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Desconstrução
Bernardo Ribeiro, jornal Record
2 de Junho de 2011



Não nos levarão a mal se dissermos que já andávamos com saudades de ler o inefável sub-adjunto do pasquim do director Pais – Bernardo Ribeiro – dissertar sobre um tema que lhe será perenemente caro – os corredores da Luz. Os pasquins têm que inventar novas notícias todos os dias para sobreviverem, e o Benfica é uma fonte inesgotável pois há sempre que dizer... mesmo que seja nada. É novamente o caso.

Os rumores, os boatos e o diz-se que disse são invariavelmente os vectores principais que alimentam as notícias dos pasquins e, como encontram receptividade de uma boa parte de leitores, isso incentiva-os a prosseguir. Ai as tiragens...

Ribeiro, a exemplo de muitos outros, nunca percebeu e continuará sempre com dificuldades em perceber, o que é o Benfica e sobretudo a sua história. Não basta saber ler; é preciso saber interpretar para poder compreender. E isso por norma não se verifica.

Não podendo dispôr de novidades em directo como se exige a um jornal diário (sobretudo se for um pasquim), o órgão onde milita Ribeiro socorrre-se por norma das notícias daqueles blogues benfiquistas que ‘valem a pena ler’ e onde o quanto pior melhor, se consagra em definitivo com pseudo-teorias trotskistas onde tudo é posto em causa pelas imberbes consciências inocentes, que acabam por ser pasto fácil das investidas de interesses obscuros, sem se aperceberem.

Ao não saber interpretar a história do Benfica, Ribeiro envereda por conclusões pretensamente lógicas e que vêm na sequência de anteriores notícias na linha daquelas que começam invariavelmente com: ‘... como o Record noticiou...’ . Só que a sua lógica está eivada de curtos-circuitos que conduzem ao caminho da invencionice e da especulação desenfreada, única forma de manter o nível rasteiro do pasquim.

É evidente que este nível de gente deveria ser mantida circunscrita ao reduto que eles próprios delimitaram, pois a sociedade deveria ser muito mais exigente e inflexível com todas as pessoas que em nada contribuem para o seu desenvolvimento e progresso, e que se alimentam apenas de realidades virtuais moldadas aos seus interesses e que a desvirtuam em cada dia que passa. Falamos naturalmente de todos os sectores.

Evocando uma autoridade moral que jamais terá, Ribeiro perde-se a cada passo no emaranhado da suas próprias contradições e nas diatribes transformadas em pretensos conselhos paternalistas ao Benfica, partindo dos tais pressupostos de bastidores. Conhecemos a técnica - também o alcance - mas não lhe reconhecemos qualquer mérito.

A avaliar pelas suas conclusões, a troika do futebol é um continuado ringue onde tudo se resolve com tiques de violência (não necessariamente física), onde as pessoas que a compõem estão permanentemente de costas voltadas e o principal responsável ignora por completo um dos líderes desportivos, restando a este o papel de actor secundário com um fabuloso poder de encaixe perante as frequentes ultrapassagens

Qualquer afirmação de um responsável do Benfica é escrutinada até à exaustão, ressaltando as interpretações ‘à la carte’, consoante os interesses em causa. Como faltam ao pasquim do director Pais fontes credíveis, é óbvio que o disparate e a especulação são as únicas conclusões possíveis e que longe de fazerem mossa, servem para entreter algumas tertúlias onde fervilha o desejo de manter os encarnados na rota da instabilidade permanente.

A leitura que emana dos imensos Ribeiros que temos, não é passível de uma conclusão consentânea com a realidade efectiva dos factos, até porque os principais responsáveis são rigorosamente os mesmos da época passada com todos os êxitos registados, onde aí, ‘as decisões foram a três’. Com o insucesso da presente época (potenciados num curto horizonte temporal e devido aos êxitos do principal rival nesse mesmo prazo), deixou de haver ‘troika’, para só haver um duo ou até mesmo um único elemento desdobrável. Não podemos deixar de sublinhar o gozo que a mesquinhez destas conclusões nos dá.

Mas onde nos divertimos mais com as diatribes de Ribeiro, foi registar a sua imensa satisfação com a contratação de Ricardo Lemos para a comunicação do futebol. Estamos a seguir a sua linha óbvia de raciocínio e a esperança que algo mude, pois com João Gabriel os pasquins não tinham qualquer hipótese. Estamos em crer que se manterá a mesma filosofia pois, são aqueles que terão que mudar de atitude e não o contrário.

Ou não será Ribeiro?



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