica as primeiras palavras ao SL Benfica. E as segundas, as terceiras e por aí adiante. Tem sido assim desde que mudou de clube. Por dá cá aquela palha, lá vem ele falar na obra feita no Benfica, troca os nomes dos clubes, elogia os adeptos rivais, enfim nada que me possa espantar depois de seis anos em que andei a tentar encontrar desculpas para tanta fanfarronice. No Algarve não foi diferente. Já se tinha atirado a Rui Vitória, atual treinador da equipa Bicampeã Nacional (só para os mais distraídos não se esquecerem), ficou sem resposta e resolveu continuar na sua senda egocêntrica, falando das 12 finais que os seus antigos jogadores disputaram em meia dúzia de épocas e do "medo" que o Benfica terá tido. Ó homem, tenha calma, respire fundo e faça o seu trabalho na nova empresa enquanto ainda há dinheiro para pagar ordenados. (...) »

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