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David Luiz e a saída
Bernardo Ribeiro, jornal Record
1 de Fevereiro de 2011


Depois de avanços, estagnações e recuos, foi finalmente concretizado o acordo visando a transferência de David Luiz para o Chelsea, passando a ser o segundo jogador que num curto espaço de tempo rumou do Benfica para o clube londrino.

Naturalmente que a transferência não poderia gerar unanimidade, não só por se tratar de uma jogador que disfrutava de uma enorme popularidade junto da massa adepta benfiquista, apesar de alguns rombos provocados por alguns que se deixaram arrastar por alguma comunicação social, mas também devido a estarmos a entrar na fase crucial da época.

Por outro lado, faltavam os bitaites de alguns escribas dos media que como seria previsível, iriam sempre apontar factos que pudessem criticar nomeadamente a negociação abaixo da cláusula, sem se preocuparem com o facto de ser na reabertura de Janeiro, das condições actuais do mercado ou de outros factores. O costume.

Sendo isto normal, foi interessante de ver alguns como o sub-ajudante do director Pais – Bernardo Ribeiro (BR), afadigado por encontrar algo de negativo para escrever. E a exemplo de Di Maria, Ribeiro encontrou o lenitivo nas palavras do presidente do Benfica que em determinada conjuntura terá afirmado que ninguém, à excepção de Cardozo, sairia por valores abaixo da cláusula de rescisão.

Recentemente tivémos ensejo de nos debruçar sobre a temática das cláusulas de rescisão e comentar o enquadramento das mesmas pelo que não vamos novamente entrar em detalhes. Porque se há pessoas que fingem não querer perceber, é um problema pessoal que nos transcende em absoluto. Quando alguém desiste de entender a essência, o enquadramento, e os timings, apenas porque quer fazer chicana jornalística, a única coisa que podemos dizer é que lhe faça bom proveito, porque quanto ao resto, nicles na relação causa-efeito.

BR usa a palavra coerência como se a palavra fizesse parte do seu restrito dicionário e, a avaliar pelo seu comportamento jornalístico, tem uma vaga ideia do que seja. Senão não a usava. E não divagava arrogantemente perante um cenário facilmente entendível pelos leitores especialmente benfiquistas, independentemente da posição de cada um, de aprovação ou discordância relativamente à operação em si.

Comprar por 1,5 milhões e vender por 25 é muito bom. Mas vender ao City por 35 no verão teria sido melhor, escreve BR. Pois tinha, e vender por 50 ainda tinha sido muito melhor. Mas ninguém pode prever com exactidão a curva do mercado e há que considerar outras componentes que poderão aconselhar a vender ou a não o fazer.

É claro que a aritmética de 1ª página do Record foi ligeiramente adulterada com a sonegação de 5 milhões, embora nas páginas interiores a transferência esteja correctamente descrita, o que revela o estilo de jornalismo praticado pelo jornal da verdade a que temos direito. Não há que estranhar, pois isso já se tinha passado com Di Maria, mas estamos curiosos de ver quando ocorrer noutras paragens, aquelas que fazem sempre bons negócios...

No fundo, bem no fundo, que seria de jornais como o Record se não enveredassem por este tipo de nuances? Enquanto se entretêm a divagar acerca destes pormenores, não falam nem abordam o essencial da actualidade e que é verdadeiramente importante que se passa neste país desportivo neste momento.

Pois, isso não dá cachas logo não vende. Percebemos...


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