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Sapiências
João Rui Rodrigues, jornal Record
15 de Julho de 2011





Verdadeiramente interessante é como as vagas alterosas se continuam a abater sobre a política de aquisições do Benfica como se qualquer dos jogadores adquiridos constituisse invariavelmente um flop de dimensões inimagináveis. Desta vez segundo o conceituado especialista de transferências João Rui Rodrigues (JRR), a culpa deve ser repartida entre os olheiros de vistas curtas e Luis Filipe Vieira de bolsos largos.

É espantoso como alguns plumitivos nunca conseguem alcançar o fundo do problema nem sequer perceber o essencial para se aventurarem em análises eivadas de insuficiências e de erros básicos, umas vezes porque entendem mas manipulam propositadamente, outras porque não conseguem mesmo enxergar. Teremos provavelmente no futuro que passar a fazer desenhos para que o entendimento se torne mais fácil.

Como todos já perceberam, a capacidade e a energia com que o Benfica tem atacado o mercado tem causado muita azia e confusão a uma infinidade de gente cuja capacidade perceptorial se esgota nas suas próprias insuficiências. Sendo que qualquer um pode opinar sobre aquisições e sobre as capacidades deste ou daquele jogador, o estranho é que havendo vários clubes a actuar nesse campo específico (o normal nesta altura), é no Benfica que estão concentradas todas as baterias, o que quer queiramos quer não, também é corriqueiro.

Uma das preocupações manifestadas por JRR é a do porquê do Benfica (LFV) ter gasto dinheiro em Wass, Léo Kanu, Nuno Coelho e Mora. A observação de JRR ficaria completa se tivesse dito quanto é o Benfica gastou com essas aquisições, o que como é óbvio não o fez. Teremos então que lhe fazer o tal desenho não somente em relação a estes nomes como a todos os que foram adquiridos, para ver se consegue perceber o essencial para não entrar pelo caminho dos disparates ampliados.

A estratégia desenvolvida pelos encarnados em particular nesta época é simples. Por um lado adquirir jogadores jovens a quem se reconhece potencial futuro mas que neste momento, não têm lugar no plantel do Benfica. Além de que, sendo maioritariamente sul-americanos, acresce a adaptação ao futebol europeu, pelo que a lógica é pô-los a rodar noutros clubes para aquilatar das suas reais possibilidades, e posteriormente fazer regressar aqueles que demonstram aptidões para integrar o plantel e darem o seu contributo à equipa principal. Recomendamos a JRR que, para além do chamado custo zero, some os montantes gastos com esses jogadores.

Por outro, foram também adquiridos vários jogadores já com outro estatuto, e aí com o objectivo claro de integrarem o plantel e face ao seu rendimento e poder de adaptabilidade de poderem competir com os que já o integravam. Como é óbvio o custo destes jogadores foi mais oneroso, apesar de também aqui se aplicar nalguns casos, o dito custo zero.

Como é natural o desempenho e o insucesso dos jogadores incluidos nos dois casos (especialmente no primeiro) a que aludimos só será visto e avaliado no futuro, pelo que é prematuro e especulativo estar a dizer que este ou aquele jogador foi um erro de casting dos tais olheiros de vistas curtas.

Por experiências anteriores sabe-se que existem inúmeros casos de sucesso e também de fracasso no Benfica, mas também (e é importante que se diga) noutros locais normalmente esquecidos nestas análises apressadas, talvez porque o seu mundialmente conhecido dom de infalibilidade não pode dar o flanco como sinónimo de erro ou de fraqueza.

Para concluir diremos que: a) Os olheiros de vistas curtas parecem ter afinal vistas compridas pois têm feito um trabalho multifuncional  e muito apreciado noutros lugares onde canta a cigarra e b) Veremos no futuro se Wass, Leo Kanú, Nuno Coelho e Mora não serão melhores enquanto futebolistas do que JRR é na sua profissão de jornalista de pasquim...


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