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Newsletter N.º 248

Coimbra foi palco de mais uma conquista do futebol sénior encarnado. O Benfica venceu justamente a sua 6.ª Taça da Liga, com uma réplica firme e determinada do Marítimo, aqui e ali salpicada por uma dureza excessiva e que não fosse o árbitro ter evitado estragar o espectáculo poderia ter dado mais expulsões.

Modalidades: Mais uma conquista do título maior, neste caso em Guimarães (começa a ser um ponto de referência...) o Basquetebol que acabou por açambarcar tudo o que havia para ganhar. No Futsal com nova vitória sobre o Fundão, o Benfica regressou de novo à final que será disputada com o nosso eterno rival. No Andebol o pódio foi alcançado com repetida vitória sobre o ABC, ainda que tenhamos que ambicionar mais do que o 3.º lugar.

Na área da Formação os Juvenis com novo êxito em casa do V. Setúbal estão bem encaminhados para o título.

Mas a grande novidade foi Jesus ter aceite transferir-se para Alvalade. Vamos ver o que dá depois da poeira assentar...


30 de Maio

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) O relatório que a SAD do Benfica apresentou esta semana à CMVM destaca-se, em primeiro lugar, o lucro de 14 milhões de euros registado no 3.° trimestre do exercício 2014/15 (janeiro a março). Por isso passou relativamente despercebido um facto que confirma a última grande paixão de Luís Filipe Vieira: a redução do passivo consolidado. De 30 de junho até hoje, se quisermos considerar a temporada que ontem chegou ao fim, a Benfica, SAD diminuiu o passivo em 9%, baixando de 449 milhões de euros para os atuais 408. O "monstro" ainda é enorme, mas o que as águias acabam de comunicar ao mercado é a prova de que é possível aliar o sucesso desportivo a bons resultados financeiros. E esse parece ser, em definitivo, o rumo que Vieira projetou para o Benfica. »

Sérgio Krithinas - Editor do Record; «(...) Faz hoje uma semana, Jonas entrou em campo diante do Marítimo com o objetivo de tornar-se no melhor marcador do campeonato português. Faltavam-lhe três golos. Marcou dois e falhou outros dois na cara do guarda-redes. O árbitro assistente também falhou, anulando mal outro golo. Perto do final, o colega Lima teve oportunidade de lhe oferecer o hat trick, mas permitiu que o guarda-redes Wellington intercetasse o seu passe. No final, a culpa por Jonas não ter ultrapassado Jackson Martinez era só de um a pessoa: do tal assistente. Por muito que, naquele jogo, como em qualquer um, todos tenham errado: fossem passes simples, golos cantados ou faltas mal assinaladas. Mas ninguém se lembrou dos dois lances de golo falhados por Jonas nem do mau passe de Lima. (...) »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Foi essa política de compensação, essa ideia de criar uma cultura forte de contribuição para as grandes causas humanitárias, essa preocupação em promover uma política de benemérita contribuição para os pobres e para os desprotegidos da vida, que levou a FIFA a importantes associações e convénios com instituições e organizações de caráter humanitário, entre as quais, a própria ONU. Não se deve, nunca, desprezar nem a sagacidade, nem a inteligência, nem a capacidade de sobrevivência de um homem como Blatter, que está há 40 anos na FIFA e conseguiu, ao longo de todo este tempo, construir um império de dimensão global, implicado nas mais diversas alianças, envolvido em complexas estratégias políticas, em enredos de negócios das maiores multinacionais. Blatter tem muito poder, tem muito dinheiro e tem o conhecimento, como poucos, do mundo do futebol. A notícia da sua queda, por enquanto, ainda é muito exagerada. »

Dia 31

Fernando Seara - Adepto Benfiquista em A Bola; «(...) 4. Foram dias horríveis para a FIFA e para Joseph Blatter. É claro que foi reeleito, sem oposição final, para o seu quinto mandato como Presidente da FIFA. Mas é indiscutível que o conjunto das ações das autoridades de investigação suíça e americana provocaram 'sérios danos' no prestígio - e na idoneidade - de muitos relevantes dirigentes desta organização que é uma verdadeira multinacional. Mas importa não esquecermos que o ex-Presidente da FIFA, o brasileiro João Havelange, foi obrigado a demitir-se do Comité Olímpico Internacional em 2011 e de anunciar a renúncia ao lugar de Presidente honorário da FIFA em 2013 em razão da sua ligação a uma empresa de marketing, a ISL. O que sabemos é que a FIFA é, na realidade, 'quase um Estado'. Com muito mais poder que grande parte dos Estados reconhecidos pela ONU! (...)»

Rogério Azevedo - Jornalista de A Bola; «(...) O primeiro passo para se ser um grande treinador de futebol é, como diria La Palisse, perceber de bola. O segundo é ter grandes jogadores. Jorge Jesus teve-os. Jimmy Hagan, Sven-Goran Eriksson e Artur Jorge também. Há depois os treinadores que, sem ovos, fazem omeletas especiais. É o caso de Giovanni Trapattoni, campeão pelo Benfica em 2004/05. Vejamos quem, por entre Luisão, Petit, Zahovic, Quim, Geovanni, Simão, Miguel e Nuno Gomes, ajudou o italiano naquela histórica temporada: Amoreirinha, Argel, Alcides, Fyssas, Manuel dos Santos, André Luiz, Paulo Almeida, Everson, Carlitos, Bruno Aguiar ou Delibasic. Até dói, não é? É. Mas ao contrário. Se Jorge Jesus, Jimmy Hagan ou Sven-Goran Eriksson merecem uma estátua na Luz, Giovanni Trapattoni merece uma dúzia. »

Vanda Cipriano - Editora do Record; «Jorge Jesus acerta quando diz que ajudou a mudar o paradigma do Benfica nos últimos seis anos. Indiscutível a importância do treinador na estrutura profissional que tem a assinatura de Luís Filipe Vieira, e que foi construída ao longo de 12 anos. Uma aliança forte que pode desfazer-se se não existirem cedências dos dois lados. Jesus ajudou o clube a adotar o atual modelo, a crescer e a tornar a estrutura mais forte. Chegou a hora de decidir se quer continuar. O Benfica perde com a saída do treinador, mas o que ganha Jesus se for tentado por uma proposta milionária, que implique menor visibilidade internacional? O que ganha Jesus se apostar na mudança para um clube que o afaste da discussão de elite da Europa? Um momento de introspeção pode ser importante. Um ciclo termina apenas quando os intervenientes se zangam. Não é o caso. Ou quando um projeto estagna de tal forma que não há nada para melhorar, não há espaço para crescer. Esta só será a realidade se Jesus se mostrar resistente a alguns ajustes.»

Dia 1 de Junho

Alexandre Pais - Ex-Director do Record; «(...) Também ao contrário do que li e ouvi nos últimos dias, Luís Figo não ganhou grande coisa com a desistência. Primeiro porque quando decidiu candidatar-se sabia bem ao que ia. Depois porque se queria servir o futebol fazia como o príncipe jordano Ali Bin Al-Hussein, que lutou até ao fim, impediu Blatter de ganhar à primeira e marcou o seu espaço para o futuro - o que não aconteceu com Figo. Aliás, a justificação da renúncia do ex-futebolista assentou numa suposta falta de democracia na eleição, alegação típica dos que sabem ir ser derrotados, e teve uns "derivados" e uns "inerentes" na versão portuguesa da explicação, dada pelo próprio, que confirmaram o pior: excecional com bola, pouco mais que vulgar sem ela. »

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Quando, ontem, 37 mil vozes afinadas cantaram A Portuguesa no vale do Jamor, percebeu-se a diferença entre os dois países ibéricos, tendo ainda na memória os assobios com que bascos e catalães brindaram em Camp Nou e na presença de Filipe VI, no sábado, o hino espanhol. O futebol continua a ser das poucas atividades que exaltam a Nação, numa ajuda importante à nossa coesão como povo. Dito isto, passemos àquilo que vai marcar a próxima semana (estou convencido de que daí não passa...), ou seja, a situação de Jorge Jesus no Benfica e de Marco Silva no Sporting, os treinadores que ganharam, na época que ontem terminou, Campeonato, Taça de Portugal e Taça da Liga. O Benfica, já se percebeu, quer mudar o chip, reduzindo a massa salarial e apostando mais em jogadores jovens. Jorge Jesus, que realizou um trabalho notável ao longo dos últimos seis anos, deverá acompanhar a nova estratégia dos encarnados se quiser ver o contrato renovado. Ou seja, precisará de dar garantias de uma maior aposta em jogadores que o clube pretende valorizar e, ao mesmo tempo, aceitar uma remuneração mais baixa. (...)»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Não fosse final da Taça de Portugal e dir-se-ia incrível o frenético rodopio de emoções à solta no relvado e nas bancadas! A facilidade com que o SC Braga impôs 2-0 e expulsão de um adversário nos primeiros 25 minutos. A espantosa, porque já tão inesperada, recuperação do Sporting nos derradeiros 10 minutos... (isto é: obrigando a mais meia hora). Sporting que teve um jogador a menos durante mais de 100 minutos...
Ambos choraram erros individuais que deram os golos. Sporting em súbita festança esquece os seus. SC Braga continua a carpir ter deixado preciosa Taça fugir-lhe das mãos. E tudo se decidiu na competência/incompetência a marcar ditos penalties. Caramba, isto é Taça!
»

Dia 2

Nuno Santos - Jornalista no Record; «(...) Na corrente mais pró-Bruno diz-se que Marco Silva tem boa imprensa. Também acho que sim, que tem. Mas atrevo-me a considerar que Marco tem boa imprensa porque tem um bom trabalho. Trabalho sério. E resultados. O que é de estranhar são aqueles casos de figuras que têm boa imprensa sem terem quaisquer resultados. Sobre isso é que talvez valha a pena meditar. O treinador do Sporting é respeitado e dá-se ao respeito. BdC deveria sentir satisfação por ter entregue a equipa a alguém que toda a gente respeita. Seria, também, o reconhecimento de que fez uma boa escolha.
Na noite da vitória, Marco Silva, sem se comprometer, foi capaz de apontar ao futuro. Disse coisas como "temos jogadores para entrar na equipa" e ainda vincou duas ou três vezes a expressão "todos juntos". Ou seja, não deixou uma ideia de corte - pelo menos de forma muito pronunciado. Será que, entretanto, mudou alguma coisa?
»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário no Record; «(...) O que o Luisão e o Maxi não têm hoje compensam com atributos de valor incalculável.
Num momento em que o Benfica vai apostar na formação, a renovação de Maxi é ainda mais imperiosa. O sucesso do Gonçalo Guedes, do Renato Sanches, do Nuno Santos ou do Jonathan Rodriguez vai depender de terem quem compense a sua inexperiência e impetuosidade juvenil. Ora, no futuro próximo, o Maxi pode ser um digno sucessor do Luisão. E, como sabemos da experiência com o Luisão, considerando o que nosso capitão oferece ao Benfica, dentro e fora de campo, o seu salário até é baixo.
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Benfica volta a ser bicampeão (31 anos volvidos...) e não se sabe se o treinador, em fim de contrato, sairá da Luz (presidente parece hesitante em prosseguir uma era de fortíssima revitalização).
Sporting conquista, enfim, um troféu (e a Taça de Portugal nada tem de menor...), mas há enormes dúvidas - para dizer o mínimo - de que o treinador, com contrato para mais 3 anos, continue em Alvalade. FC Porto soma duas consecutivas temporadas em absoluto jejum de triunfo e o treinador, nada tendo a ver com a penúltima época, é verdade, continuará no Dragão, é ponto assente (Pinto da Costa decalca Luís Filipe Vieira de há dois anos; com a diferença de que esse Benfica, perdendo todas as finais, a elas chegou...). (...)
»

Dia 3

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Assim sendo, fica o desafio de manter a qualidade, embora com menos meios, o que obriga a um critério seletivo e ao recurso à formação, que nos últimos anos não tem sido devidamente aproveitada pelos nossos principais clubes - apenas o Sporting e o V. Guimarães têm trabalhado bem neste capítulo, ou melhor, melhores frutos têm tirado dessa sua estratégia, acompanhados quando muito pelo Sp. Braga. A gestão desportiva aconselha, pois, a um virar de agulhas, restando saber qual dos clubes estará melhor preparado para enfrentar esta nova e dura realidade. Esta é, aliás, a mensagem que está a chegar aos treinadores, fiquem estes ou venham outros, vincando a consciência de que se torna indispensável viabilizar os ativos jovens dos clubes, de forma a que haja um corte nas "importações".»

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «(...) 4. Num desafio de exigência máxima, acrescido pelo clima de guerrilha interna que esteve sempre à vista, MS confirmou classe superior e estatuto intocável em termos de gestão, decisão, liderança, comunicação com o exterior e relacionamento com a estrutura de apoio à equipa. Pode não servir ao projeto do Sporting e não ser o homem certo para a sensibilidade e os interesses do presidente do clube - pode até ser ostracizado pelo líder na hora da celebração. Mas é inquestionável que mostrou, numa temporada em Alvalade, talento para comandar qualquer grande equipa. No final do primeiro troço de uma carreira previsivelmente longa e ganhadora, foi perfeito a lidar com uma situação muito exigente a todos os níveis. Já mostrou ser um treinador de topo. Confirmará por certo, num futuro próximo e em contextos mais favoráveis, que será ainda melhor. »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Não acredito que Blatter não se queira continuar a si próprio através de um dos seus peões e com o apoio de uma seita instalada, que nem dá sinais de renúncia, nem, sequer, de arrependimento. Tal como João Havelange garantiu a eleição de Blatter como seu homem de confiança - viria a traí-lo em condições pouco dignas - Blatter abrirá caminho para um dos seus prosélitos. É aí que estará, pois, o perigo do futuro de uma FIFA que só mudará de presidente para nada de verdadeiramente essencial mudar.
Luís Figo poderá, entretanto, voltar a ser candidato. Tem, por si, a maior de todas as razões morais para o fazer. Foi quem mais denunciou a falta de transparência da organização, quem mais fez notar a sua condição de opositor ao sistema. Deve entender que Blatter caiu, mas o sistema ainda não.
»

Dia 4

Bagão Félix - Adepto benfiquista em A Bola; «(...) E pergunto, qual a alternativa em caso de separação? Para o Benfica, arrisco dizer que é um retrocesso, pois não vejo treinador à altura do almejado tricampeonato (aliás, o bi muito deve à manutenção da equipa técnica). Para L.F. Vieira, uma decisão de todo incompreendida pela maioria dos benfiquistas. Para J. Jesus, não foi ele que disse que sair do SLB era mudar de cavalo para burro (com o meu devido respeito pelo burro, seja ele qual for)?»

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «Nos próximos dias, Bruno de Carvalho e o seu entourage vão, muito provavelmente, tentar convencer-nos de que a melhor coisa que podia acontecer ao Sporting será a quebra do contrato com um treinador que, faz agora um ano, o mesmo presidente tinha anunciado com garbo para as quatro épocas seguintes. Não é difícil imaginar que a estratégia passará por reduzir à mínima expressão os méritos de Marco Silva, tarefa que tanto pode acontecer com toda a frontalidade como através de fórmulas mais ou menos dissimuladas. Ao invés, não será nada surpreendente que o treinador passe a ser vendido como um Lúcifer com ar e trejeitos de anjo falso, como se ele fosse a serpente capciosa que está na origem de todas as coisas malignas deste mundo, incluindo o super tufão nas Filipinas ou a disseminação do lixo plástico. (...)»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «A mudança de Jorge Jesus do Benfica para o Sporting ficará na história do futebol português - aconteça o que acontecer. É, seguramente, uma das mexidas mais impactantes de sempre na vida de águias e leões e que deixará importante marca nas gestões de Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho. O homem que acaba de trocar a Luz por Alvalade não é uma figura qualquer: três vezes campeão pelo Benfica e recordista de jogos e títulos pelos encarnados. Só essa marca histórica é suficiente para que qualquer adepto - de um lado e de outro - entenda o que realmente está em causa. (...) »

Dia 5

Daniel Oliveira - Analista Político no Record; «(...) Até que Bruno de Carvalho tirou mais um milagre da cartola. Sempre que vaticinaram a desgraça do clube e subsequente ira dos sportinguistas, Bruno de Carvalho renasceu das cinzas e inventou o impossível. Com razão ou sem ela, Bruno de Carvalho queria correr com Marco Silva. Mas o preço seria a indignação dos sportinguistas, que encontrariam neste gesto a confirmação de que desejava apenas um treinador faz-de-conta. E seria, com as possibilidades que estavam em cima da mesa, difícil negá-lo. A não ser que contratasse, por absurdo, Jorge Jesus. E contratou Jorge Jesus. Ninguém poderá dizer que trocou Marco por Jesus para ganhar um treinador obediente. Agora dizem mais ou menos o oposto. Poderá então, o Bruno mais uma vez renascido, explicar as suas razões sem ser à frente de um pelotão de fuzilamento. Bruno de Carvalho tem, é evidente, uma personalidade difícil. Mas é - quem o pode negar? - um osso bem duro de roer. »

João Pimpim - Jornalista de A Bola; «(...) Obviamente, referia-se a Jesus e, talvez, ao facto de há dois anos ter sido o único a segurá-lo. Mas, não estava afinal Vieira a demonstrar ele próprio ingratidão pelo homem que, como agradecimento, liderou a equipa rumo à vitória em dez troféus (entre eles, três de campeão), o dobro dos alcançados 15 anos antes da sua chegada? Mais; a imagem de Jesus foi retirada do grupo do bicampeonato na loja do clube. Algo «natural», diz dirigente para a área. Incapaz, também, de chegar a acordo para a rescisão com o treinador e perante a recusa deste em reduzir a indemnização, o presidente do Sporting reagiu mal: Bruno de Carvalho rasgou o contrato. E alegou justa causa. Tudo isto, quatro dias após a conquista da Taça que fugia ao Sporting há sete anos, e ao mesmo tempo que já negociava com outro treinador (Jorge Jesus). E depois há o próprio Jesus que nada se importou por transferir-se para um clube que ainda tinha contrato com outro treinador. Enfim... O fair play é mesmo uma treta. E, agora, só faltava mesmo Marco Silva já ter um pré-acordo com o FC Porto. »

Ricardo Santos - Colunista de 'O Benfica'; «(...) De um lado, uma competição com oito anos de existência criticada por quem nunca a conseguiu ganhar, do outro a mãe de todas as festas do Futebol português. E qual delas chamou mais a atenção do público e, consequentemente, dos patrocinadores e investidores? Aquela onde estava o Glorioso, claro. E é isto que eles não vão nunca conseguir engolir. É isto que os deixa loucos e a entoar o nosso nome em todos os seus festejos. Coitadinhos...
Por mais que se pintem de verde ou de azul, os números não mentem. Juntos, os adeptos de Sporting e FC Porto não conseguem igualar o número de apoiantes do Benfica, Clube que acaba de ser reconhecido como a equipa na Europa com maior percentagem de adeptos por país. Diz o estudo da UEFA que 47% dos habitantes de Portugal torcem pelo Benfica. A mim, ainda me parece pouco.
»

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