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Newsletter N.º 213

Nova jornada do campeonato - a 6ª -, iniciada com o clássico Sporting-FC Porto em Alvalade. Deu empate pelo que os dois perderam pontos. Novas reclamações portistas contra a arbitragem o que acontece pela 3.ª jornada consecutiva. No Estoril entrada fortíssima do Benfica que chegou rapidamente a 2-0 mas ao julgar que o jogo estava ganho, permitiu que os canarinhos chegassem ao empate. Valeu a reacção que permitiu a vitória tangencial, dilatando assim a vantagem relativamente aos seus mais directos competidores.

Uma palavra para o Ténis de Mesa português que se sagrou Campeão Europeu da modalidade frente à poderosa Alemanha.

Na Liga dos Campeões, o Sporting perdeu como se esperava frente ao poderoso Chelsea ainda que de forma lisonjeira graças ao seu guarda-redes. No entanto deixou uma imagem positiva na 2.ª parte. Por sua vez o FC Porto na sua deslocação à Ucrânia esteve na eminência de sair derrotado, mas um golo no último minuto dos descontos acabou por dar um empate. Por último o Benfica que na sua ida à Alemanha protagonizou uma exibição paupérrima e foi derrotado sem apelo nem agravo. Venha o próximo.

Domingo temos o Arouca na Luz que, recordamos, empatou na época passada. Espera-se rapidamente reversão.


Dia 27 de Setembro

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) É evidente que nesta fase inicial do percurso, os elementos acima focados devem ser olhados apenas como simples curiosidades, nada mais do que isso. Embora importantes, tendo em consideração o que se disse e escreveu a propósito das pré-temporadas dos candidatos ao título: elogios para o projeto espanhol do FC Porto, aplausos para o reforço de objetivos por parte do Sporting e reparos para o que se considerou o descalabro do edifício futebolístico do Benfica. Afinal, independentemente do desfecho de hoje, a águia continua a voar mais alto... »

José Ribeiro - Editor-Chefe do Record; «(...) Sem nunca ter sido brilhante, o FC Porto saiu de Alvalade menos amolgado do que chegou a parecer possível na primeira parte. Lopetegui prossegue a sua caminhada solitária por uma estrada que só ele conhece. Aquela em que Quaresma, de forma inexplicável, se torna titular; aquela em que insiste em fazer-se acompanhar por um Rúben Neves capaz de dar craque dentro de uns anos, mas que por enquanto vai sendo mais problema que solução (lance do golo leonino). Três empates seguidos mostram que algo está a correr mal neste "processo de espanholização" dos dragões. Para já, as dúvidas que se levantavam em julho (bons jogadores não dão necessariamente grande equipa) continuam a ter razão de ser. »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Vistas bem as coisas, talvez não pudesse ser de outra maneira. Talvez que a civilização seja intolerável para com os pobres e os que vivem sem especiais privilégios. O futebol, aliás, sempre foi um espelho da realidade social. Daí que nos países em crise, como Portugal, onde a diferença social é mais acentuada, onde os ricos estão mais ricos, os pobres estão mais pobres e a classe média se derrete como manteiga ao sol, o futebol no estádio, o futebol físico, do frio e do calor, da chuva e do sol, do bruá da multidão se tenha transformado no futebol à mesa do café, marcado pelos comentários pseudocientíficos de uma realidade que tem muito de virtual. Não digo que haja, hoje em dia, menos paixão pelo futebol, mas há menos paixão nos estádios. Talvez que a indústria ainda prospere, mas a mim, particularmente, faz-me falta ver e sentir o povo nos estádios. »

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Dia 28

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «A diferença pontual que o Benfica abriu para FC Porto e Sporting é um facto mais relevante do que à partida pode parecer. Porque representa a confirmação de um estado de superioridade que as águias têm conseguido quase sempre desde que Jorge Jesus chegou à Luz em 2009. Tirando a temporada em que André Villas-Boas varreu o campeonato e acumulou uma série de recordes, nas outras 5 épocas (já incluindo a atual, portanto), o Benfica de JJ alcançou sempre esta margem de avanço sobre os seus rivais: 4 pontos (ou mais) para o FC Porto, 6 pontos (ou mais) para o Sporting. (...)»

Rogério Azevedo - Jornalista de A Bola; «O futebol é considerado o maior espetáculo desportivo do mundo. E há imensas razões para o ser. Acima de todas, a imprevisibilidade. A surpresa. O inesperado. Este fim-de-semana, então, foi fantástico nesse aspeto. Comecemos pelo clássico de Alvalade. Sporting e FC Porto empataram, finalmente, nesta liga; o francês Sarr teve, enfim, um erro defensivo; o colombiano Montero não marcou; Ricardo Quaresma foi assobiado. No final do jogo, ao contrário do· que tem sido habitual, Julen Lopetegui assacou culpas à arbitragem, ao invés de Marco Silva que, finalmente, preferiu não falar do árbitro. Só novidades, de facto. Não é como Dupond e Dupont: sempre iguaizinhos. (...) »

Vítor Baía - Ex-Jogador do FC Porto; «Tenho o Fernando Santos como um ser humano sério, honesto, frontal e um... falso "maldisposto". Em relação à sua metodologia de treino, olho para o Fernando Santos como um treinador atualizado e organizado. Recordo-me de umas aulas que o míster dava no início de época sobre questões táticas e estratégias. Obrigava-nos a uma interpretação rápida acerca daquilo que pretendia de cada um de nós e do coletivo. Isto fazia com que ultrapassássemos etapas de aprendizagem e de adaptação. (...)»

Dia 29

Alexandre Pais - Ex-Director do Record ; «(...) Aliás, o desprezo da FPF pela disciplina é tal que, depois da saída de Paulo Bento - agora feiamente transformado no mau da fita -, Ricardo Carvalho viu perdoado e esquecido o tristíssimo comportamento que levou ao seu afastamento. Se "reabilitar" Danny se compreende, pois o extremo responderá apenas por um eventual escasso interesse em representar a equipa das quinas, como entender a futura chamada de um jogador que fugiu da concentração - e com ela igualmente dos companheiros, da representação nacional e de nós, adeptos e seus compatriotas - a poucas horas da partida da Seleção para o estrangeiro? Isso só é possível em Portugal, neste país eterno em que eternamente persistirá a falta de ética e de vergonha. »

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) E há a evolução de Cristiano Ronaldo que, cada vez mais vezes, pisa terrenos de número nove! Fernando Santos deve levar este facto em consideração e torná-lo, face à míngua de pontas de lança portugueses, como uma ótima notícia. É possível construir um ataque de grande nível com Nani, Danny e CR7 e pensar que com jogadores como William Carvalho (que mostrou, finalmente, contra o FC Porto, mais alguma coisa...), João Moutinho, Tiago, Adrien e Raúl Meireles (cinco nomes para três lugares) pode fazer-se um meio-campo assaz interessante. Na defesa, falta claramente alguém para a direita e, perante a doca seca em que se encontra João Pereira e enquanto não chega João Cancelo, será necessário recorrer a uma adaptação. Estas contas a nomes para o dia de hoje não devem desfocar-nos da necessidade de criar condições de proteção ao jogador nacional. Com um problema: esse desiderato não pode ser conseguido contra os clubes, mas sim com a vontade destes. O que torna tudo mais difícil...»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «Que o rei futebol abra alas: este fim de semana foi marcado por êxitos internacionais de portugueses noutras modalidades. Soma e segue no brilho da canoagem, cuja amplitude de medalhas nas maiores competições já é... impressionante! Também no taekwondo uma portuguesa se sagra campeã da Europa. E outra, no badmington, venceu o Open da Colômbia.
A proeza impensável há pouquíssimos anos: Portugal campeão da Europa em ténis de mesa! Derrotando, em empolgante final, nada menos que a Alemanha, potência n.º 1 (rajada de 6 títulos desde 2007), destronando a Suécia lendária nesta modalidade e também pelos portugueses agora derrotada na meia-final. Já nos penúltimos Jogos Olímpicos Portugal vibrara com o ténis de mesa, vendo os seus atletas pertinho de vergarem a Coreia do Sul, potência mundial! E seguiu-se medalha de bronze no Europeu. Agora, fantástica proeza do trio Marcos Freitas-Tiago Apolónia-João Monteiro! É preciso dizer que os novos campeões sairam de Portugal há meia dúzia de anos, rumo a clubes... alemães. A partir daí, os seus sucessos têm conquistado praticantes e adeptos para modalidade que estava moribunda no nosso país. Este título europeu tem de ser enorme bandeira para outra dimensão de praticantes.
»

Dia 30

Norberto Santos - Redactor Principal do Record; «O título europeu por equipas da Seleção de ténis de mesa vai muito para além das gloriosas jornadas vividas no MEO Arena, em Lisboa. É preciso recuar mais de uma década para compreender como tudo nasceu e como esta geração de ouro conseguiu agarrar a oportunidade.
Marcos Freitas, Tiago Apolónia e João Monteiro são as grandes referências e atrás deles estão numa primeira linha João Geraldo e Diogo Chen. Há dez anos, Freitas e Apolónia já davam nas vistas com a medalha de ouro no europeu de jovens em pares, e a contínua subida nos rankings levou-os a pensar na mudança para o estrangeiro. Digamos que foi como que uma aventura, mas - é importante referi-lo - já tinham bases muito sólidas. Era, diziam na altura os entendidos, uma questão de tempo para se afirmarem na alta-roda. Nos Jogos de Pequim (2008), o ténis de mesa não deu muito nas vistas, mas volvidos quatro anos fez convergir todas as atenções em Londres (2012). Afinal, os portugueses tinham mesmo valor quando receberam o diploma do 5.° lugar na prova por equipas.
A crescente profissionalização da modalidade e o mediatismo que foi ganhando, através dos resultados de Freitas, Apolónia e Monteiro, despertaram neles próprios aquelas situações por que passam os melhores: se estou a um bom nível e há esse reconhecimento, então é preciso mais. E quando se tem uma vida estável e um bom enquadramento técnico, tudo se torna mais fácil.(...)
»

Nuno Santos - Jornalista no Record; «(...) Observemos, em contraste, o que Jorge Jesus tem feito com Talisca, o seu mosqueteiro desconhecido. Logo que ele apareceu na Taça de Honra - numa altura em que se anunciava uma época catastrófica - o treinador explicou publicamente o que achou que devia explicar: que Talisca tinha talento, mas não tinha experiência nem cultura tática e que iria crescer. No recato do trabalho diário tem feito o resto e não é pouco. O que temos neste momento é (já) um jogador que faz a diferença pelas qualidades técnicas e que, em muito poucos meses, ganhou endurance para jogar na Europa. Chama-se a isto valorizar o património. Não é o único exemplo. Marco Silva no Sporting conseguiu otimizar a presença de Nani na equipa sem tirar de cena os outros alas talentosos que o clube tem. O escolhido para o onze contra o FC Porto foi Carrillo mas tanto Diego Capel como Carlos Mané têm feito parte das escolhas do treinador. (...) »

Sidónio Serpa - Professor Universitário, em A Bola; «As actividades físicas organizadas após um dia de aulas aumentam as capacidades intelectuais das crianças. A esta conclusão chegou uma investigação da Universidade de Illinois, nos EUA, com crianças de 7 e 8 anos. O estudo revelou que, em comparação com os colegas que não seguiram este programa de nove meses, as 221 crianças envolvidas em actividades de média e alta intensidade no mínimo de 60 minutos diários, aumentaram as capacidades de atenção, de evitar distracções e de mudar rápida e eficazmente de tarefa mental. O programa criado numa perspectiva de promoção da saúde e prevenção da obesidade infantil, revelou ainda efeito na dimensão intelectual das crianças, reforçando o carácter pluridimensional do desporto e do exercício. Quer o grupo que seguiu o programa de exercício, quer o que esteve inactivo, servindo de controlo, foram testados física e intelectualmente antes e depois do período experimental. O primeiro melhorou seis por cento a sua condição física contra um por cento do segundo. Quanto às capacidades mentais, o grupo activo evoluiu duas vezes mais que o segundo cuja melhoria foi mínima e de acordo com o normal processo de maturação em nove meses, nesta idade. Verificaram-se, ainda, importantes alterações nas funções cerebrais associadas à atenção e velocidade de processamento mental. (...)»

Dia 1 de Outubro

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Só se espera que o Benfica, hoje, jogue bem e ganhe, funcionando como equipa, como vem fazendo na Liga portuguesa, embora, também aqui, evidencie algumas dificuldades, sobretudo quando está em vantagem. Para este Bayer Leverkusen torna-se indispensável que o campeão português saiba o que fazer em cada momento. Só assim será possível chegar à vitória, que é, aliás, essencial para o Benfica se manter na linha certa do apuramento. Onde o FC Porto já está e o Sporting pode muito bem chegar. »

José Manuel Freitas - Jornalista de A Bola; «A última imagem que fica da fantástica vitória da Seleção Nacional de ténis de mesa no recente Campeonato da Europa, a das lágrimas da filha do presidente da respetiva federação, Pedro Miguel Moura - permito-me dizer que se tivesse tido os apoios que hoje proporciona aos atletas teria sido, também, um dos melhores mesa-tenistas mundiais, já que entre nós durante anos a fio não teve rival -, reflete em toda a extensão a realidade desportiva e social deste País: infelizmente, se alguém quer ter um futuro, seja em que atividade for, tem de passar pelo estrangeiro. (...)»

Paulo Montes - Jornalista de A Bola; «(...) Estamos, sem dúvida, perante uma polémica em que ninguém se assume como defensor e muitos são os contestatários.
Os mais antigos e experimentados no jogo da bola argumentam que as sucessivas alterações produzidas na equipa a cada desafio confundem e desestabilizam os jogadores, poluindo a sistematização e até a criatividade; outros, com o dom de uma irritante neutralidade, não atacam nem subscrevem as ideias do basco, andam à volta delas, em discursos ocos mas adjetivados, preferindo evitar um veredito e, desse jeito, ficando sempre mais perto de vir a acertar na lotaria. Só que isto não é o euromilhões nem os quatro jogos sem ganhar antecipam grandes sucessos. Ontem, ao deixar Jackson no banco e adaptar Marcano como médio de cobertura, Lopetegui pode ter surpreendido o velho mestre Lucescu mas não surpreendeu os seus adeptos. De modo que, falando sério, estamos perante a rutura mais rutura de que há memória no Dragão e na sua equipa de futebol. Algo tão distinto de tudo o que até aqui foi visto que os próprios apoiantes azuis e brancos estão sem fala. Vá lá que Jackson, mesmo debilitado (diz o técnico...), ainda não perdeu o jeito do golo!...
»

Dia 2

Carlos Barbosa da Cruz - Advogado no Record; «(...) Este Sporting é construído da frente para trás; joga normalmente bem - às vezes até muito bem -, mas os resultados não condizem nem refletem a qualidade das exibições. É por vezes doloroso ver tanto talento e empenho atraiçoado pelo défice qualitativo da defesa e o estado de sobressalto que permanentemente provoca. O Sporting tem um problema e tem de resolvê-lo a tempo; tal como estão as coisas, não adianta proclamar que o Sporting é candidato, porque infelizmente não é. »

Hugo Vasconcelos - Jornalista de A Bola; «(...) Do que já vimos este ano do Benfica, dificilmente teria resultado quem quer que tivesse sido titular. Para além de (discutíveis) diferenças de qualidade, há hoje uma tremenda diferença de intensidade entre alemães e portugueses. E nem se pode dizer que seja uma surpresa - estamos no sexto ano de Jesus no Benfica e só no primeiro a equipa começou a carburar cedo; em todos os outros, apenas em novembro começou a conseguir aproximar-se do seu potencial.
A diferença é que, este ano, um Benfica curto e macio (e sortudo) tem sido suficiente para ganhar no campeonato (tirando contra o Sporting). Há um ano, nesta altura, estava a cinco pontos do primeiro lugar; agora tem quatro de avanço. Há um ano não tinha intensidade mas acabou por ganhá-la. Este ano não tem e muito vai depender de Jesus - se consegue transformar Samaris ou Cristante num trinco que encha o campo. Hoje, o grego e o italiano, juntos, não enchem nem o círculo central.
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) O Benfica de ontem foi esmagado em toda a 1.ª parte. E, mesmo depois, só uma boa jogada de ataque conseguiu (concretizou-a em belo golo). Talvez se vitaminasse aí; mas, de vez, morreu no minuto seguinte num penalty mal indicado por árbitro auxiliar. Mais importante, porém: antes e depois, o Benfica não existiu, tão varrido do jogo! Incapacidade mental antes de tudo o mais, que não é pouco... Pois é, que saudades de Garay, pura classe no centro defensivo! E Siqueira defendia muito melhor do que Eliseu alguma vez fará (por isso é titular no campeão de Espanha e finalista da Champions). Pois é, Rodrigo, o melhor Cardozo e a grande alternativa Markovic fazem tremenda falta... Mas o Benfica desta época também se debate com grave problema técnico/estrutural: SOS por médio defensivo! À última hora, quiçá com receio de também Enzo sair, contratação de Samaris e Cristante. Só que, mantendo-se Enzo, os puros n.º 8 passaram a ser 3... E, sem Fejsa (para não falar de Matic até janeiro passado) e sem Rúben Amorim (razoável poder de adaptação), resta o polivalente André Almeida como melhor possível n.º 6. Jesus tenta adaptar Samaris e Cristante a função que desconhecem. Levará tempo... se for possível. Viu-se, frente ao Zenit, com Samaris, o buraco criado à frente de Luisão-Jardel. Viu-se, ontem, com Cristante, que ali houve... buracão. (...)»

Dia 3

António Oliveira - Ex-Seleccionador Nacional no Record; «Depois de atingir a final da Liga Europa em dois anos consecutivos, um dos grandes desafios que o Benfica tinha reservado para esta temporada era a sua afirmação na prova-rainha do futebol europeu: a Liga dos Campeões, aquela em que todos os jogadores querem jogar e também a que mais dividendos financeiros distribui pelos clubes que nela participam e que tanto ajudam a equilibrar orçamentos.
É o passo que falta a um Benfica que recuperou o seu estatuto europeu, figurando hoje no pote 1 do sorteio da competição, em função de um maior nível do futebol praticado (com a ajuda preciosa de Jorge Jesus) e por intermédio das boas prestações que conseguiu nas competições europeias, essencialmente através da prova secundária da UEFA, a Liga Europa.
Os encarnados têm assim uma espécie de missão por cumprir, com a qual todos os benfiquistas sonham há algum tempo: uma boa campanha na prova milionária, com a passagem da fase de grupos. E além do êxito desportivo inerente, as próprias contas do clube agradeceriam que o clube conseguisse atingir tal desígnio. (...)
»

Paulo Teixeira Pinto - Adepto do FCP em A Bola; «(...) 2. E ao décimo jogo, sob a aplicação da teoria da rotatividade, eis uma originalidade para registo nos anais do clube, dada a sua natureza inédita: pela primeira vez os portistas apresentaram-se num jogo das competições europeias com um elenco completamente estrangeiro. É verdade, nem um único português no onze inicial. Que tristeza.
3. Por mais de uma vez exarei aqui palavras de louvor a Marco Silva. Por isso mais me custa vê-lo dizer coisas como as que disse a propósito das queixas de arbitragem por parte dos adversários (o que diria ele se não fosse a mão de Maurício mas a de Maicon?) ou de um putativo equilíbrio no jogo com o Chelsea.
»

Pedro Ferreira - Colunista de 'O Benfica'; «(...) Todos sabem que só um mero artefacto, que considerou nulo o principal meio de prova, permitiu que o processo Apito Dourado tivesse um desfecho à revelia da verdade dos factos. Mas a justiça desportiva ignorou essa evidência, enveredando por um caminho de desresponsabilização e facilitismo, que, infelizmente, também não surpreende. Daí a lermos e ouvirmos comentários alarves, defendendo a candura do presidente do FC Porto, e pretendendo tomar-nos por idiotas, foi um pequeno passo. Porém, as escutas existem. E tal como a Galileu, ninguém nos demoverá de as evocar, pelo menos enquanto muitos dos seus protagonistas continuarem por aí, a poluir o nosso futebol.
Já sofremos o suficiente com décadas de corrupção e falseamento de resultados desportivos pelas mais diversas vias. Não temos também de ficar condenados ao silêncio, perante uma verdade que foi ouvida, de viva voz, por quem a quis ouvir.
»

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