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Newsletter N.º 244

Fim de semana importante nas modalidades. O Futsal, na 'Final-Four' da Taça de Portugal em Sines venceu o eterno rival por 2-1 e acedeu à final. Aí 'vingou-se' do seu carrasco da última época - o Fundão - na altura curiosamente treinado pelo actual técnico encarnado. Estão todos de parabéns.

Por sua vez o Voleibol foi derrotado, pelo que ficámos a aguardar por novo jogo da Luz para aferir do panorama do título. Venceu o Benfica com uma exibição categórica, pelo que haverá uma finalíssima nos Açores. Confiamos.

O Basquetebol cumpriu o que se aguardava e venceu a Oliveirense no 3.º jogo.

Barcelos, na 31.ª jornada do Campeonato de Futebol era ponto obrigatório de atenção. Uma vitória encarnada projectava o Benfica para uma situação favorável. Foi isso que aconteceu, com direito, mais uma vez, a goleada e 'nota artística'. O seu concorrente directo voltou a 'passear' nas margens do Sado o que já não é novidade!

Sábado à tarde mais uma final, desta vez perante o Penafiel. Não facilitar deve ser pensamento único.


Dia 2

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) «Ligaram-me da Austrália e de França surpreendidos. O mundo está surpreendido com a nomeação de Capela», afirmou José Mota, do qual Paulo Fonseca, à data treinador do FC Porto, dizia não recordar-se de o ver perder um jogo sem se queixar das arbitragens... Agora, com uma novidade, porém: reclama com um dia de antecedência e também com algum descuido. Para o campeonato, Capela dirigiu esta época três jogos do Benfica (V. Setúbal, fora (5-0), Gil Vicente (1-0) e Estoril (6-0), em casa), tal como Marco Ferreira ou Jorge Sousa. Idêntico número de jogos que Carlos Xistra, Manuel Mota, Nuno Almeida, Artur Soares Dias e Jorge Sousa apitaram do FC Porto. José Mota quis ajudar a inventar um caso. Talvez lhe dê jeito... Na jornada transata (30.ª), o Gil foi ganhar a Coimbra; antes, só conseguira vencer na 21.ª, em casa (14 de fevereiro), o Paços (1-0). Quem foi o árbitro? João Capela. Portanto, só pode ser um regresso a Barcelos bem-vindo. Mota não quer é que pareça. Afinal, o 'jogo falado' é bem mais complicado do que Jesus admite. »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Passou uma semana e não se fez a discussão que se impunha. Jesus vem agora dizer que, afinal, só se engana quando quer. E Lopetegui insiste em agarrar-se à arbitragem. De futebol e do que aconteceu verdadeiramente na Luz, nem uma palavra.
O Benfica ocupa o 1.° lugar e conseguiu ser brilhante em muitos momentos deste campeonato. O FC Porto construiu um plantel notável, teve apenas uma derrota em 10 jogos na Liga dos Campeões (é obra!) e, com menos 3 pontos do que o Benfica, mantém-se ainda na luta pelo título. Lamentavelmente, os seus treinadores não aproveitam as conferências de imprensa para vender futebol. Preferem a guerra.
»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Benfica, hoje, em romaria por Barcelos. Há quem considere este jogo a última e decisiva fronteira para o título. Percebe-se porquê. Uma vitória frente ao Gil Vicente deixará a discussão da conquista do campeonato apenas para a Luz, uma vez que vencendo os derradeiros dois jogos em casa, os encarnados até poderiam perder o jogo de Guimarães. À porta do bicampeonato, resta saber que Benfica se apresentará em Barcelos. A interrogação é legítima, até porque o Benfica tem sido irregular e inseguro. Perdeu pontos surpreendentes na campanha do norte e vem de um clássico em que não deixou saudades. Nestes últimos quatro jogos, porém, o Benfica terá a última oportunidade para mostrar que foi Jorge Jesus e os seus jogadores que ganharam este campeonato e não Lopetegui e os seus jogadores que o perderam.
Pode não parecer, mas há uma diferença significativa entre as duas hipóteses. Uma diferença psicológica, transversal a treinadores, jogadores, dirigentes e, sobretudo, adeptos. Uma diferença marcante, sobretudo, num tempo em que se pode estar no limiar de uma grande transformação de paradigma quanto à liderança do futebol nacional. (...)
»

Dia 3

Cristina Ferreira - Apresentadora, no Record; «E pronto, o jogo foi morno, sem graça, ficou tudo na mesma, não houve emoção. Mas houve Latopegui. Ai-jesus, que me enganei. Não fosse o bate-boca no final e o jogo Benfica-Porto não tinha história. E reza a história já há algum tempo que o Jorge é assim. Falta só saber se é natural nele ou se faz parte do jogo. Só sei que até eu já me baralho no nome do senhor. Afinal como é que se chama mesmo? Julen Lotopegui Argote. Antigo jogador de futebol e agora treinador do Porto. O mesmo que se irritou com o treinador do Benfica. Jorge Jesus diz que só se engana nos nomes quando quer. Mas o espanhol não gostou. Talvez já lhe trocassem o nome na infância. Será este um trauma que tem de ultrapassar? Sei que o bate-boca trouxe à luz o assunto. Agora todos brincam com o Loropegui. Ai calma, que não é assim. E Lolpetegui. Ai, que nem Jesus me salva. Senhor Juan, desculpe lá a brincadeira. Eu sou Ferreira.»

Fernando Seara - Adepto benfiquista em A Bola; «1. O Douro é um espaço único. Um ambiente sedutor e que seduz. Pessoas de uma amabilidade singular. Vinhos que se degustam e se mastigam. Adegas deslumbrantes como aquela da Quinta do Portal concebida pelo Arquiteto Álvaro Siza Vieira e que merece uma cuidada e demorada visita. Tal como uma dormida, em pleno vinhedo, na Casa das Pipas. Ou o sentir de um dos trilhos do imenso e universal Miguel Torga. O Douro é Património da nossa Humanidade em que se junta a natureza e o homem, a paisagem e a gastronomia, a hospitalidade e o humanismo. O Douro é, de verdade, uma estrada de dois sentidos. Com os seus medos e os seus humores. Com os seus rabelos e as suas novas potencialidades. E o Turismo do Douro, na pessoa do Melchior Moreira, está de parabéns. Pela promoção e pela estratégia, pela confiança e pela diversidade, pelo respeito e pela convicção. (...) »

Ricardo Costa - Professor de Direito da Universidade de Coimbra; «Anos a fio de discussão e espera terminaram esta semana, depois do empurrão definitivo proporcionado pela exigência da troika em legalizar o "jogo" virtual: temos lei dos jogos de fortuna ou azar e apostas desportivas e hípicas online. Com ela acaba um longo período de abdicação do Estado em assumir o papel de regulador e fiscalizador das atividades de "jogo" que proliferam nas plataformas eletrónicas e lutar contra o natural recrudescimento da banda larga da ilegalidade. Com ela inicia-se uma nova fase de combate à manipulação de resultados desportivos fundada nos esquemas de apostas ilegais e, mais em geral, de encerramento de algumas portas usadas para as fraudes fiscais e o branqueamento de dinheiro. Com ela teremos uma nova espécie de tributos em proveito do Estado sobre as receitas obtidas pelos "operadores" licenciados para o efeito (com pressupostos apertados no referido Decreto-lei 66/2015, ainda que num modelo liberal de candidatura) e uma nova oportunidade para o financiamento dos clubes e sociedades desportivas, (nomeadamente intervenientes nas competições de futebol). Além disso, a legislação desta semana veio ainda determinar a concessão exclusiva à Santa Casa da Misericórdia da exploração de casas de apostas desportivas com base no território português. (...)»

Dia 4

Alexandre Pais - Ex-Director do Record; «(...) A minha convicção sofreu ainda o golpe fatal quando Lopetegui interpretou aquela cena macaca com Jorge Jesus, cena que assumiu, aos meus olhos, uma tripla deceção: por o ter julgado incapaz de se "passar" daquela maneira, por revelar mau perder - empatando de facto, falhou no objetivo que era a vitória - e, o pior de tudo, por ter aproveitado o momento da despedida do adversário para o agredir verbalmente. Por muitas razões que tivesse, foi feio. Terminada a refrega, o que fica à mostra é a grandeza dos contendores: dos que ganharam, pela forma como tratam os vencidos; dos derrotados, pelo modo como encaram o insucesso. E aí, Jesus voltou a marcar pontos e Lopetegui perdeu os que lhe restavam. Creio ter visto em Antero Henrique o rosto da desilusão quando tentava, discretamente, afastar o treinador portista de Jesus. E sabendo embora como Pinto da Costa defende a sua gente, sou capaz de acertar se disser que Lopetegui acabou, na Luz, de cavar a própria sepultura. Fica por um fio.»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Depois de Barcelos o Benfica ficou mais perto de se sagrar, 31 anos depois, bicampeão nacional. Quando, no início da temporada, se assistiu a uma debandada em massa na equipa da Luz que tinha feito o triplete e atingido a final da Liga Europa - saíram, dos habituais titulares, Oblak, Garay, Siqueira, André Gomes, Markovic, Rodrigo, Cardozo e depois, em janeiro, Enzo Pérez, era difícil vaticinar que o Benfica lutaria pelo título, especialmente contra um FC Porto que contratou tudo o que lhe foi pedido por Julen Lopetegui e que possui, de facto, o plantel mais forte do futebol português. O Benfica assinou a custo zero, com três jogadores de mais de 30 anos, Júlio César, Eliseu e Jonas, compôs o meio-campo com uma dupla improvável formada por Samaris e Pizzi e, jogo a jogo, foi somando pontos sobre pontos. Aproveitando uma solidificação de processos, fruto dos quase seis anos passados na Luz, Jorge Jesus foi remendando aqui e ali a equipa encarnada e chega à 28.ª jornada com francas hipóteses de conquistar a Liga. Notável, pois, o trajeto encarnado e a arte de Jesus para, sem a mesma qualidade de ovos colocados à disposição de Lopetegui, estar a fazer mais e melhor. As contas fazem-se no fim, mas este está a ser o ano de Jesus. (...)»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Canoagem com máximo destaque no fim de semana desportivo lusitano. As suas medalhas em Europeus e Mundiais vão sendo estupendo hábito, resultante de magnífico trabalho cuja consolidação se iniciou na prata arrebatada nos últimos Jogos Olímpicos. Agora, nos Europeus, bronze para Fernando Pimenta; de seguida, quarteto Fernando Pimenta-Emanuel Silva-João Ribeiro-David Fernandes vice-campeões (a 8 milésimos do ouro...).
Também para o nosso atletismo pódios internacionais são outra não novidade. Ontem, 2.º lugar de Sara Monteiro na Maratona de Praga. Com recorde pessoal que mais confirma termos nova maratonista em acelerada progressão. (...)
»

Dia 5

António Magalhães - Director do Record; «(...) Apesar dos tempos de austeridade que atravessamos, especialistas já avisaram que o futebol português voltará a ser palco de ações de mercado de grande dimensão. A venda de Danilo ao Real Madrid foi um sinal claro desse prenúncio de agitação que muito contribui para os cofres dos clubes nacionais.
Portugal continua a ter a capacidade de gerar talentos e mantém-se na primeira linha das observações graças a resultados que aguçam a cobiça alheia. Alguma coisa fazemos bem, e não deve ser apenas graças a conhecimentos ou lóbis que o mercado português é muito procurado. Manter esta tendência (como faz prova o sério interesse do novo Milan) é fundamental, sobretudo quando se temia profunda recessão.
»

António Simões - Jornalista de A Bola; «(...) Que no futebol há campeonatos que são ganhos pelos treinadores também vi, sábado à tarde, ao ver o Benfica sair campeão de Barcelos (não, eu não acredito em milagres). E sim, quem ganhou (já) este campeonato não foi o Benfica (nem sequer o «colinho»...) - foi o Jorge Jesus, sobretudo por ter sido o que foi: um alquimista capaz de transformar cassiterites em ouro, compensando, assim o que em situação normal lhe teria deixado o sonho num destroço: o FC Porto ter um plantel muito melhor, muito mais rico (ou seja: foi esperto como Mourinho é. PS: Pois, também há campeonatos que são os treinadores que os perdem e não digo o nome do último exemplo para não me enganar (acrescentando-lhe um F - e arriscando, também eu, um puñetazo.) Mas, sim: digo que me espantou que aquele FC Porto que jogava como uma fera feliz, levava os seus desejos de superioridade para além do limite de todas as forças, não se detinha perante nada, não tinha medo de nada - e por isso é que ganhava como ganhava, fosse quem fosse o treinador - se tenha perdido em combate como se perdeu...»

Hermínio Loureiro - V.P da FPF, em A Bola; «(...) Uma palavra para a autarquia de Sines que montou uma equipa que trabalhou diretamente com a FPF de forma exemplar. O presidente Nuno Mascarenhas e o vereador José Arsénio foram inexcedíveis para que nada falhasse em termos organizativos. A AF Setúbal, liderada por Sousa Marques, também colaborou ativamente com as suas equipas operativas. Uma referência para as televisões que se destacaram pela qualidade do trabalho efetuado. Sporting TV, BTV, Bola TV e RTP 1 e 2 mostraram a magia do futsal e conseguiram um share fantástico apesar da forte concorrência.
Gosto da postura descentralizadora e de proximidade que a FPF tem na organização de eventos. E, para o ano, teremos nova competição no rumo de valorização do futsal: em vez de quatro vamos ter finais com oito equipas. O futsal promete. Parabéns a todos os que participaram na festa.
»

Dia 6

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «Lopetegui tinha razão. Capela teve uma influência decisiva em Barcelos. Sem ele, o Benfica não marcaria cinco golos ao esforçado Gil Vicente.
Lopetegui não sabe falar bem português, mas sabe soletrar sem sotaque CA-PE-LA. Claro que tem dificuldades em dizer Martins, Calheiros, Guímaro e outros incomuns nomes. Lopetegui é um estudioso da história do Benfica. Pena que não se tenha especializado em algumas partes douradas da história do clube que treina.
Lopetegui lê, de fio a pavio, todos os jornais. Tanto assim é que debitou, com grandiloquência, sobre uma entrevista que J. Jesus deu ao semanário Sol. E, logo aí, inferiu, visionariamente, uma qualquer ligação ao árbitro João Capela. Curioso é que Jesus deu a entrevista na 2.ª feira, ainda nem sequer se sabia quem seria o árbitro. Lopetegui dispensa assessores de comunicação, tal a sua competência nesta área. Quem sabe até se não acabará como assessor de um qualquer treinador. (...)
»

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Ora bem: com muito esforço de Samaris e do treinador, o grego fixou-se como proprietário da decisiva posição 6, sobretudo depois da exibição que fez no Dragão. Mas o n.º 8 ficou por preencher, pois Talisca não mostrava características para a função (e qual será afinal o seu lugar?) Até que se deu o milagre: da penumbra saiu o esquecido Pizzi, pelo qual já ninguém dava nada. E, tal como sucedera com Enzo, passou de um extremo-direito vulgar a um excelente centro-campista. Samaris joga à grega: é duro de roer, dá o corpo ao manifesto e procura jogar simples. Pizzi, sendo português, parece influenciado pelo nome com ressonâncias argentinas: tem boa técnica, transporta bem a bola e é senhor de uma ótima visão de jogo, isolando companheiros com alguma facilidade. Nos seus pés o jogo flui. Com Samaris o Benfica ganhou robustez a defender, com Pizzi ganhou asas a atacar. São duas peças fundamentais nesta equipa quase campeã.»

Nélson Feiteirona - Jornalista de A Bola; «O simples facto de Bruno de Carvalho não querer falar sobre a continuidade ou não de Marco Silva, mesmo percebendo a importância da conquista ou não da Taça de Portugal, leva-me a acreditar que neste momento o treinador está mais para sair do que para ficar no Sporting. E penso que da perspetiva do clube será um erro se isso acontecer, apesar desta coisa de treinadores certos ou errados apenas fazer verdadeiramente sentido depois de sabermos quem vem a seguir e que trabalho consegue fazer. Mas entendo que o Sporting precisa de estabilidade desportiva. Não quis ficar com Jesualdo Ferreira e a aposta em Leonardo Jardim foi certa, mas depois não foi célere nem me pareceu que tenha feito força para manter Jardim. Ou seja, se Marco Silva for mesmo embora, é mais uma oportunidade que se perde para consolidar uma ideia de futebol para o leão. (...)»

Dia 7

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) A situação é catastrófica, mas ainda reversível, até porque as crises podem ser oportunidades de mudança. Não creio que isso passe tanto pela reformulação do quadro competitivo da 1.ª Liga (já o do segundo escalão parece obrigatório, devendo ser procurada uma solução inteligente, a exemplo do que acaba de acontecer com a Taça de Portugal). Devemos estar abertos a estudos fundamentados, mas os últimos conhecidos, designadamente um da Universidade Católica, até afiançavam que uma liga com 18 clubes era mais rentável do que uma com apenas 16 (embora a solução com 14 levasse a melhor). Mas, se fosse dirigente, procuraria estabelecer prioridades. E, entre elas, destacaria duas: centralização dos direitos televisivos e fundos de investimento. (...)»

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado, no Record; «(...) O Braga é o clube que é e devia habituar-se a viver com isso; devia também começar por ganhar alguma coisa que se visse, antes de se esticar para patamares que não são os seus. Se não o fizer, arrisca-se a ser como os cucos, que têm muitos ninhos, porque aproveitam os dos outros e não se dão ao trabalho de construir os seus. E sobretudo alguém que explique urgentemente ao sr. presidente, que, com este tipo de mentalidade, o Braga não será nunca, mas nunca, um grande clube. »

Leonor Pinhão - Jornalista, em A Bola; «(...) No sábado vem aí o Penafiel, uma equipa séria que luta para não descer. Para vencer o Penafiel o Benfica tem de ser mais uma vez a equipa séria que luta para ser campeã. De outra maneira, tudo se complicará.
O Penafiel, por mais modesta que seja a sua classificação, merece. o maior respeito. Seja quem for o árbitro, e já se sabe quem é, vai ter de suportar a campanha australiana da Brigada do Toque de Midas, vulgo Apito Dourado. Mas esse não é o nosso campeonato. O Penafiel é que é do nosso campeonato.
Carrega, Sport Lisboa e Benfica!
»

Dia 8

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Sendo Patrício, William Carvalho e Slimani as hipóteses de encaixe mais significativas, os leões têm a responsabilidade de não banalizar um plantel onde o onze é forte mas já falta qualidade para as candidaturas anunciadas. Não é um exercício fácil o de Bruno de Carvalho para a próxima temporada Terá de convencer algumas das trutas a ficar para que o Sporting não perca competitividade, conseguindo ao mesmo tempo recuperar a qualidade que está a perder. Pede-se um exercício mais exigente e que ao invés de jogadores como Sarr, Rabia, Rosell ou Tanaka, os reforços sejam dignos desse nome. Já acertou em cheio com Jefferson, Paulo Oliveira, Montero e Slimani. É repetir. »

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) Percebe-se, assim, o espírito da mensagem, mas duvida-se da convicção de quem a promoveu. Falou por falar. Por certo obedeceu a esquemas comunicacionais que se julgam com poderes de influenciar o desempenho dos atores, embora a prova deste ano tenha tudo para ser diferente, e a prová-lo o facto de, a seguir ao empate com o FC Porto, há quinze dias, o presidente do Benfica ter exigido prudência e chamado a atenção para os perigos que se escondem por detrás de cada jogo que falta disputar. Não foi Luís Filipe Vieira quem falhou nos dois títulos perdidos para o FC Porto no tempo de Vítor Pereira, mas foi ele, como principal responsável perante a nação benfiquista pela saúde desportiva e financeira do emblema da águia, quem suportou o peso da fatura, que deve ter sido elevado. Em vez de esperar que o Benfica dê um passo em falso, Brahimi deve concentrar todas as energias na defesa dos interesses do seu clube, não se dê o caso de ser o Porto a dá-lo... »

Ricardo Santos - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Eu não tenho que gostar da personalidade de Jorge Jesus. Aliás, nem o conheço pessoalmente, por isso não posso tirar conclusões apenas com base no que leio ou no que oiço sobre ele. A única coisa que posso analisar são os seus resultados como treinador de Futebol e, nesse aspeto, tiro-lhe o chapéu. Dá erros de português? E então, ele foi contratado para meter a equipa a jogar e a ganhar ou para dar aulas de Gramática?
A maior parte dos portugueses não teve oportunidade, vida ou dinheiro para continuar os estudos. Isso não faz deles - de nenhum de nós - menos sérios. Neste país de doutores e engenheiros fajutos era só o que me faltava ficar calado quando vejo um cidadão ser enxovalhado por não dizer corretamente um nome estrangeiro ou por não aplicar corretamente uma regra gramatical. Tenham vergonha na cara. Entendam de uma vez por todas que o tempo do jogo sujo e baixo acabou. Faltam seis pontos.
»

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