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O hábito... dos outros ou nosso?
Francisco José Viegas, A Bola
28 de Janeiro de 2011


A melhor forma encontrada por um prevaricador para amortecer, diluir ou mesmo eliminar os seus erros ou abusos sobretudo se houver recorrência, é tentar convencer que são os outros que os fazem e praticam e não ele próprio, porque com a eventual transferência as atenções passam a centrar-se nos alvos que o prevaricador escolheu.

Vem isto a propósito de alguns insignes portistas como Francisco José Viegas (FJV) que de uma forma continuada têm desenvolvido esforços no sentido de tornar o Benfica herdeiro das diatribes, dos desmandos e das manigâncias que o FCPorto e principalmente o seu líder têm vindo a praticar de há anos a esta parte.

Se entendemos que a turba siga desenfreada esse cenário numa lógica seguidista sem se preocupar em fazer qualquer analogia com a ética e com a realidade, e sem se interrogar sobre se o que está a fazer é o mais correcto, já quanto a pessoas intelectualmente mais desenvolvidas deveríamos exigir uma actuação mais serena, mais próxima de certos valores que cada um, à sua maneira, deveria transmitir à sociedade para que ela fosse melhorando e evoluindo no sentido positivo.

Não ignoramos que o fenómeno desportivo e em particular o futebol arrasta paixões, pode tornar nervoso e descontrolado o mais calmo e pacífico dos homens, mas ainda assim, o grau de exigência deve ser muito maior. A utilização da expressão, por exemplo, do João ‘pode ser’ num pretenso remoque ao líder presidencial adversário, não abona rigorosamente nada em favor de FJV, não só porque revela uma azia descontrolada para quem na jornada anterior ao ser influenciado por pressões acabou por decidir o resultado em Aveiro, e porque em Vila do Conde cometeu o sacrilégio de seguir um critério único, sendo que se alguém se pode queixar é precisamente o Benfica por mais um penalty que não foi assinalado. Desta vez não houve duplos critérios, independentemente dos erros cometidos.




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Começa a ser fastidioso presenciar a conversa de FJV sobre o campeão antecipado e sobre a pretensa campanha desestabilizadora da imprensa que mesmo quando o FCPorto joga pior e ganha com penalties inventados (e vão pelo menos três!), deveria louvar e enaltecer os portistas. É o tradicional complexo de inferioridade sobre o qual nada podemos fazer, porque terão que ser os próprios a libertar-se desse estigma que os acompanha e ameaça ser perene.

Mas verdadeiramente sui-generis é a sua alusão ao caso do dia, do mês, do ano e quiçá do século. O vício (e o proveito) adquirido pelas estruturas azuis e brancas de influenciarem tudo o que lhes convinha, continua profundamente enraizado nas suas mentes, a tal ponto que nos fizeram lembrar um certo presidente do conselho que já sem o mínimo poder, estava convencido que ainda governava o país!

Não iremos tão longe porque eles ainda andam por aí, mas não lhes dizendo o caso directamente respeito, estando satisfeita a grande pretensão da turba com a abertura de um inquérito para apuramento de responsabilidades, não deixa de ser sintomático o facto de eles próprios quererem através da sua veia invejosa e vingativa quererem fazer um julgamento sumário daquilo que não presenciaram e que as imagens da televisão, apesar de todo o seu esforço e empenho não descortinaram. E nem sequer o árbitro escapou. Que nervosismo...

Devem estar furiosos por perderam o exclusivo que durante tantos e tantos anos fez as delícias nas Antas e depois no Dragão. Ao contrário de agora em que há manchetes vermelhas nos jornais, nessa altura os casos eram abafados e não havia parangonas azuis.

É o hábito...

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