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Newsletter N.º 266

Mais Taças para o museu. O Voleibol, o Basquetebol e o Hóquei no feminino conquistaram as Supertaças dando seguimento a uma dinâmica invejável. Noutro plano, uma palavra de destaque ao Andebol que conta por vitórias os jogos disputados. E já são seis! Será que há mudança de paradigma? Por sua vez o Futsal, na Eslóvenia, acedeu à Ronda de Élite através de 3 vitórias categóricas que lhe valeram a conquista do Grupo.

O site Football Leaks entrou em acção e divulgou documentos alegadamente confidenciais com especial incidência no Sporting que, acabou por romper definitivamente com Carrillo.

Na 7.ª jornada o Sporting e o FC Porto venceram, em casa, os seus adversários e o Benfica viu o seu jogo na Madeira adiado devido ao nevoeiro.

A Selecção portuguesa ao vencer a Dinamarca apurou-se de forma directa para o Europeu de França. Parabéns a todo o grupo.


Dia 3

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) É por isso que cabe ao selecionador a difícil e pouco grata missão de entre dois jogadores de nível semelhante ter de excluir um. Como sucedeu com Adrien Silva, a rubricar período excelente, no seguimento do que se lhe observou na época transata. Só cabem 24 na convocatória, e em caso de dúvida impera a lei do selecionador, sem direito a recurso, apesar de sujeita a discussão pública. De aí, a dúvida sobre quem teria sido o sacrificado no caso de William Carvalho se encontrar a cem por cento: Danilo, Miguel Veloso, Tiago, André André, João Moutinho ou João Mário?
Ao azar de Adrien Silva contrapõe-se a sorte de Nélson Semedo, um jovem lateral-direito de muita qualidade e uma chamada natural em face das circunstâncias: Bosingwa e Vieirinha, habituais convocados e ambos lesionados. Não fosse essa coincidência e, provavelmente, teria de esperar...
»

Leonor Pinhão - Jornalista, no Record; «(...) Na justificada euforia que se seguiu à vitória sobre o Benfica, o presidente do Porto disse que a equipa de Lopetegui "dificilmente" voltaria a perder pontos. Nem uma semana se teve de esperar para vermos o Moreirense tirar dois pontos à mesma equipa que "dificilmente" voltaria a perder pontos segundo o juízo do seu presidente. Pinto da Costa também disse que Maxi Pereira não trocou o Benfica pelo Porto "por dinheiro". Claro que não, toda a gente sabe que foi por amor. Aliás, é por causa destas coisas que o futebol arrasta multidões. (...)»

Luís Pedro Sousa - Editor do Record; «A última semana foi, sem dúvida, a melhor de Rui Vitória no comando do Benfica. Os encarnados conseguiram o primeiro triunfo da época num jogo de grau de dificuldade elevado - e logo em Madrid, para a Liga dos Campeões -, depois de ganharem, de forma eloquente, a partida com o Paços de Ferreira, o que permitiu, desde logo, que o treinador começasse a recuperar a confiança dos adeptos. Vitória superou obstáculos, contornou os primeiros focos de tensão e até passou a adotar um discurso mais ambicioso, como aconteceu na véspera do duelo ibérico. (...)»

Dia 4

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «O Sporting perdeu em definitivo a esperança de se entender com Carrillo e encostou-o à parede: a partir de agora, suspenso e com um processo disciplinar, o peruano é "persona non grata" em Alvalade.
As consequências práticas desta decisão estão à vista: Jesus tem de fazer contas à vida com Gelson e Carlos Mané e um jogador com potencial de mercado bem acima dos 20 milhões de euros vai acabar por sair sem que os leões recebam sequer um cêntimo. Já se foi demasiado longe para que o desfecho possa ainda ser outro e o próprio empresário do extremo confirmou que a negociação não voltará a ser aberta. (...)
»

Ricardo Costa - Professor de Direito da Universidade de Coimbra, no Record; « 1. Até quando permanecerá esta vontade de os "adeptos" (??!!)se fazerem notar pelas piores razões num estádio de futebol e prejudicarem a reputação (e o interesse e, eventualmente, o percurso desportivos) dos clubes que "apoiam"? Até quando se conservará o laxismo na regulamentação desportiva, que tornou cada vez mais difícil (tornando ilícitos de perigo em ilícitos de resultado) a censura jusdisciplinar para as hipóteses mais graves? Até quando é possível adiar um "plano de erradicação" da violência (à inglesa), ao invés de se gastar tanto dinheiro em missões de "acompanhamento" de claques absolutamente alheias à ordem pública e à preservação da integridade física? Esta semana Benfica e Belenenses já sofreram, nas competições europeias, com este alastrar que não pára. Veremos o que ainda vão sofrer. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Conclui, o Sporting, que esta era a convicção do peruano, desde o início, e que, por isso, ao longo de todo este tempo em que supostamente negociou, afinal, mais não pretendia do que ganhar tempo. E é por isso que o Sporting entende que o atleta foi desleal.
Diz, no entanto, o Sporting, logo no início da sua exposição, que o clube reconhece os direitos que a lei confere ao jogador, incluindo o direito de não renovar. E a verdade é que essa é a questão decisiva. Carrillo nunca quis renovar pelo Sporting, por dinheiro algum. O que pode levar o Sporting a desconfiar de que Carrillo já está, desde há muito, comprometido com outro projeto e outro clube. O problema é que, pelo menos para já, não o pode provar. Nem mesmo se vier a verificar que o peruano irá jogar, na próxima época, num rival português. Se tal vier a acontecer, fundamenta mais as suspeitas, mas ainda não fará prova. Fica de pé a razão moral, mas essa, como todos sabemos, não faz lei no futebol.
»

Dia 5

Alberto do Rosário - Consultor, no Record; «(...) Na Europa, o leão continua a marcar passo. A "equipa portuguesa mais valiosa" foi despachada da Liga dos Campeões e na Liga Europa, perante um adversário menor, levou uma cabazada no seu campo para na Turquia não ir além do empate, com a ajuda de um ponta-de-lança com horror à baliza. Jesus a repetir os seus falhanços no Benfica.
Felizmente, temos um FC Porto com cultura europeia e gabarito, que despachou, em grande estilo, um dos maiores monstros mundiais do futebol. Em Madrid, um Benfica acusado de ser "uma equipa sem cérebro" dirigida por um treinador com mentalidade "dos pequenos clubes" mostrou como se limpa um poderoso Atlético Madrid. Certo, Jesus já não mora na Luz.
»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) A irresponsabilidade criminosa, em Madrid, de um punhado de idiotas da claque do Benfica vai custar caro ao clube da Luz. E não valerá a pena dizerem, os encarnados, que não reconhecem as claques. O mal está feito (como tem sido feito, em forma de petardos e tochas, ao longo dos últimos anos) e há que encontrar, com caráter de urgência, uma solução que inviabilize a entrada nos estádios destes marginais que nada acrescentam ao espetáculo. A situação não é fácil, mas carece de uma resposta enérgica e corajosa. Mais de Madrid é que não! »

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Quando se realizará este jogo? União e Benfica desentenderam-se sobre nova data, a Liga, organizadora do campeonato, enfrenta berbicacho. Adiar para hoje ficou impossível, pois uma dezena de futebolistas têm de se apresentar em Seleções Nacionais. E não se vislumbra espaço no calendário do próximo mês e meio... O Benfica até meio de semanas já tem preenchido com eliminatória da Taça e jogos da Champions. Ou como ficou claríssimo: mau grado ser dia de eleições, os jogos de ontem não poderiam ser antecipados ou adiados. Pelos regulamentos da UEFA (vetando menos de 72 horas após confrontos europeus) e pela densidade dos calendários nacionais. (...)»

Dia 6

António Magalhães - Director do Record; «Ao fim de quase uma hora, o programa "Prolongamento" da TVI atingiu o primeiro pico de tensão (e seguramente de audiência) quando se verificou a primeira troca de palavras entre Bruno de Carvalho e um dos comentadores presentes, Pedro Guerra. Foi o Damaiense que começou por ganhar inesperada notoriedade e o que se seguiu foi um... oportuno intervalo. Mas não deu para arrefecer e atingiu um ponto crítico quando o presidente dos leões colocou Luís Filipe Vieira no ponto de mira. Começou no BES, passou pelo Brasa Futebol Clube e terminou numa denúncia de ofertas a árbitros, delegados e observadores no valor de 250 mil euros por época. (...)»

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Com todo o respeito pela história de um emblema centenário, carece de sentido a presença do União na Liga portuguesa. Pode não gostar-se dos estilos dos respetivos presidentes (Carlos Pereira e Rui Alves), mas é inquestionável que, cada qual com a sua linha de orientação, Marítimo e Nacional são notáveis representantes da Região, além de apresentarem obra.
O União depara-se-nos, pois, sobre a onda de um capricho político-social que os contribuintes não têm obrigação de continuar a suportar...
»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Hoje o futebol pode parecer uma exibição de organizações quase espartanas, com pouco espaço para a afirmação individual. Nada de mais errado. O futebol persiste grandioso porque no meio da organização burocrática, do modelo de jogo ensaiado, há sempre uma nesga de criatividade que leva a bola por caminhos inesperados. Sem o rasgo irresponsável de um par de mágicos que resistem às amarras, o futebol poderia existir, mas não nos ensinaria nada sobre moralidade.»

Dia 7

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Deste modo, e por muita boa vontade que houvesse, por um esforço suplementar que eventualmente se quisesse fazer pela reabilitação do futebol português que é, afinal, uma miragem, por isto ou por aquilo, a tendência será a de sempre - cada um olhará para o seu respetivo umbigo, defendendo os seus próprios interesses, ou pior, procurando prejudicar o adversário, e a tal regeneração do futebol nacional que todos querem ou dizem querer e que ninguém faz nada por ela ficará para sempre no fundo da gaveta. E se há gente que nunca contou para nada, fica o lamentável registo de que esta nova geração, que tem assegurado lugares de influência, também já não cria qualquer esperança.»

Nélson Feiteirona - Jornalista de A Bola; «(...) Mais um trabalho, este para a Liga, e que com maior ou menor dificuldades tem de ser ganho rapidamente: remarcar o União-Benfica que foi adiado por causa do nevoeiro na Choupana. Desafio a sério era resolver este problema de uma vez por todas, porque todas as épocas há ameaças de jogos cancelados naquela zona da Madeira devido ao clima muito particular na zona alta da ilha. O transtorno e prejuízo não é apenas das equipas e organiza dores dos jogos, mas também dos adeptos que pagam bilhete de avião, hotel e planeiam uma festa que depois não acontece. Enfim, desafios há muitos; falta quem os queira, ou saiba realmente ganhar.»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Guerra entre Benfica e Sporting nesta temporada poderia ser guerrinha a durar 3 ou 4 meses. Passou anteontem a guerra total, até sabe-se lá quando! Degradante nível, bem abaixo de zero!, em discussão televisiva entre o presidente do Sporting e comentador benfiquista não pode ser visto como ridículo folclore (em que um presidente não poderia entrar!). Não! Bruno de Carvalho fez mesmo absoluta questão de vincar que a guerra nada tem de passageira e será total! Como reagirá o Benfica? Por regra, os escombros soterram dois derrotados... »

Dia 8

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado, no Record; «(...) Duvido que qualquer sportinguista se tenha ido deitar na madrugada de terça-feira orgulhoso do seu clube e do seu presidente; tenho a certeza de que nenhum sportinguista ficou esclarecido do que quer que seja, relativamente ao seu clube. E tenho pena, porque há coisas que gostaria de ver esclarecidas, como seja, a anunciada possibilidade de recorrer aos tribunais comuns em caso de veredito desfavorável no caso Doyen, como conciliar o processo disciplinar contra o Carrillo à luz do direito constitucional da liberdade de trabalho, porque é que o Sporting pagou a Marco Silva se estava a decorrer um processo disciplinar com intenção do seu despedimento, se é verdade a queixa do ex-empresário de Capel, porque é que não comunicou ao mercado que o Bruno Paulista tinha sido emprestado pelo Recreativo de Caála, entre outros. (...)»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Rui Vitória também não tem aquilo a que se chama "boa imprensa". Se vencessem o Atlético - em Madrid e num jogo da Liga dos Campeões - outros treinadores estariam ainda a esta hora a nadar em elogios. E até faria sentido, neste caso, onde os números falam por si. Em 67 jogos de equipas portuguesas em Espanha, apenas 11 vitórias. No caso do Benfica, foi a segunda em toda a história dos encarnados. Antes, apenas Eriksson, em 1983, no terreno do Bétis. E depois há esse "pormenor" de ter sido esta a primeira derrota na Champions de Diego Simeone no Vicente Calderón desde que chegou ao clube, em 2011. Por fim, a lembrança de que em 2015, que está a caminhar para o fim, apenas duas equipas venceram naquele estádio: Barcelona e Benfica. Rui Vitória é, ou não um homem com pouca sorte?»

Rui Gomes da Silva - V.P. do Benfica em A Bola; «(...) Nunca devemos responder a provocações gratuitas!
Nunca poderemos entrar no jogo de quem, sendo "pequenino", precisa de muito barulho para se colocar ao nosso nível...
Não devemos, por isso, transformar uma vontade inconsciente de vingança (que poderia ter passado pela cabeça de todos e de cada um de nós) numa guerra declarada.
Com a calma que eles não têm - a pretensa juventude faz com a insensatez, a má criação e a impreparação passem por voluntarismo - haveremos de construir a nossa vitória.
Dizia Albert Einstein que «só os loucos é que, continuando a fazer as mesmas coisas, querem ter resultados diferentes»!
Pois alguém achará que os loucos querem fazer as coisas de outro modo?
Ou que... deixaram de ser loucos?
Sendo assim,... ganharão os mesmos dos últimos anos!!!
»

Dia 9

António Pragal Colaço - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Quando nos empenhamos em atirar sempre pedras para a face dos nossos conterrâneos, muitas vezes arriscamo-nos a ter de regresso essas pedras em dobro.
É dos livros de hoje em dia, que a melhor forma de termos alguém na "mão", é mandarmos fazer uma auditoria ao que os que antecederam fizeram em determinado lugar.
Escrevo, no momento em que já existe há algum tempo, um site denominado Football Leaks.
Estou à vontade quanto a isto, pois sei que os meus amigos Benfiquistas não têm nada a ver com isto e ainda muito menos o subscritor do presente artigo.
Mas não deixa de ser giro poder lá ir buscar toda a informação que se pretende para se poder escrever sobre a mesma, quando estes artigos que já vão no 241.º, sempre tiveram como objectivo questões financeiras. E essa informação é relevante para efeitos de análise concreta e comparativa entre os designados três grandes.
»

João Pimpim - Jornalista de A Bola; «(...) Mas a verdade é que o sucesso desportivo pós-2000 é algumas vezes apenas aparente quando comparado com o alegado insucesso pré-2000. Porquê? Porque as qualificações mudaram e mudou sobretudo o número de seleções apuradas para fases finais. Em Europeus foi, primeiro, de 8 para 16 (de 1992 para 1996, e nesta última... apurámo-nos) e, agora, de 16 para 24 (basicamente, meia Europa apurada, tendo em conta que só 31 equipas nacionais ficam de fora).
Contas feitas, se as regras tivessem continuado iguais a antes de 1996 Portugal só, agora, voltaria a apurar-se para um Campeonato da Europa (exceção para 2004, quando foi organizador). Os segundos lugares nos apuramentos para 2000, 2008 e 2012 deixariam a Seleção fora da fase final...
»

José Ribeiro - Editor-Chefe do Record; «(...) Os "viscondes" de Alvalade sentem-se incomodados por terem um líder que não se importa de ir, como convidado, a um programa televisivo onde, para além de uma entrevista, tem de sujeitar-se a debater com um assalariado do Benfica. Mas como são esses mesmos "viscondes" que afiam as facas a cada derrota, Bruno de Carvalho também os ataca, move-lhes uma espécie de perseguição permanente. E fá-lo às claras, em assembleias gerais do Clube. Bruno de Carvalho não conta com os votos deles para permanecer em Alvalade, por isso dirige a "campanha" para a franja maioritária, aquela que exige a conquista imediata de títulos. Onde é que tal opção é discutível, em democracia? (...)»

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