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Rodrigadas...
João Rui Rodrigues, jornal Record
30 de Janeiro de 2011


Ao abrigo de uma suprema inteligência que por dificuldades próprias não consegue materializar no papel, um dos expert em assuntos encarnados - João Rui Rodrigues (JRR), criou a partir de hoje um mar de preocupações no universo encarnado, perante a inflacção de centrais. Adivinham-se mesmo plenários de jogadores e reuniões de emergência da direcção da SAD.

Se se recordam, ainda há bem pouco tempo, a teoria era deflaccionista pois não tinham sido substituidos alguns jogadores nucleares. São assim os jornalistas-catavento. Como não conseguem ter discursos e opiniões coerentes, socorrem-se da falta de memória de algumas pessoas para engatilharem discursos contraditórios em função da conjuntura e dos interesses do momento.

Devido ao Benfica não ter arrancado bem pelas razões de todos conhecidas, fomos massacrados diariamente com a teoria que o Benfica não tinha acautelado as saídas de Di Maria e Ramires. Ilustres cronistas, paineleiros, jornalistas e outros que mais, todos atribuiram os males às saídas não colmatadas dos referidos jogadores. Neste momento e sem que tivesse acontecido nenhuma metamorfose ou adquiridos expressamente jogadores, como que se calaram repentinamente. Porque teria sido? Deve ter sido por uma questão de coerência...

A ideia agora defendida por JRR não é nova e já foi usada no passado recente, o que continua a revelar uma flagrante falta de ideias inovadoras. Todos sabemos que num plantel extenso como são os dos grandes clubes todos aspiram legitimamente à titularidade, porque perante a profusão de provas em que os clubes estão empenhados, é suposto serem contratados jogadores que tenham basicamente o mesmo nível para poderem substituir os seus colegas em qualquer altura.

Ao não poderem jogar todos ao mesmo tempo, é provável que alguns fiquem menos satisfeitos. São as regras determinantes de um plantel a esse nível. O Benfica, posto perante a possibilidade eminente de perder agora em Janeiro um dos seus mais valiosos defesas-centrais, precaveu-se assegurando a contratação de um outro elemento. Até aqui tudo normal, excepto a saída de David Luiz que até ao momento não se concretizou.

Mas JRR fez tábua rasa desses factos para a sua análise, preferindo entrar pelos caminhos da invencionice, ao anunciar que aumenta a insatisfação dos outros, que são cada vez mais. Esta fraseologia não é original pois já o seu inefável camarada Varela o tinha dito em Setembro de 2009 ao dizer que «no Benfica começa a instabilidade, com protagonistas perfeitamente inesperados. Amorim está zangado por não jogar, outros se seguirão. Inevitável». Esta previsão de hecatombe teve as consequências que todos conhecemos...

Assim sendo, JRR insiste que não há mais espaço para a rotatividade e, não havendo, vai surgir a insatisfação. São as estórias recordianas a repetirem-se com todo o seu esplendor.

Infelizmente já o mesmo não podemos dizer do diário do director Pais. Aí sim, seriam necessárias várias aquisições para colmatar as flagrantes insuficiências que notamos por lá. Como não lugar à rotatividade e joga sempre a mesma equipa, o futebol praticado é pobre, pastoso, totalmente despido de ideias e sem quaisquer hipóteses de lutar pelo título.

Que tal se fizessem umas compras para tornar aquelas folhas diárias parecidas com um jornal e de preferência credível?


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