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Irresistível atracção para o disparate
António Varela, jornal Record
10 de Junho de 2011




Luis Vaz de Camões a quem foi dedicado o dia 10 de Junho, por força de tudo o que representa na história da sociedade portuguesa, não merecia de todo que alguém, por mais importante que fosse, conspurcasse o seu dia comemorado solenemente em todo o País.

E se um dos autores desse vil atentado à sua memória, for uma figurinha menor chamada António Varela que no pasquim Record a mando de outros, resolve entrar quase sempre por lodaçais em que navegam os interesses que defende, então o caso ainda é mais grave.

Revelando um deficiente entendimento do que realmente se está a passar, Varela não analisa porque não tem capacidade para isso, optando por debitar um conjunto de disparates ainda por cima banais, que claramente definem o seu carácter obtuso, só não ofendendo os benfiquistas porque não revela qualquer nível nem o mínimo de inteligência para isso.

Infelizmente Varela, não consegue ter a noção do ridículo. Face às suas anteriores tropelias não nos surpreende, mas ao menos, deveria manifestar ideias consequentes e alguma coerência no discurso divagador que alinhavou sobre Coentrão.

O facto de tal se enquadrar na actual linha editorial do pasquim do director Pais não justifica tudo. Aliás, não justifica nada. Porque, embora  seja uma escassa minoria, há jornalistas e cronistas no Record que sabem ser sérios e independentes nos seus textos, muito embora isso possa corresponder a críticas transversais sobre quem se ponha a jeito, como sempre deverá acontecer.

Na ânsia de criticar o Benfica, Varela não se deu conta de algumas deficiências congénitas que para seu azar fazem parte dos genes do seu ADN, entrando por caminhos contraditórios e pífios, reveladores de quem estava a cumprir um serviço encomendado.

Todos conhecemos o percurso de Fábio Coentrão quer como pessoa quer como futebolista. Foi esta última faceta que deu origem à actual situação, que deveria ser analisada com objectividade e um natural distanciamento, sobretudo por quem traz na lapela o crachá de editor-chefe do Record. Varela é contraditório e disserta sobre o que não sabe e, quando assim é, a tendência para o disparate compulsivo assume proporções dantescas.

Não está nem nunca esteve em causa, a atracção de um ser humano (futebolista ou não) por uma situação que tem influência directa na sua conta bancária. O que se discute é o tempo e o modo sobre a forma que tem de atingir os objectivos pretendidos. Mas Varela demonstrou que não o quis perceber.

Dispensamos como é óbvio, as suas lições de liberdade, pois não lhe reconhecemos idoneidade moral ou política ou qualquer ética para o fazer. Foi precisamente ao abrigo dessa liberdade que diz que o Benfica lhe sonegou, que Coentrão afirmou pouco tempo antes que ‘assinaria um contrato vitalício com o Benfica’.

Aconselhamos vivamente Varela a ler a Constituição da República Portuguesa , sobretudo os artigos que consagram os Direitos e os Deveres. E depois de o fazer, compreenderá a profusão de disparates que escreveu, porque como não pode ignorar, todos os clubes têm os seus regulamentos que os futebolistas terão que cumprir desde o momento em que assinam livremente o contrato. E quando não os cumprem, estão obviamente sujeitos a acções disciplinares. Não poderia ser de outra forma. Isso nada tem a ver com a liberdade.

Recentemente este Varela escreveu sobre Pablo Aimar e como é recorrente, mal. Quis dar a entender que Pablo Aimar só falou em Portugal a mando do Benfica  (esta tendência que Varela tem para se mirar no espelho), mas posteriormente em declarações no seu país natal tinha demonstrado que não se sujeitava à ditadura dos regulamentos internos dos encarnados. É realmente confrangedor não perceber o essencial, pois ficámos a saber pela primeira vez, que os regulamentos  do Benfica só se aplicam a território nacional! Uhau!

Além de que, devido a dificuldades interpretativas da lei do país, Varela evoca Joaquim Evangelista para dar alguma credibilidade à sua tese bacoca. Perguntamos nós, se o regulamento é ilegal, se fere a lei essencial da República, porque razão o voluntarioso Presidente do S.J. não apresentou há anos, uma queixa formal sobre este e sobre todos os outros regulamentos?

Compreendemos que dava imenso jeito aos jornaleiros tipo Varela que os futebolistas (sobretudo os do Benfica), falassem de mais e jogassem de menos, para poderem alimentar tiragens especiais dos pasquins. Mas a realidade é outra e não se compadece com estas mediocridades que só conseguem viver do lixo jornalístico.

É por causa destes Varelas que o Record em vez de ser um jornal respeitado como o foi no passado, há muito que se transformou num pasquim que poderá conseguir audiências mas não vai certamente deixar saudades!




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