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Newsletter N.º 261

A justamente considerada como "futsalista" do século, despediu-se dos pavilhões com uma justíssima festa de homenagem onde a emoção, a gratidão e o reconhecimento estiveram de mãos dadas. Rita Martins vai abraçar uma nova tarefa quiçá com menos visibilidade, mas de enorme relevância futura. Parabéns Rita por tudo o que nos deste.

Mais um troféu conquistado desta vez a Supertaça em Futsal. Os justos parabéns a uma equipa que soube lutar contra a adversidade e nunca desistir do momento da consagração. A propósito; como vai a contabilidade dos 50 títulos nas modalidades?

Na 3.ª jornada do Campeonato de Futebol profissional, o Benfica teve dificuldades, tal como o ano passado, para ultrapassar o Moreirense. Valeu o golo de Jonas após uma clamorosa falha arbitral que concedeu o golo do empate aos "cónegos". Afinal, ao contrário do que a turba teima em propagar e dar relevância, os erros não acontecem só contra os de Alvalade...

Fecho do mercado sem novidades de maior no Benfica. Realce apenas para a não vinda de Siqueira e a não partida de Gaitán.

Temos agora uma pausa para as Selecções que esperamos seja aproveitada para corrigir e afinar o que está menos bem, a despeito de haver muitos jogadores ausentes. Esta acalmia competitiva é importante!


Dia 29 de Agosto

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Nos maus momentos há sempre quem aproveite para colocar a cabeça de fora. É o caso de Bruno Carvalho, putativo candidato às eleições na Luz. Por muitos erros que Vieira possa cometer, tenho imensas dúvidas de que possa um dia perder uma eleição para o empresário do norte. Confesso que tenho mais curiosidade em relação a Rui Gomes da Silva. Pensará ele que chegou a hora?
Não tem nada a ver com bola. E provavelmente nem devia estar aqui. Mas confesso a minha impotência mental para lidar com o problema dos refugiados. E não lhes chamem migrantes. Eles estão a fugir da guerra, da miséria, do desespero. A resolução de um problema destes não é fácil. Mas se queremos ser considerados humanos... está na hora.
»

Leonor Pinhão - Jornalista, no Record; «O Benfica ainda só conseguiu ganhar um dos oito jogos que disputou e, perante isto, a boa notícia na Luz é que Taarabt já perdeu seis quilos. À falta de outro género de sucessos, se houve coisa que resultou desde a abertura dos trabalhos no Seixal foi o programa de perda de peso de Taarabt. Agora, com seis quilos menos de Taarabt talvez pudesse Rui Vitória, com o que sobrou do marroquino, inventar uma espécie de transportador de jogo com pé de canhão como o Benfica não tem desde o tempo do grande, do enorme Isaías. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Temo, no entanto, que o Sporting continue a ser um alvo demasiado exposto e demasiado vulnerável e a única coisa que não entendo é que Bruno de Carvalho não se preocupe com isso, sabendo, como terá de saber, que não é ele próprio, enquanto mero cidadão, que estará em causa, mas a instituição que diz defender com espada em riste, mas deixando-a à mercê dos canhões inimigos.
Eu sei que há quem pense que a gritaria é apenas um modo de diversão para evitar a discussão de factos negativos. Há mesmo quem diga que é uma maneira inteligente de fazer a defesa dum treinador que estaria, agora, em posição de ser atacado. Seja como for é perigoso. As pessoas podem vir, apenas, a achá-lo louco.
»

Dia 30

Carlos Vara - Jornalista de A Bola; «(...) Por cá, o FC Porto assumiu-se frente ao Estoril com dois golos, mas não fez jogo de grande expressão artística. Aboubakar ofereceu aos dragões um bom clique logo aos sete minutos, mas a equipa foi escolhendo caminhos tortuosos e percebeu-se a inquietação e nervosismo do público ao detetar no dragão rendimento sofrível. Na Luz as emoções foram incomparavelmente superiores. 3-2 do Benfica ao Moreirense, com a águia a não fazer ainda o jogo pleno que a nação encarnada reclama. Com todos os grandes já com pontos perdidos neste início de campeonato, continua a abrir-se uma janela generosa para o Arouca. Se hoje vencer em Paços de Ferreira continua isolado na frente de certeza absoluta. Tinha a sua piada a Liga fugir da influência dos três grandes. »

Fernando Seara - Adepto benfiquista em A Bola; «(...) 6. O que falta em Portugal é, também, a análise sistemática e sistémica dos dados. Há estatísticas, e muitas, acerca dos jogos. Mas não há uma ponderação profunda acerca dos dados económicos, das entradas de fluxos financeiros, do valor da intermediação, da origem das sociedades destinatárias das verbas da intermediação, do volume de impostos - sem ser o IVA - que o conjunto do futebol português paga ao Estado. Faltam estes estudos que não podem ser, como muitos, simples ou meros exercícios intelectuais. De forma que, na ante câmara da entrada em vigor das apostas online, se possa dizer «que o futebol português é assim»! E, dessa forma, percebem-se os mitos e sabem-se as verdades que marcam, há tanto tempo, o futebol português. Talvez seja o tempo. A questão é da vontade. E como, há alguns séculos, dizia Maquiavel «onde há uma vontade forte não pode haver grandes dificuldades»! Antes que estas se multipliquem! »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) O segundo golo do Moreirense na Luz, que deu o momentâneo 2-2, foi mais um erro colossal na longa lista de disparates de arbitragem que este campeonato já tem para contar. E estamos apenas na 3.ª jornada. É evidente que o erro faz parte do jogo e sempre assim será. Mas há uns erros mais compreensíveis do que outros. O posicionamento de Cardozo - tão escandalosamente adiantado - é o chamado erro grosseiro. E esses devem sempre ter consequências para os autores.»

Dia 31

Alberto do Rosário - Consultor, no Record; «(...) O Sporting foi eliminado na segunda parte do jogo, em Moscovo, por clamorosos erros defensivos, em consequência da desorientação a seguir ao golo do empate.
Uma equipa de mínimo gabarito não pode ser mandada para casa quando ganha o primeiro jogo em casa e termina a primeira parte a vencer no campo do adversário. Conseguida a vantajosa posição de dois golos a favor, em três das quatro partes da eliminatória, e sair derrotado na derradeira metade, faz com que todas as desculpas cheirem a esturro e que só possam objetivar deitar areia para os olhos dos papalvos. Os leões não foram competentes, ponto final. (...)
»

Hermínio Loureiro - V.P. da FPF em A Bola; «(...) O Braga vai encontrar o Marselha, o Slovan Liberec da República Checa e o Groningen da Holanda. A vantagem do Braga são as viagens curtas.
Menos sorte teve o Belenenses. Ricardo Sá Pinto está de parabéns pelo apuramento histórico jogando com o Basileia, o Lech Poznan da Polónia e ainda os italianos da Fiorentina treinada pelo seu amigo e colega de seleção Paulo Sousa, que tudo irão fazer para complicar a vida aos homens do Restelo. Jorge Jesus, Paulo Fonseca e Sá Pinto vão querer somar vitórias e projetar boa imagem na Liga Europa.
No que diz respeito a treinadores Portugal continua a ser um dos países mais representados na UEFA, mostrando a qualidade da nossa escola que ano após ano conquista terreno nessa Europa cada vez mais difícil e complexa. Precisamos de angariar pontos e vitórias para continuarmos bem posicionados em termos de ranking. Ao analisar os grupos acredito no sucesso das nossas equipas que aproveitam esta montra internacional para valorizar os seus emblemas e mostrar jogadores.
»

José Manuel Delgado - Sib-Director de A Bola; «Continua elevada a temperatura entre o Sporting e os árbitros. Depois de Moscovo, Bruno de Carvalho atacou fortemente a arbitragem dos jogos com o CSKA, Jorge Jesus também não se fez rogado e a expulsão, ontem, do treinador dos leões - e a solidariedade presidencial subsequente - não ajudou a qualquer détente. Felizmente, o campeonato para agora, entra em cena a Seleção Nacional, e isso pode criar uma trégua necessária. Porque o perigo de a contestação sair do âmbito leonino e alastrar a outras frentes é real e pode colocar um problema sério. No que respeita ao Sporting, Bruno de Carvalho colocou a fasquia da contestação aos árbitros muito alta. Ao centrar o discurso leonino nos homens do apito, o presidente do grémio de Alvalade conseguiu retirar o foco de insuficiências próprias da sua equipa, visíveis a olho nu em Moscovo, e isso, do ponto de vista estratégico, pode não ser negativo. Porém, ao chocar frontalmente com a arbitragem, Bruno de Carvalho entreabriu a caixa de Pandora e as consequências desse facto podem vir a ser relevantes. (...)»

Dia 1 de Setembro

Bruno Prata - Jornalista, no Record; «(..) O falhanço na Champions aconteceu porque os árbitros erraram mais do que a conta (e refiro-me principalmente ao jogo em Alvalade) e porque Jesus não avaliou suficientemente o desgaste físico de vários jogadores, principalmente Aquilani e Ruiz, e guardou as substituições para um prolongamento que se revelou uma miragem (Einstein que era um verdadeiro cérebro, dizia que uma pessoa inteligente resolve um problema, um sábio previne-o...). De resto, Jesus não tem ainda quem seja o prolongamento do treinador em campo, como era Luisão no Benfica. Aquilani pode fazer esse papel mas o italiano, que será decisivo em momentos importantes, vai provavelmente ser mais vezes suplente do que titular. E isso prejudica algumas afinações. A mais urgente é a má colocação da linha de fora-de-jogo, onde Naldo se tem revelado um peixe fora de água. Foi muito à conta disso que o Sporting sofreu três dos quatro golos marcados pelo CSKA. Mas o brasileiro deve ter entrado em Coimbra com as orelhas tão quentes que, nos 15 minutos iniciais, estava sempre com um olho em Paulo Oliveira, não fosse desalinhar um centímetro sequer... »

Manuel Martins de Sá - Jornalista de A Bola; « 1. Considero abstruso que a UEFA autorize que o mercado de transferências se prolongue até 31 de Agosto, quando todos os campeonatos europeus já tiveram o seu início e alguns deles várias jornadas disputadas. Repito: é aberrante e contraria toda a lógica da competição. Esta anormalidade deu azo a que muitas equipas, alarmadas com os resultados e as prestações dos primeiros jogos a doer, corressem de novo às compras para remediar à pressa o que estava mal. Em Itália, foram só Juventus, Milan, Inter, Napoli, Roma... Significa que dos 279 jogadores que estiveram em campo no turno de estreia (149 italianos versus 165 estrangeiros), a relação de forças (41 por cento contra 59) vai seguramente agravar-se. A Série A é, entre todas as Ligas, aquela que tem mais dérbis: Roma, Milão, Turim, Génova e Verona. O que é estranho é que, num país (4 vezes campeão do Mundo) onde a paixão pelo futebol é extremamente exacerbada, haja 10 cidades com mais de um milhão de habitantes que não tenham nenhuma representação na modalidade! (...)»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Uma equipa que ambiciona conquistar títulos pode recorrer de quando em quando a uma solução de risco, empurrando o adversário para dentro da área, através de jogo direto para os avançados, mas esta opção não pode ser usada por sistema. Se este é o plano B que anda a ser treinado, é preocupante; se é utilizado nos jogos sem que antes seja testado, é ainda mais preocupante. Assim como assim, já lá vão duas partidas em que, em desvantagem, o Benfica coloca três avançados e ainda põe o ala esquerdo a fazer todo o corredor. Desta feita resultou, a probabilidade de voltar a resultar é baixa.
Bendita, por isso, esta pausa para as seleções. O Benfica vai ter duas semanas bem necessárias para desenvolver as suas ideias de jogo ofensivo, para equilibrar as transições defensivas e para estabilizar emocionalmente a equipa. São tarefas hercúleas, mas ou os problemas se resolvem agora ou pode ser tarde.
»

Dia 2

Bagão Félix - Adepto benfiquista, em A Bola; «(...) A memória fez-me regressar a um jogo europeu do Benfica. Não me refiro a um escandaloso penalty não assinalado na Luz, por braço de John Terry, que nem a múmia paralítica quis ver. Pensei, sobretudo, na final da Liga Europa com o Sevilha, em que o SLB jogou com menos 4 titulares por obra e graça de cartõezinhos no jogo com a Juve. Na final, uma equipa de 5 árbitros foi incapaz de castigar uma agressão brutal nos primeiros minutos sobre Sulejmani que ficou lesionado longos meses, não marcou um (pelo menos) penalty claro contra a equipa andaluza e cereja no topo do bolo sevilhano - não enxergou o Beto metros à frente no desempate por remates da marca de grande penalidade. Foi obra!
Não era uma eliminatória. Foi uma final. Onde estavam os agora inflamados analistas e dirigentes? Onde estava o vídeo-árbitro? Alguém foi ameaçado de prisão?
»

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «O FC Porto melhorou a qualidade do seu plantel no fecho deste mercado de transferências, contrariamente aos seus dois adversários diretos na luta pelo título, Benfica e Sporting que, por sua vez, revelaram o mérito de segurar, pelo menos para já, dois dos seus principais jogadores - Gaitán e Carrillo, respetivamente. O clube do dragão vendeu bem nesta fase de transferências, ultrapassando os 100 milhões de euros, o que é bom, o que é aliás muito bom, mas também não se privou de puxar, e muito bem, os cordões à bolsa, gastando 35 milhões de euros, para além de ter aumentado a sua folha salarial com ordenados de luxo a alguns dos seus craques, como são os casos, por exemplo, de Casillas e Maxi Pereira. (...)»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Agora, Jorge Jesus, mau grado adeus à Champions, foi apoiado por Bruno de Carvalho para não perder Slimani, William, Adrien e até Carrillo, cuja adiada renovação é dor de cabeça e risco de largos milhões de euros à vida... Rui Vitória respirou profundo alívio (Gaitán não partiu!; só até janeiro?), mas não obteve defesa-esquerdo, médio ofensivo, extremo-direito... (nada tendo a ver com contratações dos marroquinos Taarabt e Carcela...). E muito atrasados lhe chegaram Mitroglou e Jiménez. Senhor Lopetegui, plantel de luxo, como há um ano, é o seu.»

Dia 3

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado, no Record; «(...) A ideia que eu tenho é que há estratégias desportivas que passam pelo controlo da arbitragem e que a arbitragem nacional, quer quando esteve na Liga, quer agora na Federação, apresenta vulnerabilidades institucionais que permitem, objetivamente. dependências.
Para já duas constatações. Primeiro: o profissionalismo da arbitragem de elite saldou-se por um fracasso; não vejo que, desde a sua implementação, a qualidade geral tenha melhorado. Segundo: há árbitros que quando são nomeados para jogos do Sporting, com toda a probabilidade vão apitar mal basta olhar para o histórico; por isso, é preferível o sorteio, pode ser que, excecionalmente, o Sporting tenha sorte.
»

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «(...) O problema é que mesmo tanto dinheiro é pouco ao pé dos clubes ingleses ou mesmo dos italianos, que gastaram, respetivamente, mais de mil e cerca de 500 milhões de euros. Como competir com os clubes ingleses em dinheiro? É impossível. Mas o modelo de negócio criado em Inglaterra, em que a repartição de receitas permite que até o último classificado (que descerá de divisão) terá um orçamento maior que o primeiro classificado em Portugal, é um exemplo. Mesmo que tudo isto signifique que o fosso no futebol europeu entre clubes de ligas ricas e equipas de campeonatos menores seja cada vez maior. Irremediavelmente. »

Rui Gomes da Silva - V.P. do Benfica em A Bola; «(...) SE EU FOSSE...
... ELIMINADO PELO CSKA
Também me queixaria da arbitragem, mesmo se ela não fosse responsável pelo que aconteceu em Moscovo. Também reclamava de bola na mão no primeiro golo deles (e não mão na bola, involuntária e deixada colada ao corpo) porque, assim, disfarçaria os meus erros, os meus medos, as minhas eternas fraquezas psicológicas. Também me queixaria de um golo mal anulado, por a bola ter passado a linha de fundo, porque, assim, ninguém discutiria a opção técnica de ter deixado de fora, durante 2/3 do jogo, o ponta-de-lança mais produtivo da equipa. Também tentava disfarçar os erros de gestão com os pretensos erros de arbitragem, porque, enquanto falam disso, posso continuar a fazer de conta que percebo de futebol. Também... tudo, porque, condicionando a discussão, impediria a comunicação social de falar sobre os meus erros, opções, medos e fraquezas que me têm acompanhado toda a vida. Também... tudo, ainda, porque assim, podia brilhar a grande altura, dando a ideia que inventei dinheiro onde só eu já sabia onde o poderia ir buscar. Ou... se eu - sendo sócio desse clube - estivesse na Liga Europa, teria saudade das épocas em que, com muito menos recursos, íamos à Champions.
»

Dia 4

Daniel Oliveira - Analista Político no Record; «(...) Quase toda a polémica em torno da chegada de Jesus se esvaziaram com um começo de época animador quanto baste para o Sporting. Não estou a falar dos resultados, mas de se perceber que há, no que está a ser feito, cabeça, tronco e membros. E é natural. Não foi por acaso que gastou tanto para ter Jesus. O Benfica está a refazer-se da mudança de um treinador que o marcou. E é natural. O Porto tem a vantagem da estabilidade. E é natural. As arbitragens continuam a favorecer quem ainda manda e a prejudicar quem, entre os grandes, tem menos poder. E é natural. Que tudo isto provoque sempre a sensação que o Mundo está a acabar também é natural. Depois passa. Sobretudo se o jogo for bom. Verão que daqui a uns meses é como se Jorge Jesus tivesse treinado sempre o Sporting. »

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Portugal não ganha à França há 40 anos. Foi no histórico estádio de Colombes, nos arrabaldes da Cidade das Luzes, um espaço dedicado ao desporto desde finais do século XIX, que a turma das quinas derrotou os gauleses pela última vez, em 1975, ano de PREC à portuguesa, com golos de Nené e Marinho. De então para cá, os bleus só nos trouxeram tristeza, ou haverá quem não recorde com mágoa a noite do Vélodrome em 1984, a mão do Abel Xavier, em 2000 ou o penalty do Zidane, em 2006?
Hoje, Portugal tem uma boa oportunidade de colocar ponto final nesta malapata, quando receber a França em Alvalade. Sob a batuta de Fernando Santos, a equipa de todos nós já acabou com duas maldições, derrotando a Argentina e a Itália, outras seleções que nos faziam negaças há várias décadas. (...)
»

Luís Fialho - Colunista de 'O Benfica'; «Não fossem dois erros de arbitragem registados em Aveiro, e o Benfica estaria, pelo menos, a par dos seus dois rivais no topo da classificação. Não fosse a inspiração de Gaitán e Jonas, e outro erro clamoroso de arbitragem ter-nos-ia subtraído mais dois pontos na partida com o Moreirense. Já nos jogos do nosso vizinho lisboeta, vimos um lançamento irregular proporcionar um golo decisivo aos 95 minutos da primeira jornada, e, nesta última ronda, vimos assinalados mais dois penáltis a seu favor - um dos quais a deixar bastantes dúvidas. Paradoxalmente, o que se assiste é a um irritante ruído em torno de alegados prejuízos do Sporting, que começa nos comunicados insultuosos do presidente nas redes sociais, e acaba no proverbial queixume de comentadores televisivos alinhados com o clube de Alvalade.
É uma tradição. Os romanos tinham os jogos florais, o Sporting queixa-se das arbitragens. E fá-lo recorrendo a uma retórica simplista, que repete até à náusea cada erro (ou pseudo-erro) verificado contra as suas cores, ignorando olimpicamente todos os erros ocorridos a favor - mesmo quando estes são bem mais flagrantes. (...)
»

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