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Por este Ribeiro acima...
Bernardo Ribeiro, jornal Record
8 de Maio de 2011



Bernardo Ribeiro (BR), o inefável sub-ajudante do diário do director Pais, continua a manifestar as suas divagações encomendadas, que acabam por ser positivas porque têm a vantagem de nos levantar o astral num ciclo deveras negativo. A outra face da moeda é a de que existem por aí alguns crédulos que poderão ser influenciados por estas ribeiradas...

Assente numa nova oportunidade que Jorge Jesus, sem mais uma vez medir o alcance das suas palavras, resolveu conceder ao grupo de jornaleiros de jornais da caserna que nos inundam diariamente com as suas crónicas de maledicência, BR no auge do delírio emocional que o caracteriza, pretende apontar aos benfiquistas o caminho que ele próprio não descortina.

Num exercício antecipado da entrevista de Luis Filipe Vieira que só terá lugar na 2ª feira, BR traça uma dicotomia interessante perfeitamente enquadrada na sua personalidade. Então ressalta este mimo La Paliciano que merece sem sombra de dúvida ir direitinho ao Guinness do disparate:

Pergunta: Terá feito bem LFV em manter J.J.?
Resposta: Depende muito do que se passar daqui para a frente... Mas a linha de pensamento enviezada de BR prosseguiu, avisando os benfiquistas que em boa verdade a LFV não restavam muitas hipóteses pois, despedi-lo era juntar, ao assumir de uma péssima época, um gasto milionário de cerca de 7,5 milhões de euros... Perante estas últimas afirmações, que sentido tem afinal a interrogação formulada? Ou seja, a palha especulativa que é apanágio deste Ribeiro.

Mas o cerne de mais uma sua croniqueta, é que na Luz desta vez, não se falou de arbitragens, o que o leva a concluir que finalmente a bandeira caíu. Bom esforço mas inglório! Como se isso branqueasse todas as extorsões de que o Benfica foi vítima nos momentos-chave do campeonato de uma forma directa e vendo os maiores beneficiários do Sistema usufruirem de benesses sempre que tal se afigurava como necessário. Sabemos bem que BR aberrantemente considera arbitragens como a do Vitória Guimarães - Benfica e do SC Braga - Benfica «perfeitamente normais», não fosse estar ao nível dos Varelas e de outros bobbys.

Por mais que este jornalista de cassete se esforce, os factos posteriores jamais invalidarão o passado, e na medida em que BR se enquadra naqueles que rompem com a história para contar historietas, por outro o tempo encarregar-se-á de o colocar no quadrante da escória jornalística de António Tavares-Teles e Cª. Qualquer indivíduo que não se deixe toldar por um anti-benfiquismo retrógrado compreende a vergonha que acompanhou toda a época e que influiu decisivamente no estado psicológico de toda a estrutura encarnada directamente ligada ao futebol, que acabou por chegar à altura crucial da época extremamente fragilizada, como aliás foi claro e evidente no desempenho das últimas partidas.

Percebemos que seja mais rentável uma crise encarnada e que hajam muitos Ribeiros (até mesmo dentro do próprio universo benfiquista), a tentar demonstrar que perante os últimos desempenhos da equipa do Benfica, não assiste qualquer razão para se continuarem a queixar da arbitragem. É apenas uma falácia, capaz de ser desmontada por apenas meia hora de pedagogia no Youtube, 15 minutos para ouvir as escutas e compreender o modus operandi do futebol espectáculo, 15 minutos para analisar o padrão das arbitragens da Liga da Vergonha 2010/2011.

Sabemos que BR foi um dos pressurosos tarecos que exigiram a decisão do Caso H&S em tempo recorde, também que tem um ódio visceral por tudo o que é encarnado, mas pese embora o seu esforço titânico em fazer uma opinião pública mais simpática para os lados do Dragão, é-lhe manifestamente impossível branquear que as arbitragens tiveram uma influência preponderante no afastamento do Benfica do título logo nas primeiras jornadas, o que marcou negativamente toda a época encarnada a partir daí.

As subsequentes vitórias do FCPorto na Luz - que foram sem dúvida indiscutíveis e que acabaram por se estender ao jogo decisivo de Braga, apenas se limitaram a confirmar esse estado de espírito da equipa encarnada e a influência decisiva daqueles factores. É de uma gritante desonestidade intelectual dissociar o must have (que durante 2 anos arrastou o Futebol português para o descrédito internacional) - Arbitragem e Disciplina, do que se passou esta época. Mas mais uma vez, compreendemos porque o faça.

Evidente se torna que só um Benfica transcendente conseguiria ultrapassar essa conjugação de circunstâncias negativas. E como vimos, fruto de tudo isso e dos erros que ajudou a potenciar, para além das insuficiências e dos equívocos próprios, a equipa não passou de sofrível.

Todo o remanescente são apenas aproveitamentos de fragilidades momentâneas e meras teorias de pasquinóides... despojos do dia... ribeiradas.


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