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Newsletter N.º 214

Continuaram as ondas de choque motivadas pela derrota do Benfica frente ao Bayer Leverkusen e, como é hábito, colocou-se tudo em causa. Veremos os novos desenvolvimentos...

Na 7.ª jornada com maior ou menor dificuldade os três grandes ganharam pelo que no pelotão da frente nada de novo. Segue-se agora um interregno para jogos da Selecção pelo que é tempo de recarregar baterias.

Para tentar desbloquear o impasse em que está a Liga de Clubes, reuniram-se em Coimbra os presidentes dos clubes. Dos principais faltou Bruno de Carvalho que na altura estava em Terras de Sua Majestade a dissertar sobre alguns dos seus temas favoritos. O facto de terem comparecido Pinto da Costa e Filipe Vieira foi motivo da habitual especulação dos plumitivos que não sabem viver de outra maneira.

Por último destaque para a Selecção de Sub-21 que teve uma actuação digna dos maiores encómios na Holanda onde venceu sem apelo nem agravo a equipa da casa, rasgando boas perspectivas de apuramento para o Europeu. Vamos ver como se irá comportar a Selecção A, mas acredita-se que terá uma boa prestação.


Dia 4

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Não é só a chamada de Ricardo Carvalho que está em causa. Fernando Santos decidiu mesmo transformar o núcleo duro da Seleção, afastando jogadores intocáveis desde 2006 - como Veloso ou Meireles. A base que sustentará o projeto passa a ser outra daqui em diante, mas nem por isso se pode falar em renovação. Se regressa Ricardo Carvalho, que tem 36 anos, mas também Tiago (33) e Danny (31), não é possível falar de rejuvenescimento. O grupo, envelheceu, sim, e torna-se muito difícil imaginar a presença de portugal na fase final do Campeonato da Europa, em 2016, com titulares de 38 e 35 anos. Conclusão: a renovação não é urgente e até pode esperar. (...)»

Octávio Ribeiro - Director do 'CM' no Record; «É polémica a forma como a presença na Liga dos Campeões tem sido tratada no discurso de Jorge Jesus. Os críticos não aceitam que o treinador do Benfica retire pressão ao grupo com a valorização do objetivo interno em detrimento da carreira europeia.
Neste particular, não poderia estar mais de acordo com Jesus: com aquela dupla de centrais, sem poder de fogo na área adversária e com um meio-campo titubeante no centro, o que esperavam os benfiquistas que o seu técnico viesse dizer?
Que o Benfica é um grande europeu, pela sua história, isso está óbvio para qualquer adepto de futebol, mas esta época a equipa está demasiado limitada para Jesus poder vir a terreiro prometer a Lua, quando as pernas de alguns jogadores tremem na relva dos maiores palcos. (...)
»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «O jogo de Leverkusen devia ter feito soar a campainha de alarme. É penoso ver o Benfica na Europa. Tão penoso que está obviamente em causa a recuperação da imagem internacional do futebol do clube. A questão que se coloca agora é a de se saber se essa manifestação de penúria competitiva, essa demonstração de indigência é, apenas, o resultado de uma opção mal assumida do seu treinador, ou se é algo de mais profundo, mais grave, mais estrutural. Inclino-me para a primeira hipótese. Acredito que Jorge Jesus tenha estudado a realidade do seu plantel, percebido que está longe da robustez da época passada e tenha decidido, por sua alta recriação, que este Benfica só terá sérias hipóteses de revalidar o título de campeão nacional se deixar cair a época europeia, poupando-se a um desgaste de energia que será crucial para atacar o título.(...)»

Dia 5

Carlos Vara - Jornalista de A Bola; «(...) Fernando Santos não é mais um treinador fechado e melancólico, características que revelava quando partiu em 2007, e essa abertura plena que revela para o exterior, a facilidade de discurso sem artifícios, o humor e um sentido de humanidade permanente levam-nos a gostar dele ao primeiro instante e a desejar-lhe a melhor sorte do mundo com a Seleção Nacional.
Com a sua chegada talvez se honre definitivamente as nossas cores e o povo se aproxime um pouco mais de uma equipa que em tempos nos dava tudo e ultimamente mergulhou para um espaço onde por má sorte cabe a generalidade dos portugueses - a zona da carência.
Não é necessariamente colocando bandeiras nas janelas ou fazendo apelos ocos que se traça o rumo, pois isso jamais será com ele, mas pelo menos sabe-se que com o selecionador haverá motivo para se acreditar em algo sem ser num mundo plastificado e repleto de mensagens subliminares. Fernando Santos merece sorte para chegar onde todos desejamos. Tudo o resto ele tem.
»

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo, em A Bola; «(...) 3. Reafirmamos, desde já, a nossa leitura (vale o que vale) de sempre: das decisões do Conselho de Justiça resulta que ao (novo?) acto eleitoral só podem ser admitidas as duas listas consideradas válidas e a de Mário Figueiredo, neste caso se ultrapassar as irregularidades detectadas nas decisões.
4. Por outro lado, o requerido não pode obter resposta. Com efeito, nos termos do Regimento do Conselho de Justiça, as suas decisões não admitem aclaração.
»

Vítor Baía - Ex-Jogador do FC Porto; «(...) Por tudo isto, e fazendo uma análise aos três grandes, o que realmente muda é a capacidade de liderança e a estratégia dos seus líderes. A motivação dos seus jogadores, a disponibilidade/compromisso que cada um coloca no que faz. Cada um gere a equipa à sua maneira. Uns são mais conservadores, sugando tudo o que podem aos seus preferidos, quase sempre 13/14 jogadores; outros, mais arrojados, colocam todos em rotatividade permanente, utilizando todo o plantel, com níveis de motivação e compromisso altíssimos. No futebol os resultados mandam, mas, mesmo assim, identifico-me mais com a gestão coerente dos mais arrojados e confiantes. Julen Lopetegui é um belo exemplo e está no bom caminho... Assim os resultados o ajudem! »

Dia 6

Alexandre Pais - Ex-Director do Record; «(...) Mas como nem tudo são rosas e momentos difíceis não faltarão, que espírito de grupo poderá conseguir um selecionador que acha que só há bons rapazes quando a hora for de sofrer? Como se sentirá um jogador motivado e de conduta inatacável ao ficar no banco, preterido por um que fugiu antes da ida para o aeroporto? Como se aguentará um profissional que respeita as decisões do seu treinador, ao ter de assistir à exibição pública de má educação de quem amua se for substituído ou se for suplente porque se acha - sem ser - melhor do que os outros? Evidentemente que desejo sorte a Fernando Santos. Vai precisar. Só não estou a ver como irá ele exigir caráter a quem não tem sequer cabeça.»

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «Aguardava com expectativa a convocatória de Fernando Santos para o duplo compromisso da nossa seleção. Sempre defendi que os convocados devem ser os melhores no momento da chamada e para o desafio seguinte. Ninguém tem lugar cativo na Seleção, a cada momento devem os melhores ser chamados. A última convocatória que é a primeira da era Fernando Santos procura mostrar que ninguém está excluído e que todos vão ter a porta aberta para orgulhosamente vestir a camisola de Portugal. Portugal precisará de todos e mesmo todos somos poucos para Portugal chegar ao Euro 2016 em França. Somos fortes, mas para isso temos que estar coesos e unidos, pois divididos ninguém vai acreditar em nós. (...)»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) Quanto ao Benfica, a questão é mais delicada. Está visto que a estabilidade na baliza é uma miragem. Percebem-se as dificuldade de Jesus para substituir o magnífico Garay. E o meio-campo está longe dos níveis de produção da temporada passada, quer com Matic, quer com Fejsa. Aí, aliás, residirão as principais dores de cabeça do técnico encarnado que não quis, até agora, fixar Samaris na posição «seis» e na ausência de Enzo decidiu jogar com Talisca a «oito», com as inerentes insuficiências defensivas que foram expostas ao longo da primeira parte com o Arouca. E há o ataque, agora com mais uma solução, Jonas, que vai exigir escolhas difíceis, que podem até questionar a titularidade de Lima. Jesus, que lidera a Liga, tem muito em que pensar!»

Dia 7

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Não vou contrariar o critério desta convocatória, nem desancar os anteriores... Aliás, ouvi os argumentos de Fernando e tive a preocupação de procurar as explicações de Paulo. Senti-me esclarecido, embora não totalmente convencido. Repito, não questiono a ideia do novo selecionador, mas custa-me engolir Ricardo Carvalho. Sinceramente, gostaria que me explicassem o que é que um central de 36 anos vai acrescentar à Seleção. Neste particular, creio que Santos se excedeu. Deu como exemplo a Grécia, em relação às idades dos jogadores em condições de serem convocados, mas esqueceu-se de um pormenor: os portugueses não querem ver a sua seleção a jogar como a grega... »

Manuel Martins de Sá - Jornalista de A Bola; «(...) 2. A democracia italiana sempre foi muito singular, desde a eleição de Parlamentos com deputados bizarros e grotescos até à multiplicidade de partidos com pouca ou nenhuma expressão institucional e à formação de Governos de curta duração. Agora caiu-se noutra originalidade: a dos Governos de iniciativa presidencial. Este de Matteo Renzi, que saltou da autarquia de Florença para primeiro-ministro, é já o terceiro consecutivo que Giorgio Napolitano (um comunista ortodoxo) nomeia sem recurso a eleições. De homem da Providência, Renzi passou agora para o banco dos réus. A última guerra declarou-a ao futebol: exige que os clubes (que já estipendiam os stewards no interior dos recintos) paguem também o policiamento dos jogos, qualquer coisa como €25 milhões. Estes recusam e perguntam o que é feito aos €1000 milhões de impostos que já liquidam anualmente. Greve do campeonato à vista. »

Norberto Santos - Redator Principal do Record; «(...) Hoje é fácil concluir que a corrida é um verdadeiro fenómeno cultural que está ao alcance de todos e é transversal na sociedade portuguesa. Para quem corta a meta a andar, despreocupado com o lugar entre milhares e milhares de concorrentes, não interessa quem é o vencedor. A avaliação faz-se pelo tempo obtido e isso é, na verdade, o motivo de satisfação daqueles que regularmente treinam todos os dias depois do horário laboral.
As organizações melhoraram imenso as condições para os concorrentes, e da parte dos atletas existe uma maior consciencialização dos riscos e das vantagens da prática da corrida. Isso traduz-se num ambiente salutar, difícil de encontrar em qualquer outro tipo de eventos.
No entanto, fica um alerta: por este andar o atletismo de pista vai deixar de ter interesse. Não há organizações que apostem na pista, a Federação e associações teimam em manter as rotinas de antigamente sem qualquer atrativo para o público. É a clara antítese com as provas de estrada, onde todos são os verdadeiros heróis e vencedores.
»

Dia 8

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) Será tempo, também, para o ainda guarda-redes Júlio César receber mais uns intensivos tratamentos, não direi para jogar, mas para, pelo menos, conduzir sem dores o automóvel.
É também uma oportunidade para Lopetegui deixar de sonhar com árbitros, a não ser o afável e compreensivo Pedro Proença, sobre o qual, aliás, o treinador não teve queixas...
Serão, igualmente, duas semanas de aquecimento verbal para o FCP e SCP, após ingrato sorteio na Taça de Portugal. E tempo para os três clubes pensarem na 'estratégia técnico-táctica' e no 'enquadramento físico-emocional' da 3ª jornada da Champions que virá logo a seguir. O Benfica em Monte-Carlo lutará por ainda chegar à... Liga Europa. O Sporting vai a Gelsenkirchen tentar repetir o feito do poderoso Maribor. O Porto, depois de uns bielorussos suaves e de uns ucranianos quase expatriados, enfrenta, nada mais nada menos, que o último classificado da Liga espanhola. Oh! Ingratos sorteios, de novo! -
»

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) O mérito ou crédito de Fernando Santos a frente da seleção da Grécia é inquestionável, não só no apuramento como no facto de ter passado as fases de grupos tanto no Europeu como no Mundial, apesar de não ter qualidade humana comparável à da Seleção portuguesa. Por estas razões, há que confiar no seu projeto nacional e esperar pelos bons resultados, sendo o seu trabalho o verdadeiro fiel da balança do sucesso à frente de Portugal. Obviamente com Ricardo Carvalho - que cumpriu a sanção que lhe foi imposta e, que se saiba, não foi irradiado pela Federação -, Tiago, Danny e todos os que forem necessários para que o objetivo seja alcançado. É por aí o caminho e é por aí que devemos seguir rumo ao Europeu de França. Com estas ideias e princípios definidos por um selecionador sério e profissional. »

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Se Talisca é a imagem do Benfica, Lopetegui é a cara do FC Porto. Os saltos que deu no fim do jogo com o Braga, como se tivesse ganho o campeonato, mostram bem a angústia que viveu durante os 90 minutos. No início da época, o Porto era apresentado como uma "Armada Invencível", destinada a cilindrar os adversários. Ora, se ainda não foi vencida, também não conseguiu convencer. No domingo, um comentador do Norte falava na rádio de uma "vitória feliz" e de um jogo "horrível" do Porto.
Na semana passada, Pinto da Costa saiu em defesa de Lopetegui, dizendo numa entrevista que ele está a fazer a "revolução de mentalidade" que lhe foi pedida. Ora, eu julgava que a grande força do Porto, que lhe garantiu durante três décadas a hegemonia no futebol português, era exatamente a estrutura e a mentalidade vencedora. Afinal, Pinto da Costa vem agora dizer que não é bem assim e que é preciso revolucionar tudo...
Sucede que, muitas vezes, estas "revoluções" não têm um final feliz. Porque se perde o que se tem e não se consegue construir nada em troca. Uma coisa é certa: para Pinto da Costa, a "mentalidade à Porto" já não serve.
»

Dia 9

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «Resta-nos a consolação, fraca é verdade, de o futebol não ser aqui o parente-pobre do país, mas antes um espelho fiel da incompetência e leviandade que tomaram conta dos nossos destinos. Porque haveria afinal o desporto de ser exemplar, se em pastas tão decisivas para o futuro do território, como a educação e a justiça, os nossos governantes deram provas cabais de inimputabilidade ao deixar erros monstruosos como a falha do Citius ou a vergonha da colocação dos professores sem mãe nem pai? Somos quase levados a pensar que Nuno Crato teve intervenção nas eleições da Liga, tantos que são os episódios rocambolescos. (...) »

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) A verdade é que o Benfica não se prepara suficientemente para os duelos na Champions. A crítica especializada passou uma semana nos jornais e nas televisões a esmiuçar as virtudes e os defeitos do Bayer Leverkusen. O que é que se viu na Alemanha? Um Jorge Jesus neurasténico a gritar para que Enzo e Talisca jogassem longo, como se uma mudança tão radical no modelo de jogo pudesse ser suficientemente gerida do banco de suplentes... Contaram os jornais que Vieira foi ao balneário mostrar o seu desagrado após a derrocada em Leverkusen. Mas de que serve isso, quando Jesus sabe estar escudado por um discurso presidencial que também tem vendido a tese de que ser bicampeão é a única coisa que verdadeiramente importa? E aqui radica o essencial: um treinador deve ter autonomia total na sua área de jurisdição, mas a estratégia e a gestão desportiva têm obrigatoriamente de estar acima disso. »

Leonor Pinhão - Jornalista, em A Bola; «(...) Dos outros novos, Talisca e Derley vão-se fincando, ganhando o seu espaço. Um dia destes até lhes vão passar a chamar de insubstituíveis depois de lhes terem chamado outras coisas menos bonitas. Isto ainda se vai compor em termos da qualidade do espetáculo capaz de agradar às plateias elegantes. No último fim-de-semana quanto às lamentações de uns e ao gáudio de outros, houve a registar o perdão de grandes penalidades ao Benfica e ao FC Porto, uma para cada um. Mas no capítulo dos erros das terceiras equipas em campo, como não podia deixar de ser, o momento mais fabuloso da jornada, verdadeiramente sensacional foi o regresso do sportinguista Fredy Montero aos golos em posição de fora-de-jogo 299 dias depois. É obra. (...)»

Dia 10

António Oliveira - Ex-Seleccionador Nacional no Record; «(...) Adepto de um futebol alegre e ofensivo, como se viu nos períodos em que treinou FC Porto, Benfica e Sporting, mas que também sabe colocar a jogar equipas pragmáticas e mais defensivas, como se viu na Grécia, a grande curiosidade em torno de Femando Santos passa por perceber qual a estratégia que vai tentar implementar na equipa portuguesa e também que funções irá atribuir a Cristiano Ronaldo.
Para esquecer os últimos jogos, pede-se uma equipa criativa e mais tranquila. Que se consiga soltar do nervosismo, esteja serena na defesa e aproveite os dinamismos do meio-campo para servir os avançados com novas ideias e futebol fluido. Por sua vez, com as opções para ponta-de-lança cada vez mais reduzidas e, com vários extremos na convocatória, o desvio de CR7 para uma zona mais central poderá ser uma realidade. E estando o capitão português a passar por uma fase concretizadora notável (17 golos em 11 jogos esta época), a experiência até poderá dar bom resultado.
»

Carlos Campaniço - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Recordo-me de Simão Sabrosa, de Aimar ou de Cardozo (este em moldes diferentes), por exemplo, em quem os adeptos depositavam sentimentos semelhantes. Embora Talisca não tenha ainda a notoriedade desses mesmos atletas, conseguiu em muito pouco tempo fazer-nos acreditar que é o nosso homem.
Acontece, porém, que não estamos a falar de um atleta que custou dezenas de milhões de euros. À prospecção do Benfica se deve esta descoberta, fazendo lembrar a de David Luiz há uns anos. Mas enquanto David Luiz precisou de tempo para vingar no Benfica, acresce ao que já dissemos de Talisca este outro fenómeno, o de chegar, ver e vencer. Lembremo-nos a incapacidade de adaptação dos jovens jogadores sul-americanos na Europa. Quanto tempo levou Di Maria para aparecer como figura no Benfica?
»

João Pimpim - Jornalista de A Bola; «O presidente do Sporting fala dia sim, dia sim. Descansa aos domingos, mas compensa-os com as duas horas de conversa com a família leonina, uma vez por mês, no canal oficial. Não que Bruno de Carvalho tenha muito para dizer, visto que, na maioria das ocasiões, repete o discurso do dia ou da semana anteriores, com variantes aqui e ali, consoante as modificações na realidade sobre a qual decidiu discursar - o que, tratando-se do futebol português, como sabemos, não sofre grandes alterações nem de ano para ano quanto mais de dia para dia... O presidente do Sporting, portanto, gosta muito de falar. Mas gosta ainda mais de ser ouvido. E que falem dele, seguindo a velha máxima da propaganda que ensina que «bem ou mal, o importante é que falem de nós». (...)»

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