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Coroado sem coroa
Jorge Coroado, jornal O Jogo
8 de Fevereiro de 2011


No panorama restricto do nosso futebolês, há pessoas que continuam a não ter a noção do ridículo, continuando a apaixonarem-se perdidamente pelos disparates que bolsam com uma cadência que até surpreende aqueles que fazem disso a sua profissão principal.

Jorge Coroado (JC) popularizado desde princípios dos anos 90 como o espanhol, encarna na perfeição esse tipo de figurinhas a quem os acasos da vida têm permitido a possibilidade de nos moerem a paciência, tal a profusão de dislates que a sua mente intelectualmente sofrível chuta para um mercado que absorve tudo. Até mesmo a azia permanente e a ignorância.

Como todas as personalidades que interiorizam um complexo de superioridade que não têm nem jamais terão, JC cansado e desiludido de nunca lhe terem  atribuído o valor superlativo que pensava possuir, aproveitando-se da turbulência sequencial que teve o seu início em meados dos anos setenta, teve os seus 15 minutos de glória quando num dos seus momentos de delírio compulsivo, expulsou o então jogador argentino do Benfica – Cláudio Cannigia porque na sua imaginação delirante, imaginou que o jogador tinha conseguido um dos maiores milagres alguma vez praticados em relvados portugueses - chamar-lhe ‘hijo de puta’ de boca completamente fechada, conforme o comprovaram os testemunhos recolhidos e as imagens televisivas.  De tal maneira que o jogo acabou por ser repetido.

JC jamais aceitou que se tinha equivocado e desde esse momento passou a sofrer de azia crónica a tudo o que é encarnado, que nem os sais de frutos ou o Pepsamar conseguiram alguma vez reduzir esse sofrimento atroz e recorrente. A partir daí tentou sem argúcia e muito menos engenho, minorar o efeito da desilusão sofrida e, sempre que lhe é concedida oportunidade, eis que JC aproveita para ir destilando veneno.

Ora como sabemos, sempre que alguém está disposto a desancar em algo do Benfica, tem todas as oportunidades do mundo, dado que para isso não faltam pasquins travestidos de órgãos de informação que acorrem pressurosos a oferecer-lhe o seu espaço nobre de uma forma simpática e generosa.

Dos seus escritos mal amanhados em que deveria comentar aspectos de arbitragem e em que supostamente deveria ser um expert, ressaltam uma pafernália de suspeições, disparates e pretensas acusações que revelam uma personalidade seriamente afectada pelo ódio, pela inveja e roída pelo desespero de quem nunca mais vê chegar a hora de se vingar.

Numa linha que fez escola no mundo do futebol e que para mal dos nossos pecados ainda mexe, JC lança suspeições, revelando que parou definitivamente no tempo em que ainda havia alguém que sabia quem ele era. Neste momento encarna o tipo de pessoas que caíu no cesto rôto do esquecimento, restando apenas pálidas imagens e memórias tristes do seu restricto protagonismo estéril, só justificado porque as desgraças e a maledicência enquanto notícia, têm primazia e são naturalmente mais empoladas.

Por mais voltas que dê, não irá conseguir libertar-se do estigma que ele próprio criou e que o acompanhará para sempre. O seu discurso retrata a imagem de uma pessoa com sérios problemas de capacidade crítica, porquanto se observa em cada palavra e em cada frase, um claro intuito persecutório distorcido, tentando promover um ajuste de contas pessoal, na ilusória convicção de que lançando bojardas, conseguirá pressionar quem de direito a promover castigos encomendados à la carte, realizando os seus intentos de vendetta o que constituiria uma saborosa vitória pessoal, já que a intenção subjacente (arranjar um tacho) parece estar fora de causa.

Mas já devia saber que tal como na antiga Roma, os farsantes terão o castigo que merecem!


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