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Newsletter N.º 204

Disputada a 7ª. Eusébio Cup pela primeira sem Eusébio presente fisicamente. Jogo interessante de seguir com um Ajax já mais rodado a provar algumas fragilidades do Benfica em particular no capítulo da finalização e, sobretudo, no entrosamento de novos jogadores. Mais duas estreias: Eliseu e Bebé que não destoaram dos restantes. A Taça seguiu para Amesterdão.

O FC Porto apresentou a sua equipa frente aos franceses do St. Étienne. Muitas caras novas e um nulo lisonjeiro no final do desafio. A afinação, tal como no Benfica, está longe de ser uma realidade. Mas ainda falta tempo até ser dado o pontapé-de-saída oficial.

Continuou na Suíça a preparação da equipa encarnada. Dois jogos, o primeiro com o Sion em que ficou bem vincada a superioridade benfiquista e um segundo com o Atlético de Bilbao de dificuldade mais elevada e que acabou por demonstrar que o Benfica ainda tem um longo caminho a percorrer.

Segue-se já este fim de semana a "Emirates Cup" também em dias seguidos contra dois adversários de nomeada. A avaliar pelo que se viu, as dificuldades serão de novo muito grandes.

Por último, realce para o importante acordo assinado com a "Fly Emirates" que se espera venha a ser extremamente profíquo para ambas as partes.


Dia 26 de Julho

Marcos Pinto - Jornalista da CM TV no Record; «Ao sexto ano da demanda benfiquista, Jorge Jesus vive mais uma prova de fogo, sem que se possa queixar pela debandada de uma equipa que estava feita à própria medida. Quando fala no preço do sucesso a pagar, JJ tem de ter noção que foi elevado o custo para que ele triunfasse e o Benfica fosse campeão. Na Luz, sopram novos ventos financeiros que obrigam o treinador a lutar pelo mesmo com muito menos. Pede reforços, mas quantos mais "Manéis" brasileiros estão por chegar? Ou então, Jesus cumpre à letra o aviso de Luís Filipe Vieira quando falava no futuro com os "B" e a formação. Jesus terá de ser um novo Midas, para tocar nos jogadores e inventar os melhores. Se o treinador já sabia de tudo isto e não quis sair pela porta grande, é de homem! Porque não é um triplete que acalma as hostes encarnadas que sonhavam com o bicampeonato que foge há décadas e são agora atingidas por uma tremenda descrença ao ver jogadores ao mesmo nível de... Bruno Cortez! (...)»

Paulo Quental - Editor do Record; «Carlo Ancelotti não pediu James Rodríguez ao presidente do Real Madrid, mas a carteira dos merengues é bem funda e o treinador italiano até vai juntar duas figuras do último Mundial (a outra é o alemão Toni Kroos) ao tridente ofensivo que mais golos marcou na última época: Cristiano Ronaldo, Benzema e Gareth Bale. Bem diferente é o cenário de Jorge Jesus no Benfica. Limitado por um rigor financeiro que não permite desvarios, o treinador campeão nacional tem de escolher a dedo os reforços para 2014/15. Eliseu e Bebé são as últimas novidades e encaixam no perfil traçado pelo clube: contratações acessíveis de jogadores que caíram no goto do treinador e capazes de serem ainda bem espremidos. De facto, Jesus não esperava ter a "sorte" de Carlo, por isso, enquanto não chegam aqueles que irão fazer suspirar os benfiquistas, só lhe resta acalmar as hostes. (...)»

Vítor Serpa - Director de A Bola; «(...) Estará, aqui, aliás, o grande e aliciante desafio de Jorge Jesus nesta sua sexta época no Benfica. Depois de um ano em que os benfiquistas sentiram o direito de tudo exigir ao treinador, surge, agora, a antítese: um ano em que os benfiquistas nada lhe poderão exigir e tudo o que vier de sucesso lhe terão de agradecer. E uma posição mais confortável, com menos pressão, embora, dada a competência e a conhecida atitude profissional do treinador, não exija menos grau de responsabilidade ou de envolvimento. Jesus vai tentar construir uma nova equipa, com novos jogadores. O problema é que regressa à estaca zero. (...)»

Dia 27

Bernardo Ribeiro - Sub-Chefe de Redacção do Record; «(...) Em relação às contratações continua por perceber o quanto vão acrescentar. Oriol Rosell é claramente bom jogador, ainda que esteja com mais ritmo do que os companheiros. Tanaka cheira o golo, mas fica por confirmar contra adversários mais poderosos. Paulo Oliveira procura o seu espaço, Slavchev ainda se mostra algo pesado e André Geraldes, Ryan Gauld ou Shikabala, como os miúdos da casa, não dão ainda mostras de entrarem de caras na equipa. É aqui que a vida de Marco Silva se pode complicar. Ou tira rendimento dos homens que chegaram no defeso ou a matéria humana poderá revelar-se curta para tanta frente. Montero é um caso a precisar de resolução. O talento está lá. É "exorcizá-lo"... »

Luís Avelãs - Editor do Record; «De vez a vez, com uma desfaçatez que chega a enervar, lá aparece um político na televisão a recordar-nos que a culpa de Portugal estar a atravessar um período de crise evidente se deve ao facto de, num passado recente, termos vivido claramente acima das nossas possibilidades. Dito assim, todos nós passamos por ser um bando de irresponsáveis, que não sabem orientar o dinheiro, que gastam sem medir as consequências. Como é evidente, a conversa está longe de corresponder à verdade. Nem todos andámos por aí a torrar euros de forma inconsciente. De resto, o que vamos sabendo aos poucos é que muitos dos que se dizem especialistas em criar e gerir grandes verbas é que têm passado o tempo a ostentar algo que não tinham ou, em alternativa, possuíam mas não era deles. (...)»

Paulo Montes - Jornalista de A Bola; «(...) Dir-me-ão que os clubes merecem esta má experiência, e que só ela os deverá impedir de repetir o disparate. Mas como, no geral, não acredito nem na bondade do dirigismo nem na honradez das pessoas que se movem na praça do futebol, só posso antever mais negritude no horizonte próximo. Aliás, o último processo eleitoral para a Liga mostrou às claras como se fabricam candidatos e falsos candidatos, como se promete e se volta atrás, como sobram interesses e escasseiam a seriedade e a nobreza!... Pagar 700 mil euros a Mário Figueiredo é, por isso, castigo curto para a malvadez de quem o lá pôs e não soube depois livrar-se dele. E todos sabemos quem deveria ser o primeiro a chegar-se agora à frente... »

Dia 28

Alberto do Rosário - Gestor, no Record; «(...) O que se alterou, seguramente, foi o uso tranquilo dos telefones, porque em tudo o resto nem as moscas mudaram: os árbitros abriram guerra ao líder; o Sporting abana-se para não ser engolido pela tempestade que o fustiga há décadas; o FC Porto vai em fuga para a frente à procura da felicidade perdida nos últimos anos; o Benfica baralha e torna a dar em ritmo tão acelerado que dá tonturas e que só os génios, que todos os dias opinam nas televisões, conseguem perceber e explicar. Explicações para eles próprios, óbvio. Os médios e pequenos clubes, cativos das verbas das transmissões televisivas, dão cambalhotas para sobreviver e sem direito a queixas, não vá o diabo tecê-las. (...)»

José Manuel Delgado - Sub-Director de A Bola; «(...) Não tenho qualquer dúvida de que Jorge Jesus está preocupado com o Benfica, mais do que transpareceu das suas declarações politicamente corretas após a derrota com o Ajax. E muito mais preocupado ficará se se confirmarem as saídas de Nico Gaitán e Enzo Pérez. Porque, na Luz, a fasquia dos adeptos nunca baixa e os resultados a doer vão cobrar um preço.»

Santos Neves - Jornalista de A Bola; «O mercado europeu de transferências de futebolistas está eufórico. Em altíssima bitola de cotações, com os clubes gigantes esgrimindo duelos dos quais a classe média cada ano mais e mais fica distante. Também no futebol muito se amplia o fosso entre os ricos e os apenas remediados, quanto mais dos pobretanas. Ainda longe de fecho do mercado, as 10 maiores transferências já totalizam quase (500 milhões! Evidentemente para Barcelona, Real Madrid, PSG, Chelsea, Manchester United, Liverpool, Arsenal...; ou como até o novo rico Mónaco perde pedalada. Isto para início de conversa... É que, por exemplo, as previsíveis mudanças de Di Maria (Real Madrid-PSG) e de Cavani(PSG-Liverpool) deverão acrescentar não menos do que 100 milhões. E a mesma galáxia em matéria de ordenados. (...)»

Dia 29

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «No campeonato da pré-temporada, o Benfica, campeão em título, está mal classificado. De entre os três grandes é o que desempenhos menos entusiasmantes tem rubricado. Uma vitória apenas frente ao Estoril, a que se seguiram três derrotas e a perda de dois troféus, a Taça de Honra de Lisboa e a Eusébio Cup, que Jesus se apressou a misturar no saco de «jogos de treino», sem se dar conta que, nomeadamente em relação ao segundo caso, esse «jogo de treino» se reveste de especial e profundo significado para a família benfiquista, a qual gostaria de o ver tratado com respeito, sem se preocupar sequer com a expressão do resultado. Vencer é sempre confortável, sem dúvida, mas, à semelhança do Ajax, os adversários convidados nas seis edições anteriores foram criteriosamente escolhidos: todos da primeira linha mundial e, por isso, possuidores de muitos e decisivos argumentos. (...)»

Luís Milhano - Editor do Record; «O rapaz "não sabia" quem era Eusébio. E isso era pior do que "não conhecer" Eusébio. "Não conhecer" significava não ter contacto, não estar familiarizado, nunca ter falado. "Não saber" denotava outra coisa: falta de cultura desportiva, desinteresse pelo passado, em suma, ignorância. Assim era Di Maria, um jovem argentino de 19 anos, quando, em julho de 2007, chegou a Lisboa para assinar por cinco épocas com o Benfica. Em trânsito por Madrid, "Record" foi ter com o recém-sagrado campeão do Mundo sub-20 e, entre outros assuntos, quis saber o que significava para ele o nome de Eusébio, o grande símbolo (ainda vivo, na altura) do seu novo clube. A resposta foi tão curta quanto surpreendente: "Nunca ouvi falar dele. O nome nada me diz." (...)»

Pedro Adão e Silva - Professor Universitário, no Record; «(...) Qualidade: vender é uma lei de ferro do futebol moderno. O problema não foram os jogadores que saíram, mas, sim, o facto de, até ver, os jogadores que saíram serem individualmente muito superiores aos que entraram (Rodrigo por Derley; Garay por César; ou, pior, Enzo por Talisca; já para não referir que Candeias e Pizzi juntos não fazem um Markovic). Como bem sublinhou Jorge Jesus, "só trabalho não chega, tem de haver qualidade"»

Dia 30

Bernardo Ribeiro - Sub-Chefe de Redacção do Record; «(...) É aqui que têm de se perceber os papéis desempenhados, por exemplo, por Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho. O primeiro está, de facto, a enfraquecer a equipa. Não há forma de fugir à questão. Mas o que poderia o presidente encarnado fazer após oferecer um plantel de luxo a Jesus, que deu ao clube três títulos em 2013/14? É impossível manter encargos financeiros tão altos quando as receitas não esticam e a banca deixa de ajudar após um simples estalar de dedos. A troika não mudou só as nossas vidas. Mudou todo um país. Querer que Benfica, Sporting e FC Porto fujam a este novo paradigma é enterrar a cabeça na areia. E sim, é verdade que os dragões têm gasto mais do que a conta. Mas se não venderem o suficiente para equilibrar a balança, um dia a fatura vai chegar. Veja-se a política seguida por Godinho Lopes... (...)»

Fernando Guerra - Sub-Director de A Bola; «O futebol emite discretos sinais de regresso à normalidade. Pode não parecer, mas isto anda tudo ligado. Isto? Sim, a realização de iniciativas várias, acidentalmente coincidentes, ou promovidas com o objetivo de convidarem à união e, sobretudo, à credibilidade. Na terça-feira da semana passada, Fernando Gomes convocou todos os clubes profissionais e a mensagem que pretendeu passar-lhes foi curta e clara, por não haver memória de reunião tão profícua, a qual precisou apenas de duas horas e meia para alcançar decisões importantes e quinze a vinte minutos foi o tempo que os clubes demoraram a constituir uma comissão de consenso. Hermínio Loureiro chamou-lhe plataforma de convergência em momento histórico. (...)»

José António Saraiva - Director do 'Sol' no Record; «(...) Esta rapidez com que os adeptos mudam de opinião deveria levá-los a refletir. É preciso perceber que o Jesus que ganhou e o Jesus que perdeu são uma e a mesma pessoa. Os adeptos têm de saber ver para lá dos resultados. Se aqueles dois golos milagrosos contra o Gil Vicente não tivessem entrado, Jesus podia ter saído - e o glorioso final da época passada, com a vitória nas três competições nacionais e a injusta derrota por penáltis na Liga Europa, não teria acontecido. Os adeptos encarnados, repito, devem pensar seriamente nisto. Nenhum homem muda radicalmente num ano. Um treinador não passa de besta a bestial em 12 meses. Tudo tem a ver com a mente dos adeptos. Luís Filipe Vieira, Rui Costa e Jorge Jesus formam um trio que poderá dar muitas vitórias ao Benfica. Não o estraguem! A estabilidade é a mãe de todos os êxitos. Se aos primeiros resultados desfavoráveis começarem a exigir cortes de cabeças, os adeptos poderão estar a perder a oportunidade de assistir a momentos de glória, como na última época.»

Dia 31

José Ribeiro - Sub-Chefe de Redacção do Record; «(...) No Benfica, João Teixeira (20 anos e já com experiência profissional de uma temporada completa na equipa B, onde fez 28 jogos) também aproveitou a lesão de Fejsa e as ausências de Ruben Amorim e André Almeida para se mostrar na Taça de Honra. Esteve certinho, o que não foi pouco. Continuou sob as ordens de Jorge Jesus e ontem teve, talvez, o momento pelo qual ansiava: a possibilidade de atuar num espaço mais adiantado (na zona de Enzo Pérez). Intenso, dinâmico, inteligente na gestão da chegada à área contrária. Um jogador "normal" não é capaz de tanto em tão pouco tempo. Se tiverem paciência (ele e Jesus), o Benfica pode ganhar um médio com futuro brilhante.»

Leonor Pinhão - Jornalista em A Bola; «Já estava na altura de o Benfica, que foi fundado por rapazes sem fortuna criados na Casa Pia, ver chegar à sua equipa de futebol um rapaz criado na Casa do Gaiato. Por aqui toda a gente gosta do Bebé. É cá dos nossos. E acresce que este Bebé, pelo que tem prometido nuns minutinhos em dois jogos, parece estar já um perfeito homenzinho. FRANCO JARA, que foi expulso no jogo com o Marselha e que falhou um penalty no jogo com o Ajax, fez ontem uma primeira parte muito boa com o Sion e até marcou um golo. Depois, já perto do intervalo, muito bem lançado por um companheiro, apareceu sozinho à frente do guarda-redes e atirou a bola muito por cima da baliza. Logo ouvi dizer a meu lado: «Pronto, voltou ao normal.» (...)»

Pedro Guerreiro - Jornalista, no Record; «(...) Vale a pena contar estas histórias, de famílias simples portuguesas de localidades periféricas, que alcançam feitos do tamanho do Mundo. A belíssima reportagem que Record fez esta semana na Rechousa, um lugar a dez minutos do Porto que parece estar a uma distância inultrapassável, mostra os dois heróis Ivo e Rui, que pertencem a uma família em que o ciclismo corre há muito tempo. São os próprios que agradecem a inspiração "ao tio Germano", e ao irmão Hélder Oliveira, que nos seus 31 anos está neste momento a disputar a Volta a Portugal. Eis uma nova geração que desponta, em resultado também daqueles que, nas gerações anteriores, se sacrificaram para que o ciclismo português se desenvolvesse. Quando se fala de ciclismo parece que falamos da família. Eis Portugal.»

Dia 1 de Agosto

André Ventura - Colunista de 'O Benfica'; «Diz-se por aí que surgiu no mercado televisivo um novo canal, com parto atribulado, que dá pelo nome de Sporting TV. Como benfiquista e como comentador da BTV, nada tenho opor a um canal dos nossos vizinhos da 2.ª circular. Como, em regra, nada teria a opor ao surgimento de qualquer canal viesse ele donde viesse, salvaguardados certos princípios democráticos que nunca devem ser esquecidos num Estado de Direito. Já se percebeu, assim, que o meu problema não é manifestamente esse. O problema é quando este tipo de projectos surgem de forma precipitada, pouco amadurecida e desligados da realidade envolvente. Perdoem-me os nossos vizinhos, mas convenhamos que os conteúdos e a apresentação da Sporting TV remetem mais para uma edição historiográfica, atendendo ao número de vezes que já transmitiram a Gala Honoris do clube do que propriamente para a configuração de um canal desportivo de um dos clubes que afirma querer disputar o título nacional. Depois, claro, temos tudo o que já sabíamos e não mudou apesar da insistência megalómana de Bruno de Carvalho. (...)»

Daniel Oliveira - Analista Político no Record; «(...) E há o outro lado. No Benfica, o tsunami de vendas, as compras em geral pouco entusiasmantes e as sucessivas derrotas na pré-época fazem temer o pior. Sporting e Benfica são, neste momento, um exato oposto um do outro. De um lado, uma equipa quase igual à da época passada, em ascensão e que teve uma boa pré-época. Do outro, uma equipa quase toda nova, em queda e que teve uma má pré-época. Se nos ficarmos pela mera lógica, que vale pouco em futebol, teríamos de concluir que se o Benfica da época passada ficou sete pontos à frente do Sporting da época passada, na próxima época o Sporting tem todas as condições para o ultrapassar. É verdade que, mesmo com todas as dificuldades, o plantel do Benfica continua a ser mais valioso. E que Jorge Jesus é um treinador muito mais experiente do que Marco Silva. Mas depois do ano passado, depois desta pré-época e perante o Benfica em crise, se o Sporting não está obrigado a ser campeão está pelo menos obrigado a ficar à frente do seu rival lisboeta. »

Paulo Teixeira Pinto - Adepto portista em A Bola; «(...) A Espanha tem representantes no topo mundial em múltiplas disciplinas, desde o motociclismo e F1 até ao andebol ou ao basket. Resta a disputa numa modalidade em vias de extinção - o hóquei em patins. Além, claro, do futebol. Onde o campeão europeu joga com mais jogadores portugueses do que o Porto ou o Benfica. Estavam as coisas neste ponto quando um basco foi convidado para treinar o FC Porto. Com ele vieram jogadores que chegam para formar uma equipa inteira. Tenho esperança que assim seja - que formem mesmo uma equipa. Porque se assim não for o clube passará a ser um albergue espanhol. »

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