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Newsletter N.º 262

A Selecção A disputava em Tirana um jogo crucial para o apuramento directo frente à surpreendente Albânia que nos tinha derrotado no jogo em Aveiro. Jogo bem conseguido pelo seleccionado luso que conseguiu vencer no último minuto do prolongamento dando assim dois passos em frente para estar presente em França.

Por sua vez a Selecção Sub-21 de quem se aguardam grandes cometimentos, foi também a Tirana e não o fez por menos; goleada por 6-1 à Albânia, provando assim as excelentes indicações que já vinha dando anteriormente.

Volta o campeonato e o Benfica enfrenta o Belenenses na Luz. Poderá ser um jogo difícil ou talvez não, dependendo da forma como foi aproveitado este interregno para afinar as agulhas e acertar o passo.


Dia 5

José António Saraiva - Director do SOL, no Record; «(...) Fenómeno idêntico se passou com a seleção brasileira, embora noutra escala e com piores resultados. O Brasil fornece futebolistas para o Planeta inteiro, mas tem uma seleção fraca. E a Argentina, produtora de estrelas de primeira grandeza, também não consegue rentabilizar totalmente o seu imenso potencial humano.
Entretanto, no Mundo globalizado, ainda há seleções que assentam em equipas de clube, com ótimos resultados. Estão neste caso a Espanha, que replica o modelo de jogo do Barcelona, e a Alemanha, que assenta no Bayern Munique. Somando perdas e ganhos, é indiscutível que a Seleção portuguesa, ao contrário da brasileira ou mesmo da argentina, ficou a ganhar com a internacionalização dos nossos jogadores. Esperemos que na Albânia esta realidade volte a confirmar-se...
»

Leonor Pinhão - Jornalista, no Record; «(...) A verdade é que é fácil condenar num minuto o simpático borlista a três anos de cadeia por não contribuir com os 9,90 euros mensais devidos à estação do inimigo. Mas não tem sido fácil saber o que pensam estes mesmos juízes, tanto os amadores como os profissionais, e que sentenças têm nas suas imparciais cabeças para punir o clube e o dirigente do clube que, em 2012, já vai para três anos, contribuiu indevidamente com 2 mil euros na conta bancária de um árbitro nas vésperas de um escaldante Marítimo-Sporting.
A maior vítima desta situação de relaxo das várias justiças, incluindo a desportiva, é, obviamente, o Sporting. Como todas as nossas classes laborais, os árbitros abusam de um forte sentimento corporativo. Por isso, solidários com o colega indevidamente gratificado, conluiaram-se e andam a perseguir como malucos o Sporting enquanto não se fizer jurisprudência sobre o infeliz e quase já esquecido episódio Cardinal.
Perante mais esta singularidade dos nossos costumes, é nosso dever gritar: - Liberdade para Augusto Inácio!
»

Paulo Teixeira Pinto - Adepto portista, em A Bola; «E depois da profunda decepção que se revelou a Volta à França, no que tange à presença portuguesa, em especial pela prestação e subsequente desistência de Rui Costa, bem como pela ausência de um vencedor nacional da nossa Volta, eis que na magnífica Vuelta ainda em curso dois corredores lusos se têm destacado de forma a roçar a exuberância. Primeiro foi José Gonçalves, o qual, aliás, já tinha sido merecedor do maior destaque na nossa principal prova doméstica. Agora em Espanha confirmou, e até reforçou, o que parecem ser os seus maiores predicados, como a coragem e a combatividade (que não são sinónimas...), além do talento próprio, claro está. Atributos que já lhe poderiam ter rendido uma vitória. Mas ela acabará por chegar, é seguramente só uma questão de tempo. Já quanto a Nélson Oliveira, o campeão nacional de contra-relógio, não se poderá falar, em bom rigor, de mais uma revelação, e muito menos de uma promessa. (...)»

Dia 6

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «1. Nestes dias sabemos bem a que horas joga a nossa seleção nacional. É às oito menos um quarto. Em rigor às sete e quarenta e cinco. Tal como os jogos da Liga dos Campeões. Esta é a hora do futebol de primeira: Da Liga e das seleções. Antigamente, no meu tempo do Colégio Militar, os jogos eram às três ou às quatro horas da tarde. Todos. E já no final da tarde de domingo, poderia comprar, antes de reentrar naquele espaço que me moldou como jovem, o então Diário Popular e saber as equipas e os golos da jornada. De toda a jornada. Agora o futebol vai de sexta a segunda. As horas variam. E agora até há, pela primeira vez, jogos em dia de eleições. As competições europeias determinam, que neste quatro de outubro, os três grandes joguem no dia das eleições. (...) »

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo, em A Bola; «(...) 3. Internamente, o destaque vai para três actos. A ratificação da Convenção do Conselho da Europa sobre a Manipulação de Competições Desportivas, de 18 de Setembro de 2014. O Decreto do Presidente da República, bem como a Resolução da AR, que aprova a referida Convenção, ganharam espaço no Diário da República de 7 de Agosto.
4. Seguiu-se a Lei n° 93/2015, de 13 de Agosto, que aprovou a 2.ª alteração à Lei n° 38/2012, de 28 de Agosto, que aprovou a lei antidopagem no desporto. Dada a amplitude da reforma da lei, segue-se período de revisão dos regulamentos das federações desportivas.
5. O último destaque vai para o Decreto legislativo Regional n° 21/2015/A, de 3 de Setembro, procedeu a alteração ao Decreto Legislativo n°21/2009/A, de 2 de Dezembro, que estabeleceu o regime jurídico de apoio ao movimento associativo desportivo.
»

Vítor Baía - Ex-Jogador do FC Porto; «(...) Mesmo de caráter particular, discutir um resultado com a França é sempre motivador e pede entrega total aos jogadores. Temos muitas contas, contas de 40 anos, a ajustar com a França. Por isso, compreendo que possa ser frustrante para quem está no relvado querer dar mais e não conseguir. Porque em início de temporada os níveis ainda não estão lá em cima. Porque três dias depois há novo compromisso e as pernas ainda não dão para tanto. Pedem gestão cuidada.
Depois havia ainda outro problema: todo um novo meio-campo para defrontar um opositor de alto nível como a França. Pouco jogava a nosso favor. Resta-nos aceitar mais um episódio desta malapata que é um Portugal-França. Há, então, que olhar para o que temos pela frente e perceber que na Albânia é a sério. Para dar tudo. Para não pensar no próximo jogo. Para ignorar o cansaço. São os pontos que nos podem deixar a um só jogo (ou nem tanto) de uma viagem a França. E, quem sabe, de um reencontro com os gauleses. Este, a contar. - Vítor Baía, jor
»

Dia 7

Hermínio Loureiro - V.P. da F.P.F. em A Bola; «Ainda não foi desta que Portugal venceu a França. Foi um jogo simpático entre duas grandes seleções que respeitaram os adeptos e proporcionaram momentos de emoção. Gostei de ver perto de 40000 adeptos, fundamentalmente famílias, a vibrar com o espetáculo, mesmo sendo um jogo de caráter particular. Hoje é diferente e bem lá longe a nossa seleção tem que estar muito concentrada para alcançar um resultado positivo frente à Albânia. Estes três pontos são muito importantes para atingir o apuramento no Euro-2016 em França sem utilizar a habitual máquina de calcular. (...) »

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «(...) Tivemos este verão, em suma, o Sporting a investir, o FC Porto a tentar contrariar o assédio aos principais jogadores e... um Benfica pouco ativo, embora seja prematuro perspetivar que esta inoperância se traduza em pontos perdidos ou mesmo em títulos por ganhar. E porque o balanço do mercado se deve fazer prioritariamente em termos desportivos e não financeiros - o saldo entre o deve e o haver não é sinónimo de construção de equipas mais ou menos fortes -, a verdade é que encarnados não substituíram Maxi, não encontraram um lateral-esquerdo e não acautelaram a ausência prolongada de Salvio, limitando-se, no que ao onze-base diz respeito, a contratar dois jogadores (Mitroglou e Jiménez) para apenas uma vaga. (...) »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Desde logo, por Portugal ter sido o primeiro responsável pela projeção de inesperadíssima Albânia, por ela derrotado Aveiro (0-1!), faz agora um ano. Nesse dia, não podendo Cristiano Ronaldo jogar, houve mais uma confirmação de aflitiva dependência dele... E a nova Albânia nascida em Aveiro sob comando de treinador italiano foi crescendo... ao ponto de, após mais 4 jogos, ainda estar invicta, somando mais 2 vitórias e outros tantos empates (ambos face à Dinamarca). Portanto, Seleção de Portugal, deixem lá isso do ranking e... toca a ganhar (sabendo que não será fácil). Alternativa: vida complicada nos 2 últimos despiques, recebendo Dinamarca provavelmente revitalizada (vencemos lá com golo de Ronaldo no derradeiro minuto...) e indo à Sérvia metida em brios... (espantoso como, tendo bem cotados jogadores, foi somando desaires!...).
Hoje, em 4-3-3 ou 4-4-2, com ou sem losango, GANHAR.
»

Dia 8

Joaquim Evangelista - Presidente do SJPF no Record; «(...) Há talento. Tanto talento. Talento que muitos não veem ou não querem ver. Talento que é escondido. Talento que é nosso, que importa reconhecer, em que devemos investir e valorizar. Sempre.
Treinadores: jovens, a maioria ex-jogadores, nomeadamente Rui Jorge, Emílio Peixe, Hélio Sousa e Filipe Ramos, sob a orientação de Ilídio Vale e agora de Fernando Santos implementaram um modelo de sucesso na Federação. Competentes, com um lado humano do tamanho do futebol que faz a diferença. Uma atitude própria, de respeito pelo jogador, pelo jogo. Atitude potenciada pela partilha e complementaridade entre todos. Parabéns.
Dirigentes: a estrutura federativa não ganha jogos, mas ajuda e de que maneira. Fernando Gomes arrepiou caminho, organizou, renovou, apoiou e projetou o futebol português. Os resultados não acontecem por acaso. As Seleções Nacionais estão de regresso e no desporto são o garante da nossa identidade, a nossa impressão digital. Saibamos preservá-la.
»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário no Record; «(...) É por isso que, ao longo desta época, continuarão a ecoar as palavras de Luís Filipe Vieira na apresentação de Rui Vitória: "Há uma garantia que quero deixar - vais ter as mesmas condições que outros tiveram." Rui Vitória pode ser capaz de dar a volta ao texto e formar titulares num ápice a partir de jogadores da formação, mas não parte com as mesmas condições de Jorge Jesus. Já Vieira "gostava de ter dado mais um ou dois jogadores" ao treinador, a verdade é que não deu. »

Sidónio Serpa - Professor Universitário, em A Bola; «(...) O único caminho possível para o desporto é o dos valores humanistas. Sem isso não encontra justificação porque não respeitará o indivíduo e a Sociedade. Será apenas espectáculo, porventura bárbaro. Têm sido tímidas as intervenções do mundo do desporto relativamente aos refugiados. O minuto de silêncio da Selecção Nacional de futebol foi bonito. Urge agora outro nível de acção. O Futebol Clube do Porto propôs que seja doado um euro por bilhete nos jogos da Champions e o Bayern de Munique ofereceu a colocação de jovens num centro de estágio e um milhão de euros, assumindo ambos o que designam de responsabilidade social. Celtic e Borussia Dortmund anunciaram outras iniciativas. Adeptos organizados dos campeonatos alemães e ingleses exibem faixas dando as boas-vindas aos refugiados. São exemplos a seguir e a ampliar. »

Dia 9

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «No Euro-2016, vai haver muitos neófitos. Por um lado, porque aumentou o número de selecções apuráveis (passou-se, sucessivamente, de 4 para 8, 16 e agora 24!). Mas também porque a globalização se instalou no futebol, com a migração de bons atletas para ligas mais competitivas. Assim, vamos ter a Islândia no próximo Europeu e, provavelmente, Albânia, País de Gales e a dobradinha checoslovaca. E para o "play-off" (ou até para o apuramento directo) há Israel, a muito antes poderosa Hungria e a Noruega. Além disso, saúda-se os quase certos regressos da Roménia (ao contrário da deprimida Bulgária), Bélgica, Áustria e Polónia (estas duas sem o bónus de apuramento por terem sido anfitriãs). (...)»

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «Foi sofrer até ao último minuto, mas valeu a pena, se valeu. A Seleção Nacional praticamente garantiu, em Elbasan, um lugar na fase final do Campeonato da Europa de França, bastando-nos um ponto, um só ponto, no jogo contra a Dinamarca, já em outubro, em Braga, embora ainda tenhamos mais um pela frente na Sérvia. Portugal ultrapassou com grande dificuldade e muita sorte - está sempre do lado de quem tem mais determinação - a surpreendente Albânia, uma equipa que revelou não ter jogadores de alto/médio nível, mas que revelou desde sempre nesta fase de qualificação um fortíssimo jogo coletivo. É também por esta razão que a nossa vitória deve ser ainda muito mais valorizada. (...)»

Nuno Perestrelo - Jornalista de A Bola; «(...) O jovem traduziu as minhas palavras do inglês para o albanês e o olhar do tio alterou-se. Sem respirar, disparou (a sonoridade era parecida e o google tradutor diz que a frase era algo como isto): «Pelé ka thene se ne qofte se ka pasur nje loje kunder nje ekipi marsian dhe Eusebio nuk ka luajtur, ai gjithashtu nuk do te luaje». Percebi, ali pelo meio Pelé, equipa de marcianos e Eusébio, mas tive de esperar que o rapaz explicasse que o Pelé tinha dito que se o Eusébio não jogasse contra uma equipa de marcianos ele próprio não jogaria! Sorri e apreciei o momento. Não rebati - para quê contrariar tão forte paixão? - e desejei-lhes boa sorte, que aproveitassem o jogo. Para eles, foi um dia mágico. Afinal, era só um jogo de futebol e isso, toda a gente sabe como pode ser mais importante que tudo. »

Dia 10

António Magalhães - Director do Record; «Ainda se está por perceber como é que Benfica, Sporting e FC Porto partilham tantas vezes a cobiça pelos mesmos jogadores. A história das contratações dos três grandes está cheia de casos de reforços que foram "desviados" do seu percurso original por um interesse comum seguramente potenciado pela tremenda rivalidade que existe entre eles.
Os motivos não estarão, por certo, exclusivamente relacionados com a ânsia de tentar "passar a perna" ao rival. Há, obviamente, razões acrescidas que colocam os clubes na pista de jogadores que podem ser bons negócios. A pequena aldeia do futebol já não consegue esconder muitos segredos e Benfica, FC Porto e Sporting dedicam especial atenção a mercados que são trabalhados por especialistas ao melhor estilo dos garimpeiros. (...)
»

Hugo Vasconcelos - Jornalista de A Bola; «(...) Renovações à força nunca funcionam. Por muito que se antecipe que um jogador possa vir a ser o futuro da Seleção, a carreira de um futebolista está demasiado dependente de circunstâncias para que haja certezas. O ponta de lança do futuro em 2012 (Nélson Oliveira) não conta em 2015. Chamar um em 2015 a pensar em 2018 tem tudo para falhar.
William e Danilo são hoje opções firmes para a Seleção e quando um deles for melhor que Tiago será titular. Em 2011 imaginar-se-ia que seria Danilo (por causa dele William não foi ao Mundial de sub-20); em 2013, claramente William, titular do Sporting. Hoje, quem sabe?... Reclamou-se, a seguir ao Mundial de 2014, uma renovação partindo-se do princípio errado: Paulo Bento precisava de chamar jogadores novos, sim, mas novos na Seleção, que não iam tendo oportunidades porque o selecionador tinha fechado demasiado o grupo, não novos no cartão do cidadão.
»

Nuno Santos - Jornalista, no Record; «(...) Ambos, Jesus e Marco Silva, deram importantes entrevistas ao Record esta semana. Temos sempre, como disse Ortega y Gasset "o Homem e a sua circunstância", logo muitas coisas ficaram nas entrelinhas, mas nenhum dos dois fugiu à sua essência. A entrevista do atual treinador foi amplamente analisada ao longo dos últimos dias, designadamente naquilo que tem a ver com o passado - o Benfica, - e até com o futuro, porque os leitores do pensamento já sabem que Jorge Jesus está de passagem e, se não aparecer o Manchester City, o PSG ou quem sabe o Barcelona, ele aparecerá mais cedo ou mais tarde no FC Porto para ficar (como se já não estivesse) na história do futebol português como, sim ouvi dizer, "o treinador que será campeão pelos três grandes". Pois, a mim o que saltou à vista, além da mágoa pela forma como Vieira o destratou tudo normal, tudo normal, mas nada normal -, foi o seu compromisso como Sporting e com Bruno de Carvalho. Não sei se Jorge Jesus o faz por ser "egocêntrico" como teimam os seus detratores, sei que o faz porque quer que o clube ganhe, porque está alinhado nesse aspeto com o presidente, porque sabendo das limitações da equipa também sabe, e até o disse, onde ela vai melhorar. O presidente tem pedalada para ele? Tem, e vice-versa, porque são dois fanáticos do trabalho com todas as vantagens e por vezes as desvantagens que essa forma de estar tem. (...) »

Dia 11

António Pragal Colaço - Colunista de 'O Benfica'; «(...) SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS
Esta rubrica, para os mais incautos, poderá ter, uma linguagem mais esdrúxula.
Apoiar a transição para uma economia de baixo teor de carbono. Promover a adaptação às alterações climatéricas e a prevenção e gestão de riscos.
Ora, aqui já também o Benfica começou a trabalhar no sentido de ser amigo do meio ambiente, sem que lhe tenha sido concedido qualquer financiamento estatal ou europeu. Já em 2010, um ano após a instalação das soluções solares térmicas, o Benfica avalia em 67% a poupança média mensal na factura de gás para o aquecimento de águas sanitárias no Centro de Estágio do Seixal, uma importante poupança económica e para o meio ambiente.
E muito mais que por falta de espaço não podemos escrever. Agora, os jovens que se formam no Seixal a todos os níveis, serão eles, conjuntamente com uma política mais amiga do ambiente, transversal a todo o Universo Benfiquista, o garante e a sustentabilidade do futuro dessa grande instituição a que tenho a honra de pertencer - O Sport Lisboa e Benfica.
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Está instalada uma nova ordem no futebol das águias. A aposta na formação não era um capricho e muito menos uma promessa, daquelas que se esquecem rapidamente. O assunto fazia mesmo parte de um plano estratégico - e aí estão, já lançadas, as bases daquilo que Luís Filipe Vieira idealizou. Se é este ou não o caminho certo, só o tempo o dirá. Mas não faz sentido condenar, logo à partida, o projeto que visa construir uma equipa mais jovem, mais portuguesa e com mais formação. O cenário pode ser demasiado romântico e, na prática, até acabar por não funcionar. Ou demorar alguns anos a dar frutos sabendo-se, como disse Toni, que no Benfica "não há tempo para pedir tempo". Por isso é que estes processos têm de ser aceites, acarinhados e suportados pelos mais experientes. E quase tão importante, nesta fase, o papel de Rui Vitória quanto os de Luisão, Júlio César, Jonas ou mesmo Gaitán.
A questão essencial é saber se há ou não qualidade de base. E isso é o que iremos perceber nos próximos anos. Gonçalo Guedes e Nélson Semedo, entre outros, têm a oportunidade de ser o futuro do Benfica. Coisa de que Yannick Djaló, Bebé, Luisinho, Michel, Djavan ou Bruno Cortez não foram capazes. Essas, sim, foram apostas falhadas. E tempo perdido.
»

Sílvio Cervan - V.P. do SLB em A Bola; «(...) Excelente notícia para o Benfica o facto de ter renovado com Jonas. A qualidade do jogador, a sua entrega e o seu profissionalismo são um seguro para o ataque encarnado.
Hoje volta o futebol, o verdadeiro, dentro das quatro linhas (como eu gosto), com um difícil Benfica-Belenenses, jogo de dificuldade máxima, numa altura em que não são permitidos desaires. Como dizia Jardel em entrevista, esperemos que estes dias tenham servido para «apertar alguns parafusos» na engrenagem benfiquista. Precisamos da máquina oleada e preparada para os desafios que aí estão. Belenenses, Astana e FC Porto em nove dias é agenda de sobra.
Por agora só o Belenenses é importante. Os de Belém começaram bem a época, estão com vários jogos competitivos de rodagem, jogam melhor fora de casa, onde têm aliás melhores resultados. Será difícil logo a noite.
»

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