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Cultura Cardinal - Sabem o que é?
Vitor Pinto, jornal Record
21 de Maio de 2011



Embora saibamos que o mundo gira constantemente, nos últimos tempos confessamos que temos feito um esforço titânico para poder acompanhar a evolução da cultura e do progresso. Na edição de hoje, o pasquim e o freteiro pintista Vitor Pinto trazem-nos uma nova palavra composta, certamente gerada à luz do novo acordo ortográfico – Cultura-Cardinal.

Para além disso, o escriba concede-nos o previlégio de nos deliciar com mais uma lição sobre aquilo que o pintismo é capaz de fazer, o que nos deixou deveras sensibilizados, dada a profusão de méritos absorvidos pela seita que ao longo da sua ainda imberbe existência não teve oportunidade de vir a saber o que é a verdade desportiva em Portugal. E sabe-se que ao nascer-se e crescer-se imbuído dos genes das tradições golpistas e manipuladoras, tal facto gera uma aceitação automática de uma realidade desfocada, em que não só não se estranha, como se toma como realidade a sociedade completamente adulterada de princípios e de valores. Assim, vamos assistindo à renovação pôdre em que ao abandono dos indivíduos de espinha direita se sucede a entrada dos convictos azuis e brancos, os quais entre outras características inatas têm a de curiosamente de convergir sempre com a posição da direcção portista.

Para além do bla, bla, bla, que faz parte da propaganda oficial e oficiosa da Torre das Antas, e cujo eco entra apressado nos ouvidos de alguns adeptos inseridos na imprensa generalista e desportiva – tipo Vitor Pinto –, que faz sempre questão de assinalar que está em espírito de missão, temos algo de sublime que não raras vezes é fonte permanente de abastecimento do de si já extenso anedotário nacional.

E se não fosse raras vezes enriquecido por saídas mentecaptas, se não configurasse uma degeneração dos princípios básicos da sociedade contemporânea, deixaríamos aqui a nossa compreensão, porque apesar do seu camarada Varela achar o contrário, Portugal pode não ter mais nada, mas tem certamente inteira liberdade, até para expressar os disparates mais conseguidos.

Quando se enaltece (sem aspas) e se eleva à condição de herói uma pessoa sem princípios, que fez ao longo dos tempos declarações estapafúrdias nada consentâneas com a sua condição de desportista, que inclusivamente não respeitou a camisola que envergava (com reincidência em todos estes episódios), estamos perante um desportista que rapidamente devia ser banido do desporto, por todos os motivos e ainda porque seria um péssimo exemplo à juventude, sobretudo àquela que tem vindo a ser afectada pelo mesmo síndroma. Mas Cardinal é do FC Porto, portanto...

Quando se esperaria uma condenação sem reservas dos media, eis que a generalidade se limitou a dar a notícia sem comentários e o pasquim na pessoa freteiro Pinto faz-lhe um rasgado elogio, enaltecendo a assimilação e o desenvolvimento da cultura pintista.

Não dizemos que está tudo louco, porque há muito que nos habituámos a doses maciças de demagogia. Não afirmamos que é vergonhoso, porque também nos acostumámos a pessoas sem vergonha. Mas deveria haver limites para tudo, o que manifestamente parece ser hoje em dia uma missão impossível.

Mas é bom que as pessoas consigam discernir sobre as tais frases épicas do vocabulário pintista e que não são mais do que tentativas goebbelianas de gerar assimilação em mentes desprevenidas e que só reconhecem o invólucro.

Cada vez mais o ‘nascemos para vencer’ e a ‘cultura de vitória’ fazem parte desse léxico, tanto ou quanto o 'vale tudo'.




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