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Newsletter N.º 222

Na 11.ª jornada enquanto o SC Braga goleou o Penafiel fora ascendendo ao 4.º lugar em igualdade pontual com o Belenenses que foi surpreendido no Restelo pelo Arouca, o Sporting desembaraçou-se do V. Setúbal. Por sua vez o Benfica e o FC Porto ultrapassaram os seus adversários e mantiveram as posições.

Novo fim de semana positivo para as modalidades o que, felizmente, se repete. Contudo, a meio da semana, enquanto o Voleibol brilhou na Europa e o Basquetebol baqueou com alguma naturalidade na Bélgica, no plano interno o Andebol voltou a ser irregular. É certo que o jogo era em casa do líder que contava por vitórias os jogos disputados, mas dispõr de uma vantagem de 6 golos e acabar por perder por 4 é algo que não devia acontecer.

Mais uma jornada no fim de semana com o Belenenses a visitar a Luz. É preciso concentração para o Benfica não voltar a ser surpreendido como acontececeu há um ano.


Dia 29 de Novembro

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «Há treinadores de quem se pouco se fala, ou de quem se fala menos, e que muito fazem, conseguindo resultados fantásticos, em função de três variantes repetidamente trazidas à colação, para o bem e para o mal: poder financeiro do clube, qualidade do plantel e condições de trabalho. Há os que exigem sempre mais e mais e há os que os que aceitam o que lhes é oferecido com um sorriso. Há os que usufruem de instalações de treino ao nível do que melhor se observa no mundo e há os que nem sequer dispõem de um campo relvado suplementar, passando o ano com a casa às costas. Enfim, há os que vivem no bem bom e há os que têm de fazer pela vida... As diferenças são muitas e profundas, não devendo estranhar-se, por isso, que sejam os emblemas mais endinheirados e também mais organizados a dividirem entre si os lugares do topo da classificação, os chamados 'eternos candidatos'. (...)»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Marco Silva pretende por isso mesmo fazer o transfer para o campeonato daquilo que pode ser entendido como "modo Champions". Tem havido, de facto, um leão diferente na Europa, provavelmente porque é aí que o seu jogador mais influente encontra o pico motivacional, contudo o que isso representa no crescimento global da equipa. Nani esteve quase sempre a um nível elevado desde que aceitou regressar a Alvalade, mas é natural que um craque desta dimensão cresça nos momentos mais importantes. A partir de agora, o Sporting precisa, pois, que todos os jogos sejam olhados como finais. Se possível, como finais de Champions. Hoje, no dia em que Domingos Paciência regressa a Alvalade (três anos depois de lá ter estado pela última vez), vamos ficar a saber se a mensagem de Marco foi assimilada.
O Vitória de Guimarães já é um caso de estudo. À 11.ª jornada, com uma equipa composta por miúdos que cresceram em casa e contratações a preço de saldo, o estatuto de Rui Vitória já não pode ser questionado: é um dos grandes treinadores portugueses. A sua impressão digital está lá, bem vincada, no topo da classificação. Brilhante.
»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) À semelhança do que acontecia nos séculos da monarquia, o povo acorre à rua e às televisões para assistir, empolgado, ao espetáculo da degradação da imagem das pessoas importantes. Antes, saíam para o largo do pelourinho, entusiasmadas com as cabeças aristocráticas dependuradas das cordas, ou desciam apressadas do alto da Ajuda para assistirem ao espetáculo da passagem da rainha louca, desgrenhada e em alta gritaria por não querer pôr os pés no barco real que a levaria a terras do Brasil, mais ao seu filho, um dos reis mais hesitantes da História, que acabaria por tornar uma simples fuga de rei amedrontado num exemplo de alta política universal. É curioso como a ideia de espetáculo se desvirtua tão facilmente. A populaça adora os reality shows, a representação da vida real. Especialmente se se trata da chamada gente VIP. As televisões e os jornais sabem disso e vivem com essa realidade sem se perguntarem se devem ou se não devem. É legítimo. Que sentido faria que houvesse uma ética de informação numa sociedade sem ética? (...)»

Dia 30

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «(...) 5. Agora, e a partir de hoje em Coimbra, é o regresso a casa. À exclusividade das competições internas. Com a prioridade das prioridades a centrar-se na reconquista, bem ambicionada, do título nacional. Sem esquecermos a renovação, com orgulho, e no ano do centenário da nossa Federação, da conquista da Taça de Portugal. Coimbra marca, como a sua única cidade universitária bem indica e indicia, um período, decerto bem difícil, de uma época exames. Até ao Natal, e ignorando desportivamente - que não financeiramente! - o último jogo desta fase de grupos da Liga dos Campeões, vamos ter vários exames. Na Liga - entre outros com o Belenenses e com o Futebol Clube do Porto - e na Taça de Portugal. Aqui frente a um Sporting de Braga em clara afirmação desportiva. Mas o afastamento das competições europeias nesta época é para recordar e não para esquecer ao contrário do que alguns podem pensar! Nem para esquecer nem para minimizar. (...)»

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo, em A Bola; «(...) 2. Sendo certo, dir-se-ia pela natureza das coisas, que a suspensão (de Mário Figueiredo) não pode agora efectivar-se quanto a um cargo que não se exerce, a verdade é que tal não retira eficácia, efeitos, à sanção. Dispõe o Regulamento disciplinar da Federação Portuguesa de Futebol que a sanção de suspensão de actividade, neste caso, impede qualquer agente desportivo de exercer durante certo período de tempo - quinze meses na situação em apreço - qualquer cargo ou actividade desportiva que se encontre sujeita ao poder disciplinar da FPF. Ou seja e apenas como mero exemplo, encontra-se o agente impedido de exercer funções como dirigente de um clube, delegado do um clube, etc.
3. Por outro lado, se o infractor exercer funções em organismo nacional de outra modalidade desportiva é a este remetida cópia do processo, a fim do órgão jurisdicional competente apreciar da eventual extensão da sanção de suspensão. Ora, bem vistas as coisas, os efeitos da sanção aplicada estão bem longe de serem ineficazes.
»

Ricardo Costa - Professor de Direito da Universidade de Coimbra; «(...) As afirmações e declarações são fortes, com "Apito Dourado", "pagamentos" a "deusas" e controlo da arbitragem e disciplina pelo meio. Afora isso, a publicação do acórdão permite-nos uma leitura do processo e o acesso à defesa de Mário Figueiredo. Proporciona-nos um juízo sobre a jurisprudência (que, em muitas circunstâncias, bem poderia ser mais cuidada) do CJ. E a formulação de interrogações (muito interessantes) sob o ponto de vista jurídico. Poderá uma carta "confidencial" e "reservada", desde que qualificada como "carta-missiva confidencial" à luz dos artigos 75.º e 76.º do Código Civil, ser denunciada (com ofensa do direito de personalidade de "reserva de escrito sigiloso") e ponderada para a averiguação de um ilícito disciplinar desportivo? O que deve acontecer a um processo em que a acusação, na sua redação e sustentação, não integra todos os elementos e circunstâncias que os regulamentos exigem (um "velho" problema dos "instrutores" das federações)? Qual a medida certa para traçar uma linha divisória entre a liberdade crítica de expressão (licitude) e a ofensa intolerável da honra alheia (ilicitude) quando se cruza a "atividade" e a "pessoa" do ofendido? Ou seja, a "medida" pela qual se pode avaliar, entre outras hipóteses, a ilicitude das recentes declarações de Pedro Proença quanto à atuação e à personalidade de Vítor Pereira e do Conselho de Arbitragem (ainda que distantes do alcance e da gravidade das que foram proferidas por Figueiredo)? Quais são as ideias do CJ sobre o cúmulo de infrações? A haver recurso, seria essa uma boa oportunidade para o pleno do CJ se explicar melhor.»

Dia 1 de Dezembro

Alberto do Rosário - Gestor, no Record; «(...) Para além dos milhões, Luís Filipe Vieira apostou num treinador muito caro para os padrões portugueses. A competência técnica de Jorge Jesus não posso questionar por falta de conhecimentos nessa área, mas percebi que o homem inchou como se liderasse a maior equipa do Mundo. Interiorizou a doença. Foi com estrondo a queda do Benfica na Europa e não constituiu grande surpresa, a não ser para os próprios, que navegam na estratosfera. As conferências de imprensa de Jorge Jesus são confrangedoras, porque as consequências vão doer e muito em termos de plantel. »

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Este foi um fim de semana particularmente negativo para a arbitragem. Mais um. Curiosamente, os três grandes foram beneficiados. Em Alvalade a pérola dos dois toques de William. Em Coimbra o golo de Luisão fora-de-jogo. No Dragão um chorrilho de asneiras de Olegário, que acaba por passar entre a chuva devido ao resultado desnivelado. Duas grandes penalidades e outros mimos com clara interferência no resultado. Não se ouviu dos três presidentes um pio. Pois é, quem não chora...»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Sem UEFA, apenas centrado nas competições nacionais, deverá o Benfica ser mais liberal na avaliação das ofertas pelos seus jogadores mais cotados no mercado de janeiro? Esta é uma questão que creio ser pertinente, até porque a resposta possível encerra algumas contradições.
Se prevalecer a tese de que sem Liga Europa nem Champions League não é necessário um plantel tão valioso, abre-se a porta de saída aos talentos e de entrada aos euros, com inevitável prejuízo na qualidade do produto final. E será que, para ser campeão nacional uma equipa sem, por hipótese, Enzo, Gaitán, ou Sálvio, chega? Por outro lado, no atual contexto do País, será legítimo recusar encaixes financeiros significativos? Entre estas duas balizas, o Benfica deverá definir o seu futuro. Qual a posição mais razoável? Se a oferta chegar pela cláusula de rescisão, o assunto (menos no campo desportivo...) fica resolvido; e se surgir uma oferta importante que não atinja o ponto de saída inevitável? Deve prevalecer o pragmatismo. Com os olhos postos nos recursos internos. Sem complexos. Até porque o futuro do Benfica passará, inevitavelmente, pelo Seixal, de onde deverão chegar, anualmente, um ou dois elementos que tenham entrada no plantel principal. (...)
»

Dia 2

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «A partir do momento em que se considerou o objetivo europeu uma prioridade de segunda categoria não foi difícil adivinhar que a carreira benfiquista na Liga dos Campeões seria curta e pouco entusiasmante. O que não se conseguiu prever, no entanto, foi a dimensão do colapso que determinou o regresso do emblema da águia ao 'consumo interno' e a necessária reflexão sobre o que se pretende daqui em diante. No fundo, o recolhimento às competições nacionais e, mais uma vez, a necessidade de Luís Filipe Vieira ser obrigado a desdobrar-se em tarefas que em situações normais não deviam intrometer-se no espaço da sua intervenção. (...) »

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «Sempre defendi tolerância zero relativamente aos fenómenos de violência associada ao desporto. Não podemos facilitar nesta matéria, caso contrário corremos o risco de aumentarem exponencialmente.
Todos queremos que os jogos nas mais diversas modalidades sejam uma festa, dentro e fora das quatro linhas. Os valores da ética, do fair play e do desportivismo têm que prevalecer perante todos os outros. Considero absolutamente incompreensível e inadmissível o rebentamento de petardos num espetáculo desportivo. O que leva os adeptos a ter tal comportamento? É inexplicável, pois em nada ajuda a festa. Posso até dizer que dá um forte contributo para afastar quem gostava de assistir ao vivo. (...)
»

Nuno Santos - Jornalista no Record; «Por culpa própria, em boa medida assacada à falta de visão estratégica de Jorge Jesus, o Benfica caiu sem honra nem glória na Liga dos Campeões. Foi um erro porque, por muitas taças domésticas que levem o povo ao Marquês, para as contas do clube e para o regresso a uma primeira linha da Europa seguir em frente e chegar, pelo menos, aos quartos-de-final da Champions tinha sido decisivo. Adiante. Não vale a pena bater mais no ceguinho, porque tenho, aliás, sérias dúvidas de que Jorge Jesus - cuja competência tenho assinalado e está à vista - entenda a importância da questão europeia. (...)»

Dia 3

José Antóbio Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Seria injusto dizer que Luís Filipe Vieira não teve nenhum papel no crescimento do Benfica. Teve e muito. Mas o seu trabalho só começou a dar frutos depois da entrada de Jorge Jesus. Por isso, pode dizer-se que os êxitos recentes se devem à dupla presidente-treinador e à estabilidade que o clube alcançou.
Jesus não precisa de provar nada em termos de qualidade: em cinco anos já provou o que tinha de provar. A questão é o timing da renovação. Ora, julgo que este é o momento certo. Para não suceder o mesmo que há ano e meio, quando Vieira renovou o contrato com o técnico em circunstâncias dramáticas.
»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «...Não terá sido apenas a capacidade futebolística de Maxi Pereira a justificar o alto investimento: foi também a suprema dedicação profissional, o empenho levado ao limite e aquela rara empatia com o Tribunal da Luz. Maxi tem lacunas do ponto de vista tático que frequentemente acabam por expor outras debilidades. Não é, convenhamos, um jogador de grande recorte técnico. Limitou-se a colher o prémio que geralmente toca aos que trabalham na casa dos 110%. E fez muito bem.
Mas a situação mudou e agora a garra já não chega. O atual contrato termina daqui por seis meses sem que exista, até ver, sinal de entendimento. O quadro é este: Maxi Pereira chegou aos 30 anos os clubes vivem hoje com menos dinheiro e não faltam "Manuéis" na formação à espreita da oportunidade. É esta a encruzilhada de Vieira.
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «O futebol português não pode dar-se ao luxo de perder um dos melhores árbitros do Mundo (indiscutivelmente), quando ele ainda tem mais dois anos para prosseguir magnífica carreira. Percebe-se que Pedro Proença esteja desgostoso com muita coisa no meio ambiente à volta da arbitragem lusitana e também (ou em primeiro lugar?) face a defeitos que, expressando insólita dureza/rebeldia, recentemente criticou à organização/estrutura/forma de atuação do Conselho de Arbitragem. (...)»

Dia 4

António Magalhães - Director do Record; «(...) A aposta no futebolista português tem sido feita mais por necessidade do que por opção (o Sporting é o exemplo historicamente mais constante e consistente da junção dos dois fatores), mas torna-se evidente que a crise vai obrigar a olhar mais para dentro do que para fora, sendo certo que a qualidade existe.
Não basta, porém, expressar essa boa vontade. É necessário criar condições para a evolução do "produto nacional". A FPF está decidida a promover a formação num espaço de competição não profissional (Campeonato Nacional de Seniores) e impor regras e proporcionar benefícios (uma novidade estimulante) que obriguem os clubes a fazer essa aposta. Será um primeiro degrau, haverá que trepar outros mas, a esses, os jogadores já chegarão com um bom balanço.
»

Bagão Félix - Adepto benfiquista em A Bola; «Aproxima-se, a alta velocidade, uma nova janela de transferências. Como se já não bastasse a do imenso Verão que se estende pelos campeonatos dentro. Em bom rigor, estes tempos de transumância consomem praticamente todo o ano. Porque é o antes, o durante e o depois. E este depois é o que vem antes de um novo durante. Cansativo e irritante. Denotando o imperialismo monetário (ou mercenário?) do futebol, entre jogadores ávidos a querer aumentar a liquidez da rotatividade e jogadores dispensados para aliviar a falta de liquidez dos clubes. No meio deles, toda a sorte de intermediários ou comissionistas encartados que acrescem o património na razão directa do turnover. É por tudo isto que não acaba a enormidade de se poder trocar de clube a meio de uma época. Qual amor ao clube sempre apregoado nas assinaturas contratuais, qual sentimento de pertença logo abalado por um qualquer assédio de outro clube? Deixem-se de tretas. (...)»

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(...) E aí é impossível não retomar a velha questão do modelo e do sistema de jogo que convidam à vertigem e que derrubam boa parte dos adversários internos, mas que na Champions expõem fissuras em demasia. Ora, há muito se percebeu que esperar que Jesus molde a sua estratégia é como plantar uma ameixoeira e esperar que nasçam bananas...
O inventário final só poderá ser feito, claro, após a definição da Liga portuguesa. Mas nem um hipotético Benfica campeão anula as anteriores premissas. Não será, é certo, um drama para o Benfica que Jesus continue. Mas - e é aqui que o contexto mudou em comparação com o de há dois anos - também não será uma fatalidade se o Benfica escolher outro trilho. Antes pelo contrário.
»

Dia 5

António Magalhães - Director do Record; «Os adeptos dos clubes passam mais de metade da época a discutir a aplicação das leis do jogo, que é como quem diz a questionar decisões de arbitragem suscetíveis de dúvida e de polémica. A conclusão é consensual: "a nossa equipa é a mais prejudicada".
Depois, há outras regras que não estão escritas em lado algum mas que são assumidas e respeitadas em função dos acordos realizados através de cedências, empréstimos ou outros negócios. Neste âmbito, a "lei" é muito clara em situações simples: se o jogador cedido pelo clube X tem o seu salário pago pelo clube Y, então só jogará contra o clube Y se este o permitir. Se quem assume o pagamento do ordenado é o clube X, então, à partida, não terá qualquer impedimento, jogando sem constrangimentos - foi o que sucedeu com o leão João Mário quando o ano passado representava o V. Setúbal. (...)
»

João Bonzinho - Jornalista de A Bola; «Não parece discutível a lógica, o realismo e até o bom senso da posição assumida esta semana pelo presidente do Benfica, em declarações exclusivas a este jornal. O que Luís Filipe Vieira definiu tem, pelo menos, uma explicação muito simples: há cada vez menos dinheiro para os principais clubes do futebol português e havendo cada vez menos dinheiro é óbvio que o investimento tem de diminuir e diminuindo o investimento diminui a compra de jogadores e portanto é preciso criá-los. Parece claro, sensato e realista, repito. O que, porventura, poderá ser mais discutível é a coragem de aplicar esse sentido das coisas. E mais discutível ainda o momento de o fazer e como o fazer. Ponto essencial no debate de tudo isto: o dinheiro. A maior empresa portuguesa (a PT) vai retirar-se do futebol e a instituição financeira que mais apoiava o futebol faliu. Dois exemplos, apenas, de como o futebol é obrigado a reestruturar-se.
No caso do Benfica, talvez a questão ganhe outra dimensão por causa do enorme investimento que a SAD do clube fez nos últimos anos. Foram comprados não apenas muitíssimos jogadores, como passaram a ser comprados jogadores realmente caros e com salários altos. (...)
»

Luís Fialho - Cronista de 'O Benfica'; «(...) O grito "nós só queremos o Benfica campeão!" nunca fez mais sentido. É, de facto, esse o nosso desígnio. Há que fazer de cada jornada uma final, e disputar cada lance como se fosse o último. Com o regresso dos lesionados (Sílvio, Eliseu, Fejsa e Ruben Amorim), o lote de opções aumentará. E sem o desgaste europeu, a capacidade física da equipa poderá manter-se a top.
Não nos falta nada. Temos jogadores, treinador, estrutura envolvente, motivação, um mar vermelho de milhões a apoiar. E agora também um calendário desanuviado. Em Maio, estaremos no Marquês.
»

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