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Subjugações
Rui Moreira, jornal A Bola
8 de Abril de 2011



Porventura esquecido que a força do Benfica não se resume a 6 milhões de benfiquistas, não fossemos nós um povo com largas tradições de emigração – como ainda recentemente ficou demonstrado pela enchente no Parque dos Príncipes, Rui Moreira (RM) trouxe hoje até nós a ressaca da vitória, sobre o título demagógico «Contra 6.000.014».

Aparte essa caça aos gambozinos e inimigos fictícios que Joseph Goebbels tão bem eternizou com a propaganda em torno de «Uma mentira dita cem vezes torna-se verdade», também a contabilidade de taberneiro de Manuel Damásio continua bem viva entre os portugueses.

Mas não caríssimos, não somos apenas 6 milhões de benfiquistas, segundo um estudo independente a que Domingos Soares de Oliveira deu voz em Dezembro de 2009, o clube tem um total de 14 milhões de adeptos espalhados pelo Mundo, sendo que cinco milhões foram identificados em Portugal, 4 milhões em Angola, 4 milhões em Moçambique (influenciado por Eusébio e Coluna), 1 milhão nos EUA e mais uns pozinhos por essa Europa fora. Mas fica o aparte, mesmo no Grande Porto o Benfica continuar a dominar, no silêncio cúmplice da opressão.

Sendo que o mote da Torre das Antas vem sendo vociferar em torno do «mau perder» dos benfiquistas, o artigo de RM é apenas mais um a juntar a muitos outros, sinónimo que o FC Porto actual não consegue vencer sozinho, tornando-se imprescindível subjugar o «inimigo Benfica» que é o seu factor motivador.

Dando voz a André Villas-Boas, que confidenciou que o objectivo principal do jogo do passado domingo era mesmo provar que o FC Porto era melhor, também RM o subscreveu assertivamente. A ver vamos no entanto se será no(s) próximo(s) compromisso(s), para a Taça de Portugal e quiçá, na Liga Europa? O futebol é imprevisível, mesmo com o previsível Jorge Sousa para a Taça.

Compreensivelmente, porque faz algum tempo que RM sucumbiu à política do yes-man da Torre das Antas, vimos RM enaltecer o menos mau do discurso do grande timoneiro, ademais falar depreciativamente de Roberto com o intuito de fragilizar quem o contratou, e não bastasse, distorcer previsivelmente o que verdadeiramente foi a arbitragem de Duarte Gomes, habilidosa enquanto foi preciso, interrompendo jogadas de ataque do Benfica e com uma gritante dualidade de critérios. O costume.

Prova que o FC Porto continua sem saber vencer por si, o artigo de RM é predominantemente um ataque ao Benfica, chegando ao cúmulo de inclusivé resumir o desfecho da Liga Zon Sagres 2010/2011 ao «pouco empenho» dos encarnados, fruto de «jogadores que parecem estar no clube a contragosto», como que esquecendo os ainda recentes episódios trazidos até nós pelas tão incómodas redes sociais.

Porque a hipocrisia é palavra de ordem - assim se conseguem falsas verdades como mudar a data da constituição do clube, distorcer o tão propalado Caso Calabote e apregoar o maldito «clube do regime», não faltou na prosa de RM a insistência na máquina de comunicação benfiquista, justificando que «há jornalistas que tudo branqueiam ou patrocinam a mentira». Como se o caso Deco não fosse revelador do que verdadeiramente se tem passado fora das 4 linhas.

Encomendas aparte, já no capítulo do arremesso de objectos que marcou o minuto 2 da partida, e por aqui vemos o nível de facciosismo a que chega RM, nem tão pouco faltou um sui generis paralelismo entre as fitas dos jogadores benfiquistas (porventura Roberto no Dragão e Carlos Martins e Fábio Coentrão em Braga) e o Super Homem Moutinho (o tal que num dos fugazes delírios que o caracterizam se auto-classificou de portista desde pequenino), que resistiu heroicamente «dando o corpo (e a cabeça) às balas». Apesar de ser um homem do sul, já absorveu o elixir da Torre das Antas!

Não puderam deixar de faltar os habituais reparos para com os inimigos de estimação, o ministro benfiquista do MAI e também Costa Ramos, o superintendente da PSP de Lisboa, cantando o habitual fado dos favorecimentos públicos do Benfica sempre que alguma instituição ou indivíduo não lhes dê tratamento especial. As limitações da sua mente, conjugadas com a já gasta cassete de Pedroto...

Tempo ainda para um aparte referente ao «Drama em Coimbra», num lance em que Olegário Benquerença apenas demonstrou que ser internacional, em Portugal, nada tem a ver com competência. Não deixando de ficar bem o reparo a um lance de manifesto prejuízo para o Portimonense, não deixa de ser curioso ter sido aquele o palco de mais uma arbitragem muito polémica de Duarte Gomes que depois de assinalar uma grande penalidade a favor do FC Porto por suposta mão na bola do defesa da Académica, ainda teve tempo e engenho para fazer vista grossa a um penálti contra o FCPorto ao minuto 90+3.

Não fossem pormaiores como este e se calhar nem estariamos a ter esta conversa.




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