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Completo descalabro
António Varela, jornal Record
8 de Maio de 2011



Fiel à política seguidista da propaganda azul e branca e aproveitando por norma a sua semanada para fazer os maiores elogios à política pintista, enquanto usa a outra face para partir para ataques cerrados e soezes à nação benfiquista, António Varela (AV) é o exemplo acabado do jornalista-freteiro. Há outros, mas ele é um dos que empunha a batuta em permanência.

Frequentemente atacado de falta de imaginação, AV espelha e dá mostras de recorrentes banalidades que se perdem no emaranhado das diatribes de que acaba por ser vítima. Parece ser um caso perdido e sem possibilidade de recuperar. Mas é um problema intrínseco que só o próprio pode resolver.

Escreveu hoje AV no pasquim que lhe dá guarida: «O Benfica, de Luís Filipe Vieira, que procura perpetuar-se no poder escorado nuns estatutos que vedam agora candidaturas de sangue novo, tem um problema: não existe uma ideia de gestão. Quer, mas não pode, porque não pensa. Primeiro contratou jogadores mais ou menos consagrados (Aimar, Saviola…), agora aposta em desconhecidos sem traquejo (Carole, Mora…). O Benfica vai e vem, Jorge Jesus fica, mas perdeu o controle da equipa. Se assim não fosse, como explicar que os jogadores não tivessem vontade de ganhar a meia-final ao Sp. Braga? Dificilmente a equipa de 2009/10 teria oferecido o jogo com os ‘rodriguinhos’ de 2011 o fizeram».

Este parágrafo que citamos do freteiro AV, fala por si. Ao que se presta! Não tem classificação possível, porque dizer que ultrapassou os limites da razoabilidade e do bom senso jornalístico é sermos simpáticos. Sublinhar que AV descambou para ataques pessoais e de manifesta ingerência num assunto que só diz respeito ao Benfica e aos benfiquistas também não vale a mínima pena.  

Mas o que não queremos deixar passar em claro e chamamos a atenção, é para o tema abordado. Se estiveram atentos, observarão que AV se limita a debitar recados que alguns bem conhecidos lhe fizeram chegar, mas que na altura das discussões optam sempre por retiradas estratégicas, porque esses ratos de esgoto sabem que não faltam por aí jornalistas-freteiros e foruns oportunistas para divulgarem as suas ideias derrotistas e do bota-abaixo. Regozijamo-nos com a azia, pois claro!

São os falsos moralistas que em nada participam, ou se quisermos gostam muito de se colar aos êxitos dos outros, mas aparecem sempre nas alturas de crise tipo aves de rapina, com discursos de pacotilha encomendados, em que a sua única política e intenções, é tentar impedir que os outros construam algo que consubstancie um verdadeiro projecto.  

São mentes mesquinhas que se comprazem com as desgraças alheias, em que é suficiente bom que os outros falhem, não importando que nessas derrotas esteja envolvido o veículo das suas paixões, que objectivamente falando é apenas um arrufo de que se servem para extravasar ódios e invejas pessoais, concorrendo para a constante poluição intelectual de que todos somos vítimas.

AV está objectivamente a servir esses interesses que não são mais do que frustações acumuladas. Não estranhamos, porque já nos deu variadíssimos exemplos de que tem uma maneira algo estranha de exercer a profissão, falta-lhe... pensar pela sua própria cabeça e não servir outros interesses.

Infelizmente não é só ele. Mas fica mais este registo. E a esperança de uma crítica construtiva algures neste século!


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