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Carnaval à moda do Dragão
Rui Moreira, jornal A Bola
3 de Junho de 2011




«São muitos os comentadores que acusam os adeptos e dirigentes portistas de falarem muito, e demais, do Benfica. Atribui-se frequentemente ao FC Porto uma faceta bairrista e regionalista, que é tratada como se fosse um complexo incurável, e os críticos dizem que essa é a grande limitação ao crescimento do clube, por contra-ponto ao Benfica que tem um estatuto nacional (...)».

Quem assim escreve é Rui Moreira (RM) no diário desportivo A Bola de hoje, o que diz bem como os portistas têm interiorizado o complexo Benfica que os leva, desde adeptos a dirigentes a falarem sistematicamente dos encarnados, como se um fantasma encarnado estivesse ao virar de cada esquina e povoasse os seus sonhos agitados.

Provando precisamente isso, RM dedicou ¾ partes do seu artigo ao Benfica, o que diz bem da importância e dos receios que os encarnados causam na estrutura portista, mesmo quando um ano excepcional de vitórias devia concentrar todas as suas energias na comemoração desse feito dificilmente repetível.

Mau grado o Benfica, em contra-ponto, ter registado uma época deveras difícil e mesmo desanimadora para os seus adeptos e simpatizantes, e se preverem tempos complicados se a pré-época e sobretudo o acesso à Liga dos Campeões não demonstrarem que o Benfica tem estofo para atacar todas as provas que se avizinham, era necessário tornar as coisas ainda mais difíceis e complicadas. O Sistema de que os portistas não gostam de ouvir falar (não vá alguém dizer que tem alguma coisa a ver com eles!) e consideram ser um fantasma que aparece sempre a seguir a uma noite de nevoeiro, não dorme em serviço.

Na sua versão já upgraded, o Sistema também recorre aos serviços de alguns desiludidos aparentados com o Benfica que por não estarem no poder onde aliás dificilmente chegarão, se entretêm a minar o terreno para impedir o sossego que conduz aos êxitos. Foi assim que o caso Roberto chegou onde chegou, tendo os pasquins passado a época a martelar no assunto, não fosse ele ser esquecido. O trunfo foi sabiamente administrado e destinado a ser usado na altura propícia, dado que a época pouco conseguida do Benfica não aconselhava a gastá-lo antes.

Como seria expectável que o Benfica desenvolvesse estratégias tendentes a fazer rapidamente esquecer a época anterior, importava desde logo tentar impedir que isso se consumasse sem quaisquer dificuldades. Estava na altura de lançar o segundo trunfo que também estava no congelador, a avaliar pelo que diz a revista ‘Sábado’.

Com efeito, utilizando o expediente a que recorrem os cobardes (a denûncia anónima), 3 (três) dias após Jorge Jesus ter ido para o Benfica (que coincidência!), lá estava mão pressurosa e atenta a denunciar que o treinador benfiquista era um perigoso agente comissionista. Como vemos, o Benfica é sempre o denominador comum (lembram-se da estória da pastilha elástica?) destas almas penadas que por aí andam pelos becos esconsos, no lodo dos pântanos ou na imundice dos esgotos, confundindo-se com os ratos que fazem deles o seu habitat natural.

Os benfiquistas mais avisados já tinham previsto que as manobras não deixariam de fazer a sua aparição em tempo oportuno, estranhando-se apenas um pouco a antecipação do cenário, o que significa que o avisado Sistema não está disposto a correr o mínimo risco. Pugnemos então para que rapidamente o assunto avance e como ontem dizia Leonor Pinhão, «se essas ‘escutas’ existem e se forem disponibilizadas no Youtube, nada nem ninguém nos impedirá de as comentar (...)». Caso isso aconteça, a nossa curiosidade será saber se o correlegionário MST e o próprio RM irão ouvi-las...

É evidente que a época épica dos portistas ajuda a desenvolver a teoria dos pintistas de que tudo foi limpinho. Já tantas vezes falámos do assunto que neste momento não o vamos repetir, muito embora possamos voltar a ele sempre que se justificar.

Não deixa entretanto de ser curiosa a tese peregrina de RM na referência que faz aos adeptos portistas e aos No Name. É a teoria da mistificação, em que confunde alhos com bugalhos. Todos os benfiquistas conscientes sempre ressalvaram que a grande maioria dos adeptos portistas não pode ser confundida com os energúmenos que têm protagonizado aquelas cenas típicas do far-west pintista de todos conhecidas.

Do mesmo modo que por uma questão de coerência e justiça, os No Name no seu todo, ainda que com alguns excessos típicos da irreverência da juventude, não poderão  ser confundidos com meia dúzia de marginais que tem praticado desmandos que têm que ser condenados sem titibieza, pois para além do mais, têm penalizado o Benfica em primeira instância.

Mas gostaríamos de recordar a RM que foram justamente as escutas que contribuiram para a condenação de vários dos seus elementos, ao contrário de outros cenários em que, apesar de serem aterradoramente penalizadoras…não valeram, o que acaba por apoiar a tese de muitos que afirmam que as polícias e o poder judicial estão bipartidos...




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