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O piromaníaco bombeiro
Miguel Sousa Tavares, jornal A Bola
29 de Março de 2011



Nem a propósito desse coro concertado que por aí anda, notável e responsável ressalve-se, de pôr alguma água na fervura depois dos graves incidentes que fizeram perigar a vida de Luís Filipe Vieira e a do seu motorista, confessamos que dissémos cá para os nossos botões: «Conseguirá Miguel Sousa Tavares açaimar-se e seguir pelo mesmo diapasão?»

E não é que foi mesmo? Miguel Sousa Tavares (MST), habitualmente corrosivo e provocatório, desta feita faz excepção à regra, a ver vamos no entanto se as massas assimilam a tempo o mote dado, por conseguinte compreendendo a abrupta paragem da roleta russa que MST tão diligentemente vem acelerando.

Porventura esquecendo episódios como uma tal deslocação ao Restelo em que um grupo de elementos, supostamente acompanhantes de uma equipa de futebol, possuíam cartões de livre trânsito emitidos pela FPF e o contíguo acesso a zonas restritas dos estádios, ademais pormenores como armas, MST faz ainda assim uma pequena referência – errónea, diga-se - a Vale e Azevedo e à sua relação com as claques.

Aparte o ex-dirigente Vale e Azevedo não ter tido o previlégio de privar com os No Name ou Diabos Vermelhos na mesma proporção que Pinto da Costa o fez (e faz) com Madureira e seus muchachos, compreende-se a memória selectiva de MST e o porquê de fazer referência a uma Comunicação Social «submissa e conivente». Seria no entanto mais honesto da sua parte, explicar por exemplo uma das primeiras medidas do malfadado ex-dirigente encarnado, a tal que passou inclusivé por tirar as mordomias no estádio aos repórteres, mas isso compreendemos que seria demasiada ginástica mental para quem tão pouco se lembra de António Tavares-Teles e outras encomendas bem mais recentes.

Também curioso foi ver MST substituir o dirigismo desportivo pelas claques no banco dos réus no seu recente iluminismo contra a violência, ele que como sabemos semana após semana mais não faz do que incendiar os ânimos. Clubismo? Estranhas formas de amar... Aparte a vergonha ser pouca ou nenhuma, mais vale tarde do que nunca, pena que sejam balelas temporárias.

Do mal ao menos, que assim continue...


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