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Causas... sem efeitos!
Vitor Pinto, jornal Record
16 de Fevereiro de 2011


Um plantel de uma equipa de alta competição é composto na actualidade por várias nacionalidades, diferentes sensibilidades e mentalidades tão diversas que tornam o todo deveras complexo. Acontece em todo o lado e com todas as equipas.

Considerando que os grupos de trabalho são ajustados à necessidade de manter o ritmo e a competitividade sempre que um jogador de um determinado lugar se lesiona, baixa de forma ou é castigado, o normal é que os planteis sejam compostos por 27/28 jogadores justamente para fazer face a essas potenciais situações.

Atendendo a que só podem avançar de início onze, tal significa que cerca de metade do plantel fica de fora, o que aqui e ali pode criar atritos e fricções pelos que são preteridos, que de uma forma legítima se julgam com capacidade suficiente para também serem titulares. Compete ao treinador fazer a gestão desse superavit potenciando-o e transmitindo-lhe a convicção de que em qualquer altura poderão também ser titulares, o que nem sempre é fácil e aceite de bom grado.

O FCPorto nesta matéria, apesar da ditadura interna com laivos de secretismo que tem implementado há longos anos, não foge à regra até porque os tempos são outros e já evoluíram da cassete para algo com um alcance muito mais vasto, em que a informação se propaga a uma velocidade vertiginosa pelas várias partes do mundo.

Os recentes desabafos dos jogadores Jorge Fucile e Fredy Guarin nas redes sociais são exemplo disso mesmo, muito embora isso tenha constituído uma surpresa para alguns habituados ao tradicional hermetismo da estrutura portista.

A partir daí e face aos exemplos anteriores de castigo implacável aos prevaricadores, esperava-se igual medida punitiva, o que seria absolutamente normal. Se os clubes têm um regulamento e se qualquer dos seus profissionais o infringe, é lógico e evidente que seja sancionado.

Também se percebe que as Direcções dos clubes ou das SAD’s, face a eventuais desvios actuem internamente, tentando limitar ao máximo a saída de quaisquer informações para o mundo exterior. Mais uma vez o FCPorto não é diferente nessa matéria, sendo apenas usado outro tipo de blindagem, com recorrência a meios externos que fazem passar no exterior aquilo que unicamente a Direcção da SAD azul e branca quer que se saiba.

Apesar de ser facilmente detectável o mau estar e o impacto que as atitudes dos dois jogadores causaram na estrutura portista, a ordem foi no pasa nada e os seus desabafos foram considerados como uma forma original de expressarem a sua ambição de titularidade consequente.

Isso mesmo foi expressado por Vitor Pinto no Record, querendo fazer crer que não teve repercussões internas. Se Pinto estivesse (???!!!) na condição de jornalista ao invés de se assumir como porta-voz das posições azuis e brancas como se as tivesse a veicular num qualquer órgão oficioso portista, é evidente que não teria escrito ou que escreveu.

É também evidente que para além dos seguidores portistas e meia-dúzia de crédulos papalvos, ninguém concede o mínimo crédito aquelas afirmações. Mas o que se regista, mais uma vez, é o serviço permanente prestado por Vitor Pinto à causa portista, esquecendo-se que escreve num jornal diário desportivo nacional, logo devendo ser isento e real no que veicula.

Quem lê e avalia as suas croniquetas de ocasião, não pode deixar de sentir uma tremenda nostalgia do tempo em que à frente do diário se encontravam Senhores como Artur Agostinho ou Rui Cartaxana, para só falarmos destes...  


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