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Cultura: biológica ou de pesticidas?
Vitor Pinto, jornal Record
28 de Julho de 2011



«A cultura do FC Porto dificilmente admitiria que um jogador acabado de chegar de férias fosse imediatamente titular, realizando somente um par de treinos como se o mundo dependesse da sua disponibilidade e não houvesse substituto à altura».

Este comentário marginal de Vitor Pinto – um dos representantes do FC Porto na redacção Norte do pasquim –, ilustra bem a imensa preocupação que grassa em permanência nos espíritos dos seguidores incondicionais do capataz das Antas que tudo fazem para agradar, mesmo que isso implique vilipendiar a sua própria consciência. Curiosamente da última vez que VP se havia manifestado sobre estas questões de "cultura" havia sido para enaltecer essa tal "Cultura Cardinal", depois da aberração cometida pelo atleta e por todos nós conhecida.

Empurrados para uma semi-obscuridade que eles próprios cultivam com o beneplácito de Pintos e quejandos, os pintistas para além de se perderem em cultos bacocos de personalidade, esforçam-se por aparecer à luz do dia nem que tal signifique apenas falar ou divagar sobre aquilo que os outros (leia-se o Benfica) faz ou deixa de fazer.

Este Pinto tem dois rótulos colados e dos quais não se consegue libertar: é pintista e profissional do pasquim o que convenhamos não abona nada a seu favor. Esperneia frequentemente mas as suas diatribes são levadas pelos ventos da ignorância. Demonstra a cada gesto que está em vias de assimilar completamente a cultura pintista em que cada passo ou cada atitude são estudados ao pormenor e só recebem luz verde da única palavra autorizada – a do capataz.

Que algumas pessoas que supostamente devem um tributo à independência (pelo menos de espírito) se deixem menorizar por espíritos tacanhos e parados no tempo, são questões que só deveriam dizer respeito aos próprios. Infelizmente não é bem assim.

E não é, porque com a capacidade diminuída e enfeudada a interesses fora da órbitra específica à qual devem respeito e fidelidade –, aos leitores e a todos aqueles que pagam e suportam os  seus fretes clubísticos, não hesitam em servir de pontas-de-lança dos interesses do capataz e dos seus súbditos. Essa é uma das razões porque se eternizou no poder.

Quanto o Pinto do pasquim fala na cultura do FC Porto, está a falar de que cultura? Daquela que tem feito lei nos últimos trinta anos? A das golpadas e da inverdade desportiva em que por força disso se transformou o futebol portoguês e que tem merecido o escárnio da Europa futebolística? Daquela que levou a que um dos mais prestigiados treinadores mundiais tenha afirmado que o FC Porto adquiria títulos no supermercado? Daquela que tem manipulado a justiça por forma a transformar culpados até às orelhas em inocentes? Ou daquela que propicia homenagens com almoços e jantares na Casa da Democracia em que representantes do povo não se envergonham de si próprios pelo mau serviço que prestam ao país ao receber uma pessoa acusada e condenada por prática de corrupção na justiça desportiva? Ou ainda daquela cultura que é um autêntico atentado por força do comportamento e da prática em termos morais?

Estas ensaiadas fugas para a frente em que alguns freteiros como Pinto tentam aparecer criticando os outros em vez de se concentrarem no interior de si próprios numa auto-reflexão que deveria ser obrigatória, deixa-nos estarrecidos pela forma como se deixam manipular à luz de interesses que não são manifestamente os seus. É a corporização da cultura dos fracos e dos eufeudados.

Justamente por isso e evocando a teoria e prática dos tempos actuais, poderíamos afirmar sem qualquer dúvida e sem qualquer receio de desmentido, que a do Benfica é uma cultura biológica enquanto a do FC Porto nos últimos 30 anos tem sido uma cultura com uso intensivo de pesticidas...



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