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Realidades do Futebol Português
Bernardo Ribeiro, jornal Record
28 de Junho de 2011



Uma das realidades incontornáveis do futebol português é a da imprensa sempre ávida em projectar cenários irreais, e que em vez de proceder a análises estruturais se entretem com divagações de conjuntura a que por vezes não escapam mesmo perseguições pessoais. Há jornalistas e opinadores que o fazem diariamente apenas e só porque os acasos do destino lhe deram essa possibilidade. É simples, é barato e até rende.

Por exemplo quando hoje o cinzento Bernardo Ribeiro classifica a vitória incontestada do Benfica no campeonato da época passada como um milagre está quase tudo dito. Revela que não está interessado em analisar com um mínimo de profundidade a realidade, mas apenas e só fazer chincana jornalística. Faz parte da sua personalidade porque velhos hábitos nunca se perdem.

Não está sozinho no desplante com que pretensamente quer invadir a capacidade decisória dos responsáveis do Benfica e nomeadamente do seu treinador em relação à não renovação de Nuno Gomes, sendo que o assunto começa a ser tornar-se bafiento tal a repetição e pobreza de argumentos utilizados. Pode-se concordar ou não, mas não é lícito pôr em dúvida a legitimidade do acto. Além de que o atleta pelo seu passado, deveria merecer  maior respeito daqueles que agora não o querem deixar em paz. Repetimos que os responsáveis do Benfica cometeram o erro de deixar arrastar o assunto demasiado tempo, permitindo assim que a imprensa costumeira se aproveitasse disso para marcar a agenda.

Se ele vier a continuar a carreira no futebol português, qualquer golo que marcar dará origem a novos ataques dessa gentinha que continua a passar atestados de incompetência a si mesma. E se porventura, a vítima for o Benfica, então teremos títulos de 1ª página a 8 colunas...

Jorge Jesus por ser treinador do Benfica tem um enorme potencial e é enquanto durar a sua permanência no cargo, um eterno candidato a vítima da teorização dos muitos Ribeiros que existem neste mundo. Veja-se só o imenso rol de coincidências que surgiram desde que ele é treinador dos encarnados. Segundo afirma Ribeiro de uma forma peremptória que não deixa margem a qualquer dúvida por mais ínfima que seja, a dispensa  de Nuno Gomes foi não só um óbvio erro político como provavelmente também um erro desportivo. Fala quem sabe!

Ficam por isso desde já avisados (quase) todos os treinadores e dirigentes dos clubes deste país que quando pensarem em não renovar um contrato com um jogador deverão ouvir previamente a abalizada opinião do Ribeiro (e já agora do seu colega Rodrigues) do pasquim Record para não cometerem esses erros de palmatória.

Ontem falávamos da recorrente tendência para a comparação. Hoje o Ribeiro do nosso contentamento, anuncia que a saída de Villas-Boas veio equilibrar a Liga e que se ainda se confirmarem as saídas de Falcão e Moutinho, aí o Benfica torna-se no mais forte candidato ao título. Como se o Benfica estivesse a projectar a época com base no que os outros fazem e não em si próprio. E porque não também o Sporting que mudou de visual e se tem estado a reforçar em todas as áreas? Que competência demonstrou alguma vez Ribeiro para se aventurar em afirmações deste tipo?

Nuno Gomes deu hoje uma entrevista ao seu diário que não descansou enquanto não conseguiu que ele ‘Contasse tudo’. Apesar do objectivo da entrevista só ter sentido único, o atleta confirmou tudo aquilo que já se sabia: que sabe estar, sabe o que diz e não alinha nos processos de intenções para que constantemente os entrevistadores Nuno Farinha e Miguel Belo o tentaram arrastar. Deve ter sido uma entrevista desalentadora quando ainda por cima Nuno foi presenteado com o ‘Record de Ouro’. De concreto Nuno não confirmou que a proposta recebida do Benfica fosse para Director de Relações Internacionais, o que veio confirmar que a divulgação daquele lugar específico foi mera especulação jornalística, a que aderiram alguns benfiquistas que regularmente querem fazer passar-se com o rótulo de independentes. Embora Nuno Gomes não necessitasse da entrevista porque a opinião que os benfiquistas têm dele há muito estava formada, ainda bem que o fez porque veio confirmar a postura a que sempre nos habituou. Do nosso ponto de vista só cometeu um erro: foi tê-la dado a um pasquim.

Face a estas incursões de Ribeiro pelo mundo da ficção, os benfiquistas devem estar por estar altura imensamente preocupados com ‘Jesus com a corda na garganta...’ E se aguardássemos?



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