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Amarguras de um frustrado
António Varela, jornal Record
22 de Maio de 2011




É bom saber que o nosso preferido Varela (AV) nunca nos desilude, pois age sempre exactamente como se espera. É por essa e por outras razões que ansiamos sempre pela sua Semanada, que o pasquim do director Pais dá à estampa no dia do Senhor.

Tal como tínhamos previsto e na linha habitual do Record, coube desta vez a AV manter o fio condutor da insistência em torno daquele assunto que nasceu fruto daquelas testemunhas oculares sempre à mão do pasquim e que fazem por emprestar uma pseudo-veracidade a factos que geraram notícias que nunca deviam ter chegado à rotativa, por falta de substância.

Mas o seu desenvolvimento traz-nos nuances que se transformam em contradições absolutas, justamente porque a notícia anda de muletas e para andar por este meio de transporte, torna-se necessário ter alguma prática. Pelo sim pelo não surgiu mais uma vez, na convicção que na enésima hajam alguns papalvos de boa fé que a tomem por verdadeira. Digam lá se a propaganda da repetição não soa familiar?

Na divagação das suas próprias contradições e com toda a imperícia que lhe é peculiar, AV desta vez resolveu enveredar por um tom novelesco. Saúda-se o esforço mas verbera-se a falta de imaginação. Recorda-se que o pasquim tinha relatado que tinha havido um adepto encarnado que tinha estado a testar os amortecedores do carro de Pablo Aimar e depois não satisfeito, tinha partido para uma agressão ao jogador argentino. Agora veio AV dizer que afinal foi só um tabefe, o que nos leva a chegar à conclusão que a sua informação terá sido proveniente de outras testemunhas oculares.

Do ponto de vista do pasquim, quer-nos parecer que este novo relato não os ajuda a fazer passar a mensagem, sugerindo que para a próxima discutam previamente o assunto na redacção para acertarem numa versão única para evitar a publicação de factos contraditórios. E provavelmente se o sub-ajudante Ribeiro escrevesse sobre o tema, ainda teríamos uma nova versão, quiçá um abraço efusivo que fracturou uma costela?

Para aquilatarmos a estreiteza de vistas e as limitações de pensamento de AV, atentemos na referência do magano que não gosta da palavra Instituição. Bem, gostos não se discutem. Mas não deixa de ser hilariante quando escreve «para tentar limpar o nome da ‘Instituição Benfica’, onde supostamente a vida é harmoniosa com todos afinados e a puxar para o mesmo lado».

Ao lermos isto assaltou-nos de repente a ideia que AV deve ter tido um súbito ataque de amnésia, ou então com a falta de destreza intelectual que o caracteriza, estava a querer brincar com a história do Benfica onde sempre aconteceu o contrário, sendo que as ditas diferenças já tanto serviram para alimentar toda a casta de pasquins que por aí andam entretidos a debitar disparates compulsivos.

No caso do pasquim do director Pais, o que verdadeiramente o atormenta é a escassez de notícias substantivas da parte do Benfica, o que o leva a ter que puxar pela imaginação e a enveredar pela invencionice. Como sempre acontece quando se entra por esse caminho, qualquer notícia desse tipo é oca e tende a ser neutralizada.

Nesse sentido AV confundiu-se, deixou-se resvalar para a sua condição de adepto e pensou que estava a falar da estrutura informativa unicitária do seu FC Porto, o que não admira de todo pois não é caso virgem e está ao nível das notícias e da linguagem própria de Instituições pouco credíveis.

O diário Record, em cada edição, em cada crónica e em cada linha respeitante ao Benfica, revela uma propensão evidente para a invenção, para a mentira e para a especulação. Sabe-se das suas motivações originadas por uma azia que cresce qual bola de neve, mas que tem origem na sua própria culpabilidade. Quis jogar forte sem ter estaleca para tal, e está a ser vítima de si próprio.

Que mal terá feito Pablo Aimar para não ter umas férias descansadas no seu Rio Quarto? Bem ele não fez de certeza, o problema é o símbolo da Instituição que enverga que causa engulhos a muita gente...






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