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Cérebros enfeudados
António Varela, jornal Record
10 de Abril de 2011



Com a flagrante omissão de memória e a falta de originalidade na escrita que o caracteriza, António Varela (AV), um dos indefectíveis jornalistas azuis e brancos do jornal da verdade a que temos direito, debruçou-se sobre um tema que ainda ninguém tinha ouvido falar – o apagão e a rega.

Ao abordar este tema já enfadonho, seria curial que AV juntasse originalidades ou verdades absolutas que justificassem esta sua incursão por um assunto que já tinha sido intensamente debatido, mas ao que assistimos, apenas saiu um chorrilho de banalidades, em que em certos pontos consegue ultrapassar pela direita a intensidade de comunicados emanados pelos novos redactores do Dragão.

Convencido que representa uma corrente de opinião com poderes para exigir um pedido de desculpas (a quem?), AV perde-se no emaranhado das suas próprias contradições, porquanto não lhe reconhecemos qualquer autoridade (até um mínimo que seja) para entrar por caminhos que pretensamente conduziriam à verdade desportiva (à sua obviamente) tendo em conta, mais uma vez, o emporcalhamento de mais uma época desportiva.

Com a autoridade moral de quem aqui criticou as ocorrências registadas, dizemos claramente aos Varelas deste País, que não toleramos e muito menos aceitamos falsas moralidades de quem adopta e pratica um jornalismo tipo avestruz em que há profissionais que são meras correias de transmissão de clubes, com a particularidade de fazerem parte desse abominável Sistema que infectou o futebol português e cujos contornos são ainda perfeitamente visíveis nos dias de hoje.

AV representa o que de pior tem o jornalismo português – é faccioso, parcial, dorme com a camisola vestida, é eticamente incorrecto, e freteiro nas suas diversas vertentes. Não admira pois que tenha que escrever num jornal à sua medida, em que não asseguramos quem possa ficar mais a perder; se o jornal, se ele próprio. Provavelmente os dois.

Aproximando-se rapidamente as emissões regulares do tal canal generalista que servirá de ponta-de-lança ao seu clube do coração, não sabemos se o putativo candidato a director (Júlio Magalhães) já equacionou a possibilidade de contar com o indefectível Varela. Estamos em crer que formaria uma eficiente tripla com os seus camaradas André Viana e Vitor Pinto, agora que a oportunidade do decano na era do fretismo e especulaçãoAntónio Tavares-Teles, depois dos vários papeis sublimes que assumiu no auge do Sistema, parece ter-se esgotado... pelo menos para alinhar na linha da frente.

É dos livros que um sistema qualquer que ele seja, para continuar a prolongar os seus êxitos tem que se renovar, adaptando a sua imagem aos novos tempos e renovando igualmente os seus protagonistas. AV é um sério candidato a assumir a sua quota-parte no novo guião, mas é evidente que está e estará sempre dependente da aprovação e ratificação do Pinto-Maior.

O fogo cruzado a que temos vindo a assistir com particular incidência nas últimas semanas, tem despoletado a previsível teoria da circularidade, em que os diversos protagonistas concentram o mesmo fogo utilizando sempre os mesmos tiros de pólvora seca, na convicção de que usando sempre os mesmos argumentos da mentira, da manipulação dos factos e da falsa moral, consigam transformar lobos da floresta em capuchinhos azuis porque vermelhos seria  uma terrível afronta.

Se estiveram atentos, observaram certamente que de repente surgiram do nada:

- Multidões de virgens-ofendidas e pregadores de falsa moral a quererem rotular os outros de uma prática (irrelevante) que tem sido costumeira em doses industriais para as bandas do dragão;

- Experts de arbitragem qual aliens, tentando demonstrar que afinal se há alguém que se sinta prejudicado com as arbitragens, esse alguém é o FCPorto. Nota: Por favor não se riam!;

- Novos juristas e juizes encartados para provar que a actual justiça desportiva é uma treta e em que o único beneficiado foi o Benfica, através de decisões e falta delas sempre consentâneas com o interesse dos encarnados, em detrimento do impoluto, correcto e ético FCPorto pintista, que também neste campo foi imensamente lesado.

E tudo isto para quê? Para provar que o FCPorto mereceu de longe vencer o campeonato. Notaram-se, sem dúvida, alterações de actuação e até comportamental que indiciam que têm feito o trabalho de casa.

Só que têm deparado e continuarão a deparar com um problema inultrapassável: é que as suas práticas do passado estão bem vivas no presente e certamente no futuro, tais como os inúmeros fazedores de opinião que apesar do esforço, não conseguem ultrapassar as limitações da sua própria credibilidade e nalguns casos dos veículos propagandísticos que suportam a sua verborreia e as suas originalidades bacocas.

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