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As culpas... dos outros!
António Varela, jornal Record
19 de Junho de 2011




«Jorge Jesus consegue identificar várias razões para explicar a desastrosa época do Benfica, mas é curioso que em nenhuma delas apareça como protagonista. São sempre dos outros, raramente ele. Com esta capacidade para fazer autocrítica (…)».).-António Varela-Record, 19 de Junho de 2011

«(…) Quando a equipa não ganha, é a equipa que perde. O único responsável pelas derrotas sou eu e não os jogadores-Jorge Jesus-Em declarações à BTV, 27 de Novembro de 2010, a propósito das críticas a David Luiz

«(…) é difícil que o Benfica possa ser mais forte em 2011/2012, como promete. Porque ele próprio não viu onde falhou, em 2010/2011»-António Varela-Record, 19 de Junho de 2011

«Claro que temos a noção do que aconteceu. Para fazermos a comparação e perceber o que não correu tão bem nesta segunda época, no fim do campeonato fiz uma retrospectiva e uma análise, em conjunto com a nossa estrutura e também com o presidente. Identificámos o que não correu tão bem para podermos avançar para a próxima época com a certeza de que não queremos cometer os mesmo erros»-Jorge Jesus- A Bola, 18 de Junho.

«Não há ausentes sem culpas, nem presentes sem desculpas»-Provérbio Popular.

Depois de ter deixado cair a máscara, o editor-chefe do pasquim Record António Varela, tem dado curso livre à sua fatal atracção pelo disparate. E, inevitavelmente, isso repercute-se cada vez que escrevinha algum artigo, até o mais simples. Fá-lo sempre com elevadas cargas de frustação, o que acaba fatalmente por reverter contra ele. É mesmo um caso perdido que vai certamente continuar a animar as tertúlias, embora possa vir a requerer alguma paciência para alguns que levam tudo a sério.  

O plumitivo, revela dificuldades interpretativas incomuns. Ouve as palavras, lê as frases, mas a sua dificuldade interpretativa é latente. Apesar do seu fretismo compulsivo, mau grado escrever como adepto em vez de o fazer como profissional que possui a carteira de jornalista, Varela consegue ter a capacidade de ler, de ouvir e de ter interpretações sui-generis, de factos e situações óbvias. Justifica ser catalogado como um ‘case-study’.

No mau jornalismo que temos e onde se insere Varela, existe a tendência de marcação da agenda. Ou seja, as notícias não têm o seu próprio timing de acontecer, mas estão sujeitas ao que alguns jornalistas e pasquins pretendem. É peculiar!

Do mesmo modo, os vários agentes desportivos (sejam eles o que forem), têm que se comportar e agir da forma como a troupe deseja. Os que o fazem voluntária ou involuntariamente e se portam bem, estão nas boas graças e têm uma boa imprensa, enquanto que os que não se deixam arrastar para esse servilismo, têm ideias próprias e ‘respeitam a regra básica que manda esconder a estratégia‘, são atacados sem dó nem piedade como se estivessem a mais no meio.

Não nos movendo numa especial onda de simpatia por Jorge Jesus e lhe reconhecermos limitações no campo da fluência linguística o que tem dado azo a mais problemas para si próprio e obviamente para a estrutura, reconhecemos nele características de um ser humano competente, sagaz, persistente e frontal. Tem, como todos, cometido erros.

Mas a campanha que lhe tem sido movida por alguma imprensa desde que passou a ser treinador do Benfica em que tudo tem sido escrutinado (desde a forma como masca a pastilha elástica, à forma como se expressa) tem atingido uma baixeza que afinal está ao nível dos seus protagonistas. De tal modo a campanha tem acelerado, que em 2009/2010 foi acusado de ser demasiado impulsivo, mas na época que ora findou as recriminações foram de que esteve pouco reactivo...

Como se observa, muita dessa gente que anda por aí a brincar aos jornalistas, não se detem nem pretende analisar os aspectos fulcrais desta ou daquela questão. Pelo contrário, devido a incapacidades próprias e das missões que recebem das respectivas redacções para a elaboração das respectivas peças, resvalam para aspectos marginais parciais que têm maior aceitação e são muito mais vendáveis. Sobretudo se for escolhido o alvo certo.

Arriscar-nos-íamos a dizer que Varela encarna talvez como ninguém esse espírito de missão. Tem anotados todos os aspectos laterais importantes e sabe que sendo o alvo o Benfica, quando pior escrever, melhor o pasquim que lhe dá guarida vende.

Temos até sérias dúvidas que Varela conseguisse escrever num jornal a sério...




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