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Teoria da balança
Bernardo Ribeiro, jornal Record
2 de Abril de 2011



Sempre achámos deveras curioso o posicionamento do Sub-Director do Record, Bernardo Ribeiro (BR), pretendendo sempre dar uma imagem de aparente equidistância e de isenção sobre todos os temas e em que naturalmente se pôe à margem de tudo, qual Pilatos dos tempos modernos.

Para resolver o desequilíbrio de um dos pratos da balança resolve sempre acrescentar-lhe um contrapeso do outro lado, adulterando a análise que deveria ser abrangente, mas que por falta de coragem, de isenção e de ódios redunda em parcial e circunscrita.

A política da avestruz dá sempre mau resultado, sendo que o próprio jornal onde escreve já teve disso exemplos perfeitos no passado. Mas isso eram nos tempos em que o Record tinha direcção à altura e seguia uma política editorial diferente em que não era pautado pela obsessão das audiências...

Falar do que todo o mundo já sabe como faz BR, é não só entediante como repetitivo. O que interessava à opinião pública era saber o porquê das coisas! Entender os antecedentes e saber como as coisas se iniciaram e depois descambaram para a realidade dos dias de hoje. E isso é coisa que BR (apesar de não deter a exclusividade) nunca fez.

É evidente que a sua geração não teve oportunidade de assistir ao lançamento da primeira pedra do edifício cujos materiais usados para a sua construção (tráfico de influências, golpadas, lobbies, mentiras, manobras de bastidores, etc, etc), tornaram desde logo qualquer coexistência pacífica impossível. Quem tem a espinha direita como pode pactuar com essas ilegalidades?

Como também é histórico, enquanto o Benfica esteve a fazer a sua longa travessia no deserto, as golpadas e as manigâncias por parte do FCPorto do Pinto-Maior e a êxtase da suprema ironia atingiram o seu pico máximo. Os factos e as situações aconteceram, estão documentados em detalhe, e ninguém pode por isso afirmar que os desconhece, tantos eles são. Para mais quando se trata de um elemento inserido no mundo na comunicação social.

Depois, a partir do momento em que os encarnados começaram lentamente a recuperar começaram naturalmente a acontecer problemas gerados por quem não queria perder nenhum dos previlégios tão laboriosamente alcançados. Isto também é público e notório.

Com que direito é que BR e outros querem fazer tábua rasa de toda uma história que justificadamente aponta para o FCPorto do Pinto-Maior como estando na génese de todo este tipo de tramóias e gerador de vários episódios em que foi praticada uma política de intimidação e até mesmo de violência quer física quer moral?

Num estado de direito quem prevarica deve ser julgado e punido de harmonia com a natureza dos crimes praticados. Ora, o que assistimos ao longo dos tempos foi a uma sucessão de episódios dos do tipo descritos, sem que houvesse punições de qualquer tipo. A sensação com que ficámos é que os prevaricadores ainda se deleitavam com a impunidade de que gozavam.

Qual seria então o caminho mais indicado a seguir; responder na mesma moeda? É evidente que não. Por uma questão de postura, de educação e essencialmente de cultura. E se excessos houve (ainda que diminutos se comparados com os praticados pelos pintistas), eles foram praticados por uma escassa minoria não representativa do Benfica e como resposta aos insultos recorrentes e às agressões sofridas. Mesmo nesta situação, condenamos essas reacções intempestivas que serviram de justificação para novas atitudes reprováveis por parte de uma minoria radical de pintistas  (será que estão ‘legalizados’?) e, mais grave ainda, para os fazedores de opinião pintista entre os quais aqueles que escrevem no tal jornal que o Pinto-Maior abomina, que as têm usado como auto-justificação para os desmandos praticados.

Denunciar pública e sistematicamente os excessos praticados? Foi esse o caminho seguido e do nosso ponto de vista, bem. E o que aconteceu? Novas situações intimidatórias (inclusivamente extensível às modalidades) e de violência que nos dispensamos de enunciar porque toda a comunicação social se tem encarregue disso.

Por tudo isto, estamos cientes de que vamos ter que oferecer uma nova balança sem pesos viciados a BR. Para que ele e todos os que defendem a mesma teoria da conspiração, sejam correctos na análise e não manipulem dados que deveriam ser imutáveis, mas que sofrem constantemente manipulações de uma central de informações intoxicante, que, apesar de tudo e por mais que se esforce, jamais conseguirá alterar a sequência dos acontecimentos reais.

É essa a nossa firme convicção e a nossa aposta!


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