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Sintomas aziagos
Rui Moreira, jornal A Bola
5 de Agosto de 2011




No futebol portoguês que nos é servido abundam personagens que nunca irão conseguir ultrapassar as suas próprias limitações porque essencialmente estão circunscritas e comprometidas com certos modus operandi  que têm conseguido alguns êxitos (quase todos agora estão cientes como), mas facto curioso é constatarmos que se situam na proporção inversa da credibilidade que os protagonistas deveriam daí recolher.

Veio-nos à memória aqueles jogadores que de tanto mergulharem na grande área para beneficiarem de penalties, acabam às vezes por sofrer faltas verdadeiras mas que os árbitros acabam por não assinalar por estarem habituados à simulação. Isso tem claras semelhanças com o FC Porto que quando ganha (porventura justamente), subsiste sempre a dúvida se isso não foi manobra de bastidores tantas têm sido as vezes que o cântaro tem ido à fonte. Sobre isso e enquanto o clube for gerido pelo capataz que agora passou da ‘fina ironia’ à grossa treta, não há volta a dar pois terão que viver com um índice de desconfiança inultrapassável.

Cientes disso, os pintistas como Rui Moreira bem se têm esforçado no sentido de afugentar todos os males praticando a táctica da fuga para a frente tentando fazer crer à populaça que aquilo que os afecta irremediavelmente não acontece pelas bandas das Antas, mas única e simplesmente para os lados da Luz. Alvalade por enquanto está livre do perigo azul, mas tudo depende da sua  actuação futura. É que, está bom de ver, não é assaz conveniente atacá-los muito nesta fase não só porque uma eventual ameaça neste momento não se coloca, como não convem mesmo nada arranjar mais um obstáculo. Não foi afinal sempre assim no reinado do capataz?

Catalogar 30 anos de estórias que fizeram a triste História do futebol portoguês seria obviamente uma tarefa tão inverosímel como desnecessária, porque qualquer pessoa medianamente informada sabe ou teve acesso a golpadas e manobras de bastidores em catadupa. Só recusam tal evidência os fretistas, os protagonistas e aqueles que por dever de ofício têm que assumir o papel de defensores do Sistema. Excepção ainda para alguns que se recusam a aceitar aquilo que os seus olhos viram e a sua consciência sabe, tal como os que sempre se recusaram a admitir a existência do Holocausto.

As culpas eram de tal maneira evidentes que era impossível negá-las. Daí que a única via alternativa fosse tentar acusar os outros (e por outros entenda-se Benfica!), daquilo que eles próprios se sabiam culpados. E se se derem ao trabalho de comparar o fundamento das acusações, facilmente chegarão à conclusão que tudo isso e muito mais foi praticado pelos responsáveis do FC Porto muitas vezes durante todo o tempo.Aliás, era impossível que assim não fosse porque não sabem viver de outra maneira que não seja a prática da técnica da golpada que depois uma imprensa subserviente e alguns poderes instituidos branqueiam, passando para a opinião pública desatenta a imagem de pessoas impolutas.

Na última crónica de Rui Moreira no jornal A Bola e cujos extractos encontrarão em anexo, poderão avaliar da justeza do que afirmamos. Para tentar tornar mais credível uma estória da treta, Moreira perde-se no emaranhado das suas próprias contradições e na falta de capacidade argumentativa para tentar contrariar factos que já foram amplamente esclarecidos, recorre a convicções pessoais que como vimos e pelo atrás expôsto não se afiguram de grande credibilidade factual.  A exemplo de outros e para continuar a alimentar uma dúvida razoável, Moreira refugia-se em veredas esconsas justamente os caminhos intensamente trilhados pelo seu FC Porto. Na falta de capacidade para contrariar os factos reais, tenta construir cenários fantasmagóricos que continuem a alimentar o campo da suspeita e da especulação.

Apenas se esqueceu de um pequeno detalhe: é que as explicações para esta operação normal, só eram devidas às entidades competentes, aos accionistas da SAD e aos sócios e simpatizantes benfiquistas. E essas já foram dadas. Também se esqueceu de comentar a parolice do seu presidente e a forma como a CMVM olvidou tais declarações do presidente de uma SAD que por acaso é cotada em Bolsa. Como aliás seria de esperar!

Compreende-se esta azáfama aldeã de pessoas que clubisticamente falando não sabem olhar para o interior de si próprias e que sofrem do complexo da azia congénita que justamente por isso lhes causa um permanente mau estar.

E que, para mal dos seus pecados, cada vez há-de ser maior...




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