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Newsletter N.º 239

Fim de semana ´normal' para as modalidades encarnadas com o senão do Andebol. No entanto, com o campeão nacional a equipa bateu-se bem com a derrota a acontecer a 3s do fim. Mas o grande destaque foi, mais uma vez, para o Voleibol que atingiu a final da 'Challenge Cup' ao eliminar o poderoso Ravenna, com a particularidade de ter vencido por 3-2 os italianos no jogo da 2.ª mão em Itália depois de estarem a perder por 2-0. Épico.

A Selecção manteve a bitola perante a Sérvia num jogo em que a vitória foi tão justa quanto merecida, perante um público generoso que praticamente esgotou a Luz. Já o jogo particular de solidariedade para ajudar as vítimas do vulcão da Ilha do Fogo decorreu num contexto completamente diferente com a equipa nacional a ser forçada a apresentar novos jogadores que sem rotinas e hábitos de Selecção perderam naturalmente com a sua congénere cabo-verdiana.

Aproxima-se mais um fim de semana e com ele mais uma jornada do futebol e das modalidades. Que se espera bem positivo.


Dia 28 de Março

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «(...) «Portugal, enquanto país do futebol, é visto com enorme carinho. Um país pequeno, de parcos recursos, mas que tem conseguido estar no topo do futebol europeu e mundial, com os clubes e as seleções, com o melhor jogador do Mundo. Com treinadores, dirigentes e árbitros», sublinhado do presidente da FPF ao ver o seu prestígio proclamado no Congresso da UEFA, entrando com mérito e honra no comité executivo. Um passo de gigante cuja importância só os partidários do imobilismo se recusam aplaudir. Desbravámos fronteiras através da qualidade dos nossos melhores jogadores, depois foram os treinadores e mais tarde os árbitros, não como atos isolados, mas sim como expressão de uma marca de qualidade internacionalmente apreciada: futebol português. Agora, assumem-se os dirigentes através de Fernando Gomes, o que parece incomodar Pinto da Costa. Ou a confrontação de duas gerações: de um lado, a que abraça os desafios do futuro; do outro, a que quer manter tudo como sempre esteve... É claro que vai ganhar a primeira.»

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Mas mesmo que as coisas corram de feição nas próximas semanas, este "FC Porto Gourmet", tal como o conhecemos, terá por certo os dias contados, porque às vendas quase garantidas de Danilo e Jackson também será provável o regresso a Espanha de indiscutíveis como Casemiro e Óliver (o empréstimo de Tello foi por dois anos). A confirmar-se o cenário que se vai desenhando, é uma pena que um produto futebolístico com tanta qualidade seja interrompido ainda à nascença. Uma lástima! »

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Há uma terceira questão mas que, bem o sabemos, para Pinto da Costa não é significativa: o facto do FC Porto recusar ouvir as legítimas queixas daqueles que, a Sul do País ou nas ilhas, querem ser dum FC Porto nacional, sentindo que essa seria a única forma de dar ao clube a dimensão internacional e o reconhecimento que ele merece pelas conquistas alcançadas. Gente que tem uma intensa paixão, que defende o FC Porto em terrenos hostis mas não se reconhece nos valores, nos hábitos, nos estilos, na cultura do Norte.
Ninguém para ser do Benfica ou do Sporting precisa de se sentir lisboeta ou sulista. Nisso há, de facto, uma diferença abismal no conceito clubista entre os dois grandes de Lisboa e o grande do Porto. E temo, aliás, que essa diferença se torne também evidente na relação com clubes em franco crescimento no Norte do País, como são especiais exemplos os casos de Braga e de Guimarães.
»

Dia 29

José Manuel Meirim - Especialista em Direito Desportivo em A Bola; «(...) 2. Por outro lado, no mesmo dia, embora aqui em alguns aspectos, com entrada em vigor diferida para o dia do trabalhador, a FIFA decreta o fim dos fundos de investimento, para usar expressão não rigorosa, mas de uso comum. Neste domínio, porém, parece existir um espaço de controvérsia jurídica, aliás já aberto, quando miramos as normas FIFA à luz do Direito Europeu. Veremos, e só o tempo o ditará, o resultado final.
3. Todavia, algo é certo, mesmo com a morte dos agentes desportivos e dos fundos: o futebol não desaparece. Sempre ameaçado de morte pela aplicação da lei do Estado ou principalmente pelas regras do direito europeu, a verdade é que as sucessivas declarações de óbito - a mais significativa das quais remonta ao Acórdão Bosman, datado de finais de 1995 -, acabam por se revelarem falsas.
»

Paulo Montes - Jornalista de A Bola; «(...) Há realmente dois tipos de pessoas que o futebol tem consagrado: as que efetivamente gostam do jogo, dos clubes e da competição, e as que simplesmente gostam de dinheiro e de protagonismo. O meio termo é difícil de encontrar. Adiante: Luís Figo não será o próximo presidente da FIFA mas há de sê-lo da FPF; e Fernando Gomes ampliará as suas milhas aéreas em reuniões da UEFA mas nada de novo deixará na história. Porque não tem coragem nem talento para mais. Curiosamente, ainda hoje me falta igualmente encontrar justificação para o retrocesso que marca a nossa Seleção, onde caem agora jogadores que há muito tinham sido arrumados, por questões técnicas ou por mera falta de enquadramento, digamos, cívico. Fernando Santos vai atingir o Euro-2016, mal fora, mas, tal como o outro, também continua a adiar o inevitável. Para eles, o futuro pode esperar. »

Vítor Baía - Ex-Internacional, no Record; «(...) Como não podia deixar de ser, entre as muitas vitórias alcançadas nas últimas semanas, destaco a redução do castigo a Fernando Santos, que agora parece gozar de uma unanimidade sem precedentes; a esmagadora eleição de Fernando Gomes para o Comité Executivo da UEFA com toda a importância que implica ter um representante português num órgão de decisão tão determinante; o estrondoso sucesso da organização da Algarve Cup 2015 de futebol feminino; a eleição de Ricardinho, pela segunda vez, como Melhor Jogador do Mundo de futsal, o crescimento visível dos sub-20 e sub-21, que começam a "fornecer" jogadores de primeira linha à Seleção A. Estão todos de parabéns pela forma como estão a elevar Portugal a elevadíssimos patamares de excelência e reconhecimento.
PS - Acredito que a cereja no topo do bolo será a vitória frente à Sérvia num Estádio da Luz cheio e vibrante. Esse passo decisivo rumo ao apuramento para o Euro'2016 ajudará, certamente, a estabilizar e consolidar este projeto global da FPF.
»

Dia 30

Hermínio Loureiro - V.P. da F.P.F. em A Bola; «(...) Esta eleição é muito importante para o futuro, tanto no plano interno como externo. A invulgar capacidade de trabalho de Fernando Gomes foi importante para este resultado extraordinário, onde superou por exemplo o influente presidente da Federação espanhola. Uma referência relativa à redução do castigo a Fernando Santos. Em primeiro lugar foi feita justiça, pois todas as pessoas já tinham percebido que o castigo era completamente desproporcionado. Foi bem defendido e a discrição foi um bom princípio, podendo respirar de alívio relativamente ao futuro próximo. Espero ver o míster em França sentado no banco de suplentes a orientar a equipa. O excelente resultado de Fernando Gomes na eleição da UEFA, a redução do castigo a Fernando Santos e a eleição de Ricardinho como melhor jogador de futsal do mundo são excelentes notícias para Portugal.»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «Está marcada para o próximo dia 3 de julho a transladação dos restos mortais de Eusébio da Silva Ferreira para o Panteão Nacional. O Parlamento manteve-se fiel à palavra dada nos dias que se seguiram, em janeiro do ano passado, à morte do Pantera Negra e, por unanimidade, confirmou que o local mais certo para o eterno descanso daquele herói popular era o Panteão Nacional. Em alguns setores mais elitistas da nossa sociedade ainda se levantaram vozes contra esta distinção, clamando a natureza de entretenimento que subjaz ao futebol, pouco compatível com a grandiosidade cósmica que deve assistir aos verdadeiros heróis da Pátria. Tal tese, desfocada de uma realidade que se ancora nos sentimentos do povo, felizmente não colheu provimento e Eusébio, na plenitude multicultural e interracial que representa, repousará, a partir de 3 de julho, no Panteão Nacional. A Nação, reconhecida, agradece-lhe por tudo... »

Nuno Farinha - Director-Adjunto do Record; «(...) Tudo errado. O que deveria ter existido, e infelizmente nunca existiu, foi vontade - verdadeira vontade - para ultrapassar cada um daqueles quatro problemas. Talvez se tenha perdido tempo a mais a procurar culpados, quando o que realmente interessava era encontrar soluções. As infrações disciplinares teriam de ser resolvidas a bem do superior interesse da Seleção e Tiago, pela mesma razão, teria de ser convencido a mudar de ideias. Fosse lá como fosse.
Apenas por isto: porque Bosingwa ainda é, aos 32 anos, o melhor lateral-direito português; porque Ricardo Carvalho ainda é, aos 36 anos, o melhor central português; porque Tiago ainda é, aos 33 anos, o melhor médio-defensivo português; e porque Danny ainda é, aos 31 anos, o avançado português que melhor entende o pensamento de CR7 e Nani.
»

Dia 31

Bernardo Ribeiro - Director-Adjunto do Record; «(...) Quando acabar o seu reinado, Vieira será, provavelmente, escrupulosamente escrutinado pelo buraco financeiro que existe no Benfica. Não foi só ele que o originou, mas as contas não são saudáveis e o passivo não pára de crescer. O acerto entre os ativos e os passivos será feito na altura. O que não se pode negar é que se trata de um emblema pujante, que luta para ganhar em todas as modalidades, possui uma estratégia de marketing assertiva e moderna, enfim, um clube que orgulha a massa associativa, a maior do país. Um FC Porto mais aberto e menos regionalista poderia combater isto. Um Sporting sem dar tantos tiros históricos no pé também. Mas Vieira merece a onda vermelha. Trabalha muito para isso. »

Norberto Santos - Redator Principal do Record; «(...) Agora nasce um outro ciclo: o de José Jardim no comando técnico do voleibol do Benfica. A afirmação europeia do clube da Luz, finalista da Challenge Cup, é mais um evidente sinal da maturidade do projeto liderado por Luís Filipe Vieira, que nos dias de hoje e ao fim de uma decada se torna visível aos olhos de todos. Com Vieira passou a existir uma doutrina transversal a todas as modalidades, desde a formação ao alto rendimento, e uma cultura de exigência que passa pela afirmação europeia, o que não existia de todo no passado.
Cada secção tem de apresentar contas e tem objetivos a cumprir e o voleibol, que tem indiscutivelmente um forte plantel, está a atingir a maturidade e um grau de confiança que permite a abordagem a patamares mais exigentes. E aqui é justo recordar o que o voleibolista André Lopes, campeão nacional em 2004/05, disse há dias ao nosso jornal quando fez a comparação com a sua primeira passagem pelo Benfica. Tudo estava diferente e entre o plantel só restavam duas caras conhecidas: o técnico José Jardim e o adjunto Nuno Brites. Hoje o voleibol do Benfica tem a tempo inteiro um fisiologista, um técnico ligado à estatística e uma estrutura profissional, a quem se exige resultados. Foi assim que o voleibol do Benfica cresceu para os grandes momentos.
»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) O jogo com a Sérvia correu-nos bem do ponto de vista do resultado e razoavelmente do ponto de vista da exibição. No entanto, teve a riqueza da novidade ensaiada coletivamente por uma equipa que tentou, com entusiasmo e mérito, adaptar-se às difíceis circunstâncias de jogar com uma frente de ataque móvel e sem ponta de lança de referência.
Não é vulgar vermos um treinador prescindir do conforto de um modelo tático já testado e rotinado. Não é fácil, especialmente, quando por circunstâncias conhecidas esse treinador não está no banco e o jogo é de uma importância superior. Mas, apesar de tudo, Fernando Santos arriscou em nome de uma noção de responsabilidade que envolveu conhecimento e coragem.
É preciso que se diga que o resultado não foi assombroso. Foi, só, positivo e prometedor. No entanto, a ideia de que, no futuro, esta mudança pode estar mais trabalhada, sobretudo na capacidade de explosão (que faltou) no relançamento do jogo ofensivo em situações de contra-ataque, é uma ideia que abre portas de boa esperança.
»

Dia 1 de Abril

Jorge Barbosa - Editor-Chefe do Record; «(...) Num princípio que encerra alguma preocupação com o futuro próximo, mas também de confiança naqueles que querem crescer, Santos deu ontem, face a Cabo Verde, uma oportunidade aos mais jovens e aos menos vistos a quem reconhece potencial, abrindo-lhes a porta da nossa Seleção, o que não deixa de ser uma boa notícia em jogos que valem para encontrar novas soluções, apenas isso, independentemente dos resultados. E se é verdade que em Portugal se trabalha bem a formação, lamenta-se que esse esforço não seja aproveitado pelos principais clubes. Com a exceção do Sporting, que nessa área tem dado bons exemplos, embora menos do que no passado, aliás como o próprio presidente Bruno de Carvalho o reconheceu em entrevista recente e exclusiva a Record. »

Nélson Feiteirona - Jornalista de A Bola; «(...) Serve isto, e a qualidade de Tiago, por exemplo, para mais uma vez lembrar os mais apressados que as renovações nas seleções principais não se fazem de um dia para o outro, menosprezando a qualidade dos que já lá estão e precipitando, muitas vezes, o surgimento de quem não está preparado para assumir a responsabilidade. Tem de haver paciência. Ronaldo é um caso especial, é verdade, mas tem 30 anos. Ibrahimovic é outro predestinado, tem 33 anos, mas alguém imagina a atual seleção sueca sem ele? Para o jogo com Cabo Verde Fernando Santos chamou mais 14 jogadores, jovens, a maioria sem rotina de Seleção, mas estão debaixo de olho e tiveram oportunidade de se mostrar no espaço certo: um jogo particular. O importante nesta altura é mesmo que Portugal se qualifique para o Europeu de 2016. Se Tiago continuar a correr e a jogar desta maneira, sinceramente nem quero saber que idade tem e só lamento que tenha pensado, sequer, em ir embora. E vale o mesmo para outros. Portugal deve contar com os melhores. Mas só os melhores. »

Rui Dias - Redactor Principal do Record; «(...) 4. O grego não é, não pode ser, apenas um inquilino do edifício futebolístico da águia. Não lhe chega ter a casa limpa e arrumada; tem de dar coerência, equilíbrio, segurança, solidez, harmonia e critério a todo o prédio, quando não a todo o bairro, responsabilidade excessiva para triunfar com armas soltas do coletivo. Samaris consolidou a cumplicidade com o treinador, assimilou as ideias, comprometeu-se com elas e tem sido capaz de executá-las com precisão cada vez maior. Muitos puseram em causa se alguma vez seria o médio-centro de que o campeão nacional necessitava, desconfiança para a qual também contribuíram os 10 milhões que custou o seu passe. O resultado está à vista: já todos o olham como herdeiro legítimo da nobre dinastia iniciada em Javi García e que Matic levou ao brilhantismo universal. »

Dia 2

Leonor Pinhão - Jornalista, em A Bola; «No domingo Matic assinou um golo extraordinário na Luz, a fazer lembrar um golo não menos extraordinário que marcou ao Porto quando era jogador do Benfica. Na véspera do jogo dos sérvios com os portugueses, Matic expressou-se em bom português perante os jornalistas para lhes dizer que acredita que o Benfica vai ser campeão. Curiosamente, da última vez que Matic falou à imprensa nacional foi também para se atrever a uma previsão arriscada de que se saiu com extraordinário brilhantismo. Lembram-se? Na semana que antecedeu a visita do Benfica a Alvalade o jogador sérvio não se coibiu de afirmar perentoriamente que Jardel marcaria um golo ao Sporting na casa do Sporting. Acertou? Acertou em cheio. E não digam, por favor, que esta era fácil. O nosso desejo é que Matic continue a acertar em todas as suas previsões, umas naturalmente mais extraordinárias do que outras.
Notícias, fresquinhas, dizem-nos que o Kléber do Estoril está em dúvida para o jogo de sábado no Porto. Dizem-nos que Kléber está «condicionado». Só pode ser boato. (...)
»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «(...) Porém, convirá colocar foco no intenso perigo amarelo que alastra sobre o Benfica e muitíssimo o ameaça nas próximas semanas (cruciais jogo com o FC Porto incluído). Num plantel com quantidade de qualidade bem inferior ao portista, a densidade de importantes jogadores à beirinha de disciplinar exclusão é enorme dor de cabeça para Jorge Jesus. Para além de não poder contar com Luisão depois de amanhã, tem os defesas laterais Maxi e Eliseu, o médio Samaris e os avançados Salvio e Jonas no limite de cartões amarelos. Meia equipa, 5 titulares e logo estes... Impossível passarem incólumes por 3 jogos antes do tal dito dia D (e o despique imediatamente anterior será em casa do Belenenses).
Que gestão deste problemão irá Jorge Jesus fazer? Decerto não arriscará poupar alguém perante Nacional que está em fase ascensional e até acaba de empatar com o FC Porto. De seguida, face a Académica com espetacular pedalada nas últimas semanas e na visita a Belenenses quiçá ainda com sonho europeu, que capacidade para vencer sem quase meia equipa?
Ora Benfica que entre no direto contronto com o FC Porto não dispondo da atual salvaguarda de 3 pontos estará num fiozinho de débil arame... Aqui reside a maior esperança portista: os próximos 3 jogos deste Benfica sob alarme de tremendo perigo amarelo.
»

Vanda Cipriano - Editora do Record; «Um clube com capacidade para vender e emprestar jovens da formação a outros emblemas europeus, e que, com isso, até já conseguiu bons encaixes financeiros, não pode continuar a prescindir de alguns deles na equipa principal. Esta deve ter uma "reserva" para os valores da casa, à imagem do que Pep Guardiola fez no Barcelona e que Luis Enrique herdou. Abra-se espaço à "cantera" para aparecer. Vendas como as de Bernardo Silva ou André Gomes vão continuar. Não há espaço para todos e isso também faz parte da estratégia. A de colocar o Seixal a "fabricar" dinheiro. »

Dia 3

José Ribeiro - Editor-Chefe do Record; «(...) Na saída de uns está sempre a oportunidade de outros. Sem olhar a reforços de fora: Maxi Pereira não renova? Abre espaço para Nélson Semedo. Jackson vai embora? Aboubakar ganhará importância na equipa e Gonçalo Paciência crescerá no plantel. Danilo foi transferido? Ricardo poderá dar razão a Lopetegui e revelar-se um grande lateral. Salvio e/ou Gaitán estão de partida? Gonçalo Guedes anda "mortinho" por um lugar. Tudo parece fazer sentido, até ao momento em que falha. Ontem como hoje, uns craques vão e outros começam a nascer. Quando este ciclo de mudança corre mal, abre-se espaço para um outsider. É isso que o Sporting espreita para chegar ao título. O Sp. Braga, de certa forma, já beneficiou disso, quando andou em 1.° lugar com Domingos Paciência, quase até final do campeonato 2009/10. »

Luís Fialho - Cronista de 'O Benfica'; «(...) No Atletismo, aos títulos já alcançados não podemos deixar de somar o triunfo de Nelson Évora nos Europeus de Pista Coberta - ainda que com as cores da selecção portuguesa. Nas restantes três modalidades de pavilhão, está tudo em aberto. A fantástica equipa de Hóquei em Patins tem o título nacional e a Taça de Portugal à mercê, levando 23 vitórias, um empate e zero derrotas nestas duas provas até ao momento (uma pena a eliminação europeia...). O Futsal aponta também a uma eventual dobradinha, seguindo igualmente invicto nas duas provas (22 vitórias e 3 empates). Quanto ao Andebol, começa este fim-de-semana a disputar a meia-final do play-off, sendo que também na frente europeia se tem destacado. Com uma percentagem de vitória na casa dos 86% (82% nos dois anos anteriores), as nossas modalidades estão bem e recomendam-se. Espera-se, pois, mais um ano à Benfica. »

Sílvio Cervan - V.P. do SLB em A Bola; «(...) O maior feito do consulado de Filipe Vieira no Benfica foi a manutenção e reforço das modalidades. Ver as modalidades do Benfica a disputar as provas internas quase todas, a conquistar Taças e títulos nacionais e a fazer provas europeias de prestígio coloca o clube num patamar que ele merece. Muito mais do que um clube de futebol. Como dizia esta semana Markovic, seja no voleibol ou no futsal, o Benfica é uma religião. Visto de fora por quem conhece é assim que parece. A qualificação para uma final europeia no voleibol, feito único no voleibol do clube, é mais um grande passo neste caminho, que defendo. Estava em Paris quando recebi a notícia da vitória sobre os italianos e festejei tanto ou mais que um feito do futebol. Tenho orgulho neste caminho que o Benfica seguiu, não optando pela via mais fácil. (...)»

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