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A insustentável ‘dor de corno’
António Varela, jornal Record
24 de Julho de 2011





Já não restam quaisquer dúvidas sobre dois negócios que se saldaram em erros estratégicos e empresariais por parte do capataz das Antas – Alex Sandro e Danilo, ambos do Santos. No primeiro caso o interesse do Benfica foi pura ficção para enganar papalvo (e aqui quem assumiu esse papel foi o sempre infalível ), e no segundo o Benfica entrou no leilão e esticou a corda até o capataz se chegar à frente e engolir o isco, assumindo a SAD a que preside uma vitória de Pirro. Este receio pela sombra omipresente do Benfica tem destas coisas e, a esta hora o Santos, os empresários e os comissionistas, devem estar a comemorar efusivamente com champanhe um negócio que estavam longe de imaginar a forma simples como conseguiram ludibriar o capataz.

Só abordamos o assunto por este prisma porque alguns tarefeiros como António Varela  continuam a insistir na tecla da vitória azul e branca e a enaltecer os méritos do capataz. Se não fosse isso nunca entraríamos por aí porque, como já o afirmámos, nada temos que uma SAD altamente depauperada (pese embora os negócios a crédito efectuados), continue numa estratégia suicida apenas porque o seu líder não tem estofo para conseguir ultrapassar o trauma que lhe causa permanentemente o Benfica.

Que ele o continue a fazer ainda se consegue entender, porque burro velho jamais aprenderá línguas. Passar trinta anos sempre no mesmo comprimento de onda, torna qualquer mente anquilosada e incapaz de enveredar por qualquer outro caminho que não seja sempre o mesmo, porque se fosse capaz de o fazer corria sérios riscos de falhar rotundamente no seu objectivo circunscrito.

Mas que outras pessoas como Varela que tiveram acesso a outros horizontes mais vastos, mais despoluídos e mais sérios não consigam ultrapassar o 1º parágrafo da cartilha do capataz é algo de estranho e que sinceramente nos confrange. Quando Varela a propósito de Danilo defende que «Em cada época, o FC Porto começa a ganhar (…) nesta espécie de campeonato da desmoralização ao Benfica (…)» não se apercebe da imensidão do disparate que propaga e que fazemos votos por que não se apaixone. Esse tempo há muito que já passou!

Actualmente, quando os benfiquistas se apercebem dessa estratégia descrépita, a sua reacção é a da absoluta indiferença. Mas perante a insistência de Varelas e quejandos, a sua próxima atitude é a de rir a bandeiras despregadas face a atitudes irresponsáveis perante os accionistas da SAD portista e dos sócios e adeptos do clube. Mas, conforme já o dissémos, isso é um assunto que nos transcende e que só incumbe aquelas estruturas azuis e brancas.

Varela é definitivamente um convertido, um caso perdido e sem solução em que semanalmente fornece  indicadores da sua subserviência às teses do capataz. Como não consegue combater argumentos, procura fait-divers para tentar atrofiar alguns distraídos que não acompanham estas suas campanhas pseudo-esclarecedoras.

Era bom que entendesse de uma vez por todas que o mundo mudou e os benfiquistas já não aceitam as teses e actuações que por serem repetitivas descredibilizaram o seu autor que, convenhamos, ao fim de trinta anos já tem imensa dificuldade em fazer passar quaisquer novidades pois todas elas perderam o seu prazo de validade.

De tal forma, que cada vez notamos nos seus seguidores que outrora  as consideravam como infalibilidades, uma espécie de dúvida crescente sobre se realmente valeu a pena conquistar tantas vitórias assim...



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