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Conversa de etilizados
Declarações de Pinto da Costa
28 de Fevereiro de 2011


Tarda o dia da independência para o FC Porto. Nos bons tempos do sistema, ou hegemonia se preferirmos, era mais ou menos por esta altura que, cifrando-se a vantagem em 8 pontos, os xitos derrubariam qualquer veleidade dos oponentes, podendo-se por conseguinte encomendar as faixas, e ademais começar a preparação da nova época do então Campeão FC Porto.

Não obstante a pouco e pouco os coelhos irem saindo da toca cantando vitória, é ainda assim notório o nervosismo nas colunas azuis dos jornais, o descontrolo de André Villas-Boas que nos brinda com novos passos de dança durante os jogos, e como não podia deixar de ser, a habitual verborreia incoerente nas demagogias do grande timoneiro. Combinando tudo temos a prova dos 9 - este Benfica não pode, nem deve, ser menosprezado.

Foi aliás a displicência de Dom Jorge Nuno nesta matéria, em concreto na preparação da época transacta, incapaz de prever a pujança que Jorge Jesus traria a um Benfica com uma estrutura consolidada, que lhe custou o penta que chegou a dedicar em lágrimas de emoção a Pedroto. Isto por muito que tente vender o fadinho dos túneis... e agora do tudo às claras...

E, pese embora o poderio benfiquista, era indisfarçável a esperança que reinava no Dragão quanto à suposta hora das decisões na última semana, para mais face a todas as condicionantes – desde a antecipação do dérbie para Domingo ser inviabilizada por o FC Porto jogar a jornada 20 antes de jogar a 18ª, a ter árbitros da sua bem conhecida AF Porto em Alvalade, mais as viagens consideráveis do Benfica à Alemanha a meio da semana, certo é que não auguravam que o rival passasse incólume, ainda por cima fortalecido, dando uma prova irrevocável da actual força da equipa de futebol, para mais empurrada por adeptos.

Certo é que numa semana desocupada sem competir naquela Taça que se recusa a ir para as vitrines do Dragão e por isso apelidada jocosamente de Taça Lucílio Baptista – tarda o dia em que será uma competição de prestígio, teremos mesmo de esperar até que o FC Porto a vença -, seria expectável que Jorge Nuno viesse a terreno, pena mesmo é que tenha trazido a cassete do costume, ainda por cima com fita gasta.

Na nossa humilde opinião haveriam outras temáticas bem mais interessantes, e aparte desconhecermos se o monólogo foi encomendado ou não, confessamos que a nossa expectativa era alta, para mais quando ecoa no mundo jornalístico o facto de José Manuel Mestre e a SIC virem somando pontos no jornalismo a sério. Enfim, porque não conduzir Pinto da Costa a pronunciar-se mais sobre Leonardo Jardim, seria curioso perguntar-lhe qual a «imbecilidade», se esta ou a de dizer – aquando do falhanço negocial entre André Villas-Boas e o Sporting, que a interferência dos da Invicta era uma mera «invenção dos inimigos do FC Porto»? Ou quiçá dar a sua muy nobre opinião a respeito da Lei de Bases e a evolução negativa do Futebol Portoguês?

Agora, túneis outra vez? Bem dizia a Dona Filomena que ele não é poeta nenhum, apenas decora poesia. Como decorou outras coisas...



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