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Record dos Rosários
Alberto do Rosário, jornal Record
24 de Maio de 2011




«Como o Record anunciou» por via de «testemunhas oculares», Humberto Coelho, Couceiro e Octávio Machado integrarem a estrutura encarnada foram mais umas patranhadas a juntar a muitas outras.

Apraz saber que desta feita nem foi preciso recorrer à «máquina de comunicação encarnada», o próprio irmão do pasquim – o pasquinóide da Manhã – vem agora a terreno dizer que afinal Rui Costa terá «poder reforçado». E como, perguntamos nós? «Reforçando a sua presença no balneário e sendo mais interventivo junto do plantel de modo que o director desportivo transmita a mística do Benfica». Parece a história do polícia bom e do polícia mau e não é de facto para levarmos a sério.

Deviam-se contudo preocupar esses Albertos dos Rosários em refrear os ódios de estimação e a maledicência, na medida em que isso não lhes dará sentido à sua miserável e limitada existência. Como ponto de partida deveriam perceber que sinónimo q.b. da grandeza do Sport Lisboa e Benfica é essa estúpida obsessão dos acéfalos que norteados pela sua própria falta de inteligência vilipendiam o farol (encarnado) que os guia.

Ficar-lhes-ia senão bem respirar fundo e compreender que nem daqui a 5 anos o Sporting terá a vivacidade empresarial ou maturidade estrutural dos rivais. E perguntem-se também, objectivamente, será o vilipêndio para com o Benfica fruto do síndroma de gigantismo de quem «desdenha querer comprar»? Fácil de perceber é porque é que o Sporting chegou onde chegou, porque é que ainda há pouco tempo copiava essa coisa de managers do «modelo de gestão», e porque numa hierarquia profissional são os directores desportivos a despedir os presidentes.

Com críticas à TV do rival que nem conseguiram imitar, desdenhando também no fundo de jogadores que ridiculamente acabou por ser o principal foco das eleições do seu próprio clube, passando pela «melhor cantera do mundo» que parece nada cheirar este ano, ficaria senão bem a estes medíocres alguma honestidade intelectual, brindando-nos com a poesia do seu silêncio.

Trabalhem pois com honestidade para um futuro que seja um mar de rosas, é que com esta mentalidade medíocre será um rosário, dos espinhosos.





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