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Diversão mascarada
Bernardo Ribeiro, jornal Record
15 de Julho de 2011




Em mais uma Ribeirada dada à estampa pelo pasquim, o sub-adjunto Bernardo Ribeiro aborda com a falta de jeito que lhe é peculiar uma pretensa guerra entre o FC Porto e o Benfica no que às transferências diz respeito. Percebe-se a intenção: começar precocemente a época.

Todos temos na cabeça a definição do conceito de guerra. E certamente concordarão connosco que não se ajusta nem de longe nem de perto às circunstâncias focadas por Ribeiro. Desde logo porque isso implicaria uma acção bélica de uma das partes e a concomitante resposta da outra. Ora como observamos tal não sucedeu, pelo que a guerra só existe no espírito algo tacanho e limitado de Ribeiro. Percebemos que dê imenso jeito quer a si quer ao pasquim que o sustenta, mas não poderemos pactuar com este tipo de atitudes, totalmente contrário a todo e qualquer tipo de rigor e de ética que devem acompanhar qualquer notícia ou comentário feito por um profissional da imprensa.

Apesar de todo o seu espalhafato e tentativas igualitárias de actuação (no que infelizmente Ribeiro é useiro e vezeiro) a haver algo, tal só poderia ser imputado em exclusivo ao clube de Pinto da Costa. Que saibamos há muitos anos que o famoso acordo de cavalheiros existente no tempo em que o FC Porto não tinha à sua frente a clique boçal do vale tudo que o lidera há 30 anos, foi mandado às urtigas pelos pintistas e, além disso, o mercado é livre nesse particular.

Existem com efeito tentativas sistemáticas de abastardar o mercado, mas isso tem sido iniciativa exclusiva do clube pintista. Até ao momento e que saibamos não houve da parte dos dirigentes do Benfica actuações do mesmo tipo, pois teremos sempre que distinguir a postura e a actuação dos dirigentes e em particular do presidente de um clube regional, de um clube como o Benfica com uma maneira de estar completamente diferente e que ultrapassou há muito as fronteiras nacionais.

Bernardo Ribeiro falta por isso duplamente à verdade, pretendendo induzir em erro a opinião pública através do atrofiamento musculado. Em primeiro lugar porque, se há guerra ela foi desencadeada apenas e só pelo clube das Antas. Em segundo, porque não vemos a que propósito é que esse assunto foi trazido por Ribeiro justamente neste momento.

Sendo evidente que se está a referir ao lateral-esquerdo suplente do Santos e eventualmente também ao lateral-médio direito Danilo do mesmo clube, para nós chega-nos aquilo que os responsáveis do Benfica (na circunstância Rui Costa) disseram. E todas as novelas e pseudo-promoções que clubes, dirigentes, empresários ou pasquins queiram promover à custa dos encarnados é um problema que só a eles diz respeito e não nos afecta rigorosamente nada.    

Não queira pois Bernardo Ribeiro vir, mais uma vez, tentar influenciar a opinião pública através de inverdades, de falta de rigor e de manipulação dos dados em equação, com o objectivo claro de manter viva uma pseudo-guerra que poderá satisfazer algumas mentes mesquinhas mas em absoluto não afectará nem sequer causará qualquer influência na esmagadora maioria dos benfiquistas.

Pela enésima vez o que pretendemos, é que haja decoro e rigor em todas as notícias e comentários, para que o mundo do desporto e em particular o futebol não seja uma permanente mentira, cujo alimento é-lhes transmitido por alguns Ribeiros que andam por aí...

Como é possível armarem-se em bombeiros mas estarem em estado de permanência a atear fogos?




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