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Notas soltas
António Varela, jornal Record
17 de Julho de 2011





... e porque hoje é domingo impõe-se para além da reflexão sempre necessária para acalmar alguns espíritos mais excitados e por isso mais previsíveis, uma retrospectiva breve sobre alguns fazedores de opinião que teimam em querer impôr o seu mundo podre e por isso desvirtuado.

O dia do Senhor é um dos dias do inconfundível António Varela das planícies que labuta no pasquim Record a quem nem sequer a calmaria nelas existente lhe permite ter um rasgo de bom senso e de fria análise. Normalmente os que estão sempre cheios de azia e que não têm cátedra, têm tendência para falar de catedráticos com aquela linguagem rasteira e própria que os caracteriza.

Pasma-se que um homem tão previsível como Varela que do alto da sua limitadíssima imaginação não tenha previsto que Villas-Boas iria abandonar a cadeira do sonho (certamente uma das suas muito rotineiras desatenções) e releve pacificamente as boçalidades do seu patrono como se um chorrilho de verdades de gestão desportiva se tratasse. É o tal – sim tem inteira razão no que disse mas podia tê-lo evitado! Está assim definitivamente provada a razão da idiotia e quem absorve e valida as tais tiradas confinadas ao significado restrito de fina ironia. Palavra de Pinto-Maior e do seu discípulo Varela…

É dos livros que em todas as personalidades subalternas e de yes-man as situações de equilíbrio tendem a compensar-se. Para uma situação de amen e de teor reverencial como as verdades de gestão desportiva que como todos sabemos são apanágio no clube regionalista e do seu capataz, havia que compensar com a agressividade que seria impensável ter naquele episódio do vamos denegrir quem nos encornou, o inimigo de estimação – o Benfica.

Assim, para além daqueles comentários de baixo teor de interesse e de circunstância em que Varela é pródigo e que casam com o pasquim onde lhe permitem que escreva, não junta sequer qualquer argumentação que valha a pena sequer comentar, tal a pobreza e escassez de ideias que demonstra. Ficamos com a sensação de que à medida que avançamos no tempo, menos imaginação prodigaliza, que cada vez mais fica assustadoramente limitada aos comentários pretensamente desestabilizadores sobre factos e acontecimentos na vida do Benfica. O que nos anima é que o director Pais regressou de férias...

Observem por exemplo, este suculento naco de prosa só ao alcance de uma pessoa com a estirpe de Varela: «A época 2010/2011 foi um desastre para as modalidades do Benfica, que agora recuperam Carlos Lisboa para treinador do basquetebol, em acumulação com o cargo de coordenador do sector. Solução questionável, equivalente a um retrocesso na gestão».

Notamos que cada vez mais a fonte inspiradora de alguns plumitivos são os tais ‘blogues encarnados que vale a pena ler’. Para alguns (resta saber se Varela pensa  assim ou se limitou a cabular) o desporto mesmo amador resume-se pura e simplesmente às vitórias e às derrotas.  Nada mais há para além disso. Ou, dando-lhe outra interpretação (talvez até mais ajustada), quando o Benfica não ganha é um desastre...

Teorias que estão longe de corresponder a uma realidade efectiva, pois as coisas não se alteram ou acontecem apenas porque os Varelas o querem e o desejam. Se é certo que qualquer clube de topo tem como objectivo competir para ganhar, a época das modalidades do Benfica apesar de ter ficado longe do que era o objectivo inicial, poder-se-á dizer que esteve longe do desastre  que muitos tipo Varela querem impingir aos mais distraídos. É só fazer as contas!

E nem uma figura consensual como Carlos Lisboa escapou à sua sanha persecutória dado que é uma solução questionável. Seria curioso era saber do porquê desta afirmação que se ficou pelo tópico para permitir todo o tipo de especulação. Tudo é naturalmente passível de crítica, mas o que seria deveras interessante é que Varela explicitasse as razões que o levam a entrar por esse caminho do adivinha que obviamente terá sido ponderado no interior do próprio Benfica.

Ao não o fazer, demonstrou mais uma vez ao que veio e ao que anda, situação que só pode causar surpresa a quem não acompanha este jornalista de pasquim. Continuaremos atentos às suas diatribes!



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