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Técnica da maledicência
José Eduardo Moniz, jornal Correio da Manhã
9 de Abril de 2011



Nos seus habituais comentários em que confunde críticas legítimas e até mesmo necessárias, com pretensos distanciamentos para demonstrar uma pseudo-independência, José Eduardo Moniz (JEM), alinha por toda aquela equipa que infesta a grande maioria da imprensa, que parte de pequenas verdades para construir notícias pretensamente alarmistas, juntando-lhe uma boa dose de especulação.

Esta técnica muito usada por alguns jornalistas que se transformam em jornaleiros de ocasião, deve ser combatida porque apesar de se enquadrar num jornal do tipo ‘Correio da Manhã’ que como é sabido não merece qualquer tipo de credibilidade, é um atentado à inteligência e ao bom senso dos portugueses.  

JEM é uma pessoa ressabiada que tende a descarregar a bílis em tudo o que não concorre para a sua felicidade, não sendo de estranhar que um benfiquista se desdobre em elogios sistemáticos a personagens de outras paragens, a quem tece loas e canta hossanas, esquecendo-se dos interlúdios que estão na base da obtenção de tais vantagens, e das afirmações boçais que habitualmente as acompanham, as demonstram e as comemoram.

O exercício da livre crítica que sempre foi um apanágio do universo benfiquista suporta como é óbvio estas demonstrações de mau perder. Daqueles que não estando no poleiro atacam todos os que legitimamente estão, o que obviamente não invalida os erros cometidos, sejam eles de avaliação, de estratégia ou ainda resultem de declarações ou actuações infelizes. Calam-se perante as vitórias e estratégias vencedoras, mas saltam a terreiro, mal algo não está ou corre bem. São os ‘velhos do Restelo’ que enxameiam as Instituições e os clubes, onde a multiplicidade de opiniões gera por vezes conflitos que concorrem para erros de estratégia e de planeamento. É esse o caso do Benfica.

JEM refugia-se em generalidades, envereda por comentários depreciativos que excedem a livre crítica e atingem dignidades. Criticar é salutar se o objectivo for o de contribuir para melhorar ou resolver qualquer situação, mas é profundamente negativo, quando se utiliza esse expediente de usar uns para atingir terceiros, como facilmente se depreende.

Não está nem nunca esteve em causa o coartar da sua fixação em Roberto. Não e aliás o único. JEM tem muita experiência acumulada na área da comunicação social e uma das suas técnicas favoritas é utilizar a agressividade q.b. sempre que se apercebe nos seus interlocutores ou nos seus alvos, que eles transportam uma fragilidade momentânea para lhes reduzir a capacidade de reacção. É a técnica da cobra.

Como estamos a falar da área desportiva, lembramo-nos por exemplo da sua entrevista na RTP ao fragilizado Francisco Silva, ex-árbitro algarvio apanhado numa tramóia urdida e realizada pelo então presidente do Conselho de Arbitragem, o conhecido membro da brigada do reumático Lourenço Pinto, em que demonstrou inequivocamente essa sua faceta.

Mas o que não aceitamos e denunciaremos quantas vezes forem precisas, é a sua querença em tentar demonstrar que  ‘os erros de Roberto custaram um campeonato’. Que o digam os afectos ao clube e seus apêndices a quem ciclicamente homenageia, percebemos perfeitamente. Mas vindo da sua parte é absolutamente inadmissível porque omite de uma forma propositada ou não, os ingredientes que contribuiram para o resultado final. Como somos ingénuos; e nós a pensar que tinham sido as arbitragens e os erros da própria estrutura e do seu planeamento!

Como várias vezes aqui assinalámos, Roberto tem cometido vários erros e perante críticas destrutivas como as que JEM tem dado à estampa, também é responsável por aquilo que não é da sua responsabilidade. A análise global fica para depois, o que interessa é a crítica factual, e essa deixa sempre as suas marcas.

Qualquer pessoa equilibrada sem deixar de reconhecer as falhas que Roberto tem registado, sabe reconhecer que para se analisar este caso tem que se observar tudo – os erros e as virtudes – e, sobretudo, as possibilidades futuras de correcção das falhas registadas. Estamos a falar de uma equipa de futebol  em que as vitórias e as derrotas têm que ser assumidas por todos e não apenas por aqueles que dá jeito.

JEM a coberto de uma pretensa independência, demonstra apenas que é mais um ‘cavalo de Tróia’ que se aproveita das amplas liberdades e cultura democrática benfiquista para vilipendiar os seus e enaltecer os feitos dos outros baseados em falsidades congénitas.

Se quer continuar assim, que faça bom proveito!


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