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Coitado do futebol
André Viana, jornal Record
14 de Março de 2011



A previsibilidade de actuação dos pintistas (não importa se são adeptos, cronistas ou jornalistas), depois do esforço sobre-humano para tentarem provar a agressão de Javi Garcia ao actor dramático Alan a que nem sequer faltaram alguns ex-árbitros a falar do que nunca podiam ter visto, sofreu um rude golpe com a divulgação do relatório do delegado Joaquim Dantas que obviamente escreveu o que viu, ou seja, apenas e só a falta do jogador bracarense.

Na impossibilidade de poderem apagar o relatório do delegado, optaram pelas costumeiras manobras de diversão em que são useiros e vezeiros, palpitando-nos que a partir de agora, aquele delegado passará a estar na lista negra do chefe Óscar e do Sistema. É só esperar para ver, certo é que não lhe vislumbramos um futuro no jornal O Jogo ou na TVI.

Depois de ainda recentemente termos assistido às declarações bombásticas de Pinto da Costa e os maus fígados em relação ao jornal A Bola relatar a verdade dos acontecimentos numa tal agressão, felizmente para Jorge Nuno outros mais mansos se alinham, domesticados que são ao pintismo.

Um dos jornalistas que faz do pintismo a sua 2ª profissão – André Viana, retorna ao Sporting – FCPorto e a Jorge Sousa para estabelecer um paralelismo com o relatório de Dantas. Se estão recordados, o golo do Sporting que as câmaras da inefável SportTV consideraram como fora-de-jogo, não foi considerado pela equipa de arbitragem e todos os espectadores (no estádio e fora dele), que não se aperceberam dada a rapidez do lance e a manifesta dificuldade de julgamento. Somos comuns mortais afinal de contas, não temos os dotes que uns quaisquer iluminados demonstraram no Vitória de Guimarães - FC Porto.

Para além disso, os portistas queixaram-se de Jorge Sousa ter sido demasiado rigoroso com os portistas e brando com os sportinguistas. Os pintistas são sempre assim; desde que não sejam beneficiados estranham sempre, 30 anos de maus hábitos, compreende-se... O delegado atribuíu-lhe então uma nota ligeiramente positiva, o que não escandalizando ninguém, deixou naturalmente enfurecidos os portistas, sem falta de matéria para cantar o fado como noutros tempos pré-Apito Dourado...

Com base nesse tema pelos vistos ainda em aberto, Viana não se coibiu de demonstrar a sua insatisfação e vai daí, com base no tal paralelismo de que falámos, tentou provar que o que Joaquim Dantas escreveu não é correcto e muito menos credível. Como sabemos a única verdade é a que mora ao lado, perdão no Dragão.

Perguntarão os mais desatentos a razão para que pintistas assumidos apareçam à luz do dia a falar sobre factos que aparentemente não envolvem o FCPorto. É simples; é que segundo a cartilha pintista, permitir factos que dêem razão ao Benfica é desvalorizar o mérito dos azuis e brancos, em particular o facto das arbitragens terem favorecido os portistas e terem prejudicado o Benfica. Por isso apressam-se a lançar cortinas de fumo que se esvaiem num ápice.

Mas Viana foi mais longe pois entende (ou alguém por ele que é o mais provável), que o relatório de Dantas vem «criar espaço para que os relvados se transformem em arenas e minando o terreno dos juizes, que por capricho, decidem castigar agressões e tentativas de agressão». Que alguns estádios são muito pouco recomendáveis já nós sabíamos. Mas agora ficámos também cientes de que há polivalência em mais alguns, com encenadores e artistas de teatro a interpretar peças à medida da sua dimensão. É preciso é que o drama tenha final feliz...

Coitado do futebol que tal intérpretes tem. Merecia sem dúvida melhor sorte. Não merecia, por exemplo, que pessoas que sofrem do síndroma da menoridade mental a ele se associassem fosse qual fosse a função que desempenham.

Para pessoas normais de dotadas de um mínimo de sensibilidade, a proximidade da disputa de pelo menos 2 clássicos, requeria e exigia moderação, bom senso e decoro. Infelizmente, o que está a acontecer é exactamente o contrário, até de uma forma manifestamente propositada, para depois virem tirar dividendos para justificar o seu continuado apelo à confusão.

Mesmo com este elevar de temperatura directo ou por interpostas pessoas, esperemos que tal não aconteça.  Para desgosto de alguns...


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